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Uma sociedade comercial apresentou o Balancete de Verificação com os saldos das contas em 30 de dezembro de 2013, como segue:

O saldo inicial do estoque de mercadorias, conforme Balancete de Verificação acima, é de R$25.000,00
e, após a elaboração do inventário, verificou-se que o saldo final das mercadorias era de R$12.000,00.
Com base nessas informações, é correto afirmar que o lucro bruto da sociedade, ao final do período, é
de
Uma entidade investiu em uma instituição financeira um capital no valor de R$10.000,00, por 3 meses, a uma taxa de juros compostos de 2% ao mês. Após esse período, o montante dessa aplicação foi reaplicado em outra instituição financeira, dessa vez a juros simples, com uma taxa mensal de 3% ao mês, por um período de 6 meses.
O valor total do resgate, ao final dos 9 meses, é de
Uma sociedade comercial realizou quatro aplicações, conforme tabela a seguir:

Considere que todas as aplicações foram feitas no primeiro dia do mês e foram resgatadas no último dia
do mesmo mês. A taxa de juros que representa a rentabilidade da carteira de aplicações, no mês, foi de
Uma sociedade empresária apresentou, em 31 de dezembro de 2013, os seguintes saldos de contas patrimoniais:

No Balanço Patrimonial em 31 de dezembro de 2013, o total do Ativo Circulante e o total do Passivo
Circulante são, respectivamente,
Uma empresa possui uma nota promissória no valor nominal de R$100.000,00 e precisa descontar três meses antes do prazo.
O valor do desconto comercial simples, a uma taxa de desconto de 30% ao ano, é de
Use a lógica para descobrir os números que faltam no quadro apresentado.
17 |
51 |
|
102 |
||
153 |
459 |
A soma desses números é igual a
A seguir estão representados um triângulo equilátero e um quadrado, cujos perímetros são iguais.
Se a diferença entre os lados dessas 2 figuras é igual a 3 cm, então, o perímetro de cada uma delas mede
Texto I
Energia nuclear: ontem e hoje
Guerra e paz
O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.
As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.
Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.
Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto II
A reação brasileira
Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.
O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.
Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.
Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).
Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.
Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto III
O presente e o futuro dos exames de imagem
Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.
(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)
Texto IV para responder às questões de 16 a 20.
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.
Texto I
Energia nuclear: ontem e hoje
Guerra e paz
O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.
As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.
Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.
Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto II
A reação brasileira
Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.
O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.
Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.
Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).
Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.
Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.
(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)
Texto III
O presente e o futuro dos exames de imagem
Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.
(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)
Texto IV para responder às questões de 16 a 20.
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
Considerando que o poema “A rosa de Hiroshima”, de Vinicius de Moraes, faz uma referência ao uso da energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje”, por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem”, existe uma
Segundo a estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, o lucro bruto representa o valor das vendas, deduzidos todos os custos relacionados aos produtos que foram vendidos. Desse modo, pode-se demonstrar da seguinte forma:
RECEITA DE VENDAS
(-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA
= RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA
(-) CUSTOS DAS VENDAS
= RESULTADO OPERACIONAL BRUTO
Uma empresa utiliza o método de custeio por absorção e fabrica três tipos de produtos, obtendo os seguintes custos no período.
PRODUTO |
MATÉRIA-PRIMA |
MÃO DE OBRA |
CUSTOS INDIRETOS |
A |
R$ 520.000,00 |
R$ 600.000,00 |
R$ 400.000,00 |
B |
R$ 200.000,00 |
R$ 100.000,00 |
R$ 150.000,00 |
C |
R$ 300.000,00 |
R$ 100.000,00 |
R$ 100.000,00 |
Considerando que a empresa não possuía estoque inicial e obteve um total de receitas neste mês de R$ 3.000.000,00, qual foi o resultado operacional bruto obtido no período, considerando que a empresa vendeu apenas os produtos A e B?
Com base nos conceitos de custeios por absorção, variável e padrão, dadas as afirmativas abaixo,
I. O custeio variável considera como custo do produto os custos que variam em relação à quantidade produzida.
II. O custeio por absorção atribui todos os custos diretos, fixos e variáveis aos produtos.
III. O custeio padrão é o método de custeio voltado para as atividades como objetos fundamentais de custo.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Considerando as terminologias utilizadas na Contabilidade de Custos, assinale a alternativa correta.
Dadas as afirmativas abaixo acerca da classificação dos custos em diretos, indiretos, fixos e variáveis,
I. Os custos diretos estão diretamente relacionados ao produto fabricado.
II. O custo variável unitário é uniforme, mas sofre variação em relação ao total, de acordo com o volume de unidades produzidas.
III. Os custos fixos independem do volume de produção do período.
IV. Os custos indiretos são os custos remanescentes da produção ou prestação dos serviços, que não podem ser facilmente atribuídos ao produto.
verifica-se que estão corretas
Uma empresa adquiriu um bem de uso por R$ 10.000,00, pagando uma entrada de 30% em dinheiro e financiando os 70% restante em duas parcelas mensais e iguais. Nesta operação, houve tributação de 17% de ICMS. Ao efetuar a contabilização da operação acima, o patrimônio da empresa evidenciará um aumento no Ativo no valor de
Em relação à equação fundamental do patrimônio e a representação gráfica dos diversos estados patrimoniais, assinale a alternativa correta.
A empresa ABC fabrica um único produto e utiliza o critério de custeio por absorção. No último mês, foram apresentados ao contador os seguintes dados:
Não havia estoque inicial.
Foram produzidas 400 unidades.
Foram vendidas 300 unidades.
O custo variável unitário é de R$ 10,00.
Os custos fixos totalizam R$ 700,00.
As despesas variáveis são de R$ 1,70 por unidade vendida.
As despesas fixas totalizam R$ 250,00.
O preço de venda unitário é de R$ 15,00.
Com base, exclusivamente, nas informações fornecidas, é correto afirmar que o resultado bruto e o resultado líquido deste mês são, respectivamente,