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O gráfico a seguir mostra a evolução da quantidade de pessoas que guardam dinheiro no Brasil, segundo o Banco Mundial:

Considerando que essa evolução na quantidade de
pessoas que guardam dinheiro ao longo dos anos
se mantém ao longo dos anos seguintes, qual das
alternativas traz a melhor estimativa da porcentagem
de brasileiros que guardam dinheiro no ano de 2020?
Qual o valor aproximado de x na figura a seguir? Considere que sen 30°=cos 60°=0,5 e que sen 60°=cos 30°=0,87.

Observe o emprego das vírgulas dos períodos abaixo:
I- “Dentro dele, vem uma inesgotável e misteriosa crença de êxito após a frustração.”
II- “Admira o empenho, o esforço, a superação, a oração.”
Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o emprego da vírgula.
“Se alguém diz que não tem chance nenhuma, daí que ele ficará motivado. Se alguém o adverte de que é impossível, ele se sente mais confiante. É alertá-lo que não poderá remediar a situação, ele junta as suas forças para derrotar os diagnósticos.”
Considerando o contexto do texto do qual o trecho acima foi destacado, assinale a alternativa em que os pronomes estabelecem a retomada do termo “mineiro”.
“Não é talvez, nunca é depois, jamais é feito de exceções.”
Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação dos elementos do período destacado acima.
Analise as assertivas abaixo considerando as características do povo mineiro a partir das informações do texto lido.
I – Mineiro não se queixa dos problemas que o acometem.
II – Mineiro é perseverante para superar as adversidades da vida.
III –Mineiro duvida de desafios não trabalhosos.
IV- Mineiro contenta-se com aquilo que é suficiente para sobreviver.
Assinale a alternativa que contém apenas as assertivas CORRETAS.
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ. Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.) O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que
Igualdade, e liberdade, No Sacrário da razão,
Ao lado da sã justiça Preenchem o meu coração.
Se a causa mortis dos entes Tem as mesmas sensaçoens
Mesmos organos, e precizoens Dados a todos os viventes,
Se a qualquer suficientes Meios da necessidade,
Remir deo com equidade; Logo são imprescritíveis
E de Deus Leys infalliveis Igualdade, e liberdade.
(Disponível em: http://www.institutobuzios.org.br/documentos/HINO%20DA%20CONJURA%C7%C3O%20DOS%20B%DAZIOS.pdf.)
“Versos como esses eram recitados às escondidas pelas esquinas de Salvador no começo de 1798. Ao mesmo tempo, circulavam folhetos pela cidade fazendo severas críticas ao governo e ao preço dos gêneros alimentícios. Inspirado em parte por esses escritos, um movimento assumiu grandes proporções.” Assinale-o.
( ) Após a revolta popular em Roma, em um primeiro momento, foi efetivada a criação da República Romana.
( ) A República Romana, na sua estrutura administrativa, possuía dois cônsules, eleitos pelo senado e coordenados pelo colegiado dos cidadãos.
( ) A existência de alguns conflitos na República Romana terminou com a chegada de Júlio Cesar ao poder. Porém, Júlio Cesar, teve forte oposição do senado, tendo como consequência sua morte e a transição para a primeira administração imperial.
( ) O período imperial de Roma se efetivou por meio de várias conquistas, entre elas, na Grécia, Espanha, norte da África, com destaque para a absolvição e agregação da cultura grega na estrutura social romana.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Nick Vujicic: australiano sem braços e pernas passará em 5 cidades do Brasil em Outubro de 2016
Histórias de superação são sempre fascinantes, porque nos mostram que vencer as dificuldades, por piores que elas sejam, é possível. A incrível e emocionante vida do australiano Nick Vujicic já tinha sido transformada em livros, e agora ele chega com uma turnê ao vivo entre 3 e 8 de outubro no Brasil. Já estão confirmadas as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
Nick Vujicic nasceu sem pernas e sem braços devido a uma síndrome rara, denominada tetra-amelia, que ocorre por falha na formação embrionária. Apesar de suas limitações, aprendeu a escrever com a boca, a digitar, nadar, mergulhar, surfar, jogar futebol, andar de skate, jogar golfe... Formou-se em Economia e Contabilidade, casou-se e é pai. Não satisfeito, tornou-se palestrante motivacional e escritor best-seller. Já falou para mais de seis milhões de pessoas, em 50 países, sendo sempre ovacionado pelo público.
“Sabe por que consigo fazer tudo isso? Porque não tenho medo de dificuldades e me esforço bastante!”, conta Nick, no seu livro Me Dá Um Abraço, lançado pela editora Mundo Cristão. Em oito capítulos ricamente ilustrados, o autor narra alguns acontecimentos que mais marcaram sua vida, sempre ressaltando a importância do amor e dos gestos daqueles que influenciaram positivamente sua trajetória. Logo no primeiro capítulo ele traz o emocionante relato sobre um encontro com uma garotinha de três anos de idade, que o olhava espantada, mas que, para a surpresa dele, aproximou-se para abraçá-lo com os braços para trás. “Que jeito mais especial de abraçar! Esticou o pescoço, apoiou a cabeça em meu ombro e pressionou seu pescoço de leve contra o meu. Nós nos abraçamos como duas girafas”, escreveu.
(Disponível em: https://noticias.terra.com.br/dino/nick-vujicic-australiano-sem-bracos-e-pernas-passara-em-5-cidades-do-brasil-em-outubro-de-2016,980ba27b0a6dc406c5664e4e45e0a12ad1jp4dqy.html.)
Dentre as estratégias de referenciação pode-se indicar a retomada do objeto já presente no discurso. Dentre os trechos a seguir, tal estratégia só NÃO pode ser identificada em:
(Disponível em: cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=8476&action=read.) Os direitos do indígena constituem um tema bastante relevante, principalmente em virtude da disputada posse de suas terras e riquezas nelas existentes. Em relação à situação dos índios do Brasil hoje e das leis que respaldam as demarcações de terras indígenas, é correto afirmar que: