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Q3847853 Medicina
Paciente de 42 anos, masculino, pardo, chega ao consultório queixando-se de piora progressiva da visão AO há 6 meses. Sabe ter diabetes mellitus tipo I desde a adolescência;está em uso de insulina tresiba e novorapid. Seu exame oftalmológico mostrou:

Refração sob cicloplegia: OD -0.25 D.E. = 20/60                                                        OE -0.50 D.E. = 20/80

Biomicroscopia: Sem alterações AO.
Tonometria de aplanação: 14 mmHg AO (9h30min).

Mapeamento de retina: Presença de hemorragias superficiais e profundas junto às arcadas temporais, exsudatos duros e algodonosos em polo posterior, anomalias microvasculares intrarretinianas e edema de mácula AO.

Pelos achados fundoscópicos, esse paciente apresenta retinopatia diabética
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Q3847852 Medicina
Paciente de 64 anos, feminina, negra, chega ao consultório para controle de pressão intraocular, já que sabe ser portadora de glaucoma crônico simples há 10 anos. Refere pingar colírio de dorzolamida (Ocupress) de 12/12 horas, diariamente, e faz uso crônico de glifage (diabetes mellitus tipo II há 5 anos), alenia e berotec (asma brônquica há 20 anos). Seu exame oftalmológico mostrou:

Refração subjetiva: OD +2.50 D.E. = 20/30 Add + 2.50 J1                                           OE +2.25 D.E. = 20/25

Biomicroscopia: Catarata cortical +/++ AO.

Tonometria de aplanação: OD 25 mmHg;                                                     OE 24 mmHg (14h)

Fundoscopia: Escavação 0.7 x 0.7 OD e 0.6 x 0.6 OE (era de 0.6 x 0.6 OD e 0.5 x 0.5 OE em 2024).

Foi pedido um novo exame de campimetria computadorizada, que mostrou piora dos índices globais em relação ao ano anterior, e optou-se em trocar seu colírio por uma combinação fixa. 

De acordo com o quadro clínico dessa paciente, a melhor opção de tratamento de um colírio com combinação fixa é o
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Q3847851 Medicina
Hiperemia conjuntival e alongamento e espessamento dos cílios são efeitos colaterais comuns com o uso crônico de colírios
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Q3847850 Medicina
Além do aumento da PIO, são considerados também como fatores de risco para o glaucoma primário de ângulo aberto (GPAA):
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Q3847849 Medicina
As lentes intraoculares TECNIS Eyhance (AMO) e VIVINEX Impress (Hoya) são exemplos de lentes 
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Q3847848 Medicina
Uma classe de medicamentos que está frequentemente associada à síndrome da íris flácida intraoperatória (floppy iris syndrome) são
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Q3847847 Medicina
Paciente de 71 anos de idade, masculino, branco, chega ao consultório queixando-se de piora da AV AO principalmente em dias ensolarados e glare noturno. Na última troca de óculos, já tinha sido alertado pelo médico oftalmologista que tinha um “começo de catarata” (sic). Sabe ser hipertenso e diabético, em uso de losartana e metformina. Seu exame oftalmológico revelou:

Refração subjetiva:
OD +0.25 D.E. = 20/60         
OE +0.50 D.E. = 20/80

Refração sob cicloplegia:
OD +0.25 D.E. = 20/40             
OE +0.50 D.E. = 20/50

Mapeamento de retina: estreitamento e retificação arteriolar discretos AO.
Tonometria de sopro: 14 mmHg AO (13h30min)

Antes mesmo de levar o paciente à lâmpada de fenda, pode-se supor, corretamente, que a catarata que esse paciente apresenta é do tipo
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Q3847846 Medicina
A doença ocular mais frequentemente associada à catarata secundária em adultos é
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Q3847845 Medicina
 Paciente do sexo masculino, 38 anos de idade, soropositivo, chega ao consultório queixando de BAV súbita e moscas volantes em OE há 2 dias. Faz uso de terapia antirretroviral há 5 anos. Seu exame oftalmológico mostrou:

Refração sob cicloplegia:
OD +0.25 D.E. = 20/20             
OE +0.50 D.E. = CD a 3 metros.

Biomicroscopia:
OD sem alterações.
OE hiperemia conjuntival + e células + em câmara anterior.
Tonometria de aplanação: 14 mmHg AO (09h30min)
Mapeamento de retina:
OD raros exsudatos algodonosos.
OE áreas extensas de infiltração esbranquiçada retiniana e diversas hemorragias superficiais junto às arcadas temporais.

A principal hipótese diagnóstica para esse caso é
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Q3847844 Medicina
A doença sistêmica mais frequentemente associada à esclerite é
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Q3847843 Medicina
A principal causa da conjuntivite papilar gigante
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Q3847842 Medicina
A causa mais frequente de proptose no adulto é
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Q3847841 Medicina
Paciente de 18 anos, feminina, parda, chega ao consultório querendo utilizar lentes de contato pela 1ª vez, já que não gosta de usar óculos aos finais de semana. Nega utilização de medicamentos de uso contínuo. Seu exame oftalmológico mostrou:

Refração sob cicloplegia:
OD -1.75 D.E. -1.75 D.C. x 180º = 20/20
OE -2.25 D.E -1.25 D.C. x 170º = 20/20

Biomicroscopia: sem alterações AO.
Tonometria de aplanação: 12 mmHg AO (9h30min)
Mapeamento de retina: sem alterações AO.
Ceratoscopia computadorizada: córnea aproximadamente esférica AO.
OD: 43.2 x 43.2
OE: 43.4 x 43.4

De posse desses dados, pode-se concluir corretamente que a lente de contato ideal para essa paciente é a
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Q3847840 Medicina
Miyosmart, Stellest e MyCon são exemplos de lentes de óculos 
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Q3847839 Medicina
O colírio da Allergan à base de pilocarpina que foi aprovado pelo FDA nos Estados Unidos para tratamento da presbiopia em adultos tem o nome comercial de
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Q3847838 Medicina
Paciente de 72 anos, masculino, branco, chega ao consultório queixando-se de piora da AV para longe há 1 ano. Refere que nunca usou óculos para longe, apenas para perto, mas que, ultimamente, estava conseguindo ler de perto sem óculos.

Ao realizar o exame biomicroscópico, notou-se a presença de catarata nuclear bilateral, e o paciente conseguia ler J1 a 33 cm OD e a 25 cm OE, sem correção.

Antes mesmo de realizar o exame refracional no paciente, pode-se supor, corretamente, que esse paciente está com miopia de 
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Q3847837 Medicina
Para realizar uma injeção intravítrea, deve-se realizá-la na região da pars plana para minimizar o risco de dano ao cristalino ou à retina. Portanto, o local ideal para a injeção deve ser, em olhos fácicos emétropes,
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Q3847831 Saúde Pública
Em 2024, o município Alfa registrou uma taxa de mortalidade infantil de 15 por mil nascidos vivos, enquanto o município Beta apresentou taxa de 10 por mil.

Com base nesses dados, é correto afirmar que
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Q3847822 Português
Leia o texto para responder à questão:


Cuidar de quem cuida


    Responder a uma pergunta várias vezes, lidar com uma crise de agressividade e insistir para que o ente querido se alimente ou tome banho. Esses são alguns dos desafios enfrentados por brasileiros que assumem a tarefa de cuidar de um familiar idoso com demência. Na sua maioria, são mulheres, mas há também homens, filhos e filhas ou netos e netas, que se dedicam àqueles que precisam de ajuda, compreensão e afeto.

    Não raro, o peso dessa rotina implica angústia, estresse e depressão, com o adoecimento de toda a família. Para atenuar esse sofrimento, o Ministério da Saúde traz a boa notícia de que está desenvolvendo um protocolo de terapia em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo. Batizado de Estratégias para Cuidadores em Demência (Escada), o projeto-piloto é uma adaptação do protocolo britânico Start. Ou seja, foi testado e aprovado.

    O Hospital Oswaldo Cruz treina agentes comunitários que replicam o protocolo junto dos cuidadores, que passam por oito sessões, com suporte psicológico, nas quais aprendem técnicas de manejo do estresse. O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).

    Os cuidadores são estimulados a refletir sobre o que é a demência e como a sobrecarga do cuidado pode impactar a sua saúde; a reconhecer os padrões de comportamento do idoso e o seu próprio comportamento para evitar gatilhos e reações negativas ou impulsivas; a fortalecer a comunicação com a pessoa com demência e com outros membros da família; a evitar a solidão; a resgatar pequenos prazeres; e a planejar o futuro. Não menos importante, há técnicas de relaxamento, com exercícios de respiração, meditação e alongamento.

    O autocuidado, enfim, entrou na agenda do Sistema Único de Saúde (SUS). Já não era sem tempo, haja vista que, segundo o Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)Conhecimento e Projeções Futuras, divulgado pelo Ministério da Saúde em setembro do ano passado, 8,5% da população com 60 anos ou mais convive com a demência. São nada menos do que 1,8 milhão de brasileiros idosos nessa condição. Para piorar, projetam-se 5,7 milhões de pessoas com demência na terceira idade até 2050.

    Tais números mostram que o projeto Escada é mais do que bem-vindo. Com o avanço da expectativa de vida do brasileiro, essa é uma política pública necessária. Oxalá seu teste seja um sucesso e, em breve, essa iniciativa seja replicada por todo o SUS, em todo o país. Só assim serão garantidas saúde mental e qualidade de vida àqueles que cuidam dos seus e precisam cuidar de si mesmos.


(Editorial, Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 02.11.2025. Adaptado)
O motivo por que se empregam as vírgulas na passagem do 3° parágrafo “O projeto está em andamento em Vitória (ES), Manaus (AM), Chapecó (SC), Teresina (PI), Cuiabá (MT), Guarapuava (PR) e Benevides (PA).” também se aplica às passagens:
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Q4257021 Medicina
Queimadura química ocular por álcalis (cal virgem) no pronto atendimento. Considerando o exposto, qual é a conduta inicial correta?  
Alternativas
Respostas
301: E
302: A
303: E
304: B
305: C
306: D
307: A
308: B
309: A
310: E
311: D
312: C
313: A
314: B
315: E
316: A
317: B
318: E
319: A
320: B