Questões de Concurso
Para analista - arquivologia
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1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
1. João Evangelista de Souza, pensionista, Lago Azul.
2. Carlos Augusto Silva e Sousa, aposentado, Centro.
3. Maria Aparecida Silva Soares, pensionista, São Lázaro.
4. Carlos Eduardo Silveira, pensionista, São José Operário.
5. João Carlos Soares Silva, aposentado, Lírio do Vale.
6. Mário Soares do Vale, aposentado, Lago Azul.
7. Maria da Conceição de Sena, pensionista, São Lázaro.
8. José de Sousa Silva, aposentado, Centro.
9. Pedro de Moura e Silva, pensionista, São José Operário.
10. Aparecida da Silveira, aposentada, Lírio do Vale.
A = 1/2 + 1/4 + 1/8 + 1/16 + 1/32 e B = 1/3 + 1/9 + 1/27 + 1/81 + 1/243
O valor, aproximado, da soma entre A e B é
I. Alberto é pianista ou Bruno é saxofonista.
II. Bruno é saxofonista ou César é violinista.
III. Se César é violinista, então Dario é clarinetista.
Dentre essas afirmações, sabe-se que são verdadeiras I e III e que a II é falsa.
Deste modo,
Quando você é criança, a idade é um negócio fundamental. É o dado mais importante depois do seu nome. Lembro que, na época, eu achava de uma obviedade tacanha esse “vou fazer", mas hoje entendo: o desejo de crescer é parte fundamental do software com que viemos ao mundo. Seis, vou fazer sete, é menos uma constatação óbvia do que uma saudável aspiração.
Dos 20 aos 30 anos, avança-se lentamente, com sentimentos contraditórios. A escola foi há séculos, mas ser adulto ainda é estranho. A resposta sincera a quantos anos você tem, nessa fase, seria: “26, queria fazer 25", “25, queria fazer 24", até chegar a 20 - acho que ninguém, a não ser dopado por doses cavalares de nostalgia e amnésia, gostaria de ir além, ou melhor, aquém, e voltar à adolescência.
Trinta anos é uma idade marcante. Agora é inegável que você ficou adulto. Mas aí você faz 35 e entra numa zona cinzenta (ou grisalha?) em que idade não significa mais muita coisa. A impressão que eu tenho, a esta altura do campeonato - qual altura, exatamente? - é que todo mundo tem a minha idade. Não sendo púbere nem gagá, estão todos no mesmo barco, uns com mais dor nas costas, mas no mesmo barco, trabalhando, casando, separando e resmungando nas redes sociais. Deve ser por isso que, sem perceber, parei de contar.
(Adaptado de: PRATA, Antonio. Folha de S. Paulo, 01/02/2015)
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização... (4° parágrafo)
O segmento sublinhado que exerce, no contexto, a mesma função sintática que a do sublinhado acima está em:
A mítica floresta amazônica vai muito além de um museu geográfico de espécies ameaçadas e representa muito mais do que um simples depósito de carbono. Evoluída nos últimos 50 milhões de anos, a floresta amazônica é o maior parque tecnológico que a Terra já conheceu, porque cada organismo seu, entre trilhões, é uma maravilha de miniaturização e automação. Qualquer apelo que se faça pela valorização da floresta precisa recuperar esse valor intrínseco.
Cada nova iniciativa em defesa da floresta tem trilhado os mesmos caminhos e pressionado as mesmas teclas. Neste comportamento, identificamos o que Einstein definiu como a própria insanidade: “fazer a mesma coisa, de novo, esperando resultados diferentes".
Análises abrangentes mostram numerosas oportunidades para a harmonização dos interesses da sociedade contem- porânea com uma Amazônia viva e vigorosa. Para chegarmos lá, é preciso compenetração, modéstia, dedicação e compromisso com a vida. Com os recursos tecnológicos disponíveis, podemos agregar inteligência à ocupação, otimizando um novo uso do solo, que abra espaço para a reconstrução ecológica da floresta. Podemos também revelar muitos outros segredos ainda bem guardados da resiliente biologia tropical e, com isso, ir muito além de compreender seus mecanismos.
A maioria dos problemas atuais podem se resolver por meio dos diversos princípios que guiam o funcionamento da natureza. Uma lista curta desses princípios, arrolados pela escritora Janine Benyus, constata que a natureza é propelida pela luz solar; utiliza somente a energia de que necessita; recicla todas as coisas; aposta na diversidade; demanda conhecimento local; limita os excessos internamente; e aproveita o poder dos limites.
Adaptado de: NOBRE, Antônio Donato. O Futuro Climático da Amazônia.
Disponível em: www.ccst.inpe.br)