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Infere-se da argumentação do texto que "a civilização está a perigo" (L.8) porque
Texto para a questão.

No texto, os trechos que se apresentam na voz passiva, ou seja, estabelecem uma relação em que o sujeito verbal recebe a ação incluem
I "O Estado indiano foi um estrondoso sucesso" (L.4).
II "uma maravilha a ser observada" (L.5-6).
III "quando comparado a muitos outros países" (L.8-9).
IV "Há elementos da democracia" (L.12).
V "seus próprios meios de se reequilibrar" (L.16-17).
Estão certos apenas os itens
Texto para a questão.

Pelo tema abordado, o texto pode integrar um documento oficial, como um relatório ou um parecer, por exemplo. Assinale a opção que representa uma alteração necessária para que o texto respeite, também na forma, as normas de redação de documentos oficiais.
Texto para a questão.

Julgue os seguintes itens, a respeito das idéias do texto.
I O autor considera o regime democrático positivo, mesmo quando sofre adaptações.
II O texto usa a Índia como exemplo de uma proposta de intervenção e reestruturação dos sistemas democráticos de governo nos países mais pobres.
III A tese defendida pela argumentação do texto é a de que o Fórum Econômico Mundial de Davos tem valorizado aspectos políticos, como a democracia nos países pobres.
A quantidade de itens certos é igual a
No desenvolvimento da argumentação do texto, as formas verbais que indicam uma probabilidade ou suposição não incluem
Constrói-se a textualidade estabelecendo-se relações de retomadas de sentido, em que certas palavras remetem a outras, em uma verdadeira cadeia de elos de coesão. Nesse sentido, assinale a opção incorreta.
A invasão dos Estados Unidos e aliados ao Iraque teve como principal motivo, divulgado pelos norte-americanos:
Match the columns with words of opposite meanings:
a- Evil
b- Inside
c- Cruelty
d- Hate
e- Despair
f- Anger
g- Greed
h- Lies
i- Winner
j- Friend
( ) Generosity
( ) Kindness
( ) Truth
( ) Loser
( ) Outside
( ) Good
( ) Serenity
( ) Enemy i- Winner
( ) Love
( ) Hope
O texto só NÃO faz menção ao seguinte assunto:
Os vocábulos "industrialização" e "urbanização" se diferem:
A Matriz Energética Brasileira
No Brasil, os processos combinados de industrialização e urbanização resultaram em uma grande ampliação do consumo energético. Entre 1940 e 1980, a quantidade de energia consumida no país aumentou a uma taxa média de 7% ao ano, dobrando a cada dez anos. Na década de 1980, o consumo energético teve um crescimento menos intenso, devido à estagnação econômica, mas o crescimento foi retomado em meados da década de 1990.
O Brasil urbano e industrial é movido, fundamentalmente, pelos derivados do petróleo e pela eletricidade. Pouco mais de 80% da eletricidade consumida no país é obtida em usinas hidrelétricas: o Brasil é o segundo maior produtor mundial de energia de origem hídrica, atrás apenas do Canadá e à frente dos Estados Unidos e da China.
Já a produção de petróleo não é suficiente para atender à demanda, embora a dependência externa no setor tenha conhecido expressiva redução nas últimas três décadas. A dependência externa em relação ao óleo é a principal responsável pela diferença entre a produção e o consumo de energia no país: em 2002, o Brasil produziu 174,2 milhões de toneladas equivalentes de petróleo e consumiu 203,6 milhões. Juntos, o setor industrial e o setor de transportes são responsáveis por cerca de 70% do consumo energético total.
As características da estrutura industrial do Brasil ajudam a entender o elevado consumo energético do setor: enquanto nos países desenvolvidos os ramos industriais em ascensão são aqueles que empregam intensivamente tecnologia e poupam energia, as indústrias energointensivas seguem ocupando uma posição de destaque entre as indústrias brasileiras, e são responsáveis por mais da metade do consumo energético industrial.
O setor de transporte é outro voraz consumidor de energia, em função do modelo rodoviário que prevalece no país. O setor residencial, por sua vez, apresentou relativa participação decrescente no consumo final de energia desde 1970, principalmente devido à substituição da lenha pelo gás liquefeito de petróleo, dez vezes mais eficiente.
Demandas energéticas setoriais – A indústria e os transportes produzem demandas energéticas diferentes. As indústrias são movidas principalmente pela eletricidade, enquanto o transporte de cargas e de passageiros no Brasil é essencialmente movido pelos derivados de petróleo.
O setor industrial é responsável por mais de 45% do consumo final de eletricidade do Brasil. Assim, as políticas de estímulo à indústria sempre foram acompanhadas pela ampliação da oferta de energia elétrica. Comandado pela Eletrobrás, criada em 1962, o setor elétrico foi fartamente financiando pelo Tesouro Nacional e por empréstimos internacionais, especialmente durante a década de 1970, quando foram construídas grandes hidrelétricas, como Itaipu e Tucuruí.
Coerente com os objetivos que levaram à sua criação, a Eletrobrás passou décadas vendendo energia ao setor industrial pela metade do preço praticado no mercado internacional. Produzindo a custos elevados, vendendo a preços subsidiados e arcando com violentas taxas de juros sobre os capitais internacionais tomados de empréstimo, a Eletrobrás chegou aos anos 1990 numa situação financeira caótica e operando em condições precárias.
Em 1995, ela e suas quatro subsidiárias de âmbito regional – Chesf, Furnas, Eletrosul e Eletronorte – foram incluídas no Programa Nacional de Privatização.(...)
O governo Lula interrompeu o programa de privatizações, mantendo a Eletrobrás e suas subsidiárias na condição de empresas estatais. Contudo, elaborou um novo modelo para o setor elétrico destinado a atrair investidores privados para a construção de novas usinas hidrelétricas e de usinas termelétricas, movidas a gás natural.
No centro do novo modelo está a garantia de remuneração, a preços mais elevados, da energia gerada pelas novas usinas. Evitando a concorrência com a “energia velha”, produzida em usinas que já amortizaram total ou parcialmente seus custos, esse modelo procura substituir o investimento público pelo investimento privado na ampliação da capacidade de geração e distribuição de eletricidade no país.
(...)
No final da década de 1990, a Petrobrás perdeu o monopólio sobre a pesquisa e a lavra do petróleo e do gás natural em território brasileiro. A Agência Nacional do Petróleo (ANP), criada em 1998, coordena leilões de concessões de áreas de pesquisa e de lavra nas bacias sedimentares brasileiras, abertas à participação de empresas públicas e privadas. O objetivo é aumentar a oferta interna de petróleo, para os transportes, e de gás natural, que será utilizado sobretudo na produção de eletricidade para as indústrias. (Geografia – A construção do mundo. Demétrio Magnoli- Regina Araújo.)
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Pelo texto, verifica-se que:


