Questões de Concurso Para assistente administrativo

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Q2270753 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


No trecho “Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.” (5º§), o autor faz uso de uma figura de linguagem para construir sua afirmação; assinale-a.
Alternativas
Q2270752 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


Considerando a linguagem aplicada no texto, pode ser identificado predominantemente o emprego de linguagem:
Alternativas
Q2270751 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


Dentre os trechos destacados, é apresentada uma opinião em:
Alternativas
Q2270750 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


De acordo com o contexto em que são empregadas, as palavras adquirem significado diverso. No texto, o significado do termo em destaque está corretamente indicado em: 
Alternativas
Q2270749 Português

LÍNGUA PORTUGUESA



Peladas


    Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.

    E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha! Eu sou o Lula!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.

     Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa. 

    Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.

    Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio- -fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa- -se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho.

    Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA-Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.

    No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.

    Racha é assim mesmo: tem bico, mas tem também sem- -pulo de craque como aquele do Tona, que empatou a pelada e que lava a alma de qualquer bola. Uma pintura.

    

     Nova saída.

   

    Entra na praça batendo palmas como quem enxota galinha no quintal. É um velho com cara de guarda-livros que, sem pedir licença, invade o universo infantil de uma pelada e vai expulsando todo mundo. Num instante, o campo está vazio, o mundo está vazio. Não deu tempo nem de desfazer as traves feitas de camisas. 

   

    O espantalho-gente pega a bola, viva, ainda, tira do bolso um canivete e dá-lhe a primeira espetada. No segundo golpe, a bola começa a sangrar. Em cada gomo o coração de uma criança.


(NOGUEIRA, Armando. In: Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977.)


De acordo com as características textuais apresentadas, o texto tem como principal objetivo: 
Alternativas
Q2269104 Administração Pública
As funções típicas da administração pública, e seus órgãos executores, surgem em decorrência do relacionamento permanente que ocorre entre o Estado e a sociedade. Essas funções são exercidas por meio dos seus órgãos, que atuam nos âmbitos dos poderes Executivo, Legislativo ou Judiciário. Por sua vez, o controle de contas, atuando sobre os próprios órgãos estatais, desempenha uma função essencial nas relações entre Estado e sociedade, contribuindo para a melhoria da qualidade da gestão pública e a garantia do regime democrático.

MATIAS-PEREIRA, J. Controle de contas e transformação da administração pública. Tribunal de Contas do Estado do Ceará, Fortaleza, n. 10, p. 144-159, 2014. Disponível em: https://www.tce.ce.gov.br/downloads/Controle_Cidadao/f10_- _controle_cidadao.pdf. Acesso em: 18 jul. 2023.



A partir desta discussão, avalie as seguintes afirmações:

I - A administração pública tem muitas características do sistema burocrático, tendo em vista que valoriza as regras impessoais e o foco nas pessoas, visando à máxima eficiência.

II - Administração pública é todo o aparelhamento do Estado, pré-ordenado à realização de seus serviços, visando à satisfação das necessidades coletivas.

III - Os poderes da administração pública são divididos em três: executivo com o poder de criar as leis, por meio dos congressos, parlamentos, assembleias ou câmaras; legislativo com o poder de gestão de ações e recursos, visando ao bem comum; e judiciário com o poder de julgar, ou seja, de fazer justiça e está vinculado a dirimir conflitos de interesses, ou o julgamento de atos de ocupantes do Poder Legislativo ou Executivo com relação ao cumprimento da legislação.

IV - Administração pública deve seguir os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Outros princípios também devem ser seguidos: isonomia, supremacia do interesse público, presunção de legitimidade, autoexecutoriedade, autotutela e hierarquia.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
Alternativas
Q2269103 Administração Financeira e Orçamentária
O orçamento público é o instrumento de planejamento que detalha a previsão dos recursos a serem arrecadados (impostos e outras receitas estimadas) e a destinação desses recursos (ou seja, em quais despesas esses recursos serão utilizados) a cada ano. Ao englobar receitas e despesas, o orçamento é peça fundamental para o equilíbrio das contas públicas e indica as prioridades do Governo para a sociedade.

BRASIL. Ministério da Economia. Orçamento Público. Brasília: Ministério da Economia, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/planejamento-e-orcamento/orcamento. Acesso em: 24 jun. 2023.




Nesse contexto, qual fundamento é adequado para uma correta elaboração e execução de orçamento público?
Alternativas
Q2269102 Administração Geral
Ainda é alto o índice de mortalidade das empresas no Brasil que não conseguem sobreviver. Segundo estudo realizado pelo Sebrae a partir de pesquisas de campo realizadas entre 2018 e 2021, entre as empresas fechadas em 2020, verificaram-se alguns fatores que contribuíram para o fechamento dos negócios: pouco preparo pessoal, planejamento do negócio deficiente, gestão do negócio deficiente e problemas no ambiente.

A TAXA de sobrevivência das empresas no Brasil. Sebrae, São Paulo, 27 jan. 2023. Disponível em: https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/a-taxa-de-sobrevivencia-das-empresas-nobrasil,d5147a3a415f5810VgnVCM1000001b00320aRCRD. Acesso em: 24 jun. 2023. (Adaptado).




Nesse contexto, para elevar a taxa de sobrevivência das empresas, uma correta aplicação da administração está baseada em
Alternativas
Q2269101 Administração Geral
Liderança: É a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando a atingir os objetivos identificados como sendo para o bem comum. É um conceito advindo do livro "O Monge e o Executivo", escrito por James C. Hunter, que retrata a história de John Daily, um executivo bem-sucedido que passa por uma transformação pessoal e profissional ao participar de um retiro em um mosteiro beneditino. A liderança entendida como um ato de servir e se preocupar com o bem-estar dos outros.

HUNTER, J. C. O monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança; tradução de Maria da Conceição Fornos de Magalhães. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. p. 144.



Com base nessa discussão, avalie as seguintes afirmações:

I - O líder, independente da situação, deve ser democrático, uma vez que as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, promovendo a igualdade de voz e influência e permitindo que os membros da equipe expressem suas opiniões, ideias e contribuições.

II - O líder autoritário fixa as diretrizes, sem qualquer participação do grupo, determinando a composição da equipe e a tarefa que cada um deve executar.

III - O líder liberal permite uma liberdade total para as decisões grupais ou individuais, bem como a mínima participação do líder. A divisão de tarefas e escolha dos colegas ficam totalmente a cargo do grupo, sendo a participação do líder limitada.

IV - A liderança é um título ou posição hierárquica que se baseia em traços de personalidade inatos.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
Alternativas
Q2269100 Administração Financeira e Orçamentária
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 precisa ser votada na Câmara dos Deputados até o dia 17 de julho. No entanto, segundo o relator, o deputado federal Danilo Forte (União-CE), é essencial que antes seja votado o novo arcabouço fiscal, proposta que substitui o teto de gastos e impõe limites para o crescimento das despesas do governo de acordo com as receitas.
“A LDO depende muito do arcabouço, da diminuição das despesas e do aumento da receita. Para que, a partir daí, a gente possa determinar como vai ser o Orçamento de 2024”, disse o deputado à Câmara.

LEI de Diretrizes Orçamentárias depende da aprovação do arcabouço fiscal, diz relator. Revista Exame. São Paulo, 23 de jun. 2023. Caderno Espera Brasil. Disponível: https://exame.com/esferabrasil/lei-de-diretrizes-orcamentarias-depende-da-aprovacaodo-arcabouco-fiscal-diz-relator/. Acesso em: 27 jun. 2023.




Nesse contexto, o que a Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) determina legalmente?
Alternativas
Q2269099 Administração Financeira e Orçamentária
A elaboração do PPA começa a partir de um projeto de lei proposto pelo Poder Executivo, que deve ser submetido ao Congresso Nacional até quatro meses antes do encerramento do primeiro ano de mandato do presidente. O novo Plano é então avaliado e votado pelos congressistas para, em seguida, ser devolvido ainda no mesmo ano para sanção do presidente. Durante sua vigência, o PPA norteia a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA).

BRASIL. Ministério da Economia. Plano Plurianual (PPA). Brasília: Ministério da Economia, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/planejamento-e-orcamento/plano-plurianual-ppa. Acesso em: 20 jul. 2023.


Com base nisso, avalie as seguintes afirmações:

I - O PPA é denominado de Plano Plurianual, que define as prioridades do governo para o período de três anos, devendo conter "as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada".

II - A LOA (lei Orçamentária Anual), por ter validade para exercício fiscal, não poderá conter previsões de despesas para exercícios seguintes.

III - A LOA (Lei Orçamentária Anual) é uma lei ordinária com validade para cada exercício fiscal. Essa lei deve conter três orçamentos: o orçamento fiscal, o orçamento da seguridade social e o orçamento de investimento das empresas estatais.

IV - A concepção do processo de planejamento e orçamento no Brasil confere ao PPA, à LDO e à LOA uma atuação integrada, estabelecendo, com o PPA, o planejamento de longo prazo, por meio dos programas e ações de governo; fixando, com a LOA, o planejamento de curto prazo, ou seja, materializando anualmente as ações e programas a serem executados; e cabendo à LDO, por sua vez, o papel de estabelecer a ligação entre esses dois instrumentos.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
Alternativas
Q2269098 Gestão de Pessoas
As pessoas apresentam uma incrível capacidade de aprender e se desenvolver. A educação está no cerne dessa capacidade. Os processos de treinamento e desenvolvimento (T&D) de pessoas estão intimamente relacionados com a educação. Educar (do latim, educere = extrair, trazer, arrancar) representa a necessidade de trazer de dentro do ser humano para fora dele as suas potencialidades. A palavra “educar” significa a exteriorização dessas latências e do talento criador da pessoa. Todo modelo de educação, formação, capacitação, treinamento ou desenvolvimento deve assegurar ao ser humano a oportunidade de ser aquilo que ele pode ser a partir de suas potencialidades, sejam inatas ou adquiridas.

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2014. p. 512.



Nesse contexto, pode-se considerar que
Alternativas
Q2269097 Gestão de Pessoas
Perante os processos organizacionais, os conflitos nas equipes sempre estiveram presentes no ambiente de trabalho. Mesmo diante de um espaço totalmente globalizado, competitivo e de cobranças mais agressivas para o alcance de metas, os conflitos sempre existiram e passaram a ser cada vez mais estudados.

GRUBE, G.; TREVELIN, A. T. C. Gestão de conflitos nas organizações: o papel do líder na resolução de conflitos. Revista Interface Tecnológica, Taquaritinga, v. 16, n. 1, p. 291-301, 30 jun. 2019. Disponível em: https://revista.fatectq.edu.br/interfacetecnologica/article/view/522/369. Acesso em: 18 jul. 2023.




A partir desse contexto e de acordo com a gestão de conflitos relacional:
Alternativas
Q2269096 Gestão de Pessoas
Qualidade de vida no trabalho é uma compreensão abrangente e comprometida das condições de vida no trabalho, que inclui aspectos de bem-estar, garantia da saúde, segurança física, mental, social e capacitação para realizar tarefas com segurança e bom uso da energia pessoal. Promover o bem estar e segurança dos trabalhadores são de suma importância para assegurar uma maior produtividade e qualidade no trabalho e maior satisfação na vida familiar e pessoal. Sabe-se que, quando há motivação, haverá comprometimento, disposição, energia e orgulho pelos serviços prestados a instituição.

AQUINO, A. S.; FERNANDES, A. C. P. Qualidade de vida no trabalho. Journal Health Science, São Paulo: v. 31, n.1, 53-58, 2013. Disponível em: https://repositorio.unip.br/wp-content/uploads/2020/12/V31_n1_2013_p53a58.pdf. Acesso em: 18. jul. 2023.



Nesse contexto, como a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) pode ser compreendida?
Alternativas
Q2269095 Administração Geral
O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou auditoria operacional na Secretaria do Trabalho (Strab) do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP) para avaliar os indicadores de desempenho das políticas trabalhistas passivas.
São exemplos de indicadores de políticas trabalhistas passivas: taxa de desemprego, taxa de crescimento do emprego formal, taxa de informalidade e taxa de rotatividade, admissões e desligamento. O trabalho avaliou a confiabilidade, a validade e a praticidade dos indicadores trabalhistas e dos sistemas em que esses indicadores são produzidos, principalmente o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o Novo Caged.
A auditoria identificou que o atual conjunto de indicadores produzidos pelo MTP não representa totalmente os fenômenos do emprego, sendo necessária a implementação de outros indicadores, como a taxa de rotatividade formal e a duração do emprego formal. O conjunto atual de indicadores, assim, gera informações limitadas para a avaliação do impacto ou o aprimoramento das políticas ativas e passivas trabalhistas.

INDICADORES de desempenho frágeis prejudicam o aprimoramento das políticas trabalhistas. Portal do Tribunal de Contas da União. Brasília, 05 dez. 2022. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/imprensa/noticias/indicadores-de-desempenho-frageisprejudicam-o-aprimoramento-das-politicas-trabalhistas.htm. Acesso em: 23 jun. 2023.




Avalie as seguintes afirmações, com base nessa discussão:

I - Quanto mais indicadores de desempenho forem elaborados, melhor serão o acompanhamento e avaliação de progresso de uma organização, departamento, projeto ou processo específico.

II - Os indicadores de desempenho são elaborados com base em convicções dos colaboradores, levando-se em consideração percepções subjetivas.

III - Ao desenvolver indicadores de desempenho, é fundamental baseá-los em fontes confiáveis, atualizadas e objetivas. Adotar essa medida garantirá a precisão e a utilidade dos indicadores no processo de avaliação e tomada de decisões.

IV - A elaboração de indicadores de desempenho deve ser um esforço colaborativo entre diferentes departamentos ou unidades dentro da organização.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
Alternativas
Q2269094 Administração Geral
Uma determinada empresa atua em um ambiente altamente complexo e interdisciplinar, que envolve uma variedade de projetos. Aloca os colaboradores tanto em equipes funcionais, com base em suas especialidades, quanto em equipes de projeto dedicadas a missões específicas. Essa estrutura permite que os especialistas em diversas áreas trabalhem em conjunto, compartilhando conhecimentos e recursos, para enfrentar os desafios únicos de cada projeto. Os funcionários estão vinculados tanto a um gerente funcional, que supervisiona sua especialidade, quanto a um gerente de projeto, que coordena as atividades específicas.

MATTOS, M. C. C. M. Organização, sistemas e métodos. Indaial: Uniasselvi, 2019.



O tipo de departamentalização dessa empresa é a
Alternativas
Q2269093 Administração Geral
Há organizações em que as atividades são agrupadas de acordo com as áreas especializadas, como finanças, marketing, recursos humanos, produção, entre outras. Cada departamento é liderado por um gerente especializado e possui suas próprias equipes e recursos. A comunicação e a coordenação tendem a ser descentralizadas e as decisões são tomadas com base nas necessidades e objetivos de cada área.

MATTOS, M. C. C. M. Organização, sistemas e métodos. Indaial: Uniasselvi, 2019.



Nessa organização, a estrutura organizacional caracterizadora é a
Alternativas
Q2269092 Gestão de Pessoas
Uma determinada empresa possui uma vaga em aberto. O gestor de recursos humanos procura preenchê-la inicialmente por meio do remanejamento de seus colaboradores. Dessa forma, para atrair os interessados a participarem do processo, irá utilizar quadros de aviso de pessoal, banco de recursos humanos e comunicações dirigidas aos gerentes de unidades.

CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. São Paulo: Editora Elsevier, 2014. p. 512.



Esse tipo de ação desempenhada pelo setor de Gestão de Pessoas denomina-se de
Alternativas
Q2269091 Administração Geral
O que motiva Melissa Hurt, uma executiva financeira regional da empresa de software FormScape? Sua primeira resposta — "é o dinheiro" — corrobora aquilo que a maioria de nós acredita ser a motivação básica no trabalho. Mas depois de pensar um pouco melhor, Melissa percebe claramente que não se trata apenas de dinheiro. A flexibilidade, por exemplo, é muito importante para ela. Na realidade, esta é uma das razões pelas quais ela escolheu a área de vendas. "Trabalhar com vendas me dá a oportunidade de jogar golfe, de ir à academia e de sair para almoçar com meus amigos. É como gerenciar seu próprio negócio — você é um empreendedor. Há metas para atingir e, quando isto é feito, você pode tirar um tempo de folga que não vai prejudicar ninguém".

ROBBINS, S. P. Comportamento Organizacional. São Paulo, Pearson Prentice Hall. 2009.



Tendo por base essa discussão, avalie as seguintes afirmações:

I - Embora as recompensas financeiras possam ser motivadoras para algumas pessoas, existem também outros fatores, como reconhecimento, oportunidades de crescimento, sentido de propósito e satisfação intrínseca, que desempenham um papel importante na motivação humana.

II - A motivação pode variar ao longo do tempo e em diferentes situações. Fatores internos e externos podem influenciar a motivação de uma pessoa, e ela pode aumentar ou diminuir com base nas circunstâncias e nos estímulos presentes.

III - A motivação parte também da forma de tratamento do gestor. Dessa forma, é preciso tratar todos igualmente, oferecendo os mesmos benefícios e recompensas.

IV - Todas as pessoas são motivadas quando se tem um ambiente de trabalho desafiador e instigante.

Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações CORRETAS:
Alternativas
Q2269090 Administração Geral
Entre as inúmeras ferramentas de gestão disponíveis, a matriz GUT foi a indicada pelo coordenador da FNQ (Fundação Nacional de Qualidade), Francisco Teixeira Neto, para uso na Yamatec. Foi desenvolvida nos anos 1960 pelos americanos Charles Kepner e Benjamin Tregoe para melhorar a gestão de ambientes corporativos. Justamente o que Fabiano Yudi Yamasaki, um dos sócios da Yamatec, está precisando.

TEIXEIRA, C. A Yamatec e a matriz GUT. Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios – PEGN, São Paulo, 27 out. 2 2 014. Disponível em: https://revistapegn.globo.com/Extreme-Makeover/noticia/2014/10/yamatec-e-matriz-gut.html. Acesso em: 2 jun 2023. (Adaptado)



Nesse contexto, qual descrição citada na notícia representa a matriz GUT?
Alternativas
Respostas
16481: C
16482: B
16483: D
16484: A
16485: B
16486: E
16487: C
16488: A
16489: B
16490: E
16491: A
16492: B
16493: E
16494: E
16495: C
16496: A
16497: B
16498: B
16499: A
16500: E