Questões de Concurso Para assistente administrativo

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Q3963439 Matemática
As medidas das alturas de 3 cilindros retos, todos de raio igual a 1 dm, formam uma progressão aritmética de razão 2 dm. Se a soma dos volumes dos três cilindros é igual a 36π dm³, a medida da maior das três alturas, em dm, corresponde a:
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Q3963438 Raciocínio Lógico
Joana preparou uma playlist formada por 3 músicas do cantor A e 3 músicas do cantor B. Um aplicativo vai reproduzir apenas essas 6 músicas, todas diferentes entre si, em uma sequência aleatória. O número máximo de sequências diferentes em que a 1ª música é do cantor A e a última é do cantor B corresponde a:
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Q3963437 Matemática
Cláudio começou a pintar um muro. Em um determinado momento, a área pintada representava 5/7 da área não pintada. Após pintar mais 520 m², as duas áreas tornaram-se iguais. A área total do muro, em m², corresponde a:
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Q3963436 Matemática
Léo colocou, em uma caixa vazia, x bolas pretas e y bolas vermelhas. Sabe-se que x representa 35% do total de bolas colocadas na caixa. Logo, o menor valor possível da diferença (y - x) é:
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Q3963435 Matemática
Um reservatório de água com a forma de um paralelepípedo retângulo e altura interna igual a x metros tem seu volume dado, em m³, pela função V(x) = 42x - 6x². O volume máximo desse reservatório ocorre, em metros, para o seguinte valor de x:
Alternativas
Q3963434 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“[...] no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas...” (2º parágrafo). Nesse trecho, o emprego de reticências tem como principal efeito: 
Alternativas
Q3963433 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias” (4º parágrafo). Nesse trecho, a palavra em destaque classifica-se corretamente como:
Alternativas
Q3963432 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm” (3º parágrafo). O trecho em destaque é classificado corretamente como: 
Alternativas
Q3963431 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“somos conquistados por espelhinhos e colares” (1º parágrafo). Na voz ativa, essa frase seria corretamente reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q3963430 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

“Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos” (1º parágrafo). Nesse trecho, a forma verbal em destaque está flexionada no:
Alternativas
Q3963429 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No texto, a expressão “uma gigante do ramo” (4º parágrafo), usada para caracterizar a Morana, substitui:
Alternativas
Q3963428 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No trecho “Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja” (3º parágrafo), o elemento em destaque estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3963427 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

Considerando o texto como um todo, a autora:
Alternativas
Q3963426 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

O uso da primeira pessoa ao longo do texto contribui principalmente para:
Alternativas
Q3963425 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No primeiro parágrafo, a referência à “era das descobertas” cumpre a função de:
Alternativas
Q3963353 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia



Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares. A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha." Analise sintaticamente os elementos linguísticos empregados no trecho e assinale V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)A expressão 'acompanhamentos táticos' desempenha a função de termo essencial na estrutura da oração.
(__)Os vocábulos 'presos' e 'apreendidos' desempenham a mesma função sintática, constituindo termos integrantes da oração, embora apresentem sujeitos distintos.
(__)A expressão 'sacos de maconha' exerce a função de objeto direto, sendo o núcleo modificado por locução adjetiva, que desempenha função de adjunto adnominal.
(__)Há três orações apresentando sujeito simples e voz passiva, enquanto a última oração apresenta voz ativa.

A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3963352 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia



Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares. A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate."
Considerando as regras de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir sobre o trecho, bem como sobre outros contextos.

I.Quando o núcleo do sujeito é representado por um substantivo coletivo, como 'equipes', o verbo pode concordar tanto no singular quanto no plural. Assim, na frase em análise, além da forma verbal 'retornaram', também seria adequada a forma 'retornou'.
II.A forma verbal 'fizeram' está flexionada no plural para concordar adequadamente com 'novas varreduras', que também está no plural.
III.Em 'as áreas consideradas críticas' observa-se concordância nominal adequada, assim como na frase 'A funcionária manteve organizado o gabinete e o auditório'.
IV.Em 'No sul do país faz invernos rigorosos' observa-se concordância adequada.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3963346 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia



Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares. A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região."
Considerando a regência nominal e verbal no trecho, julgue as afirmativas:

I.A forma correta seria 'no combate o tráfico de drogas e as organizações criminosas', pois a preposição deve ocorrer apenas antes do primeiro termo coordenado.
II.A preposição 'em' na expressão 'em andamento' aparece porque integra a locução que expressa a ideia de continuidade de uma ação.
III.O verbo 'reforçar' atua com a mesma transitividade do verbo 'abdicar' na frase "O diretor abdicou o cargo".
IV.No contexto, o verbo 'seguir' atua com transitividade distinta da observada na frase 'Para evitar represálias, os soldados o seguiam por toda a parte'.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3963344 Arquivologia
Em um órgão público municipal, o assistente administrativo responsável pelo setor de protocolo recebeu diversos documentos encaminhados por diferentes departamentos. Entre eles, havia requerimentos de cidadãos, memorandos internos e processos administrativos já concluídos.
Durante o trabalho, o servidor precisou registrar a entrada dos documentos no sistema, encaminhá-los aos setores competentes e verificar, conforme a tabela de temporalidade documental, quais processos já poderiam ser transferidos para o arquivo intermediário ou eliminados após o prazo legal de guarda.
Considerando as noções de protocolo, controle e fluxo documental, bem como a finalidade da tabela de temporalidade documental, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3963343 Redação Oficial
Em um órgão público, um assistente administrativo foi encarregado de elaborar um ofício destinado a outro setor da Administração, solicitando informações sobre determinado procedimento administrativo. Ao revisar o documento, a chefia identificou alguns problemas na redação, como o uso de expressões informais, frases excessivamente longas e opiniões pessoais que não estavam relacionadas diretamente ao objetivo da comunicação institucional.
Diante dessa situação, o servidor foi orientado a revisar o texto para adequá-lo aos princípios da redação oficial, garantindo maior clareza, objetividade e padronização no documento encaminhado.
Considerando os conceitos básicos da redação oficial no âmbito da Administração Pública, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
2781: C
2782: C
2783: A
2784: B
2785: D
2786: A
2787: B
2788: D
2789: C
2790: B
2791: C
2792: A
2793: D
2794: C
2795: D
2796: A
2797: A
2798: B
2799: C
2800: A