Questões de Concurso Para engenheiro mecânico

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Q348323 Português
As raízes do racismo
Drauzio Varella

       Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
      Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
      Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
      Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
      A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
      Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
      Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
      Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
      A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
      Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
      A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
      Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
      Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
      Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
      O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
      A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
     Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere as afirmações abaixo.

I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.

II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q348322 Português
As raízes do racismo
Drauzio Varella

       Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
      Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
      Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
      Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
      A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
      Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
      Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
      Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
      A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
      Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
      A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
      Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
      Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
      Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
      O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
      A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
     Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere as afirmações abaixo.

I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IADES Órgão: EBSERH
Q1210733 Engenharia Mecânica
De acordo com a norma brasileira NBR 10067/1995, na representação do desenho, em corte longitudinal de um conjunto mecânico, não são hachurados elementos, tais como
Alternativas
Q237153 Engenharia Mecânica
A cogeração de energia pode ser definida como a
Alternativas
Q237152 Eletrotécnica
A Figura 1 mostra uma instalação elétrica que utiliza um grupo gerador como fonte alternativa de energia para suprir as cargas essenciais, em caso de falta de energia da concessionária.

A transferência é realizada através de uma chave de transferência automática (CTA), cujo circuito de inter-travamento de suas contatoras é mostrado na Figura 2.

Imagem associada para resolução da questão

NÃO corresponde a uma função do sistema de transferência dessa CTA:
Alternativas
Q237151 Engenharia Elétrica
Para manter algumas cargas essenciais de uma agência bancária, quando ocorre falta de energia da rede externa, um grupo gerador diesel trifásico de 60 kVA é utilizado de forma emergencial.

Sabendo-se que o grupo contém um gerador síncrono com 2 pares de polos (4 polos) e que a frequência da rede é de 60 Hz, o valor da velocidade do eixo desse gerador (velocidade síncrona), a ser mantida constante pelo motor diesel, em rpm, é de
Alternativas
Q237150 Engenharia Elétrica
A figura mostra um sistema trifásico, com carga equilibrada, ligada em estrela, a quatro fios, no qual as tensões VA, VB e VC são equilibradas e dadas por

Imagem associada para resolução da questão

O valor, em módulo, da corrente de neutro (I N), em ampères, é de
Alternativas
Q237149 Engenharia Elétrica
Ao realizar algumas medições no barramento de entrada de uma subestação, encontraram-se os seguintes valores de potência:

• Potência aparente (S) = 1000 VA
• Potência reativa (Q) = 600 VAR (indutiva)

Assim, verifica-se que o valor do fator de potência é
Alternativas
Q237148 Engenharia Elétrica
 figura mostra o esquema de ligação de uma subestação de média tensão com um ramal de entrada aéreo.

Imagem 037.jpg


Considerando-se os itens indicados pelos números 1, 2, 3 e 4, constata-se que eles correspondem, respectivamente, a
Alternativas
Q237147 Engenharia Mecânica
O protetor de ilhós é também um item referente à segurança dos elevadores.

Com uma função específica, ele é um dispositivo de utilização obrigatória em
Alternativas
Q237146 Engenharia Mecânica
Elevadores possuem um freio de segurança para situações de emergência.

Esse freio de segurança tem, necessariamente, um acionamento
Alternativas
Q237145 Engenharia Mecânica
Imagem 036.jpg

No esboço da carta psicrométrica ilustrado acima, os números 1, 2 e 3 indicam
Alternativas
Q237144 Engenharia Mecânica
A tempertatura de bulbo úmido é ligeiramente mais baixa do que a temperatura de orvalho.

PORQUE

A saturação obtida na tempertatura de bulbo úmido é completa.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
Alternativas
Q237143 Engenharia Mecânica
A umidade relativa representa a relação entre a
Alternativas
Q237142 Engenharia Mecânica
O coeficiente de desempenho teórico máximo para qualquer operação cíclica de bomba de calor entre duas regiões, sendo uma fria à temperatura TF e a outra quente à temperatura TH , é escrito da seguinte forma:

Alternativas
Q237141 Engenharia Mecânica
A temperatura na qual o vapor de água da atmosfera fica saturado é uma propriedade muito importante, pois, a partir dela, podem-se calcular as espessuras de isolamento adequadas para dutos, câmaras frigoríficas e refrigeradores domésticos.

Tal propriedade corresponde à
Alternativas
Q237140 Engenharia Mecânica
Com relação aos tipos de filtros para climatização, considere as afirmativas a seguir.

I - Os filtros utilizados nos condicionadores de ar tipo janela possuem boa eficiência contra insetos e relativa eficiência contra poeira grossa, eficiência reduzida contra pólen de plantas e quase nula contra poeira atmosférica.

II - Os fltros utilizados nos condicionadores do tipo compacto (self-contained) possuem boa eficiência contra poeira grossa, relativa eficiência contra pólen de plantas e eficiência reduzida contra poeira atmosférica.

III - Os filtros utilizados nas salas e cabines estéreis para operações cirúrgicas possuem eficiência excelente contra a fração ultrafina da poeira atmosférica, fumaças de óleo e tabaco, bactérias, fungos microscópicos e vírus.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q237139 Engenharia Mecânica
É recomendável que a distribuição de ar num recinto obedeça a certas exigências.

Uma delas é que a velocidade do ar, nas regiões ocupadas do recinto, acima da cabeça das pessoas, principalmente quando o ar insuflado for frio, não deve ser superior, em m/s, a
Alternativas
Q237138 Engenharia Mecânica
Considere o sistema de refrigeração por compressão
de vapor ideal, ilustrado na figura, para responder às
questões de nos 39 e 40.


Imagem 025.jpg

O coeficiente de desempenho do ciclo ilustrado é dado por

Alternativas
Q237137 Engenharia Mecânica
Considere o sistema de refrigeração por compressão
de vapor ideal, ilustrado na figura, para responder às
questões de nos 39 e 40.


Imagem 025.jpg

No ponto 4, o refrigerante se encontra no estado de
Alternativas
Respostas
7221: B
7222: D
7223: E
7224: D
7225: D
7226: B
7227: E
7228: D
7229: A
7230: B
7231: C
7232: B
7233: E
7234: E
7235: D
7236: A
7237: E
7238: C
7239: D
7240: E