Questões de Concurso
Para médico hemoterapeuta
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Conforme a legislação vigente, não há obrigatoriedade de testagem para malária em todos os doadores de sangue.
O teste de escolha para detecção do HBsAg na triagem de doadores de sangue é o enzimaimunoensaio.
Apenas alguns aloanticorpos estão associados à doença hemolítica perinatal.
A causa mais frequente de refratariedade transfusional a plaquetas é a aloimunização a antígenos leucocitários humanos (HLA).
A refratariedade transfusional plaquetária é diagnosticada após avaliado o incremento plaquetário insatisfatório de uma transfusão de plaquetas.
A púrpura pós-transfusional é caracterizada pelo desenvolvimento súbito de plaquetopenia após transfusão de hemocomponentes em um indivíduo sem antecedente transfusional prévio.
Indivíduos D-negativos que desenvolvem anti-D têm maior probabilidade de desenvolver outros aloanticorpos.
Os indivíduos D parcial normalmente são identificados somente após terem sido aloimunizados.
As proteínas do sistema Rh formam um complexo com a proteína associada ao Rh, fundamental para a expressão dos antígenos.
Recém-nascidos não produzem IgG nem IgM anti-A e anti-B.
A expressão dos antígenos A e B pode estar reduzida em indivíduos que apresentam aumento da eritropoese.
Os antígenos A, B e H são produtos primários dos genes ABO e H.
A síntese dos glicolipídeos do sistema Lewis não ocorre em tecidos eritróides.
O Helicobacter pilori age por meio de um receptor, que é uma proteína do grupo sanguíneo Duffy.
Indivíduos do grupo O apresentam níveis plasmáticos do fator de von-Willebrand mais baixos que os indivíduos de outros grupos.
No fenótipo McLeod, a presença da proteína Kx leva à produção de glóbulos vermelhos acantocíticos e à anemia hemolítica.
As ações e serviços públicos de saúde não são considerados de relevância pública, podendo sua execução ser feita diretamente ou por terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
As ações e serviços públicos de saúde executados pelo SUS devem ser organizados de forma regionalizada e hierarquizados em nível de complexidade crescente.
As regiões de saúde podem ser intermunicipais, intermunicipais, interestaduais e fronteiriças.
As regiões de saúde são recortes territoriais em espaço geográfico contínuo, identificadas pelos gestores municipais e estaduais a partir de identidades comuns culturais, econômicas ou sociais e da existência de interligações por redes de comunicação, infraestrutura ou transportes.