Foram encontradas 327 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3167598 Português
Considere as orações e analise o que se pede a seguir:

I – Os livros foram lidos pelos alunos.
II – Abrir-se-ão novos cursos naquela faculdade.
III – Errando, prejudicamo-nos a nós mesmos.

Os termos em negrito estão respectivamente apresentados:
Alternativas
Q3167597 Português
Identifique a alternativa em que o verbo destacado não está na voz reflexiva:
Alternativas
Q3167596 Português
Analise as frases a seguir:

I – O bom de tudo isso é que ele se regenerou.
II – O engraçado desse fato é que ele nem percebeu que cometera uma gafe.
III – Essa história é muito engraçada.
IV – “A vida é combate que os fortes abate”. (Gonçalves Dias)
V – Eram pessoas extremamente fortes.

Indique a alternativa em que nas frases o adjetivo aparece substantivado:
Alternativas
Q3167595 Português
Analise as orações a seguir e indique a opção que o período é composto por subordinação:
Alternativas
Q3167594 Português
Nas alternativas abaixo, indique aquela em que contenha erro no emprego do pronome demonstrativo:
Alternativas
Q3167593 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas abaixo:

I - De repente, deu-lhe um livro para ________ler.
II – Ele trouxe um presente para ________.
III – Nada mais há entre _______e você.
IV – Sempre houve problemas entre ______e ti.
V - José, espera, vou ________.

Nessas condições, identifique a alternativa correta:
Alternativas
Q3167592 Português
O CORONEL E O LOBISOMEM

  - Toma! Toma!

  A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava comigo. Vendo a demanda finada, gritei:

    -Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é pai de todos os viventes deste mundo.

    Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo, ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:

  -Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado. Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou de emprego apalavrado com o povo do governo.

   Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado, fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem. Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença firmada. Concedi passaporte ao condenado:

   - Estais livre!

   Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.

(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
Nas alternativas abaixo assinale V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações de em conformidade com o trecho a seguir. Durante a abriga, a escuridão era total como provam as passagens:

( )...”vadiagem das trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas.”
( )...”escutei, vinda de longe, saída das trevas profundas, uma vozinha implorar...”
( )“Na lua que vem tiro meu tempo de penitência...”
( )“E toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença.”
( )“A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes.”

Nessas condições, identifique a alternativa correta:
Alternativas
Q3167591 Português
O CORONEL E O LOBISOMEM

  - Toma! Toma!

  A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava comigo. Vendo a demanda finada, gritei:

    -Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é pai de todos os viventes deste mundo.

    Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo, ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:

  -Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado. Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou de emprego apalavrado com o povo do governo.

   Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado, fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem. Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença firmada. Concedi passaporte ao condenado:

   - Estais livre!

   Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.

(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
Observe que o Coronel Ponciano de Azeredo Furtado, o narrador, ora emprega a 1ª pessoa gramatical (Liberei de novo mão de pilão...), ora se refere ao coronel como a uma 3ª pessoa (a primeira braçadeira largada pelo coronel...). Assinale a alternativa que justifica tal atitude:
Alternativas
Q3167590 Português
O CORONEL E O LOBISOMEM

  - Toma! Toma!

  A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava comigo. Vendo a demanda finada, gritei:

    -Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é pai de todos os viventes deste mundo.

    Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo, ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:

  -Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado. Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou de emprego apalavrado com o povo do governo.

   Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado, fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem. Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença firmada. Concedi passaporte ao condenado:

   - Estais livre!

   Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.

(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
Nas alternativas abaixo, indique a única passagem que não justifica o que se afirmou no item anterior:
Alternativas
Q3167589 Português
O CORONEL E O LOBISOMEM

  - Toma! Toma!

  A primeira braçadeira ligada pelo coronel fez o maior desatino na pessoa do demandista. Desarmou o bocal do lobisomem, de espirrar dente e gengiva. Na força do repuxão, o penitente foi varejado longe, em distância de vinte braças, no barato. Bateu de costal numa cerca de angico e voltou sortido de deliberações. Liberei de novo a mão de pilão no fofo da barriga lá dele – a munheca de Ponciano, não encontrando resistência de osso, só parou na raiz das costelas. Foi nesse entrementes que o lobisomem soltou aquele berro agoniado e no fim do berro já meus dedos de torniquete seguravam o cativo onde gosto de segurar: na gargantilha. Aí até achei graça da discórdia, uma vez que a comandância da rixa estava comigo. Vendo a demanda finada, gritei:

    -Estais em poder do Coronel Ponciano de Azeredo Furtado e dela não saireis, a não ser pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é pai de todos os viventes deste mundo.

    Como no caso da sereia, tratei a encantação em termos de cerimônia, sois-isso, sois-aquilo, dentro dos conformes por mim aprendidos em colégio de frade a dez tostões por mês. Desse modo, ficava logo estipulado que o cativo não andava em mão de um coronelão do mato, despido de letras e aprendizados, uma vez que vadiagem em trevas leva muito em conta a instrução dos demandistas. No presente caso do lobisomem, nem careci de empregar outras sabedorias. Mal dei a conhecer a sentença (“Dó meu poder não saireis”), escutei, vinda de longe, saída das profundas, uma vozinha implorar mais ou menos assim:

  -Tenha pena de mim, Coronel Ponciano de Azeredo Furtado. Sou um lobisomem amedrontado, corrido de cachorro, mordido de cobra. Na lua que vem, tiro o meu tempo de Penitência e já estou de emprego apalavrado com o povo do governo.

   Em presença de petição tão dorida, de penitente cansado, fiquei sem saber que partido tomar: do torniquete ou do lobisomem. Mas de pronto, meu coração molenga resolveu derrogar a sentença firmada. Concedi passaporte ao condenado:

   - Estais livre!

   Afrouxei o torniquete e aquela goela peluda sem tardança deixou o aro dos meus dedos. Cabeça derreada, olhar já sem brasa de lamparina, mergulhou o penitente na noite dos pastos. A Lua, de novo descompromissada de nuvem, voltou ao clareado de antes. E de toda essa labuta ficou um resto de enxofre no recinto da desavença. Sei lá se da minha garrucha, sei lá se do lobisomem.

(O Coronel e o Lobisomem. Edições O Cruzeiro, Rio de Janeiro, 1965)
O Coronel estava, no texto, relatando a sua luta com o lobisomem. Assinale a alternativa que apresenta o que ele procura salientar:
Alternativas
Q3016433 Pedagogia
Sobre o ambiente educacional e familiar, analisar a sentença abaixo:

A família é o primeiro ambiente de socialização do indivíduo, e uma das principais instituições mediadoras dos padrões e modelos culturais. É transmissora de valores, crenças, ideias e significados presentes na sociedade, portanto exerce uma forte influência no comportamento dos indivíduos, especialmente nas crianças. (1ª parte). Podemos afirmar que pensar a relação da família com a escola não é uma função dos profissionais da Educação Infantil. (2ª parte).

A sentença está:
Alternativas
Q3016432 Pedagogia
Sobre disciplinas e limites, analisar a sentença abaixo:

Podemos afirmar que a responsabilidade no ensino e cobrança da disciplina e dos limites deve ser exclusivamente da família, considerando que a maior parte do tempo da criança está com seus familiares é lá que os valores essenciais de comportamento devem ser ensinados, a escola deve preocupar-se unicamente em transferir conhecimentos. (1ª parte). Ao ajustar os limites e a disciplina na Educação Infantil, estamos ensinando às crianças as noções de respeito, responsabilidade e autoridade. Os limites e a disciplina são necessários para que elas saibam o que é esperado delas em determinadas situações, estabelecendo regras e normas que as ajudam a se desenvolver de forma saudável e equilibrada. (2ª parte).

A sentença está: 
Alternativas
Q3016431 Pedagogia
Sobre a Acessibilidade na Educação Infantil, analise as assertivas a seguir:

I. A acessibilidade na Educação Infantil é fundamental para garantir que todas as crianças tenham igualdade de oportunidades de aprendizado.
II. A acessibilidade na Educação Infantil envolve a adaptação de espaços físicos, materiais didáticos e metodologias de ensino para atender às necessidades individuais de cada criança.
III. A acessibilidade na Educação Infantil não beneficia as crianças sem deficiência, pois esta promove o aprendizado sobre a diversidade e a empatia somente para crianças com diagnóstico.

Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3016430 Pedagogia
A respeito da higiene pessoal, marcar (V) para as afirmativas Verdadeiras, (F) para as Falsas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O desenvolvimento dos hábitos de higiene pelos pequenos nem sempre é uma tarefa fácil, mas iniciar esse processo o quanto antes e reforçar sua relevância diariamente faz com que, com o tempo, as crianças se acostumem e realizem os cuidados sem questioná-los.
( ) As áreas para higiene pessoal devem ser bem cuidadas, como as pias, privadas baixas, toalhas individuais, também as escovas de dente devem ser guardadas de modo que permaneçam limpas e sejam reconhecidas individualmente por cada crianças. Recomenda-se que nessas áreas, não tenha espelhos, pois configura risco à segurança das crianças quando elas estiverem sozinhas no banheiro.  
( ) A higiene pessoal é o conjunto de cuidados em relação ao corpo, essencial para a prevenção de doenças. Quando essas ações são iniciadas (e ensinadas) na infância, configura-se a chamada higiene pessoal infantil. Algumas dessas práticas são tomar banho, lavar e pentear os cabelos, escovar os dentes e lavar as mãos.  
Alternativas
Q3016429 Pedagogia
Sobre a socialização da criança, analise as assertivas a seguir:

I. Podemos afirmar que a Educação Infantil deve proporcionar experiências que favoreçam a formação pessoal e social da criança. Desta forma, o que realmente importa é acumular dados, acrescentar fatos, conteúdos, reunir quantidades externas e transferir para as bases cognitivas internas das crianças todas as informações possíveis.
II. A socialização na Educação Infantil é uma das habilidades aperfeiçoadas durante o desenvolvimento cognitivo da criança e representa uma parte muito importante para a formação e o amadurecimento psicológico das crianças.
III. A socialização torna possível à criança a compreensão do mundo, por meio das experiências vividas, ocorrendo paulatinamente a necessária interiorização das regras afirmadas pela sociedade. Nesse início de vida a família e a escola serão os mediadores primordiais, apresentando e significando o mundo social.

Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q3016428 Pedagogia
Sobre a mediação da aprendizagem, analisar a sentença abaixo:

A mediação da aprendizagem é o processo de intervenção de um elemento intermediário numa relação que deixa de ser direta e passa a ser mediada por elementos que servem como mediadores na atividade da criança. (1ª parte). Podemos afirmar que o processo de mediação da aprendizagem é desnecessário no contexto educativo pelos educadores, visto que sua utilização no contexto pedagógico pode causar estagnação do desenvolvimento da inteligência da criança. (2ª parte).
A sentença está: 
Alternativas
Q3016427 Pedagogia
A respeito das Integração Escolar, marcar (V) para as afirmativas Verdadeiras, (F) para as Falsas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência, de cima para baixo, CORRETA:

( ) Na integração escolar os alunos com deficiência, se não contemplarem a normalização, não podem ser agrupados em salas especiais dentro da escola regular.
( ) A integração escolar é a prática de inserir parcialmente os alunos com deficiências em centros especializados ou em sala de aula regular numa série de possibilidade educacional.
( ) O princípio da integração escolar norteou, por muito tempo, os ideais da Educação Especial, trata-se de um processo que visa a integrar o aluno à escola, gerando meios para que o aluno com necessidades especiais se integre graças ao atendimento que lhe é oferecido, nesse modelo ao invés de a escola ter que se adequar ao aluno, o aluno é que deve se adequar-se à escola.
Alternativas
Q3016426 Pedagogia
Sobre a Educação Inclusiva, analisar a sentença abaixo:

A educação inclusiva não possui relevância para a sociedade, somente para o sistema de ensino, afinal é através das pesquisas e estudos realizados no contexto educacional que o mundo avança de forma constante em todos os campos do saber. (1ª parte). A educação inclusiva promoveu uma quebra de tabus e paradigmas  no ambiente de ensino e por isso é tão importante que esta de fato aconteça na escola. (2ª parte). A partir do século XX, gradativamente, alguns cidadãos começam a valorizar o público deficiente e merge a nível mundial através de movimentos sociais de luta contra a discriminação em defesa de uma sociedade inclusiva. (3ª parte).

A sentença está:
Alternativas
Q3016425 Pedagogia
A respeito das práticas pedagógicas que envolvem atividades lúdicas, marcar (V) para as afirmativas Verdadeiras, (F) para as Falsas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A incorporação de brincadeiras, jogos e brinquedos na prática pedagógica podem desenvolver diferentes atividades que contribuem para inúmeras aprendizagens e para a ampliação da rede de significados construtivos tanto para as crianças como para os jovens.
( ) Na Educação Infantil, a utilização de jogos e brincadeiras, possibilita compreender o desenvolvimento da criança pela forma e pela linguagem lúdica específicas da infância.
( ) Embora a construção de conhecimentos possa estar presente nas atividades lúdicas, não se pode esperar que isso aconteça pela interação e troca de ideias com os colegas, mesmo sendo atividades pedagogicamente planejadas. 
Alternativas
Q3016424 Pedagogia
Sobre a Base Nacional Comum Curricular, etapa da Educação Infantil, Campo de Experiência “Corpo, Gestos e Movimentos”, é um objetivo de aprendizagem e desenvolvimento, de crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses): 
Alternativas
Respostas
161: D
162: D
163: E
164: D
165: D
166: C
167: B
168: A
169: D
170: C
171: B
172: C
173: B
174: C
175: D
176: B
177: B
178: D
179: C
180: A