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Q3833930 Contabilidade Pública
O reconhecimento e a mensuração de ativos imobilizados no setor público exigem a aplicação de procedimentos técnicos rigorosos para refletir o declínio do potencial de serviços ou dos benefícios econômicos futuros. A depreciação, como um desses procedimentos, possui regras específicas quanto ao seu início, cessação e revisão periódica, de acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP) e a NBC TSP 07. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I- A depreciação de um ativo inicia-se quando ele está disponível para uso, ou seja, quando está no local e em condição necessária para funcionar da maneira pretendida pela administração.
II- O valor residual e a vida útil de um ativo devem ser revisados pelo menos ao final de cada exercício financeiro e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, as alterações devem ser contabilizadas como mudança de política contábil.
III- A depreciação não cessa quando o ativo se torna ocioso ou é retirado do uso ativo, a menos que o ativo esteja inteiramente depreciado ou seja classificado como mantido para venda.
IV- Bens de natureza cultural, como monumentos e obras de arte, são sempre sujeitos à depreciação mensal obrigatória, independentemente de sua vida útil ser considerada indefinida.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS
Alternativas
Q3831981 Matemática

Considere a figura retangular ABCD:

Imagem associada para resolução da questão


Sabendo-se que a região plana escura, também retangular, tem perímetro de 36 cm, a área dessa região é de 

Alternativas
Q3831980 Matemática
Considere 8 m2 a área da superfície plana do tampo de uma grande mesa retangular de reuniões. Uma nova mesa, menor, foi fabricada com a medida da largura correspondendo a 3/4 e a medida do comprimento correspondendo a 3/4 das medidas de largura e comprimento da mesa original. Sendo assim, a área da superfície plana do tampo da menor mesa é de 
Alternativas
Q3831979 Matemática
O gráfico a seguir apresenta informações sobre a distribuição do grau de instrução dos candidatos inscritos nos concursos de 2023 e 2025 para cargos em um mesmo município: Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que o número de inscritos para o concurso de 2023 foi 4/5 do número de inscritos para o concurso de 2025, o número de inscritos com Ensino Superior Completo no concurso de 2025 correspondeu, do número de inscritos com Ensino Superior Completo no concurso de 2023, a
Alternativas
Q3831978 Matemática
Uma reportagem publicada em outubro de 2025 na inter­net afirma que, da quantidade de praias pesquisadas no Brasil, 69,3% estão contaminadas por microplástico.
Se, por meio da reportagem, é possível concluir que foram identificadas 710 praias contaminadas por microplástico, então é correto afirmar que a quantidade de praias pesquisadas é um número que está entre 
Alternativas
Q3831977 Matemática
A tabela a seguir apresenta algumas informações mensais, do último trimestre de 2025, sobre o controle de unidades de certo produto X em determinado estoque. Como pode ser identificado na tabela, três dados foram omitidos: Imagem associada para resolução da questão
Com base nas informações apresentadas, é correto afirmar que a diferença entre o número de unidades consumidas em novembro e o número de unidades compradas em dezembro, do produto X, é de
Alternativas
Q3831976 Raciocínio Lógico
Fulano e Beltrano trabalham em regime diferenciado. A cada 4 dias sucessivamente trabalhados, Beltrano folga somente no dia seguinte, e a cada 6 dias sucessivamente trabalhados, Fulano folga somente no dia seguinte. No dia 01.03.2026, está previsto que ambos estarão de folga.
Sabendo que Fulano e Beltrano trabalham e folgam independentemente de os dias serem úteis ou não, o dia imediatamente após 01.03.2026 em que ambos estarão simultaneamente de folga será em
Alternativas
Q3831975 Raciocínio Lógico
A impressão de certa quantidade de material em uma gráfica é feita por impressoras do mesmo tipo, trabalhando ao mesmo tempo, e com a mesma capacidade de impressão. Para a impressão dessa quantidade de material, utilizam-se 4 impressoras trabalhando simultaneamente e de forma ininterrupta por 5 horas. Na última vez em que se produziu essa quantidade de material, utilizaram-se apenas 3 impressoras, pois uma das quatro impressoras estava falhando.
Sendo assim, o tempo utilizado para a impressão nessa última vez foi de
Alternativas
Q3831974 Matemática
Certa verba recebida do governo estadual foi dividida entre três secretarias municipais de um mesmo município da seguinte forma: a terça parte da verba ficou com a secretaria 1; três quintos do que não ficou com a secretaria 1 ficou com a secretaria 2; o restante, que correspondia a 1,5 milhão de reais, ficou com a secretaria 3.
A verba recebida do governo estadual, em milhões de reais, foi de
Alternativas
Q3831973 Matemática
Em três dias, foram fabricadas 1.452 unidades de determinado produto. No segundo dia, foi fabricado o dobro do número de unidades fabricadas no primeiro dia, enquanto, no terceiro dia, foi fabricado o número de unidades fabricadas no segundo dia, acrescido da metade desse número.
O número de unidades que foram fabricadas no segundo dia foi
Alternativas
Q3831972 Matemática
Segundo informação publicada na página eletrônica da Secretaria da Saúde de Nova Odessa, o município recebeu, do governo federal, uma verba para ser aplicada em melhorias na saúde. De acordo com o secretário municipal de saúde de Nova Odessa, do montante total recebido, certo valor será utilizado em exames de alta complexidade para diagnósticos, e o valor restante, que corresponde à maior parte, será empregado em insumos de uso diário na UTI.
Sabendo que a razão entre as duas partes identificadas é 2/3, o valor que será utilizado em exames de alta complexidade corresponde, do total recebido, a 
Alternativas
Q3831971 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Considere as seguintes passagens:
•  Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. (1o parágrafo) •  Ah, se essas bacias falassem! (2o parágrafo) •  Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. (2o parágrafo)

No contexto da crônica, as expressões destacadas têm como referências, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3831970 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
A concordância e a regência estão de acordo com a norma-padrão em: 
Alternativas
Q3831969 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Considere as seguintes passagens:
•  E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido… (1º parágrafo)
•  Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca. (2º parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3831968 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Na passagem do 1º parágrafo “… não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca.”, o narrador
Alternativas
Q3831967 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
De acordo com o texto, o retorno do narrador à cidade materna foi marcado 
Alternativas
Q3831966 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
A colocação pronominal atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q3831965 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as seguintes passagens:
•  A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica… (2º parágrafo)
•  Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo… (4º parágrafo)
•  E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo. (4º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3831964 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q3831963 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Na frase do 1º parágrafo “O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.”, o termo destacado indica que o Brasil
Alternativas
Respostas
3541: C
3542: E
3543: B
3544: C
3545: C
3546: B
3547: D
3548: D
3549: E
3550: B
3551: D
3552: E
3553: A
3554: C
3555: A
3556: B
3557: D
3558: C
3559: B
3560: D