Questões de Concurso Para economista

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Q3705520 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

Releia o trecho a seguir.


“É um ‘epistemicídio’ silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.”


A palavra em destaque assume, no trecho, um sentido conotativo, porque

Alternativas
Q3705519 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No trecho “A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura.”, o uso do pronome em destaque contribui para o sentido do texto ao
Alternativas
Q3705518 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


 [...]


A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No trecho “Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir.”, a manutenção da coerência textual garante-se, principalmente, pelo uso de
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Q3705517 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


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A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

A construção argumentativa do texto caracteriza-se, principalmente, por
Alternativas
Q3705516 Português

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 A IA como curadora do saber acadêmico

e o risco da superficialidade



Desde o conto A Biblioteca de Babel, escrito em 1941 por Jorge Luis Borges — escritor argentino que transformou labirintos, espelhos e bibliotecas em metáforas do infinito —, a ideia de uma biblioteca interminável vive como um fantasma luminoso na imaginação: corredores sem fim, estantes que se multiplicam até o horizonte, o murmúrio incessante de páginas que se respondem através dos séculos. Agora, esse sonho parece ter encontrado corpo — não em pedra, papel ou poeira, mas em linhas de código. A inteligência artificial generativa, com sua pressa eletrônica, atravessa em segundos o que equivaleria a anos de leitura. Não se limita a encontrar: seleciona, resume, organiza e até reescreve. O pesquisador, que antes percorria pacientemente rios de referências, tem diante de si um oceano que se deixa atravessar num sopro. Há algo de embriagante nessa promessa: conceitos densos surgem destilados, revisões bibliográficas se resolvem num clique e o labirinto do conhecimento se apresenta com um mapa pronto.


Mas mapas mentem. A bússola que a IA oferece aponta para direções já traçadas, não para territórios por descobrir. É um saber filtrado por modelos treinados em bases enviesadas, guiados por critérios invisíveis e pela lógica da predição — que não é a da compreensão. Ao assumir o papel de “curadora”, a IA decide o que merece ser visto. A seleção, antes fruto do olhar crítico do pesquisador, é terceirizada a um mecanismo que opera segundo estatísticas de co-ocorrência, padrões de popularidade e frequência de citações. O que não aparece nessa paisagem algorítmica evapora como se nunca tivesse existido. É um “epistemicídio” silencioso: não se queima o livro, apenas se apaga sua presença.


O perigo maior talvez seja a ilusão de completude. As respostas da IA, coesas e repletas de referências plausíveis, transmitem a sensação de que tudo foi coberto, que não resta brecha no campo investigado. Mas o que elas contêm não é o universo do saber, e sim o recorte que o capital digital lhes permitiu ver. Essa completude falsa é terreno fértil para uma ciência rasa, que replica consensos e esquece o que não cabe na moldura. A “biblioteca infinita” pode degenerar numa prateleira giratória de lugares-comuns.


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A biblioteca infinita é sedutora, mas não inocente. Pode ser portal ou jaula, abertura ou repetição. A pesquisa como prática emancipadora exige desconfiar das respostas fáceis, recusar o conforto da completude e reivindicar o direito de errar de corredor, tropeçar em prateleiras invisíveis, surpreender-se pelo que não se procurava. Porque, no fim, o valor de uma biblioteca não está em caber inteira na palma da mão, mas em continuar sendo um território onde a busca transforma quem busca.



TELES, Gabriel. A IA como curadora do saber acadêmico e

o risco da superficialidade. Jornal da USP. Disponível em:

https://jornal.usp.br/?p=931123. Acesso em: 9 set. 2025. 

No último parágrafo do texto, o autor conclui que
Alternativas
Q3695386 Economia
Sobre a estrutura a termo das taxas de juros, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Demonstra a relação entre as taxas de juros de uma determinada classe de títulos e os respectivos custos.
( ) Pode ser explicada a partir da taxa real pura de juros esperada, da taxa de inflação esperada sobre toda a vida do ativo e do prêmio pelo risco.
( ) As teorias que explicam a relação entre as taxas de juros na estrutura a termo são a teoria das taxas lineares e teoria de preferência pelo imobilizado.
( ) A taxa real pura esperada é o valor do dinheiro no tempo livre de inflação; ela compõe toda a taxa de juros, influenciando o custo do dinheiro no tempo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3695385 Administração Geral
Sobre Environmental, Social and Governance (ESG), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) tem por objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas selecionadas pelo seu reconhecido comprometimento com a sustentabilidade empresarial, uma vez que as práticas ESG (ambiental, social e de governança corporativa) contribuem para a perenidade dos negócios.
II. ESG é usado de métrica para nortear boas práticas de negócios, avaliando os impactos ambientais e sociais da cadeia de negócios, as emissões de carbono, a gestão dos resíduos e rejeitos oriundos de determinada atividade, questões trabalhistas e de inclusão de trabalhadores, dentre outras.
III. Socialmente, os temas de medição de ESG podem ser: diversidade e inclusão, tratamento igualitário na remuneração de homens e mulheres e outros grupos específicos, níveis de remuneração, riscos relativos a trabalho infantil ou forçado na empresa e em fornecedores, saúde e segurança, entre outros.
IV. No mundo atual, no qual as empresas são acompanhadas de perto pelos seus diversos stakeholders, ESG é a indicação de solidez, custos mais baixos, melhor reputação e maior resiliência em meio às incertezas e vulnerabilidades.
Alternativas
Q3695384 Direito Penal
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as leis às respectivas características.

Coluna 1
1. Lei nº 8.137/1990.
2. Lei nº 7.492/1986.
3. Lei nº 9.613/1998.

Coluna 2
( ) Define os crimes contra o sistema financeiro nacional, e dá outras providências. De acordo com o art. 1º, “Considera-se instituição financeira, para efeito desta lei, a pessoa jurídica de direito público ou privado, que tenha como atividade principal ou acessória, cumulativamente ou não, a captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros (Vetado) de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, ou a custódia, emissão, distribuição, negociação, intermediação ou administração de valores mobiliários”.
( ) Define crimes contra a ordem tributária, econômica e contra as relações de consumo, e dá outras providências. De acordo com o art. 1º, “Constitui crime contra a ordem tributária suprimir ou reduzir tributo, ou contribuição social e qualquer acessório [...]”.
( ) Segundo o art. 1º, apresenta como crime “Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal.
( ) Dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), e dá outras providências.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3695383 Conhecimentos Bancários
Sobre o Acordo de Basileia, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O Comitê de Basileia, criado em 1974 no âmbito do Banco de Compensações Internacionais (Bank for International Settlements – BIS), tem por objetivo reforçar a regulação, a supervisão e as melhores práticas bancárias para a promoção da estabilidade financeira.
II. O Acordo de Basileia I (1988) estabeleceu recomendações para as exigências mínimas de capital para instituições financeiras internacionalmente ativas para fins de mitigação do risco de crédito.
III. O Basileia II introduziu três pilares para a regulação prudencial. Em resumo, pode-se destacar os seguintes pilares: pilar 1 — critérios para o cálculo dos requerimentos mínimos de capital (riscos de crédito, mercado e operacional); pilar 2 — princípios de supervisão para a revisão de processos internos de avaliação da adequação de capital; e pilar 3 — incentivo à disciplina de mercado por meio de requerimentos de divulgação ampla de informações relacionadas aos riscos assumidos pelas instituições.
IV. O arcabouço das recomendações conhecidas como “Basileia III” é a resposta à crise financeira internacional de 2007/2008. Têm como objetivo o fortalecimento da capacidade de as instituições financeiras absorverem choques provenientes do próprio sistema financeiro ou dos demais setores da economia, reduzindo o risco de propagação de crises financeiras para a economia real, bem como eventual efeito dominó no sistema financeiro em virtude de seu agravamento.
Alternativas
Q3695382 Administração Geral
Sobre inovação, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Segundo Tidd, Bessant e Pavitt, “A inovação é uma questão de conhecimento – criar novas possibilidades por meio da combinação de diferentes conjuntos de conhecimentos”.
( ) Na estratégia racionalista a empresa deve estar preparada para adaptar sua estratégia em face de nova informação e conhecimento, que ela deve conscientemente buscar obter.
( ) O financiamento das empresas de base tecnológica e inovadora são iguais aos demais empreendimentos, portanto o financiamento inicial do empreendimento é normalmente baseado em fluxo de caixa derivado de vendas antecipadas.
( ) Os “4 Ps” da inovação envolvem as seguintes categorias: inovação de produto, processo, posição e paradigma.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3695381 Economia
Sobre o orçamento empresarial, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Um orçamento é um plano detalhado do futuro que em geral é expresso em termos quantitativos formais.
II. O orçamento contínuo é um orçamento de 12 meses que passa um mês (ou trimestre) para frente quando o mês atual (ou trimestre) acaba.
III. O orçamento de produção é um plano detalhado que mostra diversos recursos que serão adquiridos e usados ao longo de determinado período de tempo.
dIV. A demonstração de resultados orçada mostra as relações com os fornecedores, o que poderá facilitar as negociações futuras. 
Alternativas
Q3695380 Economia
Sobre análise de risco e dividendos, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em um investimento, existe o risco sistemático, que afeta um único ativo ou um pequeno grupo de ativos e o risco não sistemático, que é qualquer risco que influencia um grande número de ativos, cada um em maior ou menor grau.
( ) Em uma grande carteira, o risco sistemático pode ser diversificado, ao contrário do risco não sistemático. Por isso a preocupação principal do investidor diversificado deve ser com o risco não sistemático e não com o risco sistemático de cada título da carteira.
( ) No que diz respeito ao direito do acionista ao recebimento de dividendos, a Lei Societária Brasileira estabelece que os acionistas têm direito de receber como dividendo obrigatório, em cada exercício, a parcela dos lucros estabelecida no estatuto e, na ausência deste, o que é estabelecido na Lei.
( ) Quando o estatuto for omisso quanto ao percentual de lucros a ser distribuído aos acionistas, a lei estabelece que o dividendo deve corresponder a 50% do lucro líquido do exercício diminuído ou acrescido da importância destinada à constituição da reserva legal e da importância destinada à formação da reserva para contingências. Se a assembleia geral deliberar para incluir a cláusula omissa sobre norma de dividendos, o percentual mínimo deve ser de 25% do lucro líquido ajustado.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3695379 Análise de Balanços
Sobre capital próprio, de terceiros e alavancagem financeira, analise as informações simplificadas de uma empresa hipotética a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Sobre o assunto, analise as afirmações abaixo:
1. Pela participação de recursos de terceiros, o retorno dos acionistas é de 32%.
2. O retorno dos acionistas é alavancado em 60% pela participação de dívidas no financiamento dos ativos.
3. O Retorno sobre o Ativo (ROA) e o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) é de 20,0% e 32% respectivamente.
4. O Grau de Alavancagem Financeira (GAF) é de 1,6.
5. O Lucro Operacional de R$ 12.800,00, demonstrado após despesas financeiras, e o Ativo Circulante de R$ 30.000,00 evidencia a ausência de alavancagem financeira.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3695378 Análise de Balanços
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os indicadores aos respectivos grupos ou áreas de análise a que pertencem.

Coluna 1
1. Retorno sobre o Ativo (ROA).
2. Múltiplo de Valor da Empresa (VE).
3. Índice de Cobertura de Juros.
4. Índice de Caixa.
5. Prazo Médio de Estocagem (PME).

Coluna 2

( ) Indicadores de solvência de curto prazo ou de liquidez.
( ) Indicadores de solvência de longo prazo ou de alavancagem financeira.
( ) Indicadores de gestão de ativos ou de giro.
( ) Indicadores de lucratividade.
( ) Indicadores de valor de mercado.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3695377 Conhecimentos Bancários
Sobre o Sistema Financeiro Nacional, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é formado por um conjunto de entidades e instituições que promovem a intermediação financeira, isto é, o encontro entre credores e tomadores de recursos.
II. O Banco Central (BC) é o guardião dos valores do Brasil. Para manter a inflação sob controle, o BC executa a estratégia estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão responsável por elaborar as políticas de moeda e de crédito no país.
III. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é um órgão normativo do Sistema Financeiro Nacional (SFN) e está vinculada ao Ministério do Planejamento. Possui personalidade jurídica e patrimônio próprio, é dotada de autoridade administrativa independente e está subordinada hierarquicamente ao BC.
IV. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) integra o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), é gestor dos recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e de outros fundos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). 
Alternativas
Q3695376 Matemática Financeira
O administrador financeiro de uma empresa estava para fazer um investimento de R$ 150.000,00 que iria gerar um fluxo de caixa positivo a partir do primeiro ano, mas estava em dúvida se o investimento era viável dentro das expectativas de mercado, prazo de retorno e valor presente líquido. As projeções apontaram o fluxo de caixa da Figura 3 a seguir e a Taxa Mínima de Atratividade (TMA) pretendida é de 10% ao ano.
Imagem associada para resolução da questão Figura 3

Sobre o assunto, analise as afirmações abaixo:

1. O payback simples do fluxo de caixa indica recuperação do investimento no terceiro ano.
2. O investimento não deverá ser executado uma vez que a TIR é menor que a TMA de 10% a.a.
3. O payback descontado é de 3 anos e 9 meses.
4. O valor presente do fluxo de caixa no segundo ano é de R$ 41.322,31.
5. O Valor Presente Líquido é de R$ 8.493,27, ratificando que o projeto é viável.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3695375 Matemática Financeira
Quais são, respectivamente, o montante e a taxa anual efetiva de um financiamento de R$ 300.000,00 contratado à taxa nominal de 10% a.a. com capitalização semestral (nominal)? 
Alternativas
Q3695374 Matemática Financeira
Quais são, respectivamente, as taxas de juros mensal e trimestral equivalentes a 20% ao ano?
Alternativas
Q3695373 Estatística
A análise de dados através da estatística é fundamental no mundo dos negócios. Nesse sentido, analise as afirmações abaixo:

1. O histograma é um gráfico de barras vertical que representa a distribuição de frequência de uma variável quantitativa (discreta e contínua), muito semelhante ao diagrama de Pareto.
2. A média é a soma do total de valores de determinada variável (discreta ou contínua) dividida pelo número total de observações. A moda de uma série de dados é a observação que ocorre com maior frequência. Já a medida de tendência central é a mediana.
3. Uma das medidas separatrizes são os quartis, que correspondem a medidas de posição que dividem um conjunto de dados, ordenados em forma crescente, em quatro partes com dimensões iguais.
4. Uma variável aleatória pode ser caracterizada como variável que apresenta um valor único para cada elemento, sendo esse valor determinado aleatoriamente. Ela pode ser discreta, que é aquela que assume valores em um conjunto enumerável, não podendo assumir valores decimais ou não inteiros, e variável aleatória contínua, àquela que pode assumir diversos valores num intervalo de números reais.
5. A distribuição de probabilidade mais utilizada e importante é distribuição normal, conhecida como distribuição Gaussiana. Através dela é possível modelar uma infinidade de fenômenos naturais, estudos do comportamento humano, processos industriais, entre outros.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q3695372 Matemática Financeira
A Figura 2 a seguir apresenta uma carteira de ações composta por quatro ativos, o retorno médio de cada ativo no último mês e a respectiva porcentagem investida em cada um deles.
Imagem associada para resolução da questão

Qual é o retorno médio da carteira? 
Alternativas
Respostas
561: D
562: C
563: A
564: B
565: C
566: E
567: A
568: C
569: A
570: C
571: D
572: E
573: B
574: E
575: D
576: D
577: B
578: B
579: E
580: B