Questões de Concurso
Para professor - biologia
Foram encontradas 5.968 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Se a extremidade cortada de um ramo de uma planta de flores com pétalas brancas for mergulhada em uma solução colorida, observar-se-á que, após certo tempo, suas pétalas ficarão com a coloração da solução.
É importante que se cortem os ramos das plantas dentro de um recipiente com água, pois, se forem cortados fora da água, em contato com o ar, este penetra no;
Marimbondo
Sá e Guarabyra
Compositor: Marlui miranda / Xico chaves
Marimbondo vem fazer sua casa
Em minh'oza za za za za za
Sai azar
Marimbondo
Vem fazer no teto
O que é correto
Eu já sou torto e solto e louco
E não posso te morar
Ou vai curtira bananeira
Que tem eira, eira, eira, eira, eira
E eu
Não tenho eira nem beira
Não tenho eira nem beira
Disponível em https://www.vagalume.com.br/sa-e-guarabyra/ marimbondo.html. Acesso em 25 set. 2016.
A bananeira é uma angiosperma que apresenta um caule:
Considere uma célula animal 2n = 78, que está iniciando um processo de divisão meiótica.
Durante essa divisão celular, pode-se afirmar que:
Apesar de a cutícula que reveste a epiderme superior das folhas apresentar grande impermeabilidade, ela possibilita uma baixa perda de água, denominada transpiração cuticular. No entanto, a maior taxa de transpiração ocorre quando os estômatos estão abertos para que a planta absorva o gás carbônico para realizar sua fotossíntese, é a chamada transpiração estomatar.
No gráfico a seguir essas duas transpirações, cuticular e estomatar, estão indicadas.

Assim, é possível concluir que o gráfico acima é de
uma folha retirada de seu ramo que diminui o seu
peso rapidamente devido à transpiração:
Jovem erra, aplica vacina contra raiva em si e não acha antídoto no DF
Ela se autoaplicou uma injeção no momento em que aplicava a vacina de raiva
em um cachorro
[...] Sem querer, ela se autoaplicou uma injeção no momento em que manejava a vacina em um cachorro. Depois do engano, ela procurou a rede pública de saúde para fazer o tratamento, mas a vacina antirrábica para uso humano está em falta na rede pública de saúde. O detalhe é que ela precisa iniciar o medicamento em no máximo 24 horas.
Disponível em: < http://w w w .correiobraziliense.com .br/ app/noticia/cidades/2016/09/11/interna_cidadesdf, 548128/mulher-erra-aplica-vacina-contra-raiva-em-si-e-nao-acha-antídoto-no-d.shtml>. Acesso em 24 set. 2016
A raiva é uma doença fatal que ataca o sistema nervoso. O vírus se multiplica, inicialmente, em células musculares e do tecido conjuntivo, em que permanece por dias ou meses. Posteriormente, chega aos nervos periféricos e atinge o sistema nervoso central, onde causa encefalite.
A raiva é causada por um:
O heredograma a seguir, analisa certa anomalia na espécie humana.

A probabilidade do casal III.2 x III.3 vir a ter um menino normal é:
Compreender o caráter político e pedagógico do PPP leva a considerar:
1. a função social da educação e da escola em uma sociedade cada vez mais excludente.
2. que é na ação pedagógica da escola que se torna possível a efetivação de práticas sociais emancipatórias.
3. a necessária organicidade entre o PPP e os anseios da comunidade escolar.
4. a finalidade da escola como formadora de um sujeito crítico, criativo e participativo.
5. na perspectiva em ancipatória, como um instrumento de controle, burocratizado, voltado apenas para o cumprimento de normas técnicas, de aplicação de estatísticas.
Estão corretos apenas:
Sobre rotina e gestão da sala de aula, leia as afirmativas a seguir.
I. No trabalho pedagógico diário, o professor precisa gerir o uso do tempo em sala de aula direcionado para aprendizagem.
II. As situações no relacionamento com seus alunos, ou mesmo entre eles, podem comprometer o ambiente ou o empenho coletivo no processo de ensino-aprendizagem.
III. Os saberes experienciais surgem como núcleo vital do saber docente, núcleo a partir do qual os professores tentam transformar suas relações de exterioridade com os saberes em relações de interioridade com sua própria prática.
IV. A existência de uma pluralidade de saberes docentes possibilita a formação ou a existência de um único padrão de práticas docentes que viabilizem o sucesso na aprendizagem.
Está correto apenas o que se afirma em:
O apagão poderá nos trazer alguma luz
Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira", as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [..,] Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar". Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!". Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa.
[...]
O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade" nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: "A hidra-universo torce seu corpo cravejado de estrelas...".
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.
O apagão vai dividiras vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie" do capitalismo enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo,São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14out. 2016. (Fragmento)