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I. O servidor publico da administração direta, autárquica e fundacional, no exercicio de mandato eletivo, em se tratando de mandato eletivo federal, estadual ou distrital, não ficará afastado de seu cargo, emprego ou função.
II. O servidor publico da administracdo direta, autarquica e fundacional, no exercicio de mandato eletivo, quando investido no mandato de prefeito, sera afastado do cargo, emprego ou função, sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.
III. O servidor público da administração direta, autárquica e fundacional, no exercício de mandato eletivo, quando investido no mandato de vereador, havendo compatibilidade de horários, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, com prejuízo da remuneração do cargo eletivo.
IV. Em qualquer caso que exija o afastamento do servidor público da administração direta, autárquica e fundacional para o exercício de mandato eletivo, seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento.
Está correto o que se afirma em:
I. O etarismo ocorre apenas em relação a pessoas idosas.
II. O etarismo é um preconceito que não ocorre em relagdo a faixas etárias.
III. Estereótipos em relação à idade de um indivíduo ou de grupos de determinada faixa etária baseiam o etarismo.
IV. A interação entre membros de diferentes gerações é prejudicada pelo etarismo.
Está correto o que se afirma em:
O Texto serve de base para responder a questão.
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal cientifico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verdo, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficiência de vitamina D. Os indices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vitamin D (EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Parana e de S&o Paulo, Fundagdo Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irma Dulce. A amostra foi composta por adultos saudaveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e habitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionario respondido pelos participantes.
A constatação de deficiéncia ou insuficiéncia de vitamina D em pleno verdo — periodo de maior exposição solar e que favoreceria a sintese deste micronutriente pelo organismo — é explicada por diversos fatores.
“Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os habitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da populagdo para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro”, esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora-adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiéncia de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiéncia desta vitamina. Em Curitiba, os indices sdo parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os indices de deficiéncia e insuficiéncia de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situagdo pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiéncia de vitamina D os niveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiéncia do micronutriente foi considerada para niveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiéncia de vitamina D teve grandes correlagdes com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades fisicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. “A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo”, ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere a questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos niveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
“Esses achados sugerem que a maior abundéncia de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de risco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada”, afirmam os pesquisadores.
Disponivel em: https://www.correiobraziliense.com br/ciencia-e-saude/2023/03/5079602- brasileiros-tem-deficiencia-ou-insuficienciade-vitamina-d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
O Texto serve de base para responder a questão.
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal cientifico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verdo, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficiência de vitamina D. Os indices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vitamin D (EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Parana e de S&o Paulo, Fundagdo Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irma Dulce. A amostra foi composta por adultos saudaveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e habitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionario respondido pelos participantes.
A constatação de deficiéncia ou insuficiéncia de vitamina D em pleno verdo — periodo de maior exposição solar e que favoreceria a sintese deste micronutriente pelo organismo — é explicada por diversos fatores.
“Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os habitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da populagdo para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro”, esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora-adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiéncia de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiéncia desta vitamina. Em Curitiba, os indices sdo parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os indices de deficiéncia e insuficiéncia de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situagdo pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiéncia de vitamina D os niveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiéncia do micronutriente foi considerada para niveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiéncia de vitamina D teve grandes correlagdes com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades fisicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. “A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo”, ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere a questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos niveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
“Esses achados sugerem que a maior abundéncia de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de risco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada”, afirmam os pesquisadores.
Disponivel em: https://www.correiobraziliense.com br/ciencia-e-saude/2023/03/5079602- brasileiros-tem-deficiencia-ou-insuficienciade-vitamina-d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
I. Os participantes com maior deficiéncia de vitamina D são os de São Paulo.
II. A deficiência de vitamina D é a mesma nas três regiões metropolitanas estudadas.
III. A pesquisa demonstrou que os percentuais de deficiéncia de vitamina D são 52, 52 e 47, respectivamente, nas regides metropolitanas de São Paulo, Curitiba e Salvador.
IV. Os participantes de Salvador são os que apresentaram menor insuficiência de vitamina D.
V. Apele negra pode ser um fator de risco de deficiência de vitamina D em regiões próximas ao Equador.
Está correto o que se afirma em:
O Texto serve de base para responder a questão.
Brasileiros têm deficiência ou insuficiência de vitamina D, até no verão
Uma pesquisa brasileira que acaba de ser publicada pelo jornal cientifico inglês Journal of the Endocrine Society comprovou que, mesmo em pleno verdo, uma parcela significativa dos brasileiros apresenta insuficiência ou deficiência de vitamina D. Os indices foram de 50,7% e 15,3%, respectivamente, no grupo de 1.029 participantes.
O estudo, chamado Epidemiology of Vitamin D (EpiVida) - A Study of Vitamin D Status Among Healthy Adults in Brazil, foi produzido por pesquisadores das Universidades Federais do Parana e de S&o Paulo, Fundagdo Oswaldo Cruz e Obras Sociais Irma Dulce. A amostra foi composta por adultos saudaveis, entre 18 e 45 anos, de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Salvador (BA).
O objetivo foi estimar a prevalência da vitamina D em associação a estilo de vida, demografia socioeconômica e habitos culturais nestas três regiões metropolitanas. Para isso, foram avaliadas amostras de sangue e considerados dados de um questionario respondido pelos participantes.
A constatação de deficiéncia ou insuficiéncia de vitamina D em pleno verdo — periodo de maior exposição solar e que favoreceria a sintese deste micronutriente pelo organismo — é explicada por diversos fatores.
“Variáveis como genética, demografia e estilo de vida influenciam a produção de vitamina D. Os habitos recém-adquiridos durante a pandemia da COVID-19, que levou maioria da rotina da populagdo para dentro de casa, por exemplo, também podem contribuir para este quadro”, esclarece Marise Lazaretti Castro, endocrinologista, livre-docente, professora-adjunta de endocrinologia e chefe do setor de osteometabolismo da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
Em São Paulo, 20% dos participantes apresentaram deficiéncia de vitamina D e em mais da metade (52%) foi constatada insuficiéncia desta vitamina. Em Curitiba, os indices sdo parecidos: 12% e 52% respectivamente. Já em Salvador, os indices de deficiéncia e insuficiéncia de vitamina D foram, respectivamente, de 12% e 47% do total de participantes locais do estudo. Já no inverno, a situagdo pode agravar em mais 10%, apontam os pesquisadores.
O estudo considerou como deficiéncia de vitamina D os niveis abaixo de 20ng/ml. Já a insuficiéncia do micronutriente foi considerada para niveis abaixo 30ng/ml.
Além da falta de atividades ao ar livre, a pesquisa constatou que a deficiéncia de vitamina D teve grandes correlagdes com a obesidade e o sobrepeso da população brasileira.
Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a exposição solar, atividades fisicas e o uso de suplementos podem ajudar significativamente na reposição do hormônio. “A suplementação orientada por um profissional, por exemplo, diminui 60% de chances de os pacientes terem deficiência de vitamina D, de acordo com o estudo”, ressalta o especialista.
Outro resultado da pesquisa se refere a questão étnico-racial. Embora Salvador tenha maior percentual de negros que Curitiba, a média dos niveis de vitamina D dos participantes não foram diferentes entre si, segundo o estudo.
“Esses achados sugerem que a maior abundéncia de radiação solar existente em Salvador, devido a sua maior proximidade com o Equador, pode ultrapassar a barreira da melanina na pele para produzir vitamina D. Então, a pele negra seria um fator de risco para deficiência de vitamina D apenas em regiões com radiação solar limitada”, afirmam os pesquisadores.
Disponivel em: https://www.correiobraziliense.com br/ciencia-e-saude/2023/03/5079602- brasileiros-tem-deficiencia-ou-insuficienciade-vitamina-d-ate-no-verao.html. Acesso em: 14 mar. 2023.
(I)
Disponível em: https://escolakids.uol.com.br/portugues. Acesso em: 14 mar. 2023.
(II)
Disponível em: https://mundoeducacaouol.com.br/redacao. Acesso em: 14 mar. 2023.
(III)
Disponível em: https://www.google.com/search?. Acesso em: 14 mar. 2023.
(IV)
Disponivel em: https://www.google.com/search?. Acesso em: 14 mar. 2023.
O Texto serve de base para responder a questão.

Disponivel em: https:/br.pinterest.com/pin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
O Texto serve de base para responder a questão.

Disponivel em: https:/br.pinterest.com/pin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
O Texto serve de base para responder a questão.

Disponivel em: https:/br.pinterest.com/pin/345580971415789711/. Acesso em: 13 mar. 2023.
() Atira propõe uma reflexão acerca de que certas atividades podem ser perigosas para todas as criangas.
() Camilo muda de ideia quanto a corrida, pois tem medo de perder a aposta para Dinho.
() Atira tece uma critica ao tratamento desigual que a policia pode dar as pessoas negras.
() Para Camilo, correr ndo é uma atividade segura para nenhum dos personagens.
() O medo de Camilo é explicado pela imagem contida no terceiro quadro.
Assinale a alternativa com a sequéncia correta:
Julgue o item a seguir.
Uma camisa custa R$ 80,00 e sofre um aumento de
20%. O novo valor da camisa após o aumento de 20%
será R$ 96,00.
Julgue o item a seguir.
Levando em consideração a equação de segundo grau: x²
+ 3x + 2 = 0 e utilizando o método de Bhaskara para
calcular: delta = b² – 4ac = 3² – 4(1)(2) = 9 – 8 = 1, é
correto afirmar que as raízes da equação são: x1 = – 1 e
x2 = 3.
Julgue o item a seguir.
Uma equação de primeiro grau possui sempre uma única
solução.
Julgue o item a seguir.
A ênclise é a colocação pronominal em que o pronome
átono vem antes do verbo, como em “Me dê um tempo.”
Julgue o item a seguir.
O acento agudo em “índice” é uma consequência da regra
de acentuação das proparoxítonas.
Julgue o item a seguir.
O sufixo “-ção” é frequentemente adicionado a
substantivos para formar substantivos nomeiam ação ou
resultado, como “construção” e “invenção”.
Julgue o item a seguir.
Nos vocábulos “ímpeto”, “água” e “biquíni”, os acentos
gráficos se justificam por serem, respectivamente,
proparoxítona, paroxítona terminada em ditongo
crescente e paroxítona terminada em “i”.
Julgue o item a seguir.
Em “anexo”, o X é um dífono, pois representa, na fala, dois
fonemas (ks).
Julgue o item a seguir.
Na frase “Os alunos estudaram muito para a prova,”
“muito” é um adjunto adnominal.