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1) Executando-se uma apresentação, pode-se circular, sublinhar, desenhar setas ou fazer outras marcações nos slides, a fim de enfatizar um ponto ou mostrar uma conexão.
2) Se quisermos alterar a ordem de vários slides em uma apresentação, devemos selecionar Organizar na guia Início e reorganizar os slides na ordem desejada.
3) É possível executar uma apresentação em dois monitores, usando o modo de exibição do Apresentador, permitindo, por exemplo, que o público não veja as anotações do orador e você as utilize como um script para sua apresentação.
4 ) Em sua configuração padrão, o recurso SmartArt é utilizado para inserir elementos gráficos para comunicar informações visualmente.
Estão corretas:
1) Registrador é de tamanho menor que 1Kb, tecnologia BICMOS, tempo de acesso (ns) 2-5, largura de banda(Mb/s) 4000-32.000 e é gerido pelo Compilador.
2) Memória Principal é de tamanho menor que 1G, tecnologia DRAM, tempo de acesso (ns) 80-400, largura de banda(Mb/s) 400-2000 e é gerida pelo Sistema Operacional.
3) Memória Cache é de tamanho menor que 4Mb, tecnologia SRAM, tempo de acesso (ns) 3-10, largura de banda(Mb/s) 800-5000 e é gerida pelo Hardware.
4) Memória Secundária é de tamanho maior que 1Gb, tecnologia Óptico/Magnético, tempo de acesso (ns) 5.000.000, largura de banda(Mb/s) 4- 32 e é gerida pelo Sistema Operacional ou usuário.
Estão corretas:
Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
J. S. Lepera. Chumbo: determinação de chumbo no sangue por espectrofotometria de absorção atômica. In: Ciências farmacêuticas: toxicologia analítica.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, p.232 (com adaptações).
A respeito da disposição e dos efeitos do chumbo no organismo e das metodologias para determinação da exposição a esse metal, assinale a alternativa correta.
Esses compostos vêm sendo desenvolvidos e utilizados desde o século XIX. Durante a Segunda Guerra Mundial, foram empregados como gases de guerra (Tabum e Sarin). Atualmente, são usados como medicamentos (fisostigmina e neostigmina), no controle e no combate a pragas (acaricidas, nematicidas e fungicidas), tanto na agricultura como na pecuária, além de inseticidas de uso domiciliar. Hoje, existe no mercado grande número de compostos cujos princípios ativos são organofosforados e(ou) carbamatos, principais responsáveis pelas intoxicações provocadas por anticolinesterásicos.
Devido ao uso desses produtos, tanto em ambiente de trabalho (atividades relacionadas com agricultura, pecuária, indústria de pesticidas, comércio de produtos agroveterinários, empresas de dedetização etc.) como no domicílio, o acesso a eles é muito fácil, tornando bastante frequente a intoxicação acidental, principalmente em crianças e trabalhadores que lidam diretamente com essas substâncias, além da intoxicação proposital, nas tentativas de autoextermínio.
A. Andrade Filho e C. Romano. Anticolinesterásicos.
In: Toxicologia na prática clínica. Belo Horizonte:
Folium, 2001, p.53 (com adaptações).
Com relação aos agentes anticolinesterásicos e às intoxicações relacionadas a essas substâncias, assinale a alternativa correta.

Legenda:
A – cromatograma da amostra suspeita
B – cromatograma de ponto de 50 mg/L de MHS–2.238 da curva de calibração
P.I. – padrão interno
Observação: a área dos picos está expressa ao lado de cada um.
Os cromatogramas contidos na figura representam a eluição de uma droga sintética hipotética, aqui denominada MHS-2.238, e um padrão interno compatível. O cromatograma A é de uma amostra apreendida com traficantes, e o cromatograma B é referente ao padrão cromatográfico da substância MHS-2.238, na concentração de 50 mg/L. Considere que o método seja linear entre 1 e 5.000 mg/L e que este ponto seja representativo do restante da curva. Além disso, considere as condições cromatográficas a seguir: cromatógrafo líquido de alta eficiência (CLAE – HPLC) com detector de UV (ajustado em 254 nm); coluna C18 (fase reversa); e fluxo isocrático de fase móvel composta por metanol:água (65:35). Com base nessas informações e na figura, assinale a alternativa correta.
Com base no resultado encontrado pelo técnico, assinale a alternativa que apresenta o nome correto da reação que ocorreu nessa análise e a classe de compostos identificada.

Um grupo de jovens, com sinais de agitação, pupilas dilatadas e alucinações, perturbava a ordem pública nas redondezas de um hospital. A polícia foi chamada, e eles foram conduzidos até a delegacia para averiguações. Com eles, os policiais encontraram uma garrafa com um líquido amarelado, que foi encaminhado para análises periciais. O laudo emitido atestou a presença da substância hioscina, mostrada na figura, no material apreendido.
Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a classe de metabólitos vegetais a que pertence tal substância.
Considerando o texto e com relação a essa substância, assinale a alternativa correta.