Questões de Concurso Para economista

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Ano: 2014 Banca: UNESPAR Órgão: UNESPAR Prova: UNESPAR - 2014 - UNESPAR - Economista |
Q2767531 Administração Geral

“O termo projeto, em sentido lato, compreende todo o trabalho de equacionar um problema relevante apontado pelo planejamento, decidir quanto a adotar uma solução e avaliar os resultados. Portanto, o projeto apresenta uma sequência de fases que são divididas em: equacionamento, seleção, realização e aferição.”

(Ademir Clemente e Elton Fernandes, trecho retirado do livro Projetos Empresariais e Públicos, Editora Atlas, 2003.)


Segundo o autor, o equacionamento é dividido em:

Alternativas
Ano: 2014 Banca: UNESPAR Órgão: UNESPAR Prova: UNESPAR - 2014 - UNESPAR - Economista |
Q2767530 Administração Geral

“O planejamento, historicamente, tem sido visto como uma atividade da cúpula das corporações. Entretanto, desde os anos 70, as empresas vêm crescentemente procurando garantir seu posicionamento no mercado, o que tem levado a reconhecer a importância do envolvimento de todos os seus colaboradores no planejamento. Dessa forma, o planejamento passou a ser executado em todos os níveis, definindo projetos estratégicos ou não, os quais se complementam no esforço da corporação para atingir seus objetivos.”

(Ademir Clemente e Elton Fernandes, trecho retirado do Livro Projetos Empresariais e Públicos, Editora Atlas, 2003.)


Dessa forma, segundo o texto, é CORRETO afirmar:

Alternativas
Q2759088 Noções de Informática

É muito comum a utilização do Microsoft Excel para controlar listas de preços, porém, de acordo com o tamanho e a quantidade de informações, a localização dos dados fica prejudicada. Para solucionar esse problema, considere a utilização da função PROCV na planilha a seguir:



A

B

C

1

Localizar:

DVD003


2

---->



3

---->



4




5

Código

Título

Valor

Unitário

6

DVD001

CARROS 2

38,00

7

DVD002

MEU MALVADO FAVORITO

34,00

8

DVD003

BATMAN BEGINS

29,00

9

DVD004

HOMEM DE FERRO 3

31,00

10

DVD005

DETONA RALPH

36,00



Ao aplicarmos as fórmulas =PROCV(B1;A6:C10;2;FALSO) na célula B2 e =PROCV(B1;A6:C10;3;FALSO) na célula B3 e, após informar na célula B1 o código que se deseja localizar, o resultado, nas células B2 e B3, respectivamente, será:

Alternativas
Q2759087 Noções de Informática

Utilizando o Microsoft Excel com sua configuração padrão, a figura abaixo ilustra a edição de uma planilha.


.

A

B

C

1

10

20

30

2

2

8

10

3

3

5

12

4

5

12

3

5





O resultado da fórmula =SOMA(A2;B4) + C3 * 2, quando aplicada na célula C5 é

Alternativas
Q2759076 Português

O texto a seguir é referência para as questões de 16 a 18:


Enfrentando adversidades


Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula. O fato de conseguir uma vaga na escola não é suficiente. No sul da Ásia e na África subsaariana, menos de 75% das crianças conseguem concluir o ensino fundamental. Os currículos obsoletos e mal adaptados, a escassez de recursos, o excesso de crianças por sala de aula e a falta de formação adequada dos professores têm como resultado um ensino de qualidade crítica.

A crise da educação se transmite de geração em geração. As crianças que hoje não recebem educação serão os analfabetos do amanhã. No mundo, hoje, cerca de 862 milhões de adultos, dois terços deles mulheres, não sabem ler nem escrever. Isso significa que uma de cada quatro mulheres é analfabeta. As crianças e adultos de comunidades pobres e distantes, na área rural, as minorias étnicas e as vítimas de conflitos e desastres naturais são as maiores vítimas.


Fonte: (A UNESCO e a Educação: nossa missão)

Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue0000 33.pdf. (Acessado em: 05/02/2013)

Na sentença: “No mundo, hoje, cerca de 862 milhões de adultos, dois terços deles mulheres, não sabem ler nem escrever”, podemos afirmar, sobre a análise sintática:


I - o sujeito da oração principal é: mulheres

II - o sujeito da oração principal é: cerca de 862 milhões de adultos

III - “dois terços deles mulheres” está funcionando como aposto.

IV - “No mundo” e “hoje” funcionam como adjuntos adverbiais de lugar e de modo, respectivamente.


As alternativas CORRETAS são:

Alternativas
Q2759075 Português

O texto a seguir é referência para as questões de 16 a 18:


Enfrentando adversidades


Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula. O fato de conseguir uma vaga na escola não é suficiente. No sul da Ásia e na África subsaariana, menos de 75% das crianças conseguem concluir o ensino fundamental. Os currículos obsoletos e mal adaptados, a escassez de recursos, o excesso de crianças por sala de aula e a falta de formação adequada dos professores têm como resultado um ensino de qualidade crítica.

A crise da educação se transmite de geração em geração. As crianças que hoje não recebem educação serão os analfabetos do amanhã. No mundo, hoje, cerca de 862 milhões de adultos, dois terços deles mulheres, não sabem ler nem escrever. Isso significa que uma de cada quatro mulheres é analfabeta. As crianças e adultos de comunidades pobres e distantes, na área rural, as minorias étnicas e as vítimas de conflitos e desastres naturais são as maiores vítimas.


Fonte: (A UNESCO e a Educação: nossa missão)

Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue0000 33.pdf. (Acessado em: 05/02/2013)

Na sentença: “Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula.” Identifique as alternativas a seguir como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


(_) Se alterarmos a posição da vírgula na sentença, tornando-a: “Apesar do progresso alcançado em inúmeros países, a educação se encontra em crise”; pode-se afirmar que o sentido permanece o mesmo.

(_) Se acrescentarmos uma vírgula na sentença, tornando-a: “Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países, a educação se encontra em crise”; não há alteração de sentido.

(_) “Apesar do progresso alcançado” apresenta ideia de: concessão.

(_) “Apesar do progresso alcançado” quando substituído por: “Apesar de o progresso ter sido alcançado”, pode-se afirmar que o sentido se altera, mas a estrutura está gramaticalmente correta.


Assinale a alternativa que representa a ordem CORRETA:

Alternativas
Q2759074 Português

O texto a seguir é referência para as questões de 16 a 18:


Enfrentando adversidades


Apesar do progresso alcançado, em inúmeros países a educação se encontra em crise. Hoje, mais de 100 milhões de crianças – sendo que mais da metade são meninas – não terão a oportunidade de frequentar uma sala de aula. O fato de conseguir uma vaga na escola não é suficiente. No sul da Ásia e na África subsaariana, menos de 75% das crianças conseguem concluir o ensino fundamental. Os currículos obsoletos e mal adaptados, a escassez de recursos, o excesso de crianças por sala de aula e a falta de formação adequada dos professores têm como resultado um ensino de qualidade crítica.

A crise da educação se transmite de geração em geração. As crianças que hoje não recebem educação serão os analfabetos do amanhã. No mundo, hoje, cerca de 862 milhões de adultos, dois terços deles mulheres, não sabem ler nem escrever. Isso significa que uma de cada quatro mulheres é analfabeta. As crianças e adultos de comunidades pobres e distantes, na área rural, as minorias étnicas e as vítimas de conflitos e desastres naturais são as maiores vítimas.


Fonte: (A UNESCO e a Educação: nossa missão)

Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ue0000 33.pdf. (Acessado em: 05/02/2013)

Sobre o texto, a única informação INCORRETA é:

Alternativas
Q2732849 Noções de Informática

Sobre aplicativos de correio eletrônico, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2732846 Noções de Informática

A ferramenta mais indicada para realizar pesquisas na Internet é:

Alternativas
Q2732841 Noções de Informática

No BrOffice Writer 2.0, o ícone Imagem associada para resolução da questão permite:

Alternativas
Q2732839 Noções de Informática

No BrOffice Calc 2.0, Imagem associada para resolução da questão ícone representa a função:

Alternativas
Q2732838 Noções de Informática

Ao associar a fórmula abaixo em uma célula de uma planilha, o BrOffice Calc 2.0 indica um erro na construção da fórmula.


=SOMA(C1-C5)


Para que a fórmula esteja correta, deve-se substituir o traço (-) por:

Alternativas
Q2732835 Noções de Informática

Observe a seguir a imagem parcial do Windows Explorer 7.


Imagem associada para resolução da questão


A imagem Imagem associada para resolução da questão representa o(a):

Alternativas
Q2732832 Noções de Informática

Observe, na imagem abaixo, a sequência de comandos executados no sistema operacional Linux.


Imagem associada para resolução da questão


Sobre essa sequência de comandos, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2732828 Direito Ambiental

A Cota de Reserva Ambiental, de acordo com a Lei nº 12.651/2012, só poderá ser utilizada para compensar Reserva Legal de imóvel rural situado no(a) mesmo(a):

Alternativas
Q2732816 Direito Ambiental

Sobre a Logística Reversa e a Responsabilidade Compartilhada pelo Ciclo de Vida do Produto, conceitos previstos na Lei nº 12.305/2010, pode-se afirmar corretamente que são mecanismos:

Alternativas
Q2732811 Direito Ambiental

Na criação e implantação das unidades de conservação estaduais, de acordo com as regras do Sistema Estadual de Unidades de Conservação da Natureza de Rondônia (SEUC/RO):

Alternativas
Q2732810 Direito Ambiental

Sobre o Sistema Estadual de Unidades de Conservação da Natureza de Rondônia (SEUC/RO), pode-se afirmar corretamente que:

Alternativas
Q2719757 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio


asdEstou deitado na margem. Dois barcos, presos a um tronco de salgueiro cortado em remotos tempos, oscilam ao jeito do vento, não da corrente, que é macia, vagarosa, quase invisível. A paisagem em frente, conheço-a. Por uma aberta entre as árvores, vejo as terras lisas da lezíria, ao fundo uma franja de vegetação verde-escura, e depois, inevitavelmente, o céu onde boiam nuvens que só não são brancas porque a tarde chega ao fim e há o tom de pérola que é o dia que se extingue. Entretanto, o rio corre. Mais propriamente se diria: anda, arrasta-se – mas não é costume.

asdTrês metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco. São os vestígios da cheia. À esquerda, na outra margem, alinham-se os freixos que, a esta distância, por obra do vento que Ihes estremece as folhas numa vibração interminável, me fazem lembrar o interior de uma colmeia. É o mesmo fervilhar, numa espécie de zumbido vegetal, uma palpitação (é o que penso agora), como se dez mil aves tivessem brotado dos ramos numa ansiedade de asas que não podem erguer voo.

asdEntretanto, enquanto vou pensando, o rio continua a passar, em silêncio. Vem agora no vento, da aldeia que não está longe, um lamentoso toque de sinos: alguém morreu, sei quem foi, mas de que serve dizê-Io? Muito alto, duas garças brancas (ou talvez não sejam garças, não importa) desenham um bailado sem princípio nem fim: vieram inscrever-se no meu tempo, irão depois continuar o seu, sem mim.

asdOlho agora o rio que conheço tão bem. A cor das águas, a maneira como escorregam ao longo das margens, as espadanas verdes, as plataformas de limos onde encontram chão as rãs, onde as libélulas (também chamadas tira-olhos) pousam a extremidade das pequenas garras – este rio é qualquer coisa que me corre no sangue, a que estou preso desde sempre e para sempre. Naveguei nele, aprendi nele a nadar, conheço-lhe os fundões e as locas onde os barbos pairam imóveis. É mais do que um rio, é talvez um segredo.

asdE, contudo, estas águas já não são as minhas águas. O tempo flui nelas, arrasta-as e vai arrastando na corrente líquida, devagar, à velocidade (aqui, na terra) de sessenta segundos por minuto. Quantos minutos passaram já desde que me deitei na margem, sobre o feno seco e doirado? Quantos metros andou aquele tronco apodrecido que flutua? O sino ainda toca, a tarde teve agora um arrepio, as garças onde estão? Devagar, levanto-me, sacudo as palhas agarradas à roupa, calço-me. Apanho uma pedra, um seixo redondo e denso, lanço-o pelo ar, num gesto do passado. Cai no meio do rio, mergulha (não vejo, mas sei), atravessa as águas opacas, assenta no lodo do fundo, enterra-se um pouco. […]

asdDesço até a água, mergulho nela as mãos, e não as reconheço. Vêm-me da memória outras mãos mergulhadas noutro rio. As minhas mãos de há trinta anos, o rio antigo de águas que já se perderam no mar. Vejo passar o tempo. Tem a cor da água e vai carregado de detritos, de pétalas arrancadas de flores, de um toque vagaroso de sinos. Então uma ave cor de fogo passa como um relâmpago. O sino cala-se. E eu sacudo as mãos molhadas de tempo, levando-as até aos olhos – as minhas mãos de hoje, com que prendo a vida e a verdade desta hora.

(SARAMAGO, José. Deste mundo e do outro. Lisboa: Editorial Caminho, 1985. p. 35-37)


Vocabulário:


lezíria – zona agrícola muito fértil, situada na região do Ribatejo, em Portugal.


freixo – árvore das florestas dos climas temperados, de madeira clara, macia e resistente.


espadana – planta herbácea, aquática ou palustre, com folhas agudas.


loca – toca; furna; gruta pequena; esconderijo do peixe, debaixo da água, sob uma laje ou tronco submersos.


barbo – peixe vulgar de água doce.

Em “Três metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco.”, considerando a estrutura do período, pode-se dizer que o sujeito é:

Alternativas
Q2719753 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio


asdEstou deitado na margem. Dois barcos, presos a um tronco de salgueiro cortado em remotos tempos, oscilam ao jeito do vento, não da corrente, que é macia, vagarosa, quase invisível. A paisagem em frente, conheço-a. Por uma aberta entre as árvores, vejo as terras lisas da lezíria, ao fundo uma franja de vegetação verde-escura, e depois, inevitavelmente, o céu onde boiam nuvens que só não são brancas porque a tarde chega ao fim e há o tom de pérola que é o dia que se extingue. Entretanto, o rio corre. Mais propriamente se diria: anda, arrasta-se – mas não é costume.

asdTrês metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco. São os vestígios da cheia. À esquerda, na outra margem, alinham-se os freixos que, a esta distância, por obra do vento que Ihes estremece as folhas numa vibração interminável, me fazem lembrar o interior de uma colmeia. É o mesmo fervilhar, numa espécie de zumbido vegetal, uma palpitação (é o que penso agora), como se dez mil aves tivessem brotado dos ramos numa ansiedade de asas que não podem erguer voo.

asdEntretanto, enquanto vou pensando, o rio continua a passar, em silêncio. Vem agora no vento, da aldeia que não está longe, um lamentoso toque de sinos: alguém morreu, sei quem foi, mas de que serve dizê-Io? Muito alto, duas garças brancas (ou talvez não sejam garças, não importa) desenham um bailado sem princípio nem fim: vieram inscrever-se no meu tempo, irão depois continuar o seu, sem mim.

asdOlho agora o rio que conheço tão bem. A cor das águas, a maneira como escorregam ao longo das margens, as espadanas verdes, as plataformas de limos onde encontram chão as rãs, onde as libélulas (também chamadas tira-olhos) pousam a extremidade das pequenas garras – este rio é qualquer coisa que me corre no sangue, a que estou preso desde sempre e para sempre. Naveguei nele, aprendi nele a nadar, conheço-lhe os fundões e as locas onde os barbos pairam imóveis. É mais do que um rio, é talvez um segredo.

asdE, contudo, estas águas já não são as minhas águas. O tempo flui nelas, arrasta-as e vai arrastando na corrente líquida, devagar, à velocidade (aqui, na terra) de sessenta segundos por minuto. Quantos minutos passaram já desde que me deitei na margem, sobre o feno seco e doirado? Quantos metros andou aquele tronco apodrecido que flutua? O sino ainda toca, a tarde teve agora um arrepio, as garças onde estão? Devagar, levanto-me, sacudo as palhas agarradas à roupa, calço-me. Apanho uma pedra, um seixo redondo e denso, lanço-o pelo ar, num gesto do passado. Cai no meio do rio, mergulha (não vejo, mas sei), atravessa as águas opacas, assenta no lodo do fundo, enterra-se um pouco. […]

asdDesço até a água, mergulho nela as mãos, e não as reconheço. Vêm-me da memória outras mãos mergulhadas noutro rio. As minhas mãos de há trinta anos, o rio antigo de águas que já se perderam no mar. Vejo passar o tempo. Tem a cor da água e vai carregado de detritos, de pétalas arrancadas de flores, de um toque vagaroso de sinos. Então uma ave cor de fogo passa como um relâmpago. O sino cala-se. E eu sacudo as mãos molhadas de tempo, levando-as até aos olhos – as minhas mãos de hoje, com que prendo a vida e a verdade desta hora.

(SARAMAGO, José. Deste mundo e do outro. Lisboa: Editorial Caminho, 1985. p. 35-37)


Vocabulário:


lezíria – zona agrícola muito fértil, situada na região do Ribatejo, em Portugal.


freixo – árvore das florestas dos climas temperados, de madeira clara, macia e resistente.


espadana – planta herbácea, aquática ou palustre, com folhas agudas.


loca – toca; furna; gruta pequena; esconderijo do peixe, debaixo da água, sob uma laje ou tronco submersos.


barbo – peixe vulgar de água doce.

“E eu sacudo AS MÃOS molhadas de tempo [...]” (§ 6)


Substituindo corretamente os elementos destacados no fragmento por um pronome em posição proclítica, como seria reescrita a oração?

Alternativas
Respostas
8241: D
8242: B
8243: D
8244: C
8245: C
8246: D
8247: C
8248: E
8249: A
8250: C
8251: D
8252: E
8253: C
8254: E
8255: A
8256: C
8257: D
8258: A
8259: A
8260: E