Questões de Concurso Para agente de endemias

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Q4067613 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira possui características únicas frente à maioria das demais aplicações operantes: durante os seis primeiros meses de aplicação, opera-se em juros simples, e nos dois seguintes, em juros compostos; em seguida, mais seis meses em juros simples (considerando como base para cálculo dos juros, o último montante), e mais dois em juros compostos, seguindo dessa forma. Assim, se a taxa de juros, seja simples ou compostos, é igual a 1% mensal, e o capital é igual a 100 mil reais, qual das alternativas traz os juros obtidos nessa aplicação financeira após 12 meses? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento a cada aplicação mensal, quando necessário). 
Alternativas
Q4067612 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No trecho “É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras”, a palavra destacada foi empregada com o sentido de:
Alternativas
Q4067611 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Na primeira oração do texto, Apanhei de novo da tecnologia, o sujeito é classificado como: 
Alternativas
Q4067610 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Em trechos do texto, a escolha das palavras e a organização sintática contribuem para expressar a relação conflituosa do narrador com a tecnologia. Considerando essas relações morfossintáticas, avalie as assertivas:

I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067609 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No último parágrafo, ao afirmar que viver entre o analógico e o virtual é “mais um fardo” do que uma vantagem, o autor relativiza a ideia de adaptação geracional porque:
Alternativas
Q4067608 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Ao narrar a perda de conversas, contatos e arquivos acumulados ao longo do tempo, o autor não constrói uma crítica dirigida à tecnologia em si, mas a uma forma específica de relação com ela. Essa crítica se concentra principalmente na:
Alternativas
Q3996647 Saúde Pública
No contexto da Vigilância em Saúde, os Agentes de Combate às Endemias (ACE) desempenham papel estratégico na mitigação de riscos e no desenvolvimento de ações preventivas voltadas ao controle de doenças e agravos à saúde pública. Entre suas atribuições estão atividades relacionadas ao manejo integrado de vetores, participação em ações de vigilância de zoonoses e apoio a estratégias de imunização no território, sempre observando os limites legais da profissão e, quando necessário, atuando sob supervisão de profissionais de nível superior. Considerando as atribuições do ACE no âmbito da mitigação de riscos e ações preventivas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996646 Saúde Pública
O mosquito Aedes Aegypti apresenta características biológicas e comportamentais importantes para sua identificação e controle. Na fase adulta, o inseto torna-se capaz de se reproduzir e dispersar, podendo ser identificado por aspectos morfológicos específicos, como coloração e padrões no corpo. Além disso, machos e fêmeas apresentam diferenças estruturais e comportamentais relevantes para o entendimento do ciclo de vida e das estratégias de controle do vetor. Com base neste tema, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996645 Saúde Pública
Os surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) apresentam características específicas que exigem procedimentos diferenciados no processo de investigação epidemiológica. Em muitos casos, esses surtos podem ser causados por diferentes agentes etiológicos e apresentar variadas manifestações clínicas, dificultando a definição prévia de casos. Nesse contexto, a investigação envolve diversas ações, como coleta de amostras, inspeção sanitária e análise contínua das informações para orientar medidas de prevenção e controle. Considerando os procedimentos relacionados à investigação de surtos de DTA, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996644 Saúde Pública
O mosquito Aedes aegypti apresenta hábitos fortemente associados ao ambiente doméstico, o que facilita sua adaptação às áreas urbanas e aumenta o risco de transmissão de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. Esse vetor possui características comportamentais específicas relacionadas à dispersão, ao repouso e à sua proximidade com as habitações humanas. Conhecer esses aspectos é fundamental para orientar ações de vigilância e controle realizadas pelos agentes de combate às endemias. Com base nas características comportamentais do Aedes aegypti, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996643 Saúde Pública
A febre amarela é uma doença viral aguda transmitida por mosquitos, podendo ocorrer em dois ciclos de transmissão: urbano e silvestre. O conhecimento dessas formas de transmissão é fundamental para orientar as ações de vigilância e controle realizadas pelos agentes de combate às endemias. Associe a Coluna I (conceito) com a Coluna II (definição) e assinale a alternativa CORRETA.

COLUNA I – CONCEITOS:

1 - Febre amarela urbana.
2 - Febre amarela silvestre.
3 – Arbovírus.

COLUNA II – DEFINIÇÕES:

( ) Vírus transmitido por artrópodes, como mosquitos, pertencente ao gênero Flavivirus da família Flaviviridae.
( ) Forma de transmissão em que o vírus circula entre macacos e mosquitos do gênero Haemagogus, podendo infectar o homem quando este entra em áreas de mata.
( ) Forma de transmissão em que o vírus é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, no ciclo homem–mosquito–homem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3996642 Saúde Pública
A organização das ações de vigilância e controle de endemias no Brasil passou por importantes transformações institucionais ao longo das últimas décadas. Na década de 1970, ocorreram mudanças na estrutura do Ministério da Saúde, com a criação de órgãos voltados para campanhas de saúde pública e reorganização das atividades sanitárias. Posteriormente, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), novas estruturas administrativas foram instituídas e ampliou-se o processo de descentralização das ações de saúde para estados e municípios. Além disso, mudanças legais redefiniram a nomenclatura e as atribuições dos profissionais responsáveis pelo controle de endemias, consolidando sua atuação na vigilância em saúde no território. Considerando esse contexto histórico e institucional, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996641 Saúde Pública
A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos, podendo ocorrer em dois ciclos principais: urbano e silvestre. No ciclo silvestre, a transmissão ocorre principalmente em áreas de mata, envolvendo mosquitos com hábitos predominantemente selváticos e hospedeiros vertebrados, como os primatas não humanos. O conhecimento dos vetores envolvidos nesse ciclo é essencial para a vigilância epidemiológica e para a prevenção da doença em populações humanas que frequentam áreas de risco. Com base nas características dos vetores da febre amarela silvestre, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996640 Saúde Pública
A investigação epidemiológica de epidemias e surtos é uma atividade essencial da vigilância em saúde. Os primeiros casos identificados em uma determinada área devem ser investigados de forma detalhada para que sejam compreendidos aspectos como a magnitude do evento, a forma de transmissão e as medidas de controle necessárias. Essa investigação permite orientar intervenções adequadas para interromper a cadeia de transmissão e evitar novos casos, além de ampliar o conhecimento científico sobre as doenças. Considerando os conceitos de epidemia, surto e a finalidade da investigação epidemiológica, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996639 Saúde Pública
A notificação compulsória é uma importante ferramenta da vigilância epidemiológica, permitindo a detecção precoce de doenças e agravos que podem representar risco à saúde pública. Por meio desse mecanismo, os serviços de saúde conseguem identificar rapidamente situações que exigem investigação e adoção de medidas de controle, contribuindo para a proteção da coletividade. A comunicação deve ser realizada de forma oportuna às autoridades sanitárias, mesmo diante de suspeitas, garantindo a adoção de ações preventivas e de controle. Considerando o conceito e a finalidade da notificação compulsória, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996638 Saúde Pública
A investigação epidemiológica constitui uma etapa fundamental no controle de doenças e agravos à saúde pública. Trata-se de um trabalho de campo que se inicia, geralmente, a partir de casos notificados — confirmados ou suspeitos — e envolve a análise de informações sobre o paciente, seus contatos e o ambiente onde ocorreu a possível transmissão. Esse processo permite compreender a dinâmica de ocorrência da doença e orientar ações de prevenção e controle. Com base no conceito e nos objetivos da investigação epidemiológica, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996637 Saúde Pública
A vigilância sanitária é uma das áreas da saúde pública responsável por desenvolver ações voltadas à proteção da saúde da população. Suas atividades envolvem o controle de fatores que possam representar risco à saúde, incluindo aspectos relacionados ao meio ambiente, à produção e circulação de bens e à prestação de serviços de interesse sanitário. Essas ações buscam prevenir agravos e garantir condições adequadas para a proteção da saúde coletiva. Considerando o conceito e os objetivos da vigilância sanitária, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996636 Saúde Pública
A epidemiologia é uma área fundamental da saúde pública, pois permite compreender como as doenças se distribuem nas populações e quais fatores influenciam sua ocorrência. Diferentemente da clínica, que se dedica ao estudo das doenças no indivíduo, a epidemiologia analisa os problemas de saúde em grupos populacionais, fornecendo informações essenciais para orientar ações de prevenção, controle e planejamento em saúde coletiva. Com base na definição apresentada pela Associação Internacional de Epidemiologia (IEA - 1973) e nos objetivos dessa área do conhecimento, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996635 Biologia
O ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti possui diferentes fases de desenvolvimento, sendo a fase larvária uma das mais importantes para as ações de controle vetorial. Nessa fase, o inseto permanece na água e apresenta características específicas de comportamento e estrutura corporal que auxiliam na sua identificação durante as inspeções realizadas pelos agentes de combate às endemias. Com base nas características da fase larvária do Aedes aegypti, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996634 Direito Sanitário
Na década de 1980, o Brasil passou por importantes transformações no setor da saúde, influenciadas pelo movimento da Reforma Sanitária e pelo processo de redemocratização do país. Esse movimento defendia mudanças estruturais na organização do sistema de saúde, buscando superar um modelo centralizado, fragmentado e com pouca articulação entre ações preventivas e assistenciais. A VIII Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, consolidou propostas que posteriormente deram origem ao Sistema Único de Saúde (SUS), instituído pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pelas Leis nº 8.080 e nº 8.142 de 1990. Considerando esse contexto histórico e os princípios que orientam o SUS, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
221: C
222: A
223: B
224: D
225: B
226: C
227: E
228: C
229: E
230: C
231: A
232: D
233: A
234: D
235: C
236: C
237: E
238: B
239: C
240: D