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Atenção: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.
COP-21 já foi. E agora, o que virá?
O Acordo do Clima aprovado em Paris em dezembro de 2015 não resolve o problema do aquecimento global, apenas cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países sejam alcançados.
Como todo marco regulatório, o acordo estabelece apenas as condições para que algo aconteça, e, nesse caso, não há sequer prazos ou metas. As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine hoje o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC.
Sendo assim, o que precisa ser feito para que o Acordo de Paris faça alguma diferença para a humanidade? A 21a Conferência do Clima (COP-21) sinaliza um caminho. Para segui-lo, é preciso realizar muito mais − e melhor − do que tem sido feito até agora. A quantidade de moléculas de CO2 na atmosfera já ultrapassou as 400 ppm (partes por milhão), indicador que confirmaria − segundo o Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) da ONU − a progressão rápida da temperatura acima dos 2 °C.
A decisão mais urgente deveria ser a eliminação gradual dos U$ 700 bilhões anuais em subsídios para os combustíveis fósseis. Sem essa medida, como imaginar que a nossa atual dependência de petróleo, carvão e gás (75% da energia do mundo é suja) se modifique no curto prazo?
Para piorar a situação, apesar dos investimentos crescentes que acontecem mundo afora em fontes limpas e renováveis de energia (solar, eólica, biomassa, etc.), nada sugere, pelo andar da carruagem, que testemunhemos a inflexão da curva de emissões de gases estufa. Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis segue em alta e não há indícios de que isso se modifique tão cedo.
Como promover tamanho freio de arrumação em um planeta tão acostumado a emitir gases estufa sem um novo projeto educacional? Desde cedo a garotada precisa entender o gigantesco desafio civilizatório embutido no combate ao aquecimento global.
O Acordo do Clima é certamente um dos maiores e mais importantes da história da diplomacia mundial. Mas não nos iludamos. Tal como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (adotada pela ONU em 1948), o Acordo sinaliza rumo e perspectiva, aponta o que é o certo, e se apresenta como um compromisso coletivo. Tornar o Acordo realidade exige atitude. Diária e obstinada.
(Adaptado de: TRIGUEIRO, André. http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/2.html)
Desde cedo a garotada precisa entender o gigantesco desafio civilizatório embutido no combate ao aquecimento global. (6º parágrafo)
O termo sublinhado pode ser substituído, com grafia correta e com o sentido preservado em linhas gerais, por
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.
COP-21 já foi. E agora, o que virá?
O Acordo do Clima aprovado em Paris em dezembro de 2015 não resolve o problema do aquecimento global, apenas cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países sejam alcançados.
Como todo marco regulatório, o acordo estabelece apenas as condições para que algo aconteça, e, nesse caso, não há sequer prazos ou metas. As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine hoje o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC.
Sendo assim, o que precisa ser feito para que o Acordo de Paris faça alguma diferença para a humanidade? A 21a Conferência do Clima (COP-21) sinaliza um caminho. Para segui-lo, é preciso realizar muito mais − e melhor − do que tem sido feito até agora. A quantidade de moléculas de CO2 na atmosfera já ultrapassou as 400 ppm (partes por milhão), indicador que confirmaria − segundo o Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) da ONU − a progressão rápida da temperatura acima dos 2 °C.
A decisão mais urgente deveria ser a eliminação gradual dos U$ 700 bilhões anuais em subsídios para os combustíveis fósseis. Sem essa medida, como imaginar que a nossa atual dependência de petróleo, carvão e gás (75% da energia do mundo é suja) se modifique no curto prazo?
Para piorar a situação, apesar dos investimentos crescentes que acontecem mundo afora em fontes limpas e renováveis de energia (solar, eólica, biomassa, etc.), nada sugere, pelo andar da carruagem, que testemunhemos a inflexão da curva de emissões de gases estufa. Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis segue em alta e não há indícios de que isso se modifique tão cedo.
Como promover tamanho freio de arrumação em um planeta tão acostumado a emitir gases estufa sem um novo projeto educacional? Desde cedo a garotada precisa entender o gigantesco desafio civilizatório embutido no combate ao aquecimento global.
O Acordo do Clima é certamente um dos maiores e mais importantes da história da diplomacia mundial. Mas não nos iludamos. Tal como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (adotada pela ONU em 1948), o Acordo sinaliza rumo e perspectiva, aponta o que é o certo, e se apresenta como um compromisso coletivo. Tornar o Acordo realidade exige atitude. Diária e obstinada.
(Adaptado de: TRIGUEIRO, André. http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/2.html)
Considere as transformações na pontuação das seguintes passagens do texto:
I. O Acordo do Clima aprovado em Paris em dezembro de 2015 não resolve o problema do aquecimento global, apenas cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países sejam alcançados. (1º parágrafo) / O Acordo do Clima aprovado em Paris, em dezembro de 2015, não resolve o problema do aquecimento global apenas, cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão, para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países, sejam alcançados.
II. As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine hoje o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC. (2º parágrafo) / As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine, hoje, o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos, com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC.
III. Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis segue em alta e não há indícios de que isso se modifique tão cedo. (5o parágrafo) / Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira, Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis, segue em alta, e não há indícios de que isso se modifique, tão cedo.
A frase que se mantém correta e com o sentido preservado após as alterações na pontuação está APENAS em
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.
COP-21 já foi. E agora, o que virá?
O Acordo do Clima aprovado em Paris em dezembro de 2015 não resolve o problema do aquecimento global, apenas cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países sejam alcançados.
Como todo marco regulatório, o acordo estabelece apenas as condições para que algo aconteça, e, nesse caso, não há sequer prazos ou metas. As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine hoje o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC.
Sendo assim, o que precisa ser feito para que o Acordo de Paris faça alguma diferença para a humanidade? A 21a Conferência do Clima (COP-21) sinaliza um caminho. Para segui-lo, é preciso realizar muito mais − e melhor − do que tem sido feito até agora. A quantidade de moléculas de CO2 na atmosfera já ultrapassou as 400 ppm (partes por milhão), indicador que confirmaria − segundo o Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) da ONU − a progressão rápida da temperatura acima dos 2 °C.
A decisão mais urgente deveria ser a eliminação gradual dos U$ 700 bilhões anuais em subsídios para os combustíveis fósseis. Sem essa medida, como imaginar que a nossa atual dependência de petróleo, carvão e gás (75% da energia do mundo é suja) se modifique no curto prazo?
Para piorar a situação, apesar dos investimentos crescentes que acontecem mundo afora em fontes limpas e renováveis de energia (solar, eólica, biomassa, etc.), nada sugere, pelo andar da carruagem, que testemunhemos a inflexão da curva de emissões de gases estufa. Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis segue em alta e não há indícios de que isso se modifique tão cedo.
Como promover tamanho freio de arrumação em um planeta tão acostumado a emitir gases estufa sem um novo projeto educacional? Desde cedo a garotada precisa entender o gigantesco desafio civilizatório embutido no combate ao aquecimento global.
O Acordo do Clima é certamente um dos maiores e mais importantes da história da diplomacia mundial. Mas não nos iludamos. Tal como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (adotada pela ONU em 1948), o Acordo sinaliza rumo e perspectiva, aponta o que é o certo, e se apresenta como um compromisso coletivo. Tornar o Acordo realidade exige atitude. Diária e obstinada.
(Adaptado de: TRIGUEIRO, André. http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/2.html)
A citação de Thelma Krug, no 5º parágrafo,
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 8, considere o texto abaixo.
COP-21 já foi. E agora, o que virá?
O Acordo do Clima aprovado em Paris em dezembro de 2015 não resolve o problema do aquecimento global, apenas cria um ambiente político mais favorável à tomada de decisão para que os objetivos assinalados formalmente por 196 países sejam alcançados.
Como todo marco regulatório, o acordo estabelece apenas as condições para que algo aconteça, e, nesse caso, não há sequer prazos ou metas. As propostas apresentadas voluntariamente pelos países passam a ser consideradas “metas” que serão reavaliadas a cada 5 anos, embora a soma dessas propostas não elimine hoje o risco de enfrentarmos os piores cenários climáticos com a iminente elevação média de temperatura acima de 2 ºC.
Sendo assim, o que precisa ser feito para que o Acordo de Paris faça alguma diferença para a humanidade? A 21a Conferência do Clima (COP-21) sinaliza um caminho. Para segui-lo, é preciso realizar muito mais − e melhor − do que tem sido feito até agora. A quantidade de moléculas de CO2 na atmosfera já ultrapassou as 400 ppm (partes por milhão), indicador que confirmaria − segundo o Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) da ONU − a progressão rápida da temperatura acima dos 2 °C.
A decisão mais urgente deveria ser a eliminação gradual dos U$ 700 bilhões anuais em subsídios para os combustíveis fósseis. Sem essa medida, como imaginar que a nossa atual dependência de petróleo, carvão e gás (75% da energia do mundo é suja) se modifique no curto prazo?
Para piorar a situação, apesar dos investimentos crescentes que acontecem mundo afora em fontes limpas e renováveis de energia (solar, eólica, biomassa, etc.), nada sugere, pelo andar da carruagem, que testemunhemos a inflexão da curva de emissões de gases estufa. Segundo a vice-presidente do IPCC, a climatologista brasileira Thelma Krug, a queima de combustíveis fósseis segue em alta e não há indícios de que isso se modifique tão cedo.
Como promover tamanho freio de arrumação em um planeta tão acostumado a emitir gases estufa sem um novo projeto educacional? Desde cedo a garotada precisa entender o gigantesco desafio civilizatório embutido no combate ao aquecimento global.
O Acordo do Clima é certamente um dos maiores e mais importantes da história da diplomacia mundial. Mas não nos iludamos. Tal como a Declaração Universal dos Direitos Humanos (adotada pela ONU em 1948), o Acordo sinaliza rumo e perspectiva, aponta o que é o certo, e se apresenta como um compromisso coletivo. Tornar o Acordo realidade exige atitude. Diária e obstinada.
(Adaptado de: TRIGUEIRO, André. http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/2.html)
Na opinião do autor, o Acordo do Clima
O manejo do pescado e os métodos de conservação são importantes etapas relacionadas ao processamento. No processamento dos peixes há regras que podem ser seguidas. Sobre o processamento do pescado, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Peixes gordos curados devem ser mantidos em salmoura ou conserva.
( ) A salga seca é feita enterrando o peixe espalmado em sal e deixando o líquido da salmoura escapar.
( ) A salga seca é especialmente destinada aos peixes gordurosos.
( ) Os fatores que devem ser observados na escolha dos parâmetros de defumação são o tamanho do peixe e a facilidade de penetração da fumaça, sendo que os peixes de couro possuem maior facilidade de absorção da fumaça do que os de escamas.
A seqüência está correta em:
Os preceitos do Código de Ética Profissional têm alcance sobre os profissionais em geral, quaisquer que sejam seus níveis de formação, modalidades ou especializações. As afirmativas a seguir referem-se à ética profissional do Engenheiro de Pesca, EXCETO:
A biotecnologia é uma ferramenta que serve como auxiliar no manejo dos recursos pesqueiros e da biodiversidade. Sobre o emprego de marcadores moleculares como ferramenta útil na aqüicultura, marque a alternativa INCORRETA:
A resolução nº. 357/2005 do CONAMA estabelece as condições e padrões de lançamentos de efluentes. Sobre o relato desses efluentes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) É vedado, nos efluentes, o lançamento dos Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs).
( ) No controle das condições de lançamento, é permitida, para fins de diluição antes do seu lançamento, a mistura de efluentes com águas de melhor qualidade, tais como as águas de abastecimento, do mar e de sistemas abertos de refrigeração sem recirculação.
( ) Os efluentes lançados devem ter o potencial hidrogeniônico (pH) entre 5 a 9.
( ) A temperatura da água dos efluentes tem que ser inferior a 40oC e na zona de mistura a variação da temperatura da água do efluente não pode exceder à variação de 3ºC à temperatura do curso d’água que receberá o efluente.
A seqüência está correta em:
A resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) nº. 357/2005 visou determinar as condições de uso dos recursos hídricos na aqüicultura e na atividade de pesca. Relativo à essa resolução, analise:
I. Águas doces são as que possuem salinidade igual ou inferior a 0,5%.
II. São consideradas águas salobras as que possuem salinidade superior a 0,5% e inferior a 30%.
III. As águas doces são classificadas em Classes, sendo a de Classe 2 destinada somente à atividade de aqüicultura, devido ao elevado teor nutritivo que auxilia o crescimento planctônico.
IV. As águas doces de Classe 4 são destinadas à atividade de pesca amadora e atividade de pesca.
V. Águas salinas da Classe 1 são as que se destinam à aqüicultura e à atividade de pesca.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Quanto à condição da água dos efluentes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Encontram-se nos efluentes, alta concentração de nutrientes, potencialmente causadores de eutrofização.
( ) Nos efluentes há elevado teor de sólidos em suspensão e de matéria orgânica, o que ocasiona aumento da turbidez.
( ) Há menor concentração de oxigênio dissolvido nos efluentes, pois os peixes conseguiram retirar quase todo o conteúdo desse gás, deixando apenas solubilizado dióxido de carbono e amônia oriundos do seu metabolismo anaeróbico.
A seqüência está correta em:
A criação de peixes tem interferência direta da água, um dos fatores mais importantes a serem analisados. Considerando as influências da água, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) A concentração de oxigênio dissolvido na água declina durante a noite e o período compreendido entre meia noite e oito horas da manhã geralmente é o mais crítico.
( ) O fundo do viveiro não deve ser compactado, pois há necessidade de manter trocas gasosas entre a água e o solo do fundo do viveiros.
( ) Como regra básica sobre aeração, afirma-se que se deve instalar aeradores longe das margens dos viveiros em locais onde a profundidade seja superior a um metro visando evitar suspensão de sedimentos de fundo dos viveiros.
( ) Utilizar aeração mecânica para prevenir e reduzir os efeitos de estratificação térmica em viveiros e reservatórios com profundidade superior a três metros e em épocas de grandes variações de temperatura.
A seqüência está correta em:
Práticas de manejo em aqüicultura requerem conhecimento de fases importantes dos organismos mantidos em criadouro. Quanto ao manejo da aqüicultura em água doce, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) É importante usar filtros na água antes de entrar nas incubadoras porque evita os efeitos da chuva durante os primeiros dias da incubação dos ovos, pois com a chuva a água se torna barrenta e envolve os ovos em películas isolantes, matando-os por asfixia.
( ) É imprescindível que se conheça o sexo dos peixes para proceder a separação algum tempo antes da época reprodutiva.
( ) Com a elevação da temperatura da água os ovos eclodem mais depressa, isso não garante larvas sadias, muito pelo contrário, confere excessiva debilidade às larvas precocemente eclodidas.
( ) Geralmente, a larva recém-eclodida não necessita de alimentação do ambiente, pois passa a consumir o saco vitelínico até esgotar o vitelo ali contido.
A seqüência está correta em:
No monitoramento das atividades desenvolvidas em ambientes aquáticos se obtêm dados que permitem entender a dinâmica entre o homem e os organismos aquáticos. Sobre este monitoramento, analise:
I. Pelo acúmulo de informações de vários anos é possível esboçar o perfil da pesca, identificar tendências e obter os resultados sobre o nível de exploração dos estoques pesqueiros das espécies contabilizadas.
II. Ao realizar o monitoramento pode-se adequar a política pesqueira vigente, que visa integrar todos os usuários da pesca em sua administração, partindo-se do pressuposto que serão evitadas perdas devido a multas, por entender que a sustentabilidade necessita ser decretada para o bem das gerações futuras.
III. Com o monitoramento da pesca pode-se obter informações sobre o rendimento dos pescadores que atuam nos diferentes rios e mananciais hídricos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Ao encontrar um local disponível à atividade de aqüicultura (produção de peixes ou camarões) é necessário considerar aspectos que viabilizem a atividade. Sobre o local a se desenvolver a aqüicultura, analise:
I. Cuidados com os nutrientes e a matéria orgânica contidos nas rações devem ser tomados, pois podem afetar diretamente a qualidade da água dos viveiros e lagos de pesca.
II. Se for construir os viveiros de peixes diretamente no solo, então é necessário ter conservação adequada das margens do criadouro com grama e cobertura vegetal.
III. A diminuição de ração e de matéria orgânica pode levar ao excesso de fitoplâncton, baixa concentração de amônia e alta concentração de oxigênio dissolvido, situação muito prejudicial, pois promoverá a beta-oxidação lipídica das rações e a menor disponibilidade nutritiva.
IV. O sedimento do fundo dos viveiros pode aumentar em volume quando iniciar o aumento da quantidade de ração e de matéria orgânica na atividade de aqüicultura.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Nos projetos de piscicultura, é importante determinar cada etapa do processo. Uma das etapas é a escolha criteriosa da espécie a ser explorada. Sobre as espécies indicadas à piscicultura, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) De modo geral, uma característica de interesse é o rápido desenvolvimento inicial.
( ) Bom preço de mercado e demanda de consumo.
( ) Aceitação de ração artificial tanto com alimentos de origem animal quanto de origem vegetal.
( ) Se o interesse for peixe carnívoro, então prevenir o canibalismo no início da alimentação exógena ao oferecer alimento com alto teor de carboidrato e lipídeo nas rações a serem oferecidas logo após a eclosão das larvas, pois garante melhor crescimento inicial o que permitir ultrapassar rapidamente a fase de maior canibalismo.
A seqüência está correta em:
Há sistemas de produção de organismos aquáticos que variam entre extensivos e intensivos. Sobre os sistemas intensivos de produção de peixes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Nesse tipo de sistema adota-se alimentação completa e é realizado todo o monitoramento da qualidade da água.
( ) Esse sistema pode ser adotado em regiões montanhosas, com grande vazão de água de boa qualidade.
( ) Os sistemas intensivos são mais recomendados às espécies de menores valores econômicos, pela garantia de venda do produto no mercado, permitindo maior rotatividade do produto e breve retorno do investimento.
( ) Dentro do sistema intensivo, a modalidade denominada sistema fechado tem como vantagem a produção de peixes em locais de escassez de água de superfície.
A seqüência está correta em:
Muitos grupos de peixes se destacam pela beleza, resistência, sabor, dentre outros atributos. Nos characiformes pode-se destacar o dourado (Salminus brasiliensis, sin. S. maxillosus), por ser peixe de água doce de grande porte. Sobre o dourado, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) Os machos podem atingir cerca de 5 quilos de peso e as fêmeas cerca de 26 quilos de peso.
( ) Possui restrita distribuição, ocorrendo apenas no rio Parnaíba.
( ) Habita normalmente ambientes lóticos e encaichoeirados.
( ) O hábito alimentar é carnívoro, desde as fases iniciais de vida.
A seqüência está correta em: