Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q3083013 Matemática
Das 100 pessoas que estão em uma sala de aula, 51% são meninos. Quantos meninos devem sair para que a porcentagem de meninos na sala passe a ser 50%? 
Alternativas
Q3083012 Matemática
Somando-se todos os números inteiros desde –40, inclusive, até 41, inclusive, obtém-se: 
Alternativas
Q3083011 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Assinale a alternativa em que as duas palavras não realizam, entre elas, plural da mesma forma.
Alternativas
Q3083010 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Supondo-se que, no trecho
“– O senhor deseja um café? – Forte, fervido.”, a fala do garçom fosse substituída por “O senhor deseja uma bebida?”, considerado o uso das mesmas palavras, seria(m) alterada(s) para fins de concordância, na resposta do cliente:
Alternativas
Q3083009 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
A partir da releitura do trecho “– E então, como estava o cafezinho? – Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado, formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.”, assinale a alternativa que apresenta o trecho que reúne apenas adjetivos.
Alternativas
Q3083008 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Assinale a única alternativa em que o trecho apresentado não possui nenhum substantivo. 
Alternativas
Q3083007 Português
TEXTO 2


Leia o texto e responda a cinco questão seguinte

Esta é a história de um sujeito que só falava palavras começadas pela letra “F”.

O sujeito chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:

– Faz favor! Firmeza? Fineza fazer frango frito!
– Pois não. Com quê, cavalheiro?
– Farofa, feijão, fritas.
– Deseja beber alguma coisa?
– Fanta.
– Um pãozinho para esperar a refeição?
– Faça fatiado.
O garçom serve o cliente, inconformado com o fato de ele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
– Vai querer sobremesa?
– Frutas frescas.
– Tem alguma preferência?
– Figo.
Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
– O senhor deseja um café?
– Forte, fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
– E então, como estava o cafezinho?
– Frio, fraco, fedorento, fervido filtro furado,
formiguinhas flutuando fundo, fazendo fofoca.
Aí o garçom decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
– Qual é sua graça?
– Felipe Florêncio Farias Filho.
– De onde o senhor vem?
– Fortaleza.
– O senhor trabalha?
– Fui ferreiro.
– Deixou o serviço?
– Fui forçado.
– Por quê?
– Faltou ferro.
– E o que o senhor fazia?
– Ferrolho, ferradura, faca, ferragem.
– O senhor torce por algum time?
– Fui Flamengo,
– E deixou de ser por quê?
– Fez feio.
– O senhor é casado?
– Fui
– E sua esposa?
– Faleceu.
– De quê?
– Frio, fome.
O garçom perde a calma e diz:
– Olha aqui, se o senhor falar mais dez palavras com a letra F, pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
– Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil, fico freguês.
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
– Ei, espere aí, ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
– Felicidades!


Betty Vibranovski.
https://portuguessemmisterio.com.br/. Acesso em
14/09/2023
Pela leitura do texto, é possível afirmar que impressiona o garçom:
Alternativas
Q3083006 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir do sentido em que as palavras são utilizadas no texto, não se aproximam, por seus significados, os termos presentes no seguinte par:
Alternativas
Q3083005 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.
Alternativas
Q3083004 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Pela leitura do texto como um todo, é possível apontar que se evidencia como tema central:
Alternativas
Q3083003 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa em que o pronome destacado possui uma classificação diferente do pronome destacado nas demais alternativas.
Alternativas
Q3083002 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
A partir, sobretudo, de sua linguagem e conteúdo, é possível afirmar que o texto acima caracteriza-se como:
Alternativas
Q2648657 Pedagogia

A elaboração e construção do conceito de número, por parte de alguns alunos com deficiência, depende de sua interação com o mundo concreto, o que permite construir conceitos e se apropriar das informações mais elementares. Assim, ciente da importância dos jogos na escolarização de alguns alunos com deficiência, analise as afirmações abaixo e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.


( ) Jogos em grupo propiciam a tomada de consciência das próprias estratégias, maior atenção nas jogadas do parceiro, estimulam o pensar de forma independente, favorecem a análise dos próprios erros e contribuem para construir o conceito de ordenação e contagem, proporcionando a construção das estruturas operatórias.

( ) O jogo propicia autonomia moral e intelectual.

( ) É fundamental que os alunos com deficiência encontrem um ambiente de confiança em que possam jogar à sua maneira, na ordem que escolherem, tendo tempo para pensar e intervir, sendo o professor um mediador, atento a nunca corrigir jogadas que venha a considerar menos inteligentes.

( ) O jogo contribui para o aumento do interesse nos conteúdos, mas não possibilita a autoavaliação do desempenho individual.


A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:

Alternativas
Q2648656 Pedagogia

Referindo-se ao processo de desenvolvimento e de ensino-aprendizagem dos alunos com deficiência visual (cegueira ou baixa visão), é importante o professor do AEE saber que:

Alternativas
Q2648655 Pedagogia

Em relação ao Atendimento Educacional Especializado realizado na escola regular para o aluno com deficiência intelectual, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2648654 Pedagogia

A Comunicação Aumentativa e Alternativa – CAA é um dos campos da Tecnologia Assistiva que atende pessoas sem fala ou escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever. Assim, sobre a Comunicação Aumentativa e Alternativa – CAA, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2648653 Pedagogia

O Estatuto da Pessoa com Deficiência, Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, afirma que tecnologia assistiva ou ajuda técnica promove a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Sobre Tecnologia Assistiva, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2648652 Pedagogia

Em relação ao processo de inclusão escolar de alunos com deficiência física, podemos afirmar que:


( ) No caso de educandos com graves comprometimentos motores, que necessitam de cuidados na alimentação, na locomoção e no uso de aparelhos, faz-se necessária a presença de um acompanhante no período em que frequenta a classe comum.

( ) No processo de desenvolvimento, um dos pontos que diferencia uma criança com deficiência física de outra, é que ela, por uma impossibilidade de deslocar-se para explorar espontânea e naturalmente o meio, pode ter privações de experiências sensoriais.

( ) Algumas vezes, os alunos com deficiência física estão impedidos de acompanhar as aulas com a regularidade necessária, por motivo de internação hospitalar ou de cuidados de saúde que deverão ser priorizados. Neste caso, o professor especializado poderá propor o atendimento educacional hospitalar ou acompanhamento domiciliar.

( ) O comprometimento da função física poderá acontecer quando existe a falta de um membro (amputação), sua má-formação ou deformação (alterações que acometem o sistema muscular e esquelético).


Referente às afirmações acima, assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2648651 Pedagogia

O trabalho pedagógico com os alunos com surdez nas escolas regulares deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngue, ou seja, em um espaço, em que se utilize a Língua de Sinais e a Língua Portuguesa. Assim, é CORRETO afirmar que neste ambiente:

Alternativas
Q2648650 Pedagogia

De acordo com o processo de inclusão escolar de alunos surdos, marque (V) Verdadeiro ou (F) Falso nas seguintes afirmativas:


( ) O processo de inclusão escolar do aluno surdo deve acontecer desde a educação infantil até a educação superior, garantindo-lhe, desde cedo, utilizar os recursos de que necessita para superar as barreiras no processo educacional.

( ) Na inclusão escolar de alunos com surdez, o educador deve sempre buscar meios para beneficiar sua participação e aprendizagem tanto na sala de aula como no Atendimento Educacional Especializado.

( ) Os educadores precisam conhecer e utilizar a Língua Brasileira de Sinais, porém, deve-se considerar que a simples utilização dessa língua na sala de aula regular e no AEE não é suficiente para escolarizar o aluno surdo.

( ) A aquisição da Língua Brasileira de Sinais, de fato, já é garantia de uma aprendizagem significativa para o aluno surdo pelo fato de esta língua ser o principal meio do surdo desenvolver sua subjetividade.


Referente às afirmações acima, assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Respostas
7681: B
7682: C
7683: D
7684: D
7685: A
7686: C
7687: D
7688: B
7689: B
7690: B
7691: D
7692: C
7693: E
7694: A
7695: C
7696: E
7697: C
7698: B
7699: B
7700: C