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Q979773 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

Assinale a alternativa em que todas as palavras retiradas do texto possuem o mesmo processo de formação.
Alternativas
Q979772 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

Em relação às ideias apresentadas pelo autor do texto, é possível interpretar que
Alternativas
Q979771 Português

Mundo de mentira

Paulo Pestana


    Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

    Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora.

    A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

    E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

    Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

    Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! 

    Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foi-me contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

    Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo.

    As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

    Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: <http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019.

De acordo com as ideias expostas no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979725 Administração Geral
Douglas McGregor analisou as premissas a respeito do comportamento humano que substancia a ação gerencial. A concepção tradicional da administração, por exemplo, é baseada na direção e no controle que a gerência da organização tem sobre os seus membros. Isso tem implicação nas noções básicas sobre a motivação humana, que McGregor caracterizou como a Teoria X.
Constitui premissa básica da Teoria X:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979724 Administração Financeira e Orçamentária
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) apresenta como conteúdo e/ou função:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979723 Administração Financeira e Orçamentária
Conforme disposição constitucional, a Lei Orçamentária Anual (LOA) é constituída por três orçamentos, a saber: fiscal, investimento das empresas e seguridade social.
O orçamento fiscal é referente
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979722 Administração Financeira e Orçamentária
A Constituição Federal de 1988 dispõe sobre a capacidade legislativa de emendar o projeto de lei orçamentária anual, em específico ao aumento ou à criação de novas despesas.
As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem poderão ser aprovadas, caso
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979721 Administração Financeira e Orçamentária
O empenho pode ser definido como o ato emanado de autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento pendente ou não de implemento de condição.
Em relação às modalidades de empenho, o valor destinado às despesas com o consumo de energia elétrica, de determinada instituição pública, por exemplo, pode ser classificado na seguinte modalidade:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979720 Administração Geral
A utilização de algumas técnicas de apoio na gestão organizacional contribui para o desenvolvimento e para a implementação da administração de processos. Essas técnicas auxiliam no gerenciamento de situações e de problemas complexos, os quais são recorrentes na administração das instituições públicas.
Cita-se, dentre as várias técnicas disseminadas, aquela que possibilita a priorização de problemas, sugerindo que a minoria das falhas de produção e/ou prestação de serviços pode ser o motivo da maior parte dos problemas do produto e/ou serviço prestado. De maneira geral, essa técnica indica que 80% dos efeitos são originados por 20% das causas.
Essa técnica é denominada
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979719 Administração Geral
É notória a importância, seja no âmbito privado ou no âmbito público, da implantação do planejamento estratégico. Destacam-se, dentre as diversas razões para a sua adoção, a possibilidade de utilizar novos modelos de gestão frente às mudanças de paradigmas no mundo atual, em especial aqueles provenientes dos campos econômico, social, tecnológico, cultural e ambiental.
Nesse panorama, o Balanced Scorecard (BSC) se apresenta como um instrumento de gestão estratégica relevante, que pode fornecer um referencial de análise da estratégia orientada para a criação de valor futuro.
O BSC estrutura-se a partir de quatro diferentes perspectivas, que são:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979718 Administração Geral
Os tipos de análises das organizações baseadas em metáforas fornecem meios para se lidar com a complexidade. Configuram, assim, recursos para se ampliar os processos de reflexão, possibilitando ler a mesma situação a partir de múltiplas perspectivas e de maneira crítica, bem como devidamente informada.
Morgan (2011) propõe que, para se aplicar a análise baseada em metáforas, dois passos se fazem necessários, a saber:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979717 Administração Geral
Morgan (2011) utiliza diferentes metáforas para entender o caráter complexo e paradoxal da vida organizacional.
Uma dessas metáforas atrela-se às organizações vistas como instrumento de dominação, na qual há a noção de que
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979716 Administração Geral
Dentre as etapas do planejamento estratégico de uma instituição, cita-se o diagnóstico estratégico que contempla análises dos ambientes interno e externo da organização. Essa avaliação procura verificar o que a organização tem de bom, de regular ou de ruim em seus processos administrativos.
O diagnóstico estratégico pode contar com determinados componentes para a sua execução. Em relação a esses componentes, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979715 Administração Pública
Em República, de Platão, tem-se a alegoria da caverna, por meio da qual Sócrates explora as relações entre aparência, realidade e conhecimento.
A alegoria diz sobre uma caverna subterrânea que é tomada por indivíduos que visualizam sombras de pessoas e objetos. Esses indivíduos tomam as sombras por realidades, atribuindo-lhes nomes e conversando com elas. Demonstra-se um universo sombrio que constitui a verdade e a realidade, por meio de indivíduos que não possuem conhecimento de nenhum outro e acabam aprisionados ao senso comum. A caverna representa o mundo das aparências, enquanto a viagem ao exterior a conquista do conhecimento.
O exame das organizações pode contar com a noção de processos conscientes e inconscientes dos indivíduos, oferecendo importantes descobertas sobre a psicodinâmica e os aspectos ideológicos presentes em um panorama social.
Os trechos acima apontam para a compreensão das organizações a partir de uma metáfora em que são vistas como:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979714 Administração Geral
Os indicadores de produtividade, desde que estabelecidos de maneira adequada, permitem aos gestores entenderem os esforços e os investimentos que estão sendo realizados em direção aos objetivos anteriormente propostos pelos planos estratégicos, táticos e operacionais da organização
Quando um gestor está considerando a necessidade de aplicação da administração de processos na sua organização, deve lembrar-se da conceituação de importantes técnicas administrativas que ainda têm apresentado elevado apelo nos estudos organizacionais.
Dentre as técnicas administrativas, as práticas de “Kaizen” sugerem
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979713 Administração Geral
A metáfora das organizações como cérebros, de acordo com Morgan (2011), apresenta a noção das organizações vistas como um sistema holográfico. Um disco holográfico integra todas as informações necessárias, existentes em cada uma das partes do disco, à produção de uma imagem completa. Esse processo é semelhante ao funcionamento do cérebro, pois as capacidades requeridas no todo estão embutidas nas partes. No âmbito organizacional, permite ao sistema aprender e se auto-organizar, bem como manter um sistema completo de funcionamento, mesmo quando partes específicas funcionem mal ou sejam removidas.
No que se refere aos princípios do planejamento holográfico, associe as colunas.
(I) Redundância de funções. (II) Variedade de requisito. (III) Especificação crítica mínima. (IV) Aprender a aprender.
( ) Propõe que os gestores adotem o papel de facilitar ou orquestrar, criando condições favoráveis que permitam a um sistema encontrar a sua própria forma. ( ) É uma forma de se construir o todo em cada parte, possibilitando a sua condutividade, bem como a sua especialização e a sua generalização. ( ) Deve ser desenvolvido como um quarto elemento do planejamento holográfico, para que o sistema tenha capacidade de aprender com a rotina e com novas funções inseridas às partes. ( ) Pode promover orientações práticas para o planejamento das relações parte-todo, mostrando exatamente quanto do todo precisa estar presente em determinada parte.
A sequência CORRETA é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979712 Administração Geral
A importância da definição adequada dos objetivos estratégicos pode contribuir para o esclarecimento do principal bem ou serviço que a instituição proporciona diretamente a seus usuários. 
Considere o seguinte enunciado: 
“Produzir, aplicar, preservar e difundir ideias e conhecimentos, pesquisar, propor soluções e abrir caminhos para a sociedade, atuando como um centro dinâmico de progresso e desenvolvimento regional, nacional e internacional, comprometido com a formação de alta qualificação de cidadãos éticos, socialmente responsáveis e com visão a frente do seu tempo”. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gestão pública contemporânea. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2012. p. 158 .
O trecho acima representa um exemplo de: 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979711 Administração Geral
Muitos estudiosos procuraram aplicar a Teoria Geral dos Sistemas em seus diversos campos. Nas ciências sociais, o modelo do sistema aberto tem revelado enormes potencialidades, quer pela sua abrangência, quer pela sua flexibilidade. Um dos pressupostos básicos desse esquema ou modelo é, evidentemente, o de que a organização é um sistema aberto.
Com relação às diferentes características inerentes à noção das organizações como sistemas abertos, associe as colunas.
(I) Processamento (II) Entropia negativa (III) Diferenciação (IV) Equifinalidade (V) Retroalimentação
( ) Não existe uma única maneira da organização atingir uma situação estável. Critica-se o pressuposto de racionalidade única ou superior da economia clássica. ( ) Os insumos recebidos pela organização também podem ser informativos, possibilitando o conhecimento do ambiente e a correção dos seus desvios. ( ) Todas as formas organizadas tendem à homogeneização e, finalmente, à falência. A organização, porém, por meio da reposição qualitativa de energia pode resistir a esse processo. ( ) A organização tende à multiplicação e à elaboração de funções, o que determina também a multiplicação de papéis e a sua distinção. ( ) A organização trabalha nos seus insumos com o objetivo de transformá-los em produtos, entendendo-se desse modo: produtos, serviços, mão de obra treinada.
A sequência CORRETA é:

Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979710 Administração Pública
As pressões do ambiente podem levar os gestores das organizações a adotarem modelos semelhantes na busca de melhores resultados, mesmo sem ter indícios de que essas alterações aumentam a eficácia organizacional. Nesse sentido, tem-se o fenômeno da homogeneização das formas organizacionais, dentro de cada campo, também denominado isomorfismo institucional.
Considerando, por exemplo, que o Governo institua uma regulação sobre antidiscriminação, no âmbito dos órgãos públicos, o mecanismo exercido seria do tipo:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2019 - UFMG - Administrador |
Q979709 Administração Geral
Não é possível elaborar um check list geral do que deve e do que não deve ser feito em um processo de gerência estratégica da mudança.
Andrew Pettigrew, estudioso na área de comportamento organizacional, sustenta que a mudança estratégica é um processo complexo, contínuo e dependente de cada situação, podendo ser entendido em termos de três dimensões essenciais: contexto (interno e externo); conteúdo (objetivos e hipóteses); e processos (padrões de implementação).
Pettigrew analisou alguns problemas inerentes aos processos de mudança, sendo um deles relacionado ao elo entre a mudança estratégica e operacional, evidenciando que
Alternativas
Respostas
14981: D
14982: E
14983: E
14984: A
14985: D
14986: D
14987: B
14988: C
14989: C
14990: B
14991: D
14992: C
14993: A
14994: D
14995: A
14996: B
14997: C
14998: A
14999: B
15000: D