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Q553293 Português
Haverá limite para a Internet?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário"; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão" geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
O último parágrafo do texto inicia-se com uma ideia que, relacionada ao parágrafo anterior, estabelece uma relação de
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Q553292 Português
Haverá limite para a Internet?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário"; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão" geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
Dentre os termos grifados a seguir, assinale aquele que possui classificação sintática diferente dos demais.
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Q553291 Português
Haverá limite para a Internet?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário"; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão" geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
O termo em destaque que introduz o trecho “... segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia.” tem preservada a correção semântica quando substituído por
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Q553290 Português
Haverá limite para a Internet?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário"; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão" geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
De acordo com as características textuais apresentadas, o texto tem como principal objetivo
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Q553289 Português
Haverá limite para a Internet?
Durante milênios convivemos com a convicção de que não haveria limites para a atividade humana, seja quanto ao uso de recursos e serviços naturais, seja de energia, de praticamente tudo. O tempo encarregou-se de mostrar o contrário – com os limites na área dos recursos hídricos acentuados pelo crescimento da população; com o uso de combustíveis fósseis detonando a questão das mudanças do clima; com a insustentabilidade dos atuais padrões de produção e consumo, além da capacidade de reposição do planeta. Agora, mais alguns limites se esboçam no horizonte para a fabricação e uso de computadores, por causa do consumo de energia; da emissão de gases em razão do seu uso; da sobrecarga em vários tipos de utilização, que ameaça até com um “apagão planetário"; e da geração de lixo tecnológico.
Estudo recente do pesquisador Jonathan Kooney, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, mostrou que o consumo de energia pelos computadores no mundo todo mais do que dobrou entre 2000 e 2005; passou de 29 bilhões de kilowatts-hora (kWh) para 61 bilhões de kWh; nos EUA, subiu de 12,5 bilhões de kWh para 24 bilhões de kWh. Outro estudo, do Global Action Plan, situa as emissões de gases poluentes geradas pelas tecnologias de informação e comunicação no mesmo nível das emissões feitas pelo transporte aéreo no mundo, 2% do total.
São números que começam a preocupar a própria indústria de produção de equipamentos nessas áreas. Uma semana depois da divulgação do último relatório, as principais produtoras desses equipamentos no mundo criaram um sistema conjunto para aumentar a eficiência de hardwares e softwares. Pensam em novas formas de suprimento de energia, talvez a solar, em substituição do tipo de corrente nos centros armazenadores de informações e em disseminar informações que advirtam sobre os problemas de estocagem ilimitada de informações, imagens ou som. A IBM, uma das maiores interessadas na questão, está investindo US$ 1 bilhão no projeto Big Green, segundo a revista New Scientist, para dobrar a capacidade de processamento de data centers sem aumentar o consumo de energia. (...)
Em vários pontos do mundo, especialistas começam a perguntar se também haverá um limite de utilização para a Internet, se poderá haver um “apagão" geral no mundo por causa da sobrecarga. (...)
E ainda há o problema do lixo tecnológico (peças e pedaços de computadores, pilhas, baterias), já tão grave que a própria ONU criou para ele um programa denominado Solving the E-waste Program (SEP), com diretrizes mundiais que apontam caminhos para ampliar a vida dos componentes e promover a reciclagem. No Brasil, para pilhas e baterias já existe uma Resolução (nº 257) do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que determina a entrega de pilhas e baterias que contenham cádmio, chumbo, mercúrio e seus compostos, bem como produtos eletroeletrônicos que as incluam, aos estabelecimentos que os comercializem ou à rede de assistência técnica das respectivas indústrias, para que repassem aos fabricantes ou importadores, que deverão reutilizá-los, reciclá-los ou lhes dar destinação final adequada.
Mas o cumprimento ainda é escasso, mesmo com o crescimento acelerado da produção de lixo tecnológico.
(Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 15 fev. 2008. Com adaptações)
De acordo com o contexto em que são empregadas, as palavras adquirem significado diverso. No texto, o significado do termo em destaque está corretamente indicado em
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Q358195 Noções de Informática
A maioria dos programas de email e dos serviços de email baseados na Web inclui filtro de lixo eletrônico, também chamado de filtro de spam. Sobre esse recurso podemos afirmar que:

1 - Ele analisa o conteúdo das mensagens enviadas a você e move as suspeitas para uma pasta de lixo eletrônico especial, onde é possível verificá-las ou excluí-las a qualquer momento.

2 - Se uma mensagem de lixo eletrônico burlar o filtro e for para a sua caixa de entrada, a maioria dos programas de email permitirá que você especifique que futuras mensagens enviadas por aquele remetente sejam automaticamente movidas para a pasta de lixo eletrônico.

3 - O usuário pode gerenciar o aplicativo anti-spam identificando os domínios que considera spam configurando os procedimentos necessários para que essas mensagens não sejam baixadas na sua caixa de entrada.

São afirmações corretas:
Alternativas
Q358194 Noções de Informática
Há diversos procedimentos que você pode seguir para fazer com que seus formulários do Access sejam executados com maior rapidez. Analise as dicas para otimização de formulários que contêm imagens e objetos.

1 - Use bitmaps e outros objetos gráficos com moderação.

2 - Converta quadros de objeto não acoplado que exibam elementos gráficos em controles de imagem.

3 - Use bitmaps em preto-e-branco em vez de coloridos.

Estão corretas:
Alternativas
Q358193 Noções de Informática
O Microsoft PowerPoint oferece três modos principais de exibição de slides e você pode selecionar um modo de exibição, baseado neles, para servir de padrão no PowerPoint.

1 - O modo de exibição ___________________ apresenta três áreas de trabalho: à esquerda, guias que alternam entre a estrutura de tópicos do texto do slide (guia Estrutura de Tópicos) e os slides exibidos como miniaturas (guia Slides); à direita, o painel de slides, que exibe uma vista maior do slide atual; e na parte inferior, o painel de anotações.

2 - O modo de exibição ___________________ ocupa a tela inteira do computador, como uma verdadeira apresentação de slides. Nesse modo de exibição em tela cheia, você vê sua apresentação na forma como seu público a verá. Você poderá verificar como as imagens, os intervalos, os filmes, os elementos animados e os efeitos de transição se comportarão na apresentação real.

3 - O modo de exibição ____________________ é um exclusivo modo de exibição dos slides em forma de miniaturas.

Completam corretamente os respectivos claros, a sequência:
Alternativas
Q358192 Noções de Informática
O aplicativo Excel também permite a utilização de atalhos do teclado. As teclas usadas para inserir uma nova planilha são:
Alternativas
Q358191 Noções de Informática
A janela Imprimir do Word 2003 apresenta as opções de impressão de páginas: todas, página atual ou, conforme escolha do usuário, podem ser impressas páginas sequenciais ou intercaladas. Para comandar a impressão apenas das páginas 1, 3, 4, 5, 6 e 8 de um documento, o formato informado no campo páginas deve ser:
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Q358190 Direito Processual Civil - CPC 1973
Configura prerrogativa processual da Fazenda Pública, dentre outras:
Alternativas
Q358189 Direito do Trabalho
No que concerne à relação de emprego, pode ser afirmado que:
Alternativas
Q358188 Direito do Trabalho
A respeito de contrato de trabalho, é correto afirmar-se que:
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Q358186 Direito Tributário
Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado aos Municípios:
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Q358185 Direito Tributário
A respeito das contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q358184 Direito Tributário
Em matéria de Direito Tributário, cabe à lei complementar:
Alternativas
Q358183 Direito Processual Civil - CPC 1973
A denunciação da lide é obrigatória:
Alternativas
Q358182 Direito Processual Civil - CPC 1973
Duas ou mais pessoas não poderão litigar, no mesmo processo, em conjunto, ativa ou passivamente, quando:
Alternativas
Q358181 Direito Processual Civil - CPC 1973
Reputa-se litigante de má-fé, dentre outras hipóteses, aquele que:
Alternativas
Q358180 Direito Processual Civil - CPC 1973
Serão representados em juízo, ativa e passivamente:
Alternativas
Respostas
16001: C
16002: B
16003: D
16004: B
16005: D
16006: B
16007: D
16008: B
16009: C
16010: A
16011: D
16012: A
16013: B
16014: C
16015: B
16016: A
16017: B
16018: D
16019: C
16020: D