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Q1033973 Saúde Pública
Indicadores de saúde são aquelas medidas, taxas e razões elaboradas a partir de dados coletados no cotidiano de trabalho, cujo objetivo é sintetizar o efeito dos diferentes determinantes sobre a saúde de uma população. Assim sendo, o coeficiente de mortalidade infantil
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Q1033972 Saúde Pública
A Descentralização, a Intersetorialidade e o Controle Social incorporados no SUS
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Q1033971 Direito Sanitário
O Conselho de Saúde, de acordo com a Lei nº 8.142/90, é um órgão colegiado de caráter permanente e deliberativo. Sua função é:
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Q1033970 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem como objetivo “articular e coordenar ações promocionais, de prevenção, cura e reabilitação”, reconhecendo a saúde como um direito pautado nos seguintes princípios doutrinários que conferem legitimidade ao SUS:
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Q1033969 Saúde Pública
Muitas doenças podem ser prevenidas com ações simples como higienização do ambiente, alimentos, mãos e acondicionamento correto do lixo. Portanto é necessário que o Agente de Saúde Pública tenha conhecimentos básicos quanto à prevenção e controle de doenças. Para evitar doenças como as verminoses, é necessário
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Q1033968 Saúde Pública
Principalmente em crianças, as doenças imunopreveníveis podem ser prevenidas, controladas e até erradicadas. Para ocorrer uma redução da mortalidade por estes agravos, deve-se
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Q1033967 Saúde Pública
Observando-se uma área onde o abastecimento de água é proveniente de poço cacimba (poço raso), o esgoto é lançado a céu aberto e apenas 60% do lixo é destinado à coleta pública, sendo que o restante tem destino inapropriado, levando-se em conta os princípios e diretrizes do SUS, deve-se realizar algumas ações visando à promoção da saúde, como:
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Q1033966 Saúde Pública
Em comunidades onde existem áreas com mato alto, grande quantidade de resíduos sólidos, restos de alimentos, entulho, presença de animais sinantrópicos como roedores, mosquitos do gênero Aedes e carrapatos, o Agente de Saúde Pública deve
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Q1033955 Matemática
Uma fita vermelha, com 105 cm de comprimento, e uma fita verde, com 45 cm de comprimento, serão cortadas em pedaços iguais e de maior comprimento possível. O número máximo de pedaços que podem ser cortados de fita vermelha é
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Q1033954 Matemática
Determinado tipo de achocolatado contém uma mistura de chocolate em pó e açúcar na seguinte proporção: 150 g de chocolate em pó para 60 g de açúcar. No preparo de 4,2 kg dessa mistura (chocolate em pó + açúcar), a quantidade necessária de açúcar é
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Q1033953 Matemática

Um bloco retangular, de base quadrada, tem suas medidas indicadas na figura.


Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que o volume desse bloco é 368 cm³ , então, a altura h é 

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Q1033950 Matemática
Uma pessoa comprou 180 g de determinado tipo de queijo e pagou R$ 4,50. A quantia máxima que se pode comprar desse queijo com R$ 10,75 é
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Q1033941 Português
Leia o texto para responder a questão.

      A vida de Virginia Woolf (1882-1941), que sempre se orgulhou de ser autodidata, pode ser resumida através de uma das suas obras: A Viagem (The Voyage Out). Escrito 26 anos antes de ela morrer, foi seu primeiro romance, mas pode ser definido como o livro sobre a sua vida. Nele, a reconhecida autora britânica reflete sobre suas preocupações – as pessoais e as do momento social que lhe coube viver no começo do século XX –, suas paixões e suas insônias. E tudo isso com um estilo literário em constante experimentação, procurando sempre a identidade própria de personagens com grande sensibilidade e nostalgia.
        Desde seu início na literatura, Virginia Woolf sempre quis ampliar suas perspectivas de estilo para além da narração comum, com fios condutores guiados pelo processo mental do ser humano: pensamentos, consciência, visões, desejos e até odores. Perspectivas narrativas definitivamente incomuns, que incluíam estados de sono e prosa de livre associação. Sua técnica narrativa do monólogo interior e seu estilo poético se destacam como as contribuições mais importantes para o romance moderno.
        Com nove romances publicados e mais de 30 livros de outros gêneros, Virginia Woolf é considerada por muitos a autora que mais revolucionou a narrativa no século XX e que mais defendeu os direitos das mulheres por meio de seus textos.
(Alberto López. Virginia Woolf, a escritora premonitória inesgotável. El País. https://brasil.elpais.com. 25.01.2018. Adaptado)
De acordo com o texto, uma palavra que caracteriza a escrita de Virginia Wolf é
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Q1033939 Português
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está de acordo com a norma-padrão.
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Q1033936 Português

Leia o texto para responder a questão.


    Foi no domingo passado, andando pela feira-livre aqui da Lapa e dando uma olhada nas bancas, que percebi que muitas daquelas frutas maravilhosas ali expostas simplesmente não existiam no meu tempo de menino.

    O kiwi, por exemplo. Quando usava calças curtas, kiwi era aquele bichinho da Nova Zelândia, um dos poucos verbetes da letra K, na enciclopédia que ficava na estante da minha casa. Não havia tomate cereja! Vivíamos sem ele. Como não havia a lichia.

     A gente não encontrava goiaba na feira, como não encontrava jabuticaba, nem carambola. Goiaba era só no pé e com bicho, não existia goiaba sem bicho. Jabuticaba, só em Sabará, e carambola, só na chácara de Dona Catarina, em Cataguases.

    Laranja era a pera, a Bahia e a lima. Hoje tem até laranja Bahia importada da Espanha, sem contar o grapefruit, primo de primeira da laranja.

      Aos poucos, novas frutas vão invadindo o mercado: uxi, xixá, tapiá, sapucaia, monguba, marolo...

     Quem manteve a linha e não inventou moda foi a banana, que continua a mesma de sempre. A prata, a nanica, a maçã, a banana-da-terra e a ouro. E todas – dizem – ainda a preço de banana.

(Alberto Villas. A revolução das frutas. CartaCapital. www.cartacapital.com.br. 01.08.2014. Adaptado)

Considere o trecho: E todas – dizem – ainda a preço de banana.
Com a forma verbal em destaque nessa passagem ao final do texto, o autor dá a entender que
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Q1033931 Português

Considere a tira para responder s questão.

Em sentido figurado, manter-se escondido embaixo da cama pode representar, tanto da parte do garoto quanto da parte do pai, um ato de
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Q932438 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Foi no domingo passado, andando pela feira-livre aqui da Lapa e dando uma olhada nas bancas, que percebi que muitas daquelas frutas maravilhosas ali expostas simplesmente não existiam no meu tempo de menino.

    O kiwi, por exemplo. Quando usava calças curtas, kiwi era aquele bichinho da Nova Zelândia, um dos poucos verbetes da letra K, na enciclopédia que ficava na estante da minha casa. Não havia tomate cereja! Vivíamos sem ele. Como não havia a lichia.

    A gente não encontrava goiaba na feira, como não encontrava jabuticaba, nem carambola. Goiaba era só no pé e com bicho, não existia goiaba sem bicho. Jabuticaba, só em Sabará, e carambola, só na chácara de Dona Catarina, em Cataguases.

    Laranja era a pera, a Bahia e a lima. Hoje tem até laranja Bahia importada da Espanha, sem contar o grapefruit, primo de primeira da laranja.

    Aos poucos, novas frutas vão invadindo o mercado: uxi, xixá, tapiá, sapucaia, monguba, marolo...

    Quem manteve a linha e não inventou moda foi a banana, que continua a mesma de sempre. A prata, a nanica, a maçã, a banana-da-terra e a ouro. E todas – dizem – ainda a preço de banana.


(Alberto Villas. A revolução das frutas. CartaCapital. www.cartacapital.com.br. 01.08.2014. Adaptado)

O trecho “Não havia tomate cereja! Vivíamos sem ele.” está reescrito de forma a apresentar a primeira afirmação como causa da segunda em:
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Q932436 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Foi no domingo passado, andando pela feira-livre aqui da Lapa e dando uma olhada nas bancas, que percebi que muitas daquelas frutas maravilhosas ali expostas simplesmente não existiam no meu tempo de menino.

    O kiwi, por exemplo. Quando usava calças curtas, kiwi era aquele bichinho da Nova Zelândia, um dos poucos verbetes da letra K, na enciclopédia que ficava na estante da minha casa. Não havia tomate cereja! Vivíamos sem ele. Como não havia a lichia.

    A gente não encontrava goiaba na feira, como não encontrava jabuticaba, nem carambola. Goiaba era só no pé e com bicho, não existia goiaba sem bicho. Jabuticaba, só em Sabará, e carambola, só na chácara de Dona Catarina, em Cataguases.

    Laranja era a pera, a Bahia e a lima. Hoje tem até laranja Bahia importada da Espanha, sem contar o grapefruit, primo de primeira da laranja.

    Aos poucos, novas frutas vão invadindo o mercado: uxi, xixá, tapiá, sapucaia, monguba, marolo...

    Quem manteve a linha e não inventou moda foi a banana, que continua a mesma de sempre. A prata, a nanica, a maçã, a banana-da-terra e a ouro. E todas – dizem – ainda a preço de banana.


(Alberto Villas. A revolução das frutas. CartaCapital. www.cartacapital.com.br. 01.08.2014. Adaptado)

A expressão destacada em “Aos poucos, novas frutas vão invadindo o mercado...” dá ênfase ao modo como as novas frutas
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Q932434 Português

Leia o texto para responder à questão.


    Foi no domingo passado, andando pela feira-livre aqui da Lapa e dando uma olhada nas bancas, que percebi que muitas daquelas frutas maravilhosas ali expostas simplesmente não existiam no meu tempo de menino.

    O kiwi, por exemplo. Quando usava calças curtas, kiwi era aquele bichinho da Nova Zelândia, um dos poucos verbetes da letra K, na enciclopédia que ficava na estante da minha casa. Não havia tomate cereja! Vivíamos sem ele. Como não havia a lichia.

    A gente não encontrava goiaba na feira, como não encontrava jabuticaba, nem carambola. Goiaba era só no pé e com bicho, não existia goiaba sem bicho. Jabuticaba, só em Sabará, e carambola, só na chácara de Dona Catarina, em Cataguases.

    Laranja era a pera, a Bahia e a lima. Hoje tem até laranja Bahia importada da Espanha, sem contar o grapefruit, primo de primeira da laranja.

    Aos poucos, novas frutas vão invadindo o mercado: uxi, xixá, tapiá, sapucaia, monguba, marolo...

    Quem manteve a linha e não inventou moda foi a banana, que continua a mesma de sempre. A prata, a nanica, a maçã, a banana-da-terra e a ouro. E todas – dizem – ainda a preço de banana.


(Alberto Villas. A revolução das frutas. CartaCapital. www.cartacapital.com.br. 01.08.2014. Adaptado)

A ida à feira levou o autor a
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Q1233025 Direito Administrativo
Analise o caso a seguir.
Nomeado para cargo de provimento efetivo do quadro de servidores da administração pública do Poder Executivo do município de Bom Jesus do Amparo, Augusto encontra-se em estágio probatório.
Na hipótese, é incorreto afirmar:
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Respostas
1221: C
1222: D
1223: E
1224: A
1225: A
1226: D
1227: B
1228: E
1229: C
1230: A
1231: D
1232: D
1233: C
1234: B
1235: E
1236: D
1237: A
1238: D
1239: B
1240: C