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Q3224028 Redação Oficial
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
No segundo parágrafo, fala-se em normalizar conversas sobre “a saúde mental no trabalho”. Considerando que uma empresa desenvolvesse um programa para tratar desse assunto, ela usaria um ato de correspondência oficial, com texto idêntico e vários destinatários transmitindo instruções. Assinale a alternativa que apresenta a denominação desse ato. 
Alternativas
Q3224027 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Em “os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações” (10º§), o vocábulo destacado não recebe o acento indicativo porque:
Alternativas
Q3224026 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
O texto é construído por meio de parágrafos curtos. Em “O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países.” (6º§), tem-se um período formado por orações:
Alternativas
Q3224025 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
A frase inicial do 4º parágrafo cumpre o seguinte papel na estruturação do texto:
Alternativas
Q3224024 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
Em “Quando alguém fala em ‘normalizar’ alguma coisa em 2024” (1º§), o vocábulo destacado deve ser classificado, sintaticamente, como sujeito:
Alternativas
Q3224023 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
No texto, encontramos vocábulos como “normalizar”, “anormal” e “normalização”. Em relação à estrutura mórfica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3224022 Português
Texto I


Os riscos de normalizar o que é anormal (e como não ficar insensível)

A presença contínua de más notícias na tela pode fazer com que elas percam o significado

(Amanda Ruggeri, BBC Future)


Quando alguém fala em "normalizar" alguma coisa em 2024, geralmente é com sentido positivo.

Nas redes sociais e fora delas, tenho visto convocações para normalizar de tudo, desde o corpo das mães após o parto até conversar sobre a saúde mental no trabalho. A ideia, é claro, é romper esses tabus, que podem ser inúteis e até perigosos.

Mas existe outro tipo de normalização, que muitas pessoas não conhecem. Ela é menos consciente e mais perniciosa. E pode ser prejudicial.

É a normalização de tendências, situações e eventos que, na verdade, não deveriam ser considerados nada "normais". Ela pode também ser chamada de "dessensibilização" ou "habituação".

Os trágicos eventos verificados no início dos conflitos eram fatos novos e inesperados. Esses eventos chamam a atenção da mente, como sabem os psicólogos.

O tempo passou, a cobertura da imprensa continua, mas esses eventos já ocupam menos espaço nas manchetes em muitos países. E também não aparecem com a mesma frequência nas conversas.

Infelizmente, as pesquisas indicam que, quando uma guerra dura meses ou anos, cada semana de combate causa menos impacto do que a semana anterior.

E essa dessensibilização também se aplica à nossa vida diária.

Os jovens das cidades que crescem lado a lado com a violência, por exemplo, têm maior propensão a acabar pensando que a violência é normal. E as pessoas expressaram mais ansiedade com a covid quando a contagem de mortos era baixa, do que quando o número de vítimas fatais atingiu centenas de milhares de pessoas.

[...]

Em outras palavras, basta sermos expostos a qualquer coisa por tempo suficiente e aquilo estará normalizado. Mesmo se for algo ruim.

É claro que existem vantagens nesse processo. Até certo ponto, os seres humanos precisam se adaptar a novas circunstâncias e situações, não importa o quanto elas sejam difíceis.

Nossa espécie provavelmente não teria ido muito longe se tivéssemos permanecido em um estado perpétuo de choque e ansiedade – ou, pelo menos, não teria desenvolvido a capacidade emocional de imaginar, criar e resolver problemas. Mas também existem armadilhas muito claras.

[...]


(Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/osriscos-de-normalizar-o-que-e-anormal-e-como-nao-ficar-insensivel.shtml. Acesso em 5 de dezembro de 2024)
No início do texto, a enunciadora aponta dois tipos de “normalização”. Considerando as ideias apresentadas sobre eles, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218658 Economia
Em sua definição mais básica, risco pode ser compreendido como a chance de uma perda financeira. Ativos que apresentam uma maior probabilidade de perdas são considerados mais arriscados em comparação aqueles com menor probabilidade. De forma mais técnica, o termo "risco” é frequentemente usado como sinônimos de "incerteza" para descrever a variação nos retornos de um ativo. Com relação ao tipo especifico de risco financeiro enfrentado pela empresa, indique a alternativa CORRETA
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218657 Estatística
As medidas de posição são estatísticas fundamentais que auxiliam no resumo e na descrição de dados, fornecendo uma visão clara sobre a distribuição de um conjunto de valores. Com base nisso, um economista avaliou a renda mensal de seis indivíduos e obteve os seguintes valores: R$ 10.000,00; R$ 8.000,00; R$ 8.500,00; R$ 7.000,00; R$ 6.000,00 e R$ 8.500,00. Qual é o valor da mediana e do segundo quartil dessas rendas, respectivamente?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218656 Economia
A estabilidade dos preços preserva o valor do dinheiro, mantendo o poder de compra da moeda. Para alcançar esse objetivo, o Banco Central do Brasil - BC utiliza os instrumentos de política monetária. O principal instrumento de política monetária é a taxa Selic, decidida pelo Comitê de Política Monetária - Copom. Neste contexto, analise os itens abaixo de como a taxa Selic afeta o comportamento de outras variáveis econômicas. 

I. Quando a taxa Selic sobe, as taxas de juros reais também tendem a subir. A elevação da taxa real de juros, por sua vez, pode levar à diminuição de investimentos pelas empresas e à diminuição de consumo por parte das famílias. 
II. Quando a taxa de juros sobe, a moeda doméstica tende a se desvalorizar (o dólar fica mais caro frente ao Real), aumentando o nível de preços dos bens comercializáveis internacionalmente quando expressos em moeda nacional. 
III. Um aumento nas taxas de juros, ao desestimular a atividade econômica e o lucro das empresas, tende a diminuir o preço das ações. Essa redução do valor da riqueza financeira das famílias e empresas pode desestimular o consumo e os planos de investimento. 
IV. Ao aumentar a taxa de juros, o banco central estimula que as taxas cobradas por empréstimos bancários também subam, diminuindo o volume de empréstimos a pessoas e empresas, desestimulando o consumo e o investimento. 
V. Ao alterar a taxa de juros, a ação do banco central pode mudar as expectativas quanto à evolução da economia. Por exemplo, ao elevar a Selic para conter pressões inflacionárias, o banco central sinaliza um nível de atividade mais elevado não apenas no presente, mas também para o futuro.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218655 Economia
"0 Plano de metas adotado no governo Juscelino Kubitschek pode ser considerado o auge desse período da industrializações brasileira. O Plano de Metas teve um impacto significativo no desenvolvimento do Brasil, deixando um legado duradouro (Gremaud, 2007).” Sobre as conquistas do Plano de Metas, analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA

I. Industrialização acelerada: O plano impulsionou a industrialização do pais, transformando o Brasil em uma potência industrial. 
II. Os setores de bens de consumo leve, que já haviam sido implantados, passaram a ceder o lugar dinâmico aos bens de consumo duráveis e de capital. 
III. Modernização do pais: O plano modernizou a infraestrutura do pais e impulsionou o desenvolvimento de novas tecnologias. 
IV. Houve um grande desempenho da agricultura e a diminuição das desigualdades sociais. 
V. Houve um grande desempenho da agricultura e a diminuição das desigualdades sociais. 

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218654 Economia
A análise de sensibilidade e análise de cenários são importantes para a avaliação de riscos em projetos de investimento, pois oferecem insights sobre a robustez do projeto frente a incertezas. Considerando a utilização conjunta da análise de sensibilidade e da analise de cenários, qual das alternativas abaixo melhor descreve a vantagem de usar ambas as abordagens para avaliação de projetos de investimento?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218653 Economia
As funções de demanda do consumidor dão as quantidades ótimas de cada um dos bens como função dos preços e da renda com os quais o consumidor se defronta. Considerando que a demanda por paçoca é dada pela equação Qd = 100 - 2P, assinale a alternativa CORRETA para o cálculo da elasticidade-preço da demanda quando o preço é igual a 20: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218652 Economia
Considere o modelo IS-LM demonstrado na figura abaixo, hipoteticamente, numa economia fechada. Marque a alternativa CORRETA que demonstra a consequência de uma diminuição nos impostos sobre o deslocamento da curva IS, sobre a renda (Y) e sobre as taxas de juros(i) 

Q64.png (330×316)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218651 Pedagogia
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é composto por três elementos fundamentais: a avaliação das instituições, a avaliação dos cursos e a avaliação do desempenho dos estudantes. O Sinaes também conta com diversos instrumentos complementares, como a autoavaliação, a avaliação externa, o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), a avaliação dos cursos de graduação e ferramentas informativas, como o censo e o cadastro. Com relação ao Enade, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218650 Economia
A Organização Mundial do Comércio (OMC), estabelecida em 1995, é a entidade internacional que regula as normas do comércio entre as nações. No centro de suas atividades estão os acordos da OMC, que foram negociados e assinados pela maioria das nações comerciais do mundo, além de terem sido ratificados em seus parlamentos. O principal objetivo é assegurar que o comércio ocorra da maneira mais fluida, previsível e livre possível. O processo de resolução de disputas da OMC compreende diversas etapas, cada uma delas destinada a garantir que as contendas sejam solucionadas de maneira justa e eficiente. Qual das etapas a seguir acontece imediatamente após as consultas entre os países envolvidos em uma disputa na OMC, caso não se chegue a uma resolução? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218649 Economia
"A política fiscal é uma ferramenta poderosa que os governos utilizam para influenciar a economia de um país. Tem como objetivo alcançar diversos objetivos, como estimular o crescimento econômico, controlar a inflação, promover a justiça social e estabilizar o ciclo econômico. (Gremaud, 2011).” Neste contexto, são instrumentos de política fiscal, EXCETO
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218648 Economia
"A manutenção do ciclo expansionista, em fins de 1973, dependeria cada vez mais de uma situação favorável. Esta situação, porém, foi rompida pela crise internacional desencadeada pelo primeiro choque de petróleo em 1973 (Gremaud, 2007)." No período de 1973 até o final da década houve a execução do ll Plano Nacional de Desenvolvimento (PND). Assinale a alternativa CORRETA quanto às principais características do Plano. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218647 Economia
As taxas de crescimento são ferramentas fundamentais na análise econômica e financeira, pois permitem avaliar a evolução de um indicador ao longo do tempo. Um país fictício apresentou os seguintes dados sobre seu Produto Interno Bruto (PIB) nominal nos últimos três anos: 


Q59.png (304×108)

Considerando que o índice de preços oficiais do governo variou da seguinte forma: 2021 (100), 2022 (110), 2023 (120), qual seria a taxa de crescimento real do PIB entre 2021 e 2023 (com o ano de 2021 como base)?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UFRR Órgão: UFRR Prova: UFRR - 2025 - UFRR - Economista |
Q3218646 Pedagogia
O Censo da Educação Superior, realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), é a pesquisa mais abrangente do Brasil sobre as instituições de ensino superior. O Censo coleta dados a partir do cadastro do Sistema e-MEC e questionários. Considerando as informações do Censo da Educação Superior, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Respostas
941: D
942: E
943: D
944: C
945: B
946: B
947: A
948: A
949: E
950: D
951: C
952: B
953: E
954: B
955: E
956: A
957: C
958: D
959: C
960: B