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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741957 Raciocínio Lógico
Em uma reunião, 70 pessoas leem o jornal A, 50 leem o jornal B e 40 leem o jornal C. Sabendo que 25 pessoas leem os jornais A e B, 20 pessoas leem os jornais A e C e 15 leem os jornais B e C, e que todas as pessoas presentes leem ao menos um dos jornais e que exatamente 5 pessoas leem os três jornais, determine o número total de pessoas na reunião:
Alternativas
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Q3741956 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


 “A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma” (7º parágrafo). Do ponto de vista sintático, o elemento em destaque classifica-se como:
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Q3741955 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Considere o seguinte trecho adaptado:

“O desenvolvimento de fitoterápicos baseados em espécies nativas contribui para a valorização da Amazônia e para o fortalecimento da ciência brasileira.”

Mantendo-se o sentido e aplicando-se corretamente as regras da norma-padrão, essa frase poderia ser reescrita como:
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Q3741954 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico” (6º parágrafo). Se essa frase fosse passada à voz ativa, à luz da norma-padrão, sem alteração significativa de sentido, teríamos: 
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Q3741953 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
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           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Leia o trecho a seguir, correspondente ao quinto parágrafo do texto:

Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.

Nesse trecho, o emprego das aspas tem a função de:
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Q3741952 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


“Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais” (5º parágrafo). A conjunção em destaque introduz uma oração subordinada substantiva: 
Alternativas
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Q3741951 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


No título do texto (“Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear avanço do Alzheimer”), a forma verbal em destaque está no: 
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O conector “Pois bem”, que inicia o segundo parágrafo, introduz: 
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Q3741949 Português
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Em relação ao tom adotado pelo autor, afirma-se que o texto se caracteriza por: 
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O texto afirma que o fitoterápico “conseguiu atravessar a barreira hematoencefálica e alcançar o parênquima cerebral” (4º parágrafo). Essa informação permite inferir que: 
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


Em “o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D” (1º parágrafo), o termo em destaque retoma: 
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Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
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Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O trecho “Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares”, no texto, cumpre a função de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: SELECON Órgão: Prefeitura de Marcelândia - MT Provas: SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Arquiteto | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assessor Jurídico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Assistente Social | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Bibliotecário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Biólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Cirurgião Dentista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Contador | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Controlador Interno | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Educador Físico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Enfermeiro | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Agrônomo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Ambiental | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Civil | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Engenheiro Florestal | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Farmacêutico | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fisioterapeuta | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Fonoaudiólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Clínico Geral | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Médico Veterinário | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Nutricionista | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Professor Pedagogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Psicólogo | SELECON - 2025 - Prefeitura de Marcelândia - MT - Técnico Administrativo |
Q3741945 Português
Leia o texto a seguir:


Fitoterápico nano-tech com insumo da Amazônia pode frear
avanço do Alzheimer


Mais de 1 milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A doença custa R$ 96 bilhões por ano ao país e destrói memórias, histórias e lares. Mas uma nova fórmula com DNA da Amazônia pode mudar isso



           O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer. Em quase 20 anos acompanhando a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação brasileira, este é um dos projetos mais bonitos e ambiciosos que pude acompanhar de perto como executivo de um grupo consultivo de Apoio à Inovação, não à toa o pesquisador líder desta iniciativa, Eduardo Caritá, foi agraciado em Ago/24 com o Prêmio GTIS de Profissional de P&D daquele ano, quando a pesquisa ainda se encontrava em estágio muito mais embrionário.


        Pois bem. A pesquisa que originou o prêmio acima propõe uma combinação inédita de dois compostos bioativos — marapuama, nativa da Amazônia, e curcumina, extraída da cúrcuma. Com ambos foi desenvolvido um pré-mix nanotecnológico de liberação dirigida com aplicação nutracêutica, validado em estudos pré clínicos com entregas cerebrais comprovadas.

       
      Em outras palavras, pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma fórmula à base de plantas que, ao ser engolida como suplemento, chega com precisão ao cérebro — algo raro e extremamente inovador.


     O projeto, apoiado pela FAPESP na Fase 1 do PIPE (Processo 2023/09731-0), concluiu com sucesso a validação in vitro e in vivo da formulação, utilizando tecnologia de nanoencapsulação para atravessar a barreira hematoencefálica (BHE) e alcançar o parênquima cerebral.


      Isso significa que os testes foram feitos tanto em laboratório quanto em animais, comprovando que as substâncias encapsuladas em partículas minúsculas conseguiram atravessar a "muralha protetora" do cérebro — algo que medicamentos comuns nem sempre conseguem.


      Os resultados foram reconhecidos e aprovados pela FAPESP em relatório técnico, abrindo caminho para ensaios clínicos e eventual incorporação ao SUS.


     A curcumina é um polifenol natural da cúrcuma (Curcuma longa), com ações antioxidantes, anti-inflamatórias e neuroprotetoras, e inibe a formação de placas-amiloides — estruturas ligadas ao Alzheimer.


    Traduzindo: a cúrcuma, famosa como tempero e anti-inflamatório natural, tem componentes que protegem os neurônios e evitam o acúmulo de substâncias tóxicas no cérebro, que são comuns em quem tem Alzheimer.


    A marapuama (Ptychopetalum olacoides), árvore amazônica, contém diterpenos clerodanos, que estimulam a produção de fatores neurotróficos como BDNF e GNF, promovendo a neurogênese. A marapuama, usada há séculos por povos indígenas como tônico cerebral, estimula o nascimento de novos neurônios e melhora a comunicação entre eles — ou seja, ajuda a manter o cérebro jovem e ativo. 


Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/09/1056827-
fitoterapico-nano-tech-com-insumo-da-amazonia-pode-frear-avanco-do-alzheimer.
html. Acesso em 08/10/2025


O autor afirma que “O Brasil está prestes a escrever um novo capítulo no enfrentamento global da Doença de Alzheimer” (1º parágrafo). O emprego dessa metáfora tem a função de: 
Alternativas
Q3734579 Engenharia Civil
Considere a composição abaixo para execução de uma unidade de fossa séptica pré-moldada. Sabendo que as leis sociais e o BDI praticado são, respectivamente, 100% e 20%, então o custo total para execução de duas unidades de fossa séptica será de:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3734578 Direito Urbanístico
A Lei complementar nº 6/2011 dispõe sobre normas relativas ao parcelamento do solo urbano do município de São Miguel do Oeste, estado de Santa Catarina e dá outras providências. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)O parcelamento do solo urbano será efetuado sob a forma de loteamento, desmembramento, desdobramento ou remembramento.
(__)Considera-se lote urbano a parcela de terreno com área inferior a 5000 m² (cinco mil metros quadrados) e gleba a parcela de terreno com área igual ou superior a 5.000 m² (cinco mil metros quadrados).
(__)Loteamento é a subdivisão da gleba urbana em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário oficial existente, que possuam viabilidade de fornecimento de água potável e energia elétrica, sem abertura de novas vias, logradouros públicos, prolongamento, modificação ou ampliação das já existentes.
(__)Não será permitido o parcelamento do solo em distância mínima de 50 metros da margem dos sistemas de tratamento de esgoto, com lagoas de decantação.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3734577 Engenharia Civil
Nas alterações unilaterais, quando houver modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica a seus objetivos, o contratado será obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, acréscimos ou supressões de até X% do valor inicial atualizado do contrato que se fizerem nas obras, nos serviços ou nas compras, e, no caso de reforma de edifício ou de equipamento, o limite para os acréscimos será de Y%. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor de X+Y: 
Alternativas
Q3734576 Engenharia Civil
Guilherme e Rafael, ambos engenheiros, dimensionaram um canal para a drenagem de uma bacia hidrográfica que possui área de 8,64 km². O dimensionamento foi realizado para dar escoamento à vazão média de 222 litros de água por segundo. Se o valor do coeficiente de escoamento superficial é 0,30, a precipitação anual utilizada no projeto foi de aproximadamente:
Alternativas
Q3734575 Engenharia Civil
Conforme preconiza a NR18, que trata da segurança e saúde no trabalho na indústria da construção, deve ser de, no máximo, X metros o deslocamento do trabalhador do seu posto de trabalho até a instalação sanitária mais próxima. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor de X.
Alternativas
Q3734574 Engenharia Civil
O cálculo de escoamento de água em tubulações de água potável sob pressão pode ser realizado com auxílio da fórmula de Darcy. Ao projetar uma linha de rede de água potável sob pressão com um diâmetro de 200mm o engenheiro, curioso, decidiu verificar quantas linhas de tubos de mesmo material e com 50 mm seriam necessários para atender a mesma vazão Q da rede de projeto (200mm), mantendo em cada rede a mesma perda de carga unitária J. Desta forma, o engenheiro concluiu que seriam necessários aproximadamente:
Para fórmula de Darcy, assumir k como uma constante.
Alternativas
Q3734573 Engenharia Civil
Conforme as normas técnicas, a fundação do tipo broca deve ser dimensionada de tal forma que não exceda, em qualquer caso, a carga de aproximadamente: 
Alternativas
Respostas
3581: A
3582: D
3583: C
3584: A
3585: B
3586: C
3587: A
3588: B
3589: D
3590: B
3591: A
3592: C
3593: D
3594: A
3595: B
3596: D
3597: B
3598: A
3599: B
3600: B