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Ano: 2018 Banca: EXATUS Órgão: Prefeitura de Caxias do Sul - RS
Q1195957 Medicina
O traumatismo crânio encefálico (TCE) é uma das causas mais comuns de trauma em crianças, sendo responsável por alto índice de internamento hospitalar, com significativa taxa de morbidade e mortalidade. O TCE é classificado de acordo com a severidade da injúria traumática e a partir de características como a Escala de Coma de Glasgow (ECG). Assinale abaixo a ECG correspondente a um TCE moderado:
Alternativas
Q1194648 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino 
Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.  Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.  Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:  — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…  Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.  E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:  — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…  — Encontrou? — perguntei, já aflito.  — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.  O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.   http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Analise as afirmativas abaixo: 
I) O conto narra a história de um retirante, muito característico na transformação econômica brasileira no tempo em que se situa o conto para o leitor. 
II) Embora o personagem não obtenha sucesso, ainda sim se trata de uma busca dos sonhos. 
III) Jovelino não representa nenhuma parte da população brasileira, é um personagem com ações e reações fictícias. 
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1194526 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada. Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado: — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar. Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43: — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia… Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão. E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro: — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia… — Encontrou? — perguntei, já aflito. — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia. O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho. http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Leia o trecho a seguir: “Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava.” Acerca das expressões e seu efeito de sentido apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EXATUS Órgão: Prefeitura de Caxias do Sul - RS
Q1189876 Matemática
Edgar costuma correr toda a manhã. Normalmente faz sua sequência de 10km em aproximadamente 40min, correndo a uma velocidade de 4 m/s. Correndo os mesmos 10km, mas a uma velocidade de 7 m/s, em quanto tempo Edgar vai terminar sua sequência?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: EXATUS Órgão: Prefeitura de Caxias do Sul - RS
Q1187539 Enfermagem
A Rede de Atenção à Saúde (RAS) é definida como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado. Sobre o assunto, não se pode afirmar que:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: SESAP-RN
Q1181675 Medicina
Um paciente de 66 anos é atendido na UPA com quadro de disartria aguda. É encaminhado para centro de AVC, onde chega com 2 horas do início dos sintomas. No momento da chegada, seu quadro clínico piorou, com pontuação NIHSS de 22. Sua tomografia computadorizada de crânio sem contraste tem pontuação 9 na escala ASPECTS, com sinal da artéria cerebral média hiperdensa. Considerando essa situação,
Alternativas
Q1127207 Medicina
Um ecocardiograma, realizado em um paciente de 26 anos, assintomático e sem morbidades prévias, demonstrou importante disfunção sistólica ventricular esquerda e insuficiência mitral grave com efeito coanda pelo refluxo sanguíneo em átrio esquerdo. O exame físico é normal, com ausculta cardíaca em ritmo regular em 2 tempos e sem sopros. Qual é a conduta mais adequada nesse momento?
Alternativas
Q1124920 Medicina
Você é o médico socorrista de um serviço de atendimento de urgência realizado por ambulância. Na madrugada, ao receber uma ligação com demanda relativa a um homem de 50 anos, com relato de alteração do nível de consciência, mas que foi visto ingerindo cerveja durante todo o dia, opta por esperar novos chamados e vai descansar, pois, o plantão foi “pesado” durante o dia. Pela manhã, recebe a notícia de que o paciente foi a óbito sem socorro. A sua conduta, nesse caso, foi compatível com:
Alternativas
Q1124916 Medicina
Você é o médico que assiste a um paciente em seu consultório e, ao receber quesitos elaborados pelo médico perito do INSS, opta por fornecer o CID X da moléstia do paciente de acordo com o que foi solicitado. Ao fornecer essa informação sigilosa de seu paciente ao médico perito, a sua conduta foi:
Alternativas
Q1124910 Medicina
A neuralgia do trigêmeo é uma doença que traz grande sofrimento aos pacientes. A medicação de primeira escolha nesse distúrbio é:
Alternativas
Q1124909 Medicina
Paciente do sexo masculino, 70 anos, apresentando tremor nas mãos há dois anos. O tremor é de baixa frequência e o incomoda principalmente para escrever e se alimentar. Há piora do sintoma com atividade física, estresse emocional e fadiga e melhora do sintoma após ingerir bebida alcoólica. Nega história familiar. Exame físico demonstra tremor predominantemente de ação, sem rigidez em roda denteada e sem bradicinesia. O diagnóstico mais provável é:
Alternativas
Q1124908 Medicina
Qual é o tumor extra-axial mais comum do sistema nervoso?
Alternativas
Q1124907 Medicina
Paciente do sexo feminino, 30 anos, previamente hígida. Apresentou quadro súbito de perda da visão do olho direito com recuperação total em 15 dias. À época não foi feita nenhuma avaliação neurológica. Após seis meses, a paciente apresentou quadro de tonteira e a seguinte imagem é encontrada em sua ressonância magnética de crânio: Imagem associada para resolução da questão

Com base na história clínica e na imagem, é necessário investigar qual doença neurológica?
Alternativas
Q1124906 Medicina
A complicação infecciosa focal mais comum no paciente com HIV é:
Alternativas
Q1124905 Medicina
Dos benzodiazepínicos listados a seguir, qual tem meia-vida mais longa?
Alternativas
Q1124904 Medicina
Paciente do sexo masculino, 35 anos, obeso, com queixa de déficit de memória, cansaço, dificuldade de perder peso e dificuldade de prestar atenção em suas tarefas diárias. Nega roncos noturnos porém relata que não se sente revigorado após dormir à noite. Seu médico assistente solicitou uma polissonografia e dentre outros achados seu IAH (Índice de Apneia-Hipopneia) foi de 40/h.
O tratamento de escolha no caso apresentado é:
Alternativas
Q1124903 Medicina
Paciente do sexo masculino, 35 anos, obeso, com queixa de déficit de memória, cansaço, dificuldade de perder peso e dificuldade de prestar atenção em suas tarefas diárias. Nega roncos noturnos porém relata que não se sente revigorado após dormir à noite. Seu médico assistente solicitou uma polissonografia e dentre outros achados seu IAH (Índice de Apneia-Hipopneia) foi de 40/h.
É possível afirmar que o paciente apresenta o distúrbio de:
Alternativas
Q1124902 Medicina
Paciente do sexo masculino, 73 anos, sem comorbidades, com dor em região temporal direita há um ano. Relata que a dor é do tipo pulsátil e que inicialmente era intermitente, mas há dois meses se tornou contínua. Não há fatores desencadeantes e observou perda de peso nesse período.
O tratamento recomendado é:
Alternativas
Q1124901 Medicina
Paciente do sexo masculino, 73 anos, sem comorbidades, com dor em região temporal direita há um ano. Relata que a dor é do tipo pulsátil e que inicialmente era intermitente, mas há dois meses se tornou contínua. Não há fatores desencadeantes e observou perda de peso nesse período.
A cefaleia mais provável nesse caso é:
Alternativas
Q1124900 Medicina
A deficiência de qual vitamina pode ocasionar mielopatia, quadro demencial e neuropatia periférica?
Alternativas
Respostas
4041: C
4042: B
4043: D
4044: A
4045: B
4046: B
4047: B
4048: B
4049: A
4050: C
4051: D
4052: C
4053: E
4054: B
4055: C
4056: A
4057: E
4058: D
4059: B
4060: C