Questões de Concurso
Para assistente administrativo
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TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores.
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
Com base nas rotinas administrativas e nas fases do trâmite documental, assinale a alternativa correta que interpreta a conduta adotada pelo servidor:
Com base na Lei nº 14.133/2021, analise as afirmativas a seguir:
I.A ausência de estudo técnico preliminar compromete a caracterização do interesse público, configurando falha essencial na fase de planejamento da licitação.
II.A apresentação de orçamento estimado sem as composições de preços utilizadas para sua formação fere a legislação vigente.
III.A falta do estudo técnico preliminar e do orçamento atualizado não inviabiliza a licitação, desde que o termo de referência esteja adequadamente descrito e aprovado pela autoridade competente.
Assinale a alternativa CORRETA:
Com base no texto acima e nos princípios que regem a organização e condução de reuniões no ambiente administrativo, assinale a alternativa que traduz corretamente o conceito de eficácia em reuniões institucionais:
Considerando os princípios do bom atendimento público e a conduta esperada de um servidor, assinale a alternativa que melhor interpreta a atitude do assistente administrativo:
Considerando as normas do Manual de Redação da Presidência da República, analise as seguintes afirmativas:
I.O uso do brasão municipal no topo do documento é permitido, desde que represente o órgão emissor e não substitua o Brasão de Armas da República.
II.A aplicação de marcas institucionais, como logotipos municipais ou estaduais, no cabeçalho de correspondências oficiais da administração pública federal deve ser evitada, para não se sobrepor ao símbolo nacional.
III.As informações de contato do órgão, como endereço, telefone e e-mail institucional, devem ser posicionadas no rodapé, centralizadas, e não no cabeçalho.
Assinale a alternativa CORRETA:
(__)O Microsoft Teams permite a criação de canais dentro de equipes para organizar conversas e arquivos por tema, e possibilita também integrar aplicativos externos, como Trello e OneNote, dentro do mesmo ambiente.
(__)No Zoom, o organizador de uma reunião pode controlar permissões de áudio, vídeo e compartilhamento de tela, mas apenas usuários com conta corporativa conseguem gravar localmente as reuniões.
(__)O WhatsApp Web utiliza o mesmo número e conversas do aplicativo móvel, funcionando por espelhamento, o que significa que o conteúdo das mensagens não é armazenado no computador utilizado.
(__)O Microsoft Teams permite a realização de reuniões agendadas com compartilhamento de tela, mas não possui suporte nativo para gravação de encontros, exigindo programas de terceiros para essa função.
(__)O Zoom permite a criação de salas paralelas, recurso que divide os participantes em grupos menores durante uma reunião principal, retornando todos ao encontro principal quando o tempo se encerra.
(__)No WhatsApp Web, as mensagens enviadas e recebidas permanecem disponíveis mesmo se o telefone for desligado ou perder a conexão, pois a sincronização é feita diretamente com os servidores da Meta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de V (verdadeiro) ou F (falso):
Com base nessas noções e no funcionamento geral desses navegadores, analise as afirmativas a seguir:
I.O Internet Explorer, embora descontinuado, mantinha compatibilidade com páginas desenvolvidas para versões antigas do Windows, por isso incluía o "Modo de Exibição de Compatibilidade".
II.O Mozilla Firefox permite a instalação de extensões e complementos para personalizar a navegação, mas essas extensões só podem ser baixadas do site oficial da Microsoft Store.
III.No Google Chrome, o recurso de navegação anônima impede o registro de histórico e cookies locais, porém não oculta o tráfego do usuário para o provedor de internet ou administrador da rede.
IV.O Internet Explorer armazenava arquivos temporários e páginas visitadas na pasta "Temporary Internet Files", recurso utilizado para acelerar o carregamento de sites frequentemente acessados.
V.O Mozilla Firefox e o Google Chrome utilizam mecanismos de atualização automática que buscam versões novas em segundo plano, sem necessidade de intervenção do usuário.
Assinale a alternativa correta:
Durante a execução, surgiram dúvidas sobre o uso correto dos recursos de produtividade e colaboração da plataforma. Considerando as noções de funcionamento e integração das ferramentas do Google Workspace, assinale a alternativa correta: