Questões de Concurso Para engenheiro de processos

Foram encontradas 56 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2761353 Engenharia Mecânica
Uma bomba centrífuga opera a 2.000 rpm com uma carga de 4 m. A carga, em m, em um ponto homólogo, quando a bomba operar a 4.000 rpm, é igual a
Alternativas
Q2761352 Engenharia Civil
Uma represa tem a forma de um cubo, estando aberta para atmosfera. A superfície inferior do cubo está na horizontal, e a aresta do cubo tem comprimento igual a 20 m. A represa está completamente cheia de água. O peso específico da água é igual a 10 kN/m3, e a pressão atmosférica é igual a 100 kPa. A força, em Mega Newtons, que a água exerce sobre uma das paredes da represa é
Alternativas
Q2761351 Engenharia Civil
Em um escoamento incompressível laminar, com número de Reynolds igual a 2.300, em regime permanente, numa tubulação reta com seção transversal circular, considerando- se o perfil constante de velocidade do fluido na entrada da tubulação, o comprimento de entrada dividido pelo diâmetro da tubulação é, aproximadamente, igual a
Alternativas
Q2761349 Engenharia Civil
Considere as afirmativas a seguir sobre escoamentos incompressíveis, em regime permanente, de fluidos em tubulações retas com seção circular, segundo o Diagrama de Moody.

I – A rugosidade relativa é um grupo adimensional necessário no cálculo da perda de carga em escoamentos laminares.

II – A tensão cisalhante na parede de um tubo liso é nula.

III – O número de Reynolds inicial da região totalmente rugosa decresce com o aumento da rugosidade relativa.

Está correto APENAS o que se afirma em
Alternativas
Q2761348 Engenharia Civil

Considere as afirmativas a seguir sobre escoamentos incompressíveis, em regime permanente, de fluidos em tubulações retas com seção circular.

I – Escoamentos turbulentos têm fator de atrito maior que escoamentos laminares.

II – Escoamentos laminares completamente desenvolvidos são unidirecionais.

III – Escoamentos turbulentos completamente desenvolvidos têm velocidades transversais ao eixo da tubulação nulas.

Está correto APENAS o que se afirma em

Alternativas
Q2761345 Administração Geral

Um engenheiro responsável atacou uma variabilidade de causa especial, identificada no processo pelo Controle Estatístico da Qualidade (CEQ). A ferramenta escolhida para o estudo do problema identificado foi o diagrama de causa e efeito, também conhecido como espinha de peixe. Observe as etapas do processo de construção do diagrama apresentadas a seguir.

I - Utilizar o brainstorming para gerar as causas do problema.

II - Agrupar as causas dos problemas segundo os seis emes (materiais, métodos, máquinas, mão de obra, meios de medição e meio ambiente).

III - Posicionar as principais causas nos ramos.

IV - Identificar problemas.

V - Repetir o processo para subcausas.

A sequência correta, de cima para baixo, de utilização das etapas é

Alternativas
Q2761343 Administração Geral
A Gestão da Qualidade traz uma perspectiva estratégica à qualidade, além de abarcar questões de gestão ambiental, responsabilidade social e de ética. São características da Gestão da Qualidade:
Alternativas
Q2722620 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Butler believes that the American Congress and Obama Administration must support the use of nuclear power by
Alternativas
Q2722619 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to Butler, the dangers usually associated with nuclear energy have generated
Alternativas
Q2722618 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

The word in parentheses describes the idea expressed by the term in boldtype in

Alternativas
Q2722617 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

In the fragments “…excessive legal and permitting delays are pushing up the capital cost of new nuclear-power plants …” (lines 14-16) and “…we´ll throw out to be buried in landfills.” (lines 39-40), the phrases “pushing up” and “throw out”, are replaced, without substantial change in meaning, by
Alternativas
Q2722616 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Based on the meanings of the words in the text, it can be said that
Alternativas
Q2722615 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Concerning the figures presented in the text,
Alternativas
Q2722614 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

Butler concludes that “The safety level in nuclear-energy production now easily surpasses other energy sources.” (lines 44-45) based on the fact that
Alternativas
Q2722613 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to paragraph 8 (lines 32-40), Butler feels that nuclear waste
Alternativas
Q2722612 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

“This” in “And this can be safely deposited in deep repositories.” (line 37-38) refers to
Alternativas
Q2722611 Inglês

Nuclear power is true ‘green’ energy


Stuart Butler

Q17_25.png (361×473)

Q17_25_.png (353×322)

Q17_25__.png (357×518)



Stuart Butler is vice president for domestic-policy issues for the Heritage Foundation (heritage.org). Available in: http://www.washingtontimes.com/news/2009/jan/29/ nuclear-power-is-true-green-energy/print/ Access on April 10, 2010

According to Stuart Butler, nuclear power is true ‘green’ energy because it
Alternativas
Q2722610 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
O título do texto de Carlos Minc estabelece uma reflexão a respeito dos caminhos a serem tomados para preservação da natureza.

A única expressão que está de acordo com tal encaminhamento é
Alternativas
Q2722609 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
“As propostas dos ecologistas de energias alternativas [...] foram desprezadas pelo governo federal,” (l. 22-26)

Segundo os compêndios gramaticais, existem duas possibilidades de escritura da voz passiva no português.

Qual das opções emprega outra possibilidade de escritura na forma passiva, equivalente ao trecho destacado, sem alterar-lhe o sentido?
Alternativas
Q2722608 Português
DESAFIO À SOBREVIVÊNCIA

         O crescimento predatório a qualquer custo, a ex-
   clusão e a miséria, o egoísmo e o desperdício amea-
   çam a vida no planeta. Enquanto a desertificação avan-
   ça (inclusive em 14 municípios do Noroeste do Estado
5  do Rio), a camada protetora de ozônio diminui, expon-
   do os corpos às radiações cancerígenas. Enquanto a
   temperatura global aumenta devido às queimadas, aos
   combustíveis fósseis e ao carvão mineral, o ar puro e
    a água limpa tornam-se raros e caros.

10         Chegamos à artificialização da natureza: se a água
    da praia está podre, vá de piscinão; se a água da tor-
    neira cheira mal, tome água mineral; se o ar no inver-
    no causa doenças respiratórias, compre um cilindro
    de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha
15 vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o
    sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos. Os
    governantes juram ser ecologistas desde a mais tenra
    idade, mas aprovam leis do barulho, termelétricas a
    carvão (em Itaguaí – RJ), desviam para asfalto e es-
20 tradas R$ 200 milhões dos royalties do petróleo, ca-
    rimbados para defender rios e lagoas, demarcar par-
    ques e despoluir a Baía de Sepetiba. As propostas dos
    ecologistas de energias alternativas, como a solar e a
    eólica, de eficiência energética e cogeração, de apro-
25 veitamento do lixo e do bagaço de cana para geração
    energética foram desprezadas pelo governo federal,
    e só com a crise previsível passaram a ser considera-
    das com um pouco mais de respeito.

             As propostas ambientalistas de reflorestamento
30 de encostas, reciclagem de lixo, especialmente garra-
    fas PET, instalação dos comitês de bacia hidrográfica,
    drenagem, dragagem e demarcação das faixas mar-
    ginais de proteção das lagoas são cozinhadas em
    banho-maria e tiradas da gaveta a cada tragédia de
35 inundações e desabamentos. O Rio tem a lei mais
    avançada do país de coleta, recompra e reciclagem
    de plástico e de PET (3.369, de janeiro de 2000), mas
    recuperamos apenas 130 milhões dos 600 milhões de
    embalagens PET vendidas anualmente. Parte de 470
40 milhões restantes entopem canais, rios e provocam
    inundações, quando poderiam gerar 20 mil empregos
    em cooperativas de catadores e uma fábrica de
    reciclagem (há 18 delas no país, nenhuma no Rio).
    Nossa lei estadual de recursos hídricos está em vigor
45 há dois anos e meio, mas a efetiva instalação dos co-
    mitês de bacia, com participação de governos, empre-
    sas, usuários e ambientalistas está emperrada, assim
    como a cobrança pelos usos da água.

          Sem comitês atuando e sem recursos próprios,
50 não há como monitorar a qualidade, arbitrar o uso
    múltiplo da água, reconstituir as matas ciliares (como
    os cílios que protegem os olhos), evitar aterros e lan-
    çamentos de lixo e esgoto. Ainda não dispomos de
    uma informação clara, atualizada, contínua e indepen-
 55 dente da qualidade da água que bebemos.

         Nossos governantes devem aprender a fórmula
     H2O para entender que na torneira a composição é
     outra. A principal causa da mortalidade infantil no Ter-
     ceiro Mundo são as doenças de veiculação hídrica,
60 como hepatite e diarreia. Água é vida, e saneamento,
    tratamento e prevenção são as maiores prioridades.
    Se falharmos aí, trairemos o compromisso com a saú-
    de e com a vida do planeta.

MINC, Carlos. O Globo, 04 out.02.
“Se a água da praia está podre, vá de piscinão; se a água da torneira cheira mal tome água mineral; se o ar no inverno causa doenças respiratórias, compre um cilindro de oxigênio; se um espigão tirou a paisagem, ponha vasos de plantas na janela; se a poluição sonora tira o sono, vá de vidro duplo e protetor de ouvidos”. (l. 10-16).

No trecho acima, retirado do segundo parágrafo do Texto II, os argumentos do enunciador estruturam-se a partir do uso de determinados modos verbais e da repetição do conectivo se.

O objetivo dessa organização discursiva é
Alternativas
Respostas
21: D
22: D
23: E
24: C
25: B
26: D
27: A
28: E
29: A
30: D
31: B
32: A
33: C
34: A
35: E
36: C
37: E
38: B
39: A
40: C