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“A incidência das novas técnicas de comunicação e das novas relações com o habitat, com os transportes, com a mobilidade e com o tempo, proporcionando nova significação, uso e concepção de espaços públicos (correlação imediata com a (I)_______ da cidade)” “As inter-relações que se estabelecem entre os signos da urbanidade contemporânea (monumentalidade, arquitetura, imagens, arte urbana, design urbano) e a valorização dos espaços ambientais (relação estreita com a (II)_______ da cidade)
Como destaca Ansarah (2001), a definição da OMT contempla os seguintes elementos:
Sobre este setor, assinale a alternativa CORRETA:
Trecho extraído de: CAMPOS, José Ruy Veloso. Introdução ao Universo da Hospitalidade. Campinas: Papirus, 2005, p.69.
Com base no texto acima e a tipologia dos meios de hospedagem, assinale a alternativa CORRETA.
i. o tipo de turismo realizado considerando os efeitos na balança comercial do país A.
ii. a classificação deste individuo nas estatísticas do país B.

Disponível em: https://blog.panrotas.com.br/mktdestinos/2020/06/28/como-sair-perdendo-no-turismo-internacional/
Os visitantes de um município brasileiro foram convidados a avaliar elementos da localidade com notas de 1 a 5, sendo 1 a pior nota e 5 a melhor. Veja os resultados finais desta pesquisa.

Com base nestes dados, é possível dizer que:
“De hoje em diante, que fique combinado que não haverá mais ‘índio’ no Brasil. Fica acertado que os chamaremos indígenas, que é a mesma coisa que nativo, original de um lugar. Certo? Bem, calma lá. Alguém me soprou uma questão: mais índio e indígena não é a mesma coisa? Pois é. Não, não é. Digam o que disserem, mas ser um indígena é pertencer a um povo específico, Munduruku, por exemplo. Ser ‘índio’ é pertencer a quê? É trazer consigo todos os adjetivos não apreciados em qualquer ser humano. Ela é uma palavra preconceituosa, racista, colonialista, etnocêntrica, eurocêntrica. Acho melhor não a usarmos mais, não é?”
Fonte: Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED, 2019, p. 16.
“Ao mesmo tempo, a linguagem como produtora de conhecimento, ao não apresentar de maneira sistemática e elaborada elementos da história e da cultura africanas e afro-brasileiras, elimina não só a possibilidade de as crianças conhecerem tal história e cultura, como também leva à idéia de que não possuem importância, portanto sua ausência se torna normal, natural, a ponto de nem ser denunciada e desejada. Esse fato configura um círculo vicioso de silêncio e silenciamento, que dificulta a reflexão das crianças sobre as relações raciais no cotidiano escolar e, ao mesmo tempo, sobre o próprio pertencimento racial. Por extensão, que essas crianças reflitam e ajam sobre as discriminações experienciadas e percebidas no dia a dia.”
Fonte: Cavalleiro, E. Discriminação racial e pluralismo em escolas públicas da cidade de São Paulo. In: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD). Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC-SECAD), 2005. p. 99.
A partir dos excertos apresentados, um caminho eficaz que a escola deve assumir, considerando que o espaço escolar deve romper com práticas racistas e discriminatórias e promover uma educação que reconheça e promova a diversidade étnico-racial, é