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Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605916 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque no período: “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. 
Alternativas
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Q3605915 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a função sintática dos termos em destaque no período: A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças...
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605914 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra apresente sufixo que indique qualidade acentuada: 
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Q3605913 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605912 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque na oração: ...resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente  comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605911 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam paroxítonas:
Alternativas
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Q3605910 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra apresente mais de cinco sílabas: 
Alternativas
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Q3605909 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja letra g da palavra não represente o mesmo fonema representado pela letra g na palavra digital
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605908 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605907 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3599683 Medicina
A escoliose é definida como o desvio no plano coronal da linha vertical normal da coluna vertebral que, quando medido na radiografia é maior que dez graus associado à rotação de vértebras. Como teorias etiológicas temos fatores genéticos, defeitos teciduais, crescimento vertebral anormal ou defeitos do sistema nervoso central. É correto afirmar:
I. Pode ser classificada por faixa etária como infantil (menores de três anos), juvenil (entre quatro e nove anos) ou do adolescente (de dez anos até maturidade esquelética). De acordo com a etiologia, a escoliose pode ser classificada como idiopática (mais comum – 80%), congênita, neuromuscular e associadas a síndrome e doenças.
II. No exame físico desses pacientes devem ser avaliados após a inspeção do dorso, inclinação pélvica, frouxidão ligamentar, comprimento de membros inferiores, lesões de pele e estágio de Tanner.
III. O teste de Adams, que consiste na inclinação anterior do tronco com joelhos estendidos e palmas juntas, é importante na avaliação clínica da assimetria. Um exame neurológico minucioso também deve ser realizado na avaliação da escoliose.
IV. As radiografias devem ser realizadas em AP, perfil e com inclinações laterais. Também é importante a avaliação da maturidade esquelética por meio da cartilagem trirradiada (estágios de Risser).
A alternativa correta é: 
Alternativas
Q3599682 Medicina
A espondilolistese é baseada no deslocamento, deslizamento ou translação anterior ou posterior entre duas vértebras adjacentes tirando o segmento deslocado do correto alinhamento no plano sagital. É correto afirmar sobre espondilolistese:
I. Normalmente, advém de algum defeito na Pars Interarticularis (região que está entre o pedículo e a lâmina da vértebra).
II. A Pars interarticularis é fundamental para manter a integridade do alinhamento da coluna porque conecta a articulação facetária acima à articulação facetária abaixo.
III. A espondilolistese é relativamente rara na população geral, podendo ter uma incidência de 0,2% a 0,8%, sendo que, na idade adulta, é mais comum em homens.
IV. As regiões mais afetadas da coluna vertebral por essa condição são a lombar em L4 e L5 e, principalmente, a lombossacarl em L5-S1, onde ocorre uma porcentagem de 80 a 95% dos deslizamentos.
A alternativa correta é:
Alternativas
Q3599681 Medicina
A osteoporose é uma doença metabólica caracterizada pela diminuição da massa óssea e pela deterioração da sua microarquitetura, com consequente aumento da fragilidade óssea e da susceptibilidade a fraturas. Estima-se que aproximadamente 50% das mulheres e 20% dos homens com idade igual ou superior a 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida.
É correto afirmar: 
Alternativas
Q3599680 Medicina
A osteoartrose (OA) é uma patologia reumática crônica degenerativa em que ocorre o estresse celular e por consequência a degradação da matriz extracelular caracterizada pelo desgaste da cartilagem, remodelação óssea, inflamação das articulações, formação de osteócitos e perda da função articular.
É correto afirmar:
I. É a artropatia mais comum e pode levar a grande incapacidade, principalmente quando acomete articulações que suportam o peso como os joelhos e os quadris.
II. Sua prevalência aumenta muito com a idade, sendo observadas alterações radiográficas da OA em até 85% das pessoas com mais de 75 anos.
III. Na OA, quer primária ou secundária, o ligamento é o tecido que mais sofre com as alterações, a qual perde sua natureza homogênea, é rompida e fragmentada, com fibrilação, fissuras e ulcerações.
IV. A OA tem uma etiologia multifatorial, mas as mudanças corporais associadas com o envelhecimento e obesidade são fatores fortemente associados à sua etiologia.
A alternativa correta é: 
Alternativas
Q3599679 Medicina
As facetas articulares conectam vértebras adjacentes, e são articulações sinoviais que ajudam na flexão, extensão e rotação da coluna vertebral. Para cada espaço discal, há duas articulações facetárias e um disco que, juntos, formam um tripé que cria um segmento de movimento. As articulações facetárias suportam aproximadamente 33% da carga compressiva dinâmica e 35% da carga estática.
É correto afirmar: 
Alternativas
Q3599678 Medicina
A lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) é uma das lesões ligamentares mais comuns do joelho. São comuns em indivíduos que praticam esportes, geralmente os de contato. Sua ruptura provoca frouxidão ligamentar em determinados movimentos, o que causa frequentemente a incapacidade funcional e em muitos casos pode haver a necessidade de intervenção cirúrgica.
É correto afirmar: 
Alternativas
Q3599677 Medicina
O Trauma ortopédico é definido pelas lesões musculoesqueléticas resultantes de acidentes que variam desde traumas de baixa energia, como acidentes domésticos, quedas simples, entorses; até traumas de alta energia, como acidentes de trânsito, queda de alturas ou mesmo resultantes de esporte de alto rendimento. Dentre as fraturas por trauma de baixa energia, se destacam as fraturas no quadril, ombro e punho, decorrentes da osteoporose, comum entre idosos. Em relação ao trauma ortopédico em idosos é correto afirmar:
I. Durante o processo de envelhecimento biológico, não apenas o osso, mas todas as estruturas componentes do aparelho locomotor são atingidas, ocorrendo alterações na estrutura óssea, nos músculos, nas articulações e nos tendões nas várias regiões do organismo. Portanto existem vários fatores de risco identificados como possíveis causadores de quedas em pacientes idosos: déficit visual e auditivo, alteração da marcha, equilíbrio, déficit cognitivo e uso de medicamentos, particularmente cardiovasculares e psicotrópicas, doenças degenerativas das articulações, fraqueza muscular, demências, etc.
II. O tratamento da maioria das fraturas do fêmur é cirúrgico, sendo tratamento não operatório reservado somente a algumas fraturas, com diagnóstico tardio, em casos de pacientes em que o risco cirúrgico seja maior do que o benefício da cirurgia. A cirurgia visa retorno precoce às atividades pré-fratura, seja através de fixação estável da fratura, com hastes, placas ou parafusos e substituição por prótese nas fraturas desviadas do colo do fêmur.
III. As complicações da fratura, como trombose venosa, distúrbios cardiorrespiratórios, urinários, escaras (úlceras/lesões causadas pela pressão local) e demência, estão relacionadas ao tempo de imobilidade do paciente, portanto é importante o tratamento e mobilização precoce.
IV. O processo de reabilitação no idoso deve ocorrer de forma sutil e gradativa. O período compreendido entre a restrição do paciente ao leito e o retorno ao movimento de marcha é crítico e deve ocorrer o mais breve possível. A capacidade física também é afetada, pois a atrofia muscular aumenta rapidamente e a recuperação será mais lenta, quanto mais longo for o período de imobilidade.
A alternativa correta é:
Alternativas
Q3599674 Medicina
O suporte medicamentoso às prescrições terapêuticas é disposto na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) e compreende a seleção e a padronização de medicamentos indicados para o atendimento de doenças ou agravos no âmbito do SUS.
É correto afirmar: 
Alternativas
Q3599672 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988, que considerou a saúde como um direito de todos. A saúde foi elencada entre os direitos sociais e a responsabilidade pelo seu financiamento é compartilhada entre as três esferas de governo. É correto afirmar:
I. De forma a operacionalizar essas determinações, o SUS foi regulamentado pelo disposto nas Leis nº 8.080 de 1990 e nº 8.142 de 1990, chamadas Leis Orgânicas do SUS.
II. O SUS constitui-se em uma forma de organização da prestação das ações e serviços públicos, abrangendo a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde.
III. A gestão central do sistema é competência do Ministério da Saúde (MS), a execução das ações deve ser realizada preferencialmente de forma descentralizada, sendo o componente municipal o principal executor da atenção e contando com direção única em cada esfera de governo.
IV. Para referendar o arcabouço legal do SUS, a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, estabeleceu bases referenciais para o escopo das ações e serviços de saúde e para o compartilhamento do financiamento setorial.
A alternativa correta é:
Alternativas
Q3590122 Medicina
Na estenose central do canal lombar, a claudicação neurogênica caracteriza-se clinicamente por: 
Alternativas
Respostas
2521: A
2522: B
2523: D
2524: C
2525: A
2526: B
2527: D
2528: E
2529: C
2530: D
2531: A
2532: B
2533: D
2534: B
2535: C
2536: A
2537: A
2538: C
2539: A
2540: D