Questões de Concurso
Para engenheiro civil
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( ) Buginganga.
( ) Quenquilharia.
( ) Ninharia.
Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da frase abaixo:
______ moças ______ elegantes, _______ belos vestidos.
Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.
Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.
Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.
Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.
“Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.
É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.
Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.
Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.
“Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.
Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.
Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.
Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.
“Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.
É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.
Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.
Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.
“Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.
Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.
Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.
Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.
“Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.
É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.
Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.
Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.
“Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.
Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.
Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.
Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.
“Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.
É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.
Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.
Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.
“Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Embora muitos alimentos ultraprocessados — como refrigerantes, balas, iogurtes açucarados e refeições congeladas — possam satisfazer o desejo por alimentos doces, gordurosos e salgados, pesquisas sugerem que são particularmente ruins para o cérebro — podendo prejudicar o humor e a cognição.
Dietas ricas nesses alimentos foram associadas a um risco 44% maior de depressão e 48% maior de ansiedade, conforme uma meta-análise publicada na revista Nutrients.
Já um estudo realizado no Brasil descobriu que a ingestão de apenas 20% das calorias desses alimentos estava associada a uma taxa 28% mais rápida de declínio cognitivo em comparação com pessoas que consumiam menos alimentos processados.
Particularmente alarmante, um outro estudo, que acompanhou cerca de meio milhão de pessoas que vivem na Inglaterra, Escócia e País de Gales descobriu que, para cada aumento de 10% na ingestão de alimentos ultraprocessados, o risco de demência sobe 25%.
“Embora a relação exata de causa e efeito ainda seja desconhecida, evidências observacionais inclinam-se para a ideia de que a ingestão de grandes quantidades de alimentos ultraprocessados aumenta o risco de início de depressão no futuro”, escreveu a pesquisadora da Escola de Medicina da Universidade Deakin, na Austrália, Melissa M. Lane.
É de conhecimento geral que a ingestão excessiva de sal, açúcar e/ou gordura saturada está associada à inflamação crônica, pressão alta, alto nível de açúcar no sangue, doenças cardíacas e diabetes tipo 2. Todas essas condições aumentam o risco de demência vascular — diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro.
Outro problema é que os alimentos ultraprocessados podem causar dependência. Isso é intencional: “As empresas multibilionárias os criam para nos viciar, de modo que nosso controle sobre eles é baixo.”, diz Cindy Leung, professora de nutrição em saúde pública na Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos.
Os seres humanos evoluíram para responder a alimentos doces, gordurosos e ricos em calorias. Durante a maior parte da existência humana, isso nos ajudou a sobreviver. Porém, na natureza, os alimentos são modestamente ricos em açúcar — como as uvas — ou ricos em gordura, como as nozes.
“Você não encontra alimentos ricos tanto em açúcar quanto em gordura", diz Ashley Gearhardt, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "Essa é a marca registrada dos alimentos ultraprocessados. Acrescente sal, aromatizantes artificiais e cores brilhantes, e nosso cérebro simplesmente perde o controle sobre esses alimentos.”
(Fonte: National Geographic — adaptado.)
Considerando-se as ideias trazidas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Pesquisas revelam de modo categórico haver uma relação de causa e efeito entre o consumo de alimentos ultraprocessados e males que afetam o cérebro.
( ) Resultados de um estudo que relacionou o consumo substancial de alimentos ultraprocessados e um maior risco de desenvolver ansiedade e depressão foram expostos em uma publicação estrangeira.
( ) Alimentos com alto teor de açúcar ou de gordura são encontrados na natureza, mas, no caso dos ultraprocessados, há acréscimo desses dois componentes em um mesmo alimento, bem como de outros constituintes, como o sal.
( ) De acordo com os resultados de pesquisas apresentados no texto, o risco de desenvolver aumento na capacidade cognitiva e até mesmo o aprimoramento geral das habilidades mentais está ligado ao emprego excessivo de alimentos ultraprocessados.
Com relação à legislação sobre o parcelamento do solo urbano, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os lotes terão área mínima de 125 m² e frente mínima de 5 m, salvo quando o loteamento se destinar a urbanização específica ou edificação de conjuntos habitacionais de interesse social, previamente aprovados pelos órgãos públicos competentes.
( ) As áreas destinadas a sistemas de circulação, a implantação de equipamento urbano e comunitário, bem como a espaços livres de uso público, serão proporcionais à densidade de ocupação prevista pelo plano diretor ou aprovada por lei municipal para a zona em que se situem.
( ) Ao longo das faixas de domínio público das rodovias, a reserva de faixa não edificável de, no mínimo, 15 m de cada lado poderá ser reduzida por lei municipal ou distrital que aprovar o instrumento do planejamento territorial, até o limite mínimo de 5 m de cada lado.
( ) Ao longo da faixa de domínio das ferrovias, será obrigatória a reserva de uma faixa não edificável de, no mínimo, 15 m de cada lado.
Assinale a sequência correta.
Com relação ao uso da cal em argamassas, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Quanto mais acentuada a finura da cal, maiores são as potencialidades das argamassas em termos de trabalhabilidade.
( ) Cales com maior capacidade de incorporação de areia são mais econômicas.
( ) A adição da cal, em proporções convenientes, ao agregado miúdo reduz os efeitos da retração da argamassa.
( ) A argamassa à base de cal endurece em contato com o ar devido à sua reação com o gás carbônico.
Assinale a sequência correta.
Em relação à execução das estacas, assinale a alternativa correta.
Em relação aos aditivos que podem ser utilizados na produção do concreto e suas propriedades, assinale a alternativa incorreta.
Com relação ao levantamento topográfico planialtimétrico e cadastral de imóveis urbanizados, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) O contorno das edificações existentes e o número de pavimentos não precisam ser registrados.
( ) Sempre que possível, é recomendável que o perímetro de divisas do imóvel também seja medido à trena, para controle de suas dimensões.
( ) O relevo do terreno deverá ser detalhado em função da escala de representação, da declividade e dos acidentes.
( ) Para lotes não edificados, considerados padrão, deverão ser levantadas três seções longitudinais, no mínimo.
Assinale a sequência correta.
Em relação ao reforço estrutural em estruturas de concreto, assinale a alternativa correta.
Com relação à vistoria para avaliação de imóveis urbanos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Deve-se confrontar a ocupação existente com as leis de zoneamento e uso do solo no município, para concluir sobre as tendências de modificação a curto e médio prazos.
( ) O terreno deve ser avaliado com relação à utilização atual e sua vocação, em confronto com a legislação em vigor.
( ) Na análise das benfeitorias, as anomalias, as avarias e os danos construtivos não são considerados.
( ) Nas avaliações em massa, a partir de dados cadastrais, recomenda-se vistoria por amostragem, com o objetivo de aferir os critérios considerados no cadastro.
Assinale a sequência correta
Com relação à segurança contra incêndios nas edificações, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) As janelas devem estar situadas junto ao teto ou, no máximo, a 15 cm deste, de forma a permitir o escoamento da fumaça.
( ) As passagens cobertas deverão possuir as laterais totalmente abertas.
( ) A parede corta-fogo não necessita permanecer estável quando a estrutura do telhado entrar em colapso.
( ) Para reduzir as distâncias de segurança, quando necessário, recomenda-se alterar as dimensões do painel radiante ou compartimentar o edifício internamente.
Assinale a sequência correta.
Com relação à acessibilidade nas edificações, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Os assentos para pessoas idosas devem suportar uma carga de 250 kg.
( ) Quando a informação em Braille for destinada a impressos, dispensa-se o uso de textos e símbolos em relevo.
( ) A inclinação transversal não pode exceder 2% em rampas internas e 3% em rampas externas.
( ) A inclinação transversal dos degraus não pode exceder 1% em escadas internas e 2% em escadas externas.
Assinale a sequência correta
Leia o texto a seguir.
Sancionada em 2012, a Lei de Cotas determina a reserva de, no mínimo, 50% das vagas para ingresso nos cursos de graduação para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/ ensino-superior/2023/11/6653896-lei-de-cotas-o-que-muda-com-areformulacao-que-sera-sancionada-por-lula.html. Acesso em: 12 nov. 2023.
A Lei de Cotas é um instrumento jurídico que
Leia o texto a seguir.
Se o combate ao racismo e à homofobia parece, ao menos no discurso, cada vez mais cristalizado na agenda ESG (sigla em inglês para “governança socioambiental”) das empresas brasileiras, o mesmo não se pode dizer sobre o enfrentamento ao etarismo.
Disponível em: https://shre.ink/rwbD. Acesso em: 31 out. 2023.
O etarismo, conforme indicado no texto, revela-se na