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Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876772 Português

Texto para as questões de 1 a 3


1 Construímos nossas crenças por várias e diferentes

razões subjetivas, pessoais, emocionais e psicológicas, em

contextos criados pela família, por amigos, por colegas, pela

4 cultura e pela sociedade. Uma vez consolidadas essas crenças,

nós as defendemos e as justificamos com uma profusão de

razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações

7 racionais. Primeiro surgem as crenças, depois as explicações.

O cérebro é uma máquina de crenças. A partir dos

dados que fluem por meio dos sentidos, o cérebro naturalmente

10 começa a procurar e encontra padrões, aos quais então infunde

significado. O primeiro processo é chamado de padronicidade:

a tendência de encontrar padrões significativos em dados que

13 podem ou não ser significativos. O segundo processo é

chamado de acionalização: a tendência de dar aos padrões

significado, intenção e ação. Não podemos evitar isso. Nosso

16 cérebro evoluiu para conectar os pontos de nosso mundo em

padrões significativos, capazes de explicar por que as coisas

acontecem. Esses padrões significativos se tornam crenças.

19 Uma vez formadas as crenças, o cérebro começa a

procurar evidências que as confirmem e, ao serem encontradas,

tais evidências aumentam a confiança emocional e aceleram o

22 processo de reforço dessas crenças. Uma mudança de opinião

é muito rara na religião e na política, a ponto de provocar

manchetes quando ocorre com alguém que desfrute de uma

25 posição proeminente, como um clérigo que mude de religião

ou renuncie à sua fé, ou um político que mude de partido ou se

torne independente. Acontece, mas é tão rara quanto um cisne

28 negro.


Michael Shermer. Cérebro e crença. São Paulo: JSN Editora, 2012, p. 21-2 (com adaptações).

O sentido e a correção gramatical do texto seriam preservados caso se substituísse

Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876768 Português

Texto para as questões de 1 a 3


1 Construímos nossas crenças por várias e diferentes

razões subjetivas, pessoais, emocionais e psicológicas, em

contextos criados pela família, por amigos, por colegas, pela

4 cultura e pela sociedade. Uma vez consolidadas essas crenças,

nós as defendemos e as justificamos com uma profusão de

razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações

7 racionais. Primeiro surgem as crenças, depois as explicações.

O cérebro é uma máquina de crenças. A partir dos

dados que fluem por meio dos sentidos, o cérebro naturalmente

10 começa a procurar e encontra padrões, aos quais então infunde

significado. O primeiro processo é chamado de padronicidade:

a tendência de encontrar padrões significativos em dados que

13 podem ou não ser significativos. O segundo processo é

chamado de acionalização: a tendência de dar aos padrões

significado, intenção e ação. Não podemos evitar isso. Nosso

16 cérebro evoluiu para conectar os pontos de nosso mundo em

padrões significativos, capazes de explicar por que as coisas

acontecem. Esses padrões significativos se tornam crenças.

19 Uma vez formadas as crenças, o cérebro começa a

procurar evidências que as confirmem e, ao serem encontradas,

tais evidências aumentam a confiança emocional e aceleram o

22 processo de reforço dessas crenças. Uma mudança de opinião

é muito rara na religião e na política, a ponto de provocar

manchetes quando ocorre com alguém que desfrute de uma

25 posição proeminente, como um clérigo que mude de religião

ou renuncie à sua fé, ou um político que mude de partido ou se

torne independente. Acontece, mas é tão rara quanto um cisne

28 negro.


Michael Shermer. Cérebro e crença. São Paulo: JSN Editora, 2012, p. 21-2 (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto, assinale a opção correta.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SESA-ES Provas: CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião plástico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico anestesiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Cirurgião Vascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico nefrologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Supervisor | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico pneumologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cancerologista pediátrico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião cardiovascular | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fonoaudiólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico gastroenterologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico reumatologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Enfermeiro | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cardiologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico alergista e imunologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Nutrologia | CESPE - 2013 - SESA-ES - Fisioterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião torácico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico hematologista e hemoterapeuta | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico endocrinologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Odontólogo Cirurgião Bucomaxilofacial | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião geral | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico cirurgião de cabeça e pescoço | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico homeopata | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico infectologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico psiquiatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico - Regulador | CESPE - 2013 - SESA-ES - Auditor Médico | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico proctologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico urologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico do trabalho | CESPE - 2013 - SESA-ES - Biólogo | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico intensivista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico geriatra | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico otorrinolaringologista | CESPE - 2013 - SESA-ES - Médico neurologista |
Q2876200 Português

Texto para as questões de 1 a 3


1 Construímos nossas crenças por várias e diferentes

razões subjetivas, pessoais, emocionais e psicológicas, em

contextos criados pela família, por amigos, por colegas, pela

4 cultura e pela sociedade. Uma vez consolidadas essas crenças,

nós as defendemos e as justificamos com uma profusão de

razões intelectuais, argumentos convincentes e explicações

7 racionais. Primeiro surgem as crenças, depois as explicações.

O cérebro é uma máquina de crenças. A partir dos

dados que fluem por meio dos sentidos, o cérebro naturalmente

10 começa a procurar e encontra padrões, aos quais então infunde

significado. O primeiro processo é chamado de padronicidade:

a tendência de encontrar padrões significativos em dados que

13 podem ou não ser significativos. O segundo processo é

chamado de acionalização: a tendência de dar aos padrões

significado, intenção e ação. Não podemos evitar isso. Nosso

16 cérebro evoluiu para conectar os pontos de nosso mundo em

padrões significativos, capazes de explicar por que as coisas

acontecem. Esses padrões significativos se tornam crenças.

19 Uma vez formadas as crenças, o cérebro começa a

procurar evidências que as confirmem e, ao serem encontradas,

tais evidências aumentam a confiança emocional e aceleram o

22 processo de reforço dessas crenças. Uma mudança de opinião

é muito rara na religião e na política, a ponto de provocar

manchetes quando ocorre com alguém que desfrute de uma

25 posição proeminente, como um clérigo que mude de religião

ou renuncie à sua fé, ou um político que mude de partido ou se

torne independente. Acontece, mas é tão rara quanto um cisne

28 negro.


Michael Shermer. Cérebro e crença. São Paulo: JSN Editora, 2012, p. 21-2 (com adaptações).

De acordo com o texto,

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Nova Iguaçu - RJ
Q1195197 Conhecimentos Gerais
O estudo da violência no Brasil, realizado através do documento denominado “Mapa da Violência 2012”, pelo Instituto Sangari, apresenta um novo dado no que tange a violência no país que merece atenção, planejamento e ações das autoridades. Trata-se do fato de que 
Alternativas
Q2884190 Medicina

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2884189 Medicina

Uma paciente apresenta a seguinte queixa: Há cerca de dois meses assisti a um acidente horrível, que me deixou muito assustada. Desde então, venho apresentando aceleramento do coração, que tem me incomodado muito. Fui ao cardiologista, e ele disse que meus exames não apresentam nada de grave. Assinale a alternativa que apresenta a linguagem repertorial adequada ao sintoma apresentado.

Alternativas
Q2884188 Medicina

Assinale a alternativa que apresenta o Capítulo do Repertório Homeopático e a linguagem repertorial do sintoma: Sensível a roupa apertada na região da barriga.

Alternativas
Q2884187 Medicina

O entendimento de Força Vital ou Princípio Vital está vinculado ao paradigma vitalista, no qual se baseia a filosofia homeopática. A respeito do Vitalismo Homeopático, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2884186 Medicina

Considere os sintomas a seguir:

• Crianças com atraso no desenvolvimento físico e mental.

• Crianças que se escondem atrás da mãe.

• Comportamento infantil.

• Ilusão de que riem e zombam dele.

• Hipertrofia glandular.

Esses sintomas correspondem ao medicamento

Alternativas
Q2884185 Medicina

Na condução de uma anamnese, o médico homeopata deve

Alternativas
Q2884184 Medicina

Um paciente relata ter sonhos em que está escalando uma montanha e nunca consegue alcançar o topo, ou que tenta chegar ao local onde teria um compromisso e não consegue, ou outras tentativas frustradas. Assinale a alternativa que apresenta a linguagem repertorial adequada ao sintoma apresentado.

Alternativas
Q2884183 Medicina

“(...) fui tomado por uma sensação de temor, como se esperasse algo terrível, e, no entanto, incapaz de resistir ou me mover; às vezes parecia que eu começava a inchar e então podia ouvir uma multidão de vozes dizendo com grande alegria, “encha um pouco mais e ele irá explodir”, seguido de um riso demoníaco, que me provocava calafrios,... eu me imaginava uma aurora boreal e podia ouvir claramente vozes gritando “que lindo! Isto não é esplêndido?”

Esse fragmento de texto relaciona-se à Matéria Médica Pura do medicamento

Alternativas
Q2884182 Medicina

Texto III, para responder às questões de 39 a 42.

Paciente masculino, dezoito anos de idade, procurou o consultório homeopático para tratamento de um quadro de acne severa resistente aos tratamentos convencionais dermatológicos, que faz desde os treze anos de idade. Apresentava pele extremamente oleosa, com muitos comedões, pústulas e pápulas hiperemiadas e bastante dolorosas. Percebiam-se, ainda, várias cicatrizes atróficas e hipertróficas róseas. Apresentava-se bem vestido, combinando cores nas roupas e cabelos bem penteados e de corte moderno. Embora respondesse tranquilamente às perguntas, sempre olhava para a mãe, como que solicitando ajuda. A mãe dizia que o filho era bastante tímido, mas sempre foi vaidoso e caprichoso consigo mesmo e com seus pertences. Dócil e solícito com amigos e irmãos, mas não chegava a ser submisso. É aluno aplicado, inteligente e de bom comportamento. Embora tímido, tem vários amigos, tanto meninos quanto meninas, mas a mãe algumas vezes o surpreendeu triste, com lágrimas nos olhos. Em conversas com irmão mais velho, dizia odiar aquelas espinhas e nessas ocasiões socava a parede ou o travesseiro. O paciente foi prescrito com uma dose única de um medicamento na 30CH. Retornou após sessenta dias apresentando grande melhora da acne e dizendo estar muito feliz com o tratamento. A mãe, entretanto, relata que, apesar de reconhecer a melhora da pele, observou que o comportamento do filho mudou muito. No período, compareceu à escola do filho por duas vezes por reclamações quanto ao seu comportamento agressivo (brigou com colegas de sala, colocando-se numa postura de superioridade). Em casa, estava irritado e respondão e, quando interpelado, dizia apenas que tinha deixado de ser bobo e bonzinho. Foi difícil convencê-lo a retornar à consulta, já que se encontrava muito satisfeito com os resultados do tratamento.

Quanto ao caso clínico apresentado no texto III, assinale a alternativa que apresenta o correto prognóstico clínico-dinâmico.

Alternativas
Q2884181 Medicina

Texto III, para responder às questões de 39 a 42.

Paciente masculino, dezoito anos de idade, procurou o consultório homeopático para tratamento de um quadro de acne severa resistente aos tratamentos convencionais dermatológicos, que faz desde os treze anos de idade. Apresentava pele extremamente oleosa, com muitos comedões, pústulas e pápulas hiperemiadas e bastante dolorosas. Percebiam-se, ainda, várias cicatrizes atróficas e hipertróficas róseas. Apresentava-se bem vestido, combinando cores nas roupas e cabelos bem penteados e de corte moderno. Embora respondesse tranquilamente às perguntas, sempre olhava para a mãe, como que solicitando ajuda. A mãe dizia que o filho era bastante tímido, mas sempre foi vaidoso e caprichoso consigo mesmo e com seus pertences. Dócil e solícito com amigos e irmãos, mas não chegava a ser submisso. É aluno aplicado, inteligente e de bom comportamento. Embora tímido, tem vários amigos, tanto meninos quanto meninas, mas a mãe algumas vezes o surpreendeu triste, com lágrimas nos olhos. Em conversas com irmão mais velho, dizia odiar aquelas espinhas e nessas ocasiões socava a parede ou o travesseiro. O paciente foi prescrito com uma dose única de um medicamento na 30CH. Retornou após sessenta dias apresentando grande melhora da acne e dizendo estar muito feliz com o tratamento. A mãe, entretanto, relata que, apesar de reconhecer a melhora da pele, observou que o comportamento do filho mudou muito. No período, compareceu à escola do filho por duas vezes por reclamações quanto ao seu comportamento agressivo (brigou com colegas de sala, colocando-se numa postura de superioridade). Em casa, estava irritado e respondão e, quando interpelado, dizia apenas que tinha deixado de ser bobo e bonzinho. Foi difícil convencê-lo a retornar à consulta, já que se encontrava muito satisfeito com os resultados do tratamento.

Considerando o caso clínico apresentado no texto III, assinale a alternativa correta quanto à evolução miasmática do caso.

Alternativas
Q2884180 Medicina

Texto III, para responder às questões de 39 a 42.

Paciente masculino, dezoito anos de idade, procurou o consultório homeopático para tratamento de um quadro de acne severa resistente aos tratamentos convencionais dermatológicos, que faz desde os treze anos de idade. Apresentava pele extremamente oleosa, com muitos comedões, pústulas e pápulas hiperemiadas e bastante dolorosas. Percebiam-se, ainda, várias cicatrizes atróficas e hipertróficas róseas. Apresentava-se bem vestido, combinando cores nas roupas e cabelos bem penteados e de corte moderno. Embora respondesse tranquilamente às perguntas, sempre olhava para a mãe, como que solicitando ajuda. A mãe dizia que o filho era bastante tímido, mas sempre foi vaidoso e caprichoso consigo mesmo e com seus pertences. Dócil e solícito com amigos e irmãos, mas não chegava a ser submisso. É aluno aplicado, inteligente e de bom comportamento. Embora tímido, tem vários amigos, tanto meninos quanto meninas, mas a mãe algumas vezes o surpreendeu triste, com lágrimas nos olhos. Em conversas com irmão mais velho, dizia odiar aquelas espinhas e nessas ocasiões socava a parede ou o travesseiro. O paciente foi prescrito com uma dose única de um medicamento na 30CH. Retornou após sessenta dias apresentando grande melhora da acne e dizendo estar muito feliz com o tratamento. A mãe, entretanto, relata que, apesar de reconhecer a melhora da pele, observou que o comportamento do filho mudou muito. No período, compareceu à escola do filho por duas vezes por reclamações quanto ao seu comportamento agressivo (brigou com colegas de sala, colocando-se numa postura de superioridade). Em casa, estava irritado e respondão e, quando interpelado, dizia apenas que tinha deixado de ser bobo e bonzinho. Foi difícil convencê-lo a retornar à consulta, já que se encontrava muito satisfeito com os resultados do tratamento.

Tendo como referência o caso clínico apresentado no texto III, assinale a alternativa correta quanto à segunda prescrição.

Alternativas
Q2884179 Medicina

Texto III, para responder às questões de 39 a 42.

Paciente masculino, dezoito anos de idade, procurou o consultório homeopático para tratamento de um quadro de acne severa resistente aos tratamentos convencionais dermatológicos, que faz desde os treze anos de idade. Apresentava pele extremamente oleosa, com muitos comedões, pústulas e pápulas hiperemiadas e bastante dolorosas. Percebiam-se, ainda, várias cicatrizes atróficas e hipertróficas róseas. Apresentava-se bem vestido, combinando cores nas roupas e cabelos bem penteados e de corte moderno. Embora respondesse tranquilamente às perguntas, sempre olhava para a mãe, como que solicitando ajuda. A mãe dizia que o filho era bastante tímido, mas sempre foi vaidoso e caprichoso consigo mesmo e com seus pertences. Dócil e solícito com amigos e irmãos, mas não chegava a ser submisso. É aluno aplicado, inteligente e de bom comportamento. Embora tímido, tem vários amigos, tanto meninos quanto meninas, mas a mãe algumas vezes o surpreendeu triste, com lágrimas nos olhos. Em conversas com irmão mais velho, dizia odiar aquelas espinhas e nessas ocasiões socava a parede ou o travesseiro. O paciente foi prescrito com uma dose única de um medicamento na 30CH. Retornou após sessenta dias apresentando grande melhora da acne e dizendo estar muito feliz com o tratamento. A mãe, entretanto, relata que, apesar de reconhecer a melhora da pele, observou que o comportamento do filho mudou muito. No período, compareceu à escola do filho por duas vezes por reclamações quanto ao seu comportamento agressivo (brigou com colegas de sala, colocando-se numa postura de superioridade). Em casa, estava irritado e respondão e, quando interpelado, dizia apenas que tinha deixado de ser bobo e bonzinho. Foi difícil convencê-lo a retornar à consulta, já que se encontrava muito satisfeito com os resultados do tratamento.

Com base no caso apresentado no texto III, como avaliar corretamente a evolução do quadro quanto à primeira prescrição?

Alternativas
Q2884178 Medicina

“(...) falta de autocontrole; lasciva; sentiu como se fosse totalmente animal, enquanto todo poder mental estava adormecido; sensação de estar nas mãos de um poder mais forte, como se enfeitiçada e não pudesse quebrar o encanto.”

Esse fragmento de texto relaciona-se a um sintoma da Matéria Médica Pura de Hering do medicamento

Alternativas
Q2884177 Medicina

Segundo Hahnemann, na manifestação de sintomas idiossincrásicos ou de qualquer outra perturbação da saúde, intervêm dois elementos. Assinale a alternativa que apresenta esses elementos.

Alternativas
Q2884174 Medicina

Medicamento homeopático é toda apresentação farmacêutica destinada a ser ministrada segundo o princípio da similitude, com finalidade preventiva e terapêutica, obtida pelo método de diluições, seguidas de sucussões e(ou) triturações sucessivas. Hahnemann, na busca de uma ação cada vez mais suave e eficaz, desenvolveu um novo método de preparação dos medicamentos, denominado

Alternativas
Q2884170 Medicina

Considere os seguintes sintomas:

• lesões e fraturas ósseas promovem a formação do calo ósseo;

• dores nos ossos ou periósteo, após traumatismos;

• nevralgia do joelho após traumatismo;

• traumas do globo ocular;

• fraqueza dolorosa das articulações.

Assinale a alternativa que apresenta o medicamento a que se referem os sintomas listados.

Alternativas
Respostas
281: B
282: E
283: E
284: A
285: D
286: A
287: C
288: B
289: C
290: B
291: E
292: B
293: A
294: A
295: C
296: B
297: D
298: D
299: E
300: D