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Essa afirmativa pode ser deduzida, do ponto de vista lógico, de qual das alternativas abaixo?
Se Diana nada espera da vida, então ela não será decepcionada.
Diana nada espera da vida. Logo, Diana não será decepcionada.
Qual o nome da regra de inferência aplicada?
– O pato.
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A confusão na hora de responder a pergunta é gerada pela palavra “patas" e se justifica
I. por ter gerado ambiguidade;
II. pela polissemia da palavra;
III. pela sinonímia da palavra;
IV. pela homonímia da palavra.
Dos itens acima, verifica-se que está(ão) correto(s)
Eu já não posso suportar
Esta minha vida de amargura
Não se vá!
Estou partindo porque sei
Que você já não mais me ama...
Não se vá – Jane e Herondy.
Na letra da música de Jane e Herondy, o “se" da frase “não se vá" funciona como
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 2001.
O trecho “que chegasse a chorar" é considerado
A voz some na brisa.
A dor sobe pras trevas.
O nome a obra imortaliza
A morte benze o espírito
A brisa traz a música
NOGUEIRA, João. Clube do Samba. Polydor, 1979.
Sobre a estrofe, é correto afirmar:
E, se o teu olho te escandalizar, arranca-o, e atira-o para longe de ti.
Mateus 18:9ª - Bíblia.
Texto II
Basta pensar que a língua brasileira é outra. Uma pequena mostra de erros de redação coletados na imprensa revela que o português aqui transformou-se num vernáculo sem lógica nem regras.
FELINTO, M. Folha de S. Paulo. In: BAGNO, M. Ensino de português: do preconceito linguístico à pesquisa da língua. Boletim da ABRALIN. Brasília, n. 25, 2000. p. 3.
Texto III
Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal.
DUARTE, S. N. Jornal do Brasil. In: BAGNO, M. : do preconceito linguístico à pesquisa da língua. Boletim da ABRALIN. Brasília, n. 25, 2000. p. 3.
Nos três textos a partícula “se" exerce, respectivamente, a função de
FERNANDES, Millor. Fábulas fabulosas, 4. ed. SãoPaulo: Círculo do Livro,1975.
Os elementos coesivos “que", “quando", “e" e “nem", no texto acima, exercem, respectivamente, a função de
I. Mesmo que o resultado não seja favorável, vou continuar insistindo na aprovação.
II. Como havia dito na aula anterior, as questões da prova de português estão fáceis.
III. O paciente prometeu reduzir o consumo de doces, de modo que hoje só comprou uma barrinha na cantina.
os termos em destaque são, respectivamente,
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Porém a vida não se perdeu.
ANDRADE, Carlos Drummond de. A rosa do povo. Rio de Janeiro: Record, 1991.
Considerando a estrutura semântica, o último verso
ALVES, Rubem. Quando eu era menino. Papirus, 2003.
Considerando os tempos e a concordância, os verbos sublinhados podem ser substituídos por “haver" e obtém-se a seguinte forma correta:
Em todo porto tremulará
A velha bandeira da vida
Acenderá
Todo farol iluminará
Uma ponta de esperança
A Cura – Lulu Santos.
Na letra da música apresentada acima, a expressão “Em todo porto" é classificada como
DOYLE, Arthur Conan. A sociedade dos ruivos. In: Quatro Contos, Sol, São Paulo, 2006.
A oração que introduz esse parágrafo, em relação ao restante do texto, é uma oração subordinada adverbial
ÉPOCA, 9 set. 2013, p. 67.
Analisando-se as ideias contidas no texto, conclui-se que
RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2010.
Sintaticamente, o pronome “lhe" utilizado no trecho nas duas inserções é, respectivamente,
Em Maragojipe, no Recôncavo Baiano, os primeiros colonizadores portugueses decidiram fixar residência às margens do Rio Paraguaçu devido à facilidade de atracar navios de grande calado e à abundância de madeira de lei para a manutenção das embarcações. Cinco séculos depois, a indústria naval mais uma vez define o destino da cidade. Há dois anos teve início a construção do Estaleiro Enseada do Paraguaçu, uma sociedade entre as construtoras Odebrecht, OAS, UTC e a japonesa Kawasaki. A obra emprega 7217 pessoas.
“Fiquei desempregada em Salvador e vim para Maragojipe em 2008 para trabalhar no Estaleiro de São Roque, já pensando num futuro emprego na Enseada do Paraguaçu", conta a supervisora de refeitório ALICE VITÓRIA DUARTE, de 45 anos, que foi promovida no ano passado e hoje recebe 6200 reais, o maior salário de sua carreira. Alice está pagando um curso técnico para o filho em Salvador para que ele também possa trabalhar no estaleiro. Nos próximos meses, mais vagas qualificadas serão criadas à medida que ocorre a transição da fase de obras para a de operação do estaleiro, que começará a produzir a primeira sonda de petróleo neste ano. O polo industrial que se formará no entorno, com investimentos de 1,5 milhões de reais, vai empregar cerca de 4000 pessoas, das quais pelo menos 1000 com salário superior a 5000 reais.
VEJA. São Paulo: Abril, n. 9, fev. 2014.
Dadas as afirmativas a respeito dos aspectos gramaticais encontrados no texto,
I. Em: “Em Maragojipe, no Recôncavo Baiano," (1º parágrafo), justifica-se o emprego das vírgulas por haver expressões com valor explicativo.
II. Na expressão “às margens do Rio" (1º parágrafo), o acento grave foi empregado em desacordo com a norma culta. Caso análogo acontece em “à facilidade de" (1º parágrafo).
III. Na oração “Há dois anos" (1º parágrafo), é possível substituir o verbo “Há" por “Devem haver" sem prejuízo da correção gramatical e do significado contextual.
IV. Em: “[...] e hoje recebe 6200 reais, o maior salário de sua carreira [...]" (2º parágrafo), justifica-se a vírgula por haver o emprego de um aposto.
verifica-se que está(ao) correta(s)
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Gazeta de Alagoas, 30 mar. 2014.
As duas inserções da palavra “se" no fragmento classificam-se, respectivamente, como
[...]
Desde que a febre de possuir se apoderou dele totalmente, todos os seus atos, todos, fosse o mais simples, visavam um interesse pecuniário. Só tinha uma preocupação: aumentar os bens. Das suas hortas recolhia para si e para a companheira os piores legumes, aqueles que, por maus, ninguém compraria; as suas galinhas produziam muito e ele não comia um ovo [...]
AZEVEDO, Aluísio de. O cortiço. 3ªed. São Paulo: M. Claret, 2009.
Qual a função do pronome pessoal “ele", juntamente com a repetição dos pronomes possessivos “seus" e “suas" ao longo do trecho acima?
SCIENTIFIC AMERICAN, out. 2013, p. 76.
Em síntese, o texto evidencia