Questões de Concurso Para psicólogo escolar

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Q3392245 Psicologia
Ao atuar com formação de educadores, o psicólogo deve considerar que
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Q3392244 Pedagogia

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei no 9.394/96) aponta que a função social da escola e da família está diretamente relacionada ao desenvolvimento integral da criança e do adolescente.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente o papel dessas instituições na formação dos indivíduos. 

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Q3392243 Psicologia

Ana é uma psicóloga infantil que estuda o comportamento de crianças em diferentes contextos. Em suas pesquisas, ela percebe que o desenvolvimento infantil não acontece de maneira linear, mas sim por avanços e retrocessos, com momentos de crise e contradição. Além disso, nota que fatores biológicos e sociais interagem constantemente, influenciando o desenvolvimento das crianças de maneiras diversas e dinâmicas.


Para o autor Henri Wallon, nesse cenário observado pela psicóloga, considerando a existência de fenômenos contraditórios, orgânicos e sociais, a melhor atitude metodológica a ser utilizada é

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Q3392242 Psicologia
Para Vygotsky, a base do salto qualitativo da psicologia animal para a psicologia humana é a
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Q3392241 Psicologia

João, um menino de 6 anos, está brincando com seus colegas na escola quando a professora percebe que ele sempre segue as regras do jogo sem questioná-las. Quando um amigo tenta mudar uma regra, João insiste que isso não pode ser feito pois “a professora disse que tem que ser assim”. Ele obedece às normas principalmente porque teme ser repreendido pelos adultos e por acreditar que as regras são imutáveis, estabelecidas por autoridades superiores.


De acordo com Piaget, o estágio do desenvolvimento moral em que João se encontra é denominado 

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Q3392240 Psicologia
Em Psicologia do Desenvolvimento, sabe-se que, ao longo da infância, o crescimento da capacidade de atenção seletiva pode depender da habilidade executiva de supressão voluntária de respostas indesejadas, ou seja,
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Q3392239 Psicologia
No trabalho em escola, o psicólogo tem constante interação com outros profissionais. Nesse contexto, é importante destacar que o Código de Ética Profissional do Psicólogo afirma, em seu artigo 6o , que o psicólogo, no relacionamento com profissionais não psicólogos,
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Q3392238 Psicologia

Joana é uma psicóloga escolar que está conduzindo uma pesquisa sobre como o ambiente escolar influencia o comportamento dos estudantes. Para entender esse impacto, ela manipula fatores, como o tipo de atividades realizadas em sala de aula e as condições de iluminação, a fim de observar como essas variáveis afetam o desempenho dos alunos.


Com base no contexto apresentado, em metodologia de pesquisa em Psicologia, os fatores que Joana controla ou manipula para determinar seu efeito sobre o comportamento dos alunos são chamados de variáveis

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Q3392233 Noções de Informática

Analise a seguinte planilha, criada no MS Excel 365, em sua configuração padrão:

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa em que a fórmula, se vinculada à célula E5, traria o resultado apresentado.



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Q3392232 Noções de Informática

Um analista, utilizando o MS-Word 365, em sua configuração padrão, escreveu o seguinte conteúdo em um documento:


Item Código Produto

A 102 Batata

B 2838 Arroz

C 3737 Frango


Em seguida, selecionou todo o texto e realizou algumas ações para transformá-lo na seguinte tabela:

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que apresenta corretamente as ações realizadas pelo analista.

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Q3392230 Raciocínio Lógico

Considere a seguinte afirmação:


Se estou participando deste concurso, então tenho o Ensino Superior completo.


Assinale a alternativa que contém uma afirmação logicamente equivalente à afirmação apresentada.

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Q3392229 Raciocínio Lógico

 A sequência numérica 1, 2, 3, 4, 6, 7, 8, 9, 11, 12, 13, 14, 16, ... apresenta um único padrão de formação.


Sabendo-se que o primeiro elemento dessa sequência é o número 1, seu trigésimo elemento é o número

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Q3392228 Matemática

Considere a seguinte informação, divulgada na página eletrônica da Agência Brasil, em 17.05.2024:


No Brasil, das [x] milhões de pessoas com idade igual ou superior a 15 anos, 151,5 milhões sabem ler e escrever ao menos um bilhete […]. Em números proporcionais, o resultado indica taxa de alfabetização em 93%, em 2022, e, consequentemente, a taxa de analfabetismo foi 7% do contingente populacional.


Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/ geral/noticia/2024-05/taxa-de-alfabetizacao-chega-93-da- -populacao-brasileira-revela-ibge. Adaptado)


Considerando que x milhões de pessoas seja o contingente populacional em questão, que 151,5 milhões de pessoas corresponda à taxa de alfabetização apresentada, e que a taxa de analfabetismo corresponda à diferença entre x milhões e 151,5 milhões de pessoas, o número aproximado de pessoas consideradas nessa taxa de analfabetismo é de

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Q3392227 Matemática
. Em uma escola, a quadra de esportes, no formato retangular, tem área de 180 m2 , sendo a diferença entre as medidas do maior e do menor lados dessa quadra igual a 3 m. A razão entre as medidas do menor e do maior lados dessa quadra de esportes é igual a
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Q3392226 Matemática
Em um grupo de pessoas que responderam a uma pesquisa contendo apenas uma pergunta direcionada com as respostas “Sim”, “Não” e “Não Sei”, sabe-se que 30 pessoas responderam “Não” e 20 pessoas responderam “Não Sei”. No gráfico de setores que foi construído para representar as quantidades de respostas dadas à pergunta, identificou-se que o setor correspondente à resposta “Não Sei” tem um ângulo central de medida 90º. Se cada uma das pessoas pesquisadas assinalou apenas uma das possíveis respostas, então é correto afirmar que o número de respostas “Sim” assinaladas, comparado ao número de respostas “Não”, foi
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Q3392225 Matemática
Em determinado concurso, a terça parte do número total de candidatos inscritos concorreu ao cargo C1 , e três quintos dos demais candidatos inscritos concorreram ao cargo C2 . Sabendo-se que 208 candidatos concorreram ao cargo C3 , que somente estes cargos estavam em concurso e que cada candidato concorreu a apenas um dos cargos, o número total de candidatos inscritos era igual a
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Q3392224 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


    Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.

    Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”

    “Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”


(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acréscimo do acento grave indicativo de crase, em frase do texto, mantém preservada a norma-padrão.
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Q3392222 Psicologia

Leia o Texto II para responder à questão.


    Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.

    Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”

    “Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”


(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)

Na opinião da professora Rosangela Senger,
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Q3392221 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


    Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.

    Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”

    “Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”


(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)

O Texto II ilustra a opinião do autor do Texto I sobre o ensino tradicional, no trecho:
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Q3392220 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


    Toda criança aprende. A condição humana é aprendida. Há alguns equívocos muito presentes nas tradições educacionais e pedagógicas atuais, a maioria deles sustentada por uma concepção inatista de aprendizagem. Fundamenta-se no pressuposto de que já nascemos com certas disposições para aprender ou não. Isso gera controvérsias e complexidades: alguns teriam as “capacidades” de aprendizagem, outros e outras não “teriam” essas qualidades.

    Para nossa concepção de educação, os chamados bloqueios de aprendizagem devem ser analisados em sua totalidade, muito mais como um problema da tradição pedagógica autoritária e da forma conservadora de organizar a escola e o currículo do que uma suposta “falha” da criança. Hoje, a ditadura da sociedade tecnológica, a apelação consumista, a raridade de espaços humanizadores, a lacuna na formação artística, teatral, musical, fazem com que a indústria cultural seja um grande poluente sonoro e visual, chegando aos corações e mentes das crianças sem dispositivos de crítica da proposta pedagógica da escola, na direção de mostrar outra música, outro repertório, outras brincadeiras, outras danças.

    Criar espaços de humanização, de exposição serena das crianças a outras coordenadas antropológicas, a outra atmosfera de sentido, a outra música, de outra arte, de alegria, de teatro, de conversas, ajuda muito a “desbloquear” qualquer pessoa! A escola, para mim, deve ter clareza de ser contraponto, competente e lúcido, à indústria cultural alienante e consumista. Mostrar os grandes mestres e mestras da humanidade, neste tempo especial de aprender, é um trunfo inaudito! O conhecimento sensível e a sensibilidade esclarecida são os condutores do afeto e da lucidez crítica. Ensinar a pensar e a sentir!

    Precisamos superar os ritos classificatórios e meritocráticos tradicionais. Os pais e professores podem começar avaliando o contexto pleno da criança, seu mundo, seus estímulos, internos e externos, ouvindo suas queixas, aceitando suas versões, buscando superar as contradições que levam àquele resultado. Relativizar as notas escolares, hoje, pode ser um bom começo; depreende-se que a nota é resultante de uma estrutura baseada na memória e na retenção de informação. Ora, tomada estritamente, esta suposta qualidade mnemônica assemelha-se ao depositário de um “chip”, que está disponível na internet, o Google ou o ChatGPT “sabem” mais de quantidade ou de volume de informação do que a escola.

    A Escola que eu sonho é mais do que informação e memória, é aquela capaz de transformar a informação em algo subjetivo, agradável, pertinente, com sentido para a vida das crianças e dos adolescentes! Isto é o que se designa como aprendizagem significativa, que guarda sentido para a criança, para seu universo, para seu mundo. E dele, como sujeito, a criança poderá alçar aos mais longínquos horizontes.


(César Nunes. Toda criança aprende – aprender é existir. In: Da educação que ama ao amor que educa. Principis, 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acréscimo da preposição destacada preserva o sentido do texto e a norma-padrão.
Alternativas
Respostas
161: A
162: C
163: E
164: C
165: B
166: A
167: D
168: E
169: D
170: D
171: C
172: B
173: D
174: C
175: E
176: A
177: A
178: D
179: B
180: E