Foram encontradas 599 questões

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802176 Mecânica

O relógio comparador é um instrumento de medição, dotado de uma escala e um ponteiro, ligados por mecanismos diversos a uma ponta de contato. O relógio comparador pode ser utilizado para verificar, EXCETO:

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802174 Mecânica

Qual equipamento de medição é utilizado para aferir angulações?

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802170 Mecânica

Ao utilizar o paquímetro para medir uma peça, observou‐se a seguinte configuração:


Imagem associada para resolução da questão


A medida representada anteriormente é

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802167 Mecânica

Após utilizar o micrômetro, é necessário realizar os seguintes procedimentos para conservação do equipamento, EXCETO:

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802165 Mecânica

Um micrômetro de resolução de 0,001’’ apresentou a seguinte configuração ao medir determinado equipamento:


Imagem associada para resolução da questão


Marque a alternativa que apresenta corretamente a leitura do micrômetro anterior.

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802162 Edificações

Para determinar a resolução do paquímetro, que deve ser realizado antes de qualquer medição, basta

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802160 Mecânica

A régua graduada é o mais elementar instrumento de medição utilizado em oficinas e laboratórios, sendo usada para medidas lineares, quando não há exigência de grande precisão, e apresenta graduações dos sistemas métrico e inglês. Observe a figura de uma régua graduada:


Imagem associada para resolução da questão


Com base na figura anterior, as letras A, B e C representam, respectivamente,

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802156 Mecânica

“Utilizado para medir peças quando a precisão não é menor que 0,02 mm. É um instrumento finamente acabado, com superfícies planas e polidas. O cursor é ajustado à régua, de modo que permita a sua livre movimentação com um mínimo de folga. Geralmente, é construído de aço inoxidável e suas graduações referem‐se a 20°C. A escala pode ser graduada em milímetro e polegada.” A descrição anterior refere‐se ao(à)

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802154 Biomedicina - Análises Clínicas

Em situações, principalmente em laboratório de controle de qualidade, onde padrões de medições precisas precisam ser realizados, é necessário cumprir as seguintes exigências no ambiente, EXCETO:

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802151 Física

De acordo com o Sistema Internacional de Medidas, responda às questões de 41 a 45.


A 11ª CGPM (Conferência Geral de Pesos e Medidas), em 1960, através de sua Resolução nº 12, adotou finalmente o nome Sistema Internacional de Unidades, com abreviação internacional SI para o sistema prático de unidades, e instituiu regras para os prefixos, as unidades derivadas e as unidades suplementares, além de outras indicações, estabelecendo uma regulamentação para as unidades de medidas. A definição de Quantidade de Matéria (mol) foi introduzida posteriormente, em 1969, e adotada pela 14ª CGPM, em 1971.

A potência de um motor 11 hp equivale, no SI, a

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802149 Física

De acordo com o Sistema Internacional de Medidas, responda às questões de 41 a 45.


A 11ª CGPM (Conferência Geral de Pesos e Medidas), em 1960, através de sua Resolução nº 12, adotou finalmente o nome Sistema Internacional de Unidades, com abreviação internacional SI para o sistema prático de unidades, e instituiu regras para os prefixos, as unidades derivadas e as unidades suplementares, além de outras indicações, estabelecendo uma regulamentação para as unidades de medidas. A definição de Quantidade de Matéria (mol) foi introduzida posteriormente, em 1969, e adotada pela 14ª CGPM, em 1971.

Um determinado parafuso aceita, no máximo, 234 ft.lb para ser torqueado. Qual é o valor do torque no SI?

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802147 Física

De acordo com o Sistema Internacional de Medidas, responda às questões de 41 a 45.


A 11ª CGPM (Conferência Geral de Pesos e Medidas), em 1960, através de sua Resolução nº 12, adotou finalmente o nome Sistema Internacional de Unidades, com abreviação internacional SI para o sistema prático de unidades, e instituiu regras para os prefixos, as unidades derivadas e as unidades suplementares, além de outras indicações, estabelecendo uma regulamentação para as unidades de medidas. A definição de Quantidade de Matéria (mol) foi introduzida posteriormente, em 1969, e adotada pela 14ª CGPM, em 1971.

A vazão de 32569 in³/s no SI é igual a

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802145 Física

De acordo com o Sistema Internacional de Medidas, responda às questões de 41 a 45.


A 11ª CGPM (Conferência Geral de Pesos e Medidas), em 1960, através de sua Resolução nº 12, adotou finalmente o nome Sistema Internacional de Unidades, com abreviação internacional SI para o sistema prático de unidades, e instituiu regras para os prefixos, as unidades derivadas e as unidades suplementares, além de outras indicações, estabelecendo uma regulamentação para as unidades de medidas. A definição de Quantidade de Matéria (mol) foi introduzida posteriormente, em 1969, e adotada pela 14ª CGPM, em 1971.

Ao aferir a pressão de trabalho de um equipamento, leu‐se 124 Psi. Qual o valor da pressão do equipamento no SI?

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Manutenção |
Q2802143 Engenharia Mecânica

De acordo com o Sistema Internacional de Medidas, responda às questões de 41 a 45.


A 11ª CGPM (Conferência Geral de Pesos e Medidas), em 1960, através de sua Resolução nº 12, adotou finalmente o nome Sistema Internacional de Unidades, com abreviação internacional SI para o sistema prático de unidades, e instituiu regras para os prefixos, as unidades derivadas e as unidades suplementares, além de outras indicações, estabelecendo uma regulamentação para as unidades de medidas. A definição de Quantidade de Matéria (mol) foi introduzida posteriormente, em 1969, e adotada pela 14ª CGPM, em 1971.

Ao medir o diâmetro de um tubo, constatou‐se que o mesmo possuía 3,89 polegadas. De acordo com o sistema internacional de medidas (SI), qual é o tamanho do diâmetro do tubo?

Alternativas
Q2742469 Raciocínio Lógico

Use a lógica para descobrir os números que faltam no quadro apresentado.



17


51


102


153


459

A soma desses números é igual a

Alternativas
Q2742467 Matemática

A seguir estão representados um triângulo equilátero e um quadrado, cujos perímetros são iguais.

Imagem associada para resolução da questão

Se a diferença entre os lados dessas 2 figuras é igual a 3 cm, então, o perímetro de cada uma delas mede

Alternativas
Q2742450 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.

Alternativas
Q2742449 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando que o poema “A rosa de Hiroshima”, de Vinicius de Moraes, faz uma referência ao uso da energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje”, por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem”, existe uma

Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESGRANRIO Órgão: PETROQUÍMICA SUAPE
Q1206136 Engenharia de Petróleo
Na indústria petroquímica trabalha-se com diversos materiais metálicos. A esse respeito, analise as afirmativas abaixo.
I - O aço é uma liga de ferro-carbono que contém, no máximo, 1% de carbono. II - O alto-forno é um forno vertical utilizado para redução do minério de ferro, transformando-o em gusa. III - O ferro fundido é uma liga de ferro-carbono que contém, no máximo, 6,7% de carbono. IV - Os fornos elétricos de grande capacidade possuem 3 eletrodos para fundirem a carga sólida. V - O latão é uma liga de cobre e estanho de fácil usinagem.
São corretas APENAS as afirmativas
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESGRANRIO Órgão: PETROQUÍMICA SUAPE
Q1194498 Engenharia Elétrica
Mais da metade (56%) da energia termelétrica fornecida pelo Sistema Interligado Nacional mês passado foi de origem nuclear. As usinas de Angra 1 e 2 produziram 1.972 MW médios. Seria suficiente para abastecer 34% do estado do Rio. Jornal O Globo, 9 fev. 2010. (Adaptado).

De acordo com as informações acima, quantos MW médios de energia são necessários para abastecer o estado do Rio?
Alternativas
Respostas
521: A
522: C
523: C
524: C
525: A
526: B
527: B
528: A
529: C
530: C
531: D
532: C
533: D
534: C
535: E
536: D
537: E
538: A
539: D
540: D