Questões de Concurso Para médico do trabalho

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Q2920109 Medicina

Relacionar doenças infecciosas com o trabalho não é uma tarefa simples. Agentes biológicos são geralmente encontrados tanto no ambiente de trabalho como fora dele. Algumas atividades, como as desenvolvidas por profissionais da área de saúde, trabalhadores na agricultura, manipuladores de produtos animais, entre outras, propiciam maior risco de contato com agentes biológicos nocivos. Para se estabelecer relação entre uma doença infecciosa e o trabalho, deve(m)-se considerar

Alternativas
Q2920102 Medicina

Um indivíduo que trabalha em ambiente com materiais radioativos sofre acidente tendo sido irradiado no corpo inteiro, de forma homogênea. Apresenta, após algumas horas, diarreia sanguinolenta. Considerando-se esse quadro e sabendo-se que a síndrome aguda da radiação (SAR) é basicamente constituída de três fases evolutivas – prodrômica, período de latência e fase clínica – e que cada forma clínica está associada a uma dose de irradiação, pode-se afirmar que:

I - as formas principais de apresentação da SAR desse caso é a gastrointestinal;

II - o quadro apresentado por este indivíduo é de uma forma gastrointestinal que possui o melhor prognóstico;

III - esta forma clínica só é frequente em exposições acima de 80 Gy;

IV - o tratamento eficaz para esta forma clínica deve ser a administração de antibióticos e reposição volêmica.

É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)

Alternativas
Q2920097 Medicina

Nas plantas industriais, um dos agentes nocivos mais presentes é o do Nível de Pressão Sonora Elevado. Para evitar o desenvolvimento de perdas auditivas ocupacionais, é necessário que seja feito um bom trabalho de identificação e controle desse risco. Para tal, é necessário avaliar o Nível de Pressão Sonora do ambiente de trabalho, pelo uso de métodos adequados a cada característica de som e de atividade do trabalhador. Assim, criam-se os Grupos Homogêneos de Exposição (GHE) a fim de que se possam tomar as medidas de controle, seja com o controle na fonte de emissão sonora ou com o uso de EPI bem dimensionado para o empregado. Nesse contexto, sobre a dosimetria do Nível de Pressão Sonora, foram feitas as afirmações a seguir.

I - Para indivíduos com posição de trabalho fixa e som contínuo, é sempre necessário o uso de medição direta com dosimetria estendida a pelo menos um ciclo de trabalho.

II - Para indivíduos com posição de trabalho móvel e com grandes variações no Nível de Pressão Sonora em seu ambiente de trabalho, deve sempre ser feita medição direta com dosimetria estendida à jornada de trabalho.

III - Para sons de impacto, o dosímetro deve ser ajustado com filtro de ponderação A e constante de tempo fast.

IV - Para sons contínuos, o dosímetro deve ser ajustado com filtro de ponderação A e constante de tempo fast.

É(são) correta(s) APENAS a(s) afirmação(ões)

Alternativas
Q2920075 Medicina

Um funcionário que trabalhava com galvanoplastia teve, acidentalmente, contato com um gás e apresentou sintomas de ansiedade, taquicardia, hiperpneia, pressão arterial elevada e palpitações. Posteriormente, sentiu também náuseas e vômitos. Ao exame inicial, encontrava-se em midríase e em taquiarritmia. Sabia-se que um dos produtos utilizados na sua atividade era o ácido cianídrico. Tendo, como principal hipótese diagnóstica, um quadro de intoxicação aguda por gás cianídrico, qual a via de absorção, o mecanismo de ação e o tratamento a ser feito?

Alternativas
Q2920067 Medicina

Um indivíduo que trabalha com solventes orgânicos, acidentalmente, inala grande quantidade de substância. Ele chega ao Serviço Médico com irritação de olhos e mucosas, depressão do Sistema Nervoso Central, vômitos, cefaleia e dispineia associada a sibilos. Qual solvente está relacionado ao efeito broncoconstritor e à asma ocupacional?

Alternativas
Q2920064 Medicina

Em Medicina do Trabalho, muitas vezes é tarefa difícil estabelecer o nexo entre determinada doença e a atividade laboral desenvolvida por um trabalhador. Para identificar essas correlações, são necessários trabalhos estatísticos com desenhos de estudo adequados a cada caso particular de interesse. Os estudos epidemiológicos estão sujeitos a vieses que, sempre que possível, devem ser identificados e eliminados. Um tipo de viés, muito comum em estudos de doenças possivelmente ocupacionais, é o que ocorre quando há uma distorção em medidas de associação ou de efeito, causada pela mistura de efeitos de outras exposições, também associadas tanto ao efeito como à exposição. Esse tipo de erro denomina-se

Alternativas
Q2920061 Medicina

Quinhentos empregados com idade variando entre 33 e 65 anos, trabalham em um mesmo ambiente, com riscos à saúde comuns a todos. O principal agente de risco é o nível de pressão sonora, e a dosimetria deste GHE sempre foi aferida em 88 dB para uma jornada de trabalho de 8 horas. Dos 68 empregados que apresentam problemas auditivos, só apresentam no audiograma perda compatível com aquelas atribuídas à exposição a sons intensos que, ou foram desencadeadas ou vêm piorando nos últimos 10 anos; 29 são diabéticos; 40 têm dislipidemia e 15 apresentam doença vascular. Todos usam protetores auditivos com NRR-sf igual a 21dB e foram treinados e fiscalizados quanto ao uso de proteção, desde a sua admissão na empresa. Os protetores possuem CA e a empresa possui um PCA organizado. Analisando esse caso, à luz dos cuidados quanto a riscos em ambiente de trabalho, conclui-se que:

I - as perdas auditivas devem ser caracterizadas como ocupacionais, pois os protetores, embora usados corretamente, não protegeram a audição dos empregados do risco NPSE;

II - o nível de pressão sonora obtido na dosimetria do GHE mostra que o dimensionamento do EPI não foi adequado para a sua neutralização;

III - diabetes, dislipidemias e doença vascular são fatores determinantes de perdas auditivas independente do nível de pressão sonora elevado (NPSE);

IV - o uso adequado de EPI, corretamente dimensionado ao risco NPSE, o neutralizou;

V - os empregados não ficaram expostos ao risco, mas tão somente em risco de exposição.

São corretas as conclusões

Alternativas
Q2880212 Português

Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem

NÃO deve receber acento grave o a(s) da opção

Alternativas
Q2880211 Português

Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem

Há três substantivos em

Alternativas
Q2880210 Português

Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem

Coloque C ou I nos parênteses, conforme esteja correta ou incorreta a concordância nominal.


( ) É necessário a devida cautela com certas previsões.

( ) As informações vêm acompanhadas do endosso e confirmação exigidos.

( ) Conseguimos na internet bastante dados sobre o autor.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q2880209 Português

Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem

Foram inúmeros os problemas ________ nos defrontamos e inúmeras as experiências ________ passamos.


De acordo com a norma culta da língua, completam a frase, respectivamente,

Alternativas
Q2880208 Português

Acerca do fragmento acima, julgue os itens que se seguem

Muitas vezes ____________ experiências inovadoras.

Dificuldades jamais ____________ o avanço tecnológico.


Preenchem corretamente as lacunas as formas verbais

Alternativas
Q2880207 Português

A moda terminal

Já declararam o fim da memória, da escrita, da

pintura, da fotografia, do teatro, do rádio, das ferrovias,

da História e já anunciaram até que o mundo ia se

acabar. Todos os que previram esses desfechos

5 chegaram ao fim antes. Agora, a moda é decretar que

o jornalismo está terminando (e o livro também). Citam

importantes jornais do mundo como alguns dos veículos

com sérias dificuldades financeiras. Reconheço que

há argumentos respeitáveis e indícios preocupantes.

10 Mas vamos relativizar o pânico. No Brasil, por

exemplo, nos dois últimos anos, a circulação dos

diários cresceu. Em 2007, enquanto a expansão

mundial não passou de 2,5%, aqui foi de 11,8%.

Desconfio muito das antecipações feitas por

15 um mundo que não conseguiu prever nem a crise

econômica atual. Além do mais, nunca uma nova

tecnologia de comunicação eliminou a anterior. Com

o advento da escrita – para citar a primeira dessas

transformações – acreditava-se que, por desuso, a

20 memória iria desaparecer. Dispondo de um suporte

mecânico para registrar suas experiências, o homem

não usaria mais a cabeça. Para que decorar, se era

possível guardar tudo em forma de letrinhas? (a última

especulação no gênero é a de que o Google vai tornar

25 inúteis arquivos e bibliotecas).

Antes se dizia que a “civilização visual” (a TV)

iria abolir a “civilização verbal”. Uma imagem vale mais

que mil palavras, repetia-se, esquecendo-se de que só

se diz isso com palavras. Agora se afirma, veja a ironia,

30 que a Internet veio salvar a escrita que a TV estava

matando. De fato, nunca se escreveu tanto quanto hoje,

pelo menos em e-mails. A onipresença desse universo

on-line passou então a funcionar como uma espécie de

pá de cal sobre o jornal. Só que a Internet ainda precisa

35 da confirmação e do endosso do “impresso”, de seu

prestígio e credibilidade. Os blogueiros sérios que me

perdoem, mas a rede não é confiável (ainda bem, para

Veríssimo e Jabor, pelo que costumam atribuir a eles

ali). Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido.

40 Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo

porque a notícia não saiu nos jornais.

Por tudo isso, é provável que, em vez de

extermínio, haja convergência e convivência de mídias,

como já está ocorrendo. Muitos dos blogs e sites mais

45 influentes estão hospedados em jornais e revistas.

VENTURA, Zuenir. O Globo – 14 fev. 2009. (com adaptações)

De acordo com o texto, a Internet seria duplamente responsável:

Alternativas
Q2880206 Português

A moda terminal

Já declararam o fim da memória, da escrita, da

pintura, da fotografia, do teatro, do rádio, das ferrovias,

da História e já anunciaram até que o mundo ia se

acabar. Todos os que previram esses desfechos

5 chegaram ao fim antes. Agora, a moda é decretar que

o jornalismo está terminando (e o livro também). Citam

importantes jornais do mundo como alguns dos veículos

com sérias dificuldades financeiras. Reconheço que

há argumentos respeitáveis e indícios preocupantes.

10 Mas vamos relativizar o pânico. No Brasil, por

exemplo, nos dois últimos anos, a circulação dos

diários cresceu. Em 2007, enquanto a expansão

mundial não passou de 2,5%, aqui foi de 11,8%.

Desconfio muito das antecipações feitas por

15 um mundo que não conseguiu prever nem a crise

econômica atual. Além do mais, nunca uma nova

tecnologia de comunicação eliminou a anterior. Com

o advento da escrita – para citar a primeira dessas

transformações – acreditava-se que, por desuso, a

20 memória iria desaparecer. Dispondo de um suporte

mecânico para registrar suas experiências, o homem

não usaria mais a cabeça. Para que decorar, se era

possível guardar tudo em forma de letrinhas? (a última

especulação no gênero é a de que o Google vai tornar

25 inúteis arquivos e bibliotecas).

Antes se dizia que a “civilização visual” (a TV)

iria abolir a “civilização verbal”. Uma imagem vale mais

que mil palavras, repetia-se, esquecendo-se de que só

se diz isso com palavras. Agora se afirma, veja a ironia,

30 que a Internet veio salvar a escrita que a TV estava

matando. De fato, nunca se escreveu tanto quanto hoje,

pelo menos em e-mails. A onipresença desse universo

on-line passou então a funcionar como uma espécie de

pá de cal sobre o jornal. Só que a Internet ainda precisa

35 da confirmação e do endosso do “impresso”, de seu

prestígio e credibilidade. Os blogueiros sérios que me

perdoem, mas a rede não é confiável (ainda bem, para

Veríssimo e Jabor, pelo que costumam atribuir a eles

ali). Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido.

40 Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo

porque a notícia não saiu nos jornais.

Por tudo isso, é provável que, em vez de

extermínio, haja convergência e convivência de mídias,

como já está ocorrendo. Muitos dos blogs e sites mais

45 influentes estão hospedados em jornais e revistas.

VENTURA, Zuenir. O Globo – 14 fev. 2009. (com adaptações)

Considere as afirmações.


I – Para o cronista é impossível a coexistência de duas tecnologias da comunicação.

II – Dificuldades financeiras e onipresença do universo on-line constituem ameaças à vida dos jornais.

III – Falta à Internet a credibilidade e a confiabilidade do jornal impresso.


É(São) verdadeira(s) APENAS a(s) afirmação(ões)

Alternativas
Q2880205 Português

A moda terminal

Já declararam o fim da memória, da escrita, da

pintura, da fotografia, do teatro, do rádio, das ferrovias,

da História e já anunciaram até que o mundo ia se

acabar. Todos os que previram esses desfechos

5 chegaram ao fim antes. Agora, a moda é decretar que

o jornalismo está terminando (e o livro também). Citam

importantes jornais do mundo como alguns dos veículos

com sérias dificuldades financeiras. Reconheço que

há argumentos respeitáveis e indícios preocupantes.

10 Mas vamos relativizar o pânico. No Brasil, por

exemplo, nos dois últimos anos, a circulação dos

diários cresceu. Em 2007, enquanto a expansão

mundial não passou de 2,5%, aqui foi de 11,8%.

Desconfio muito das antecipações feitas por

15 um mundo que não conseguiu prever nem a crise

econômica atual. Além do mais, nunca uma nova

tecnologia de comunicação eliminou a anterior. Com

o advento da escrita – para citar a primeira dessas

transformações – acreditava-se que, por desuso, a

20 memória iria desaparecer. Dispondo de um suporte

mecânico para registrar suas experiências, o homem

não usaria mais a cabeça. Para que decorar, se era

possível guardar tudo em forma de letrinhas? (a última

especulação no gênero é a de que o Google vai tornar

25 inúteis arquivos e bibliotecas).

Antes se dizia que a “civilização visual” (a TV)

iria abolir a “civilização verbal”. Uma imagem vale mais

que mil palavras, repetia-se, esquecendo-se de que só

se diz isso com palavras. Agora se afirma, veja a ironia,

30 que a Internet veio salvar a escrita que a TV estava

matando. De fato, nunca se escreveu tanto quanto hoje,

pelo menos em e-mails. A onipresença desse universo

on-line passou então a funcionar como uma espécie de

pá de cal sobre o jornal. Só que a Internet ainda precisa

35 da confirmação e do endosso do “impresso”, de seu

prestígio e credibilidade. Os blogueiros sérios que me

perdoem, mas a rede não é confiável (ainda bem, para

Veríssimo e Jabor, pelo que costumam atribuir a eles

ali). Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido.

40 Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo

porque a notícia não saiu nos jornais.

Por tudo isso, é provável que, em vez de

extermínio, haja convergência e convivência de mídias,

como já está ocorrendo. Muitos dos blogs e sites mais

45 influentes estão hospedados em jornais e revistas.

VENTURA, Zuenir. O Globo – 14 fev. 2009. (com adaptações)

"Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido. Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo porque a notícia não saiu nos jornais." (l. 39-41)


Da passagem acima, depreende-se que

Alternativas
Q2880204 Português

A moda terminal

Já declararam o fim da memória, da escrita, da

pintura, da fotografia, do teatro, do rádio, das ferrovias,

da História e já anunciaram até que o mundo ia se

acabar. Todos os que previram esses desfechos

5 chegaram ao fim antes. Agora, a moda é decretar que

o jornalismo está terminando (e o livro também). Citam

importantes jornais do mundo como alguns dos veículos

com sérias dificuldades financeiras. Reconheço que

há argumentos respeitáveis e indícios preocupantes.

10 Mas vamos relativizar o pânico. No Brasil, por

exemplo, nos dois últimos anos, a circulação dos

diários cresceu. Em 2007, enquanto a expansão

mundial não passou de 2,5%, aqui foi de 11,8%.

Desconfio muito das antecipações feitas por

15 um mundo que não conseguiu prever nem a crise

econômica atual. Além do mais, nunca uma nova

tecnologia de comunicação eliminou a anterior. Com

o advento da escrita – para citar a primeira dessas

transformações – acreditava-se que, por desuso, a

20 memória iria desaparecer. Dispondo de um suporte

mecânico para registrar suas experiências, o homem

não usaria mais a cabeça. Para que decorar, se era

possível guardar tudo em forma de letrinhas? (a última

especulação no gênero é a de que o Google vai tornar

25 inúteis arquivos e bibliotecas).

Antes se dizia que a “civilização visual” (a TV)

iria abolir a “civilização verbal”. Uma imagem vale mais

que mil palavras, repetia-se, esquecendo-se de que só

se diz isso com palavras. Agora se afirma, veja a ironia,

30 que a Internet veio salvar a escrita que a TV estava

matando. De fato, nunca se escreveu tanto quanto hoje,

pelo menos em e-mails. A onipresença desse universo

on-line passou então a funcionar como uma espécie de

pá de cal sobre o jornal. Só que a Internet ainda precisa

35 da confirmação e do endosso do “impresso”, de seu

prestígio e credibilidade. Os blogueiros sérios que me

perdoem, mas a rede não é confiável (ainda bem, para

Veríssimo e Jabor, pelo que costumam atribuir a eles

ali). Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido.

40 Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo

porque a notícia não saiu nos jornais.

Por tudo isso, é provável que, em vez de

extermínio, haja convergência e convivência de mídias,

como já está ocorrendo. Muitos dos blogs e sites mais

45 influentes estão hospedados em jornais e revistas.

VENTURA, Zuenir. O Globo – 14 fev. 2009. (com adaptações)

Pelas previsões citadas no 2º parágrafo do texto, estaria reservado à memória, aos arquivos e às bibliotecas um destino comum: tornarem-se

Alternativas
Q2879374 Português

A moda terminal

Já declararam o fim da memória, da escrita, da

pintura, da fotografia, do teatro, do rádio, das ferrovias,

da História e já anunciaram até que o mundo ia se

acabar. Todos os que previram esses desfechos

5 chegaram ao fim antes. Agora, a moda é decretar que

o jornalismo está terminando (e o livro também). Citam

importantes jornais do mundo como alguns dos veículos

com sérias dificuldades financeiras. Reconheço que

há argumentos respeitáveis e indícios preocupantes.

10 Mas vamos relativizar o pânico. No Brasil, por

exemplo, nos dois últimos anos, a circulação dos

diários cresceu. Em 2007, enquanto a expansão

mundial não passou de 2,5%, aqui foi de 11,8%.

Desconfio muito das antecipações feitas por

15 um mundo que não conseguiu prever nem a crise

econômica atual. Além do mais, nunca uma nova

tecnologia de comunicação eliminou a anterior. Com

o advento da escrita – para citar a primeira dessas

transformações – acreditava-se que, por desuso, a

20 memória iria desaparecer. Dispondo de um suporte

mecânico para registrar suas experiências, o homem

não usaria mais a cabeça. Para que decorar, se era

possível guardar tudo em forma de letrinhas? (a última

especulação no gênero é a de que o Google vai tornar

25 inúteis arquivos e bibliotecas).

Antes se dizia que a “civilização visual” (a TV)

iria abolir a “civilização verbal”. Uma imagem vale mais

que mil palavras, repetia-se, esquecendo-se de que só

se diz isso com palavras. Agora se afirma, veja a ironia,

30 que a Internet veio salvar a escrita que a TV estava

matando. De fato, nunca se escreveu tanto quanto hoje,

pelo menos em e-mails. A onipresença desse universo

on-line passou então a funcionar como uma espécie de

pá de cal sobre o jornal. Só que a Internet ainda precisa

35 da confirmação e do endosso do “impresso”, de seu

prestígio e credibilidade. Os blogueiros sérios que me

perdoem, mas a rede não é confiável (ainda bem, para

Veríssimo e Jabor, pelo que costumam atribuir a eles

ali). Uma vez, um site noticiou que eu tinha morrido.

40 Houve controvérsia, mas eu só não morri mesmo

porque a notícia não saiu nos jornais.

Por tudo isso, é provável que, em vez de

extermínio, haja convergência e convivência de mídias,

como já está ocorrendo. Muitos dos blogs e sites mais

45 influentes estão hospedados em jornais e revistas.

VENTURA, Zuenir. O Globo – 14 fev. 2009. (com adaptações)

O início do 1º parágrafo (l. 1 a 4) deixa claro que a moda de que fala o cronista é um tema

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB
Q1239326 Segurança e Saúde no Trabalho
Julgue o item a seguir, referente a noções de fisiologia do trabalho, atividades e cargas de trabalho e atividades físicas e riscos à saúde.
A noção de repetitividade dos movimentos deve ser utilizada na avaliação de ambientes industriais e de escritórios.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB
Q1239083 Segurança e Saúde no Trabalho
Julgue o item a seguir, referente a noções de fisiologia do trabalho, atividades e cargas de trabalho e atividades físicas e riscos à saúde.
Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga. 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: BRB
Q1239039 Segurança e Saúde no Trabalho
Julgue o item a seguir, referente a noções de fisiologia do trabalho, atividades e cargas de trabalho e atividades físicas e riscos à saúde.
Sempre que o trabalho puder ser realizado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição.
Alternativas
Respostas
16241: D
16242: A
16243: B
16244: A
16245: E
16246: A
16247: E
16248: C
16249: D
16250: B
16251: D
16252: A
16253: E
16254: E
16255: D
16256: B
16257: C
16258: C
16259: C
16260: C