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( ) As células do pulmão que têm contato com o ar possuem uma alta taxa de reposição. Em função desta rápida regeneração, espera-se maior vulnerabilidade às alterações carcinogênicas pela presença da poeira.
( ) A exposição à sílica pode ocorrer em diversas atividades ocupacionais diretamente, mas também por contaminação ambiental indoor para outros setores ou postos de trabalho da mesma empresa, ou ainda pela contaminação do ambiente no entorno, como é o caso de pedreiras.
( ) A exposição ocupacional se dá por meio da inalação de poeira contendo sílica livre cristalina.
Trata-se de reações alérgicas cutâneas crônicas, recorrentes em trabalhadores que manuseiam graxa ou óleo mecânico:
A lesão pulmonar pode gerar outros problemas mais graves, por isso demanda cuidados médicos imediatos e especiais. É comum em trabalhadores que têm contato direto com a fumaça do carvão, por inalarem diferentes agentes prejudiciais à saúde:
Doença pulmonar, que atinge trabalhadores da indústria algodoeira, por ser causada pela poeira das fibras de algodão, do linho ou do cânhamo:
Comum em trabalhadores de minas de ferro, que acabam desenvolvendo uma falta de ar constante por conta da inalação de partículas microscópicas de ferro, que se alojam nos bronquíolos:

2012 2013 2014
Cláudio Náutico Náutico Sport
Daniel Sport Vitória Náutico
Evandro Náutico Sport Vitória
Fábio Sport Náutico Náutico
Considere que um time não pode ser rebaixado por dois anos consecutivos e que cada um dos torcedores acertou pelo menos um palpite. Dessa forma, é possível garantir que os rebaixados nos anos de 2013 e 2014 são, respectivamente:
A importância do ato de ler
Paulo Freire
A importância do ato de ler
Paulo Freire
A importância do ato de ler
Paulo Freire
Paulo Freire
2º Aceitei fazê-lo agora, da maneira, porém, menos formal possível. Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler.
3º Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na descodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, em que senti levado – e até gostosamente – a “reler" momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio _____ mim constituindo. Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância" dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura" do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavra mundo".
4º A retomada da infância distante, buscando _____ compreensão do meu ato de “ler" o mundo particular em que me ouvia – e até onde não sou traído pela memória –, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós – à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava _____ riscos menores que me preparavam para riscos e aventuras maiores. A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe –, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, Andrei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos", as “palavras", as “letras" daquele contexto – em cuja percepção me experimentava e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber – se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo _____ meu trato com eles, nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 12. ed. São Paulo: Cortez, 1986. p. 11-3.
Homem, 69 anos, hipertenso, relata que aproximadamente 5 horas antes de sua admissão hospitalar, iniciou quadro de dor precordial de forte intensidade, opressiva, irradiada para a região cervical esquerda, acompanhada de dispneia. Ficou em repouso, obtendo alívio parcial da dor torácica, contudo permaneceu com dispneia. Tem história de tabagismo de longa data, e “bronquite” diagnosticada após os 50 anos de idade. Com a persistência do desconforto torácico e da dispneia, procurou setor de urgência de um Hospital.
Exame físico na admissão: Paciente orientado, referindo dispneia e leve desconforto torácico. Ritmo cardíaco regular. Bulhas normofonéticas. Presença de terceira bulha (B3) e turgência jugular patológica. Estertores crepitantes à ausculta das bases pulmonares e sibilos difusos.
PA: 158 x 88 mmHg. FC: 88 bpm. FR: 25 irpm
Eletrocardiograma: Ritmo sinusal. Intervalo PR em torno de 226 ms. Infradesnivelamento do segmento ST (em torno de 2 mm), com inversão da onda T em parede anterior (D1, aVL e de V1 a V6).
Enquanto aguarda os resultados dos demais exames, além de ácido acetilsalicílico, nitrato e medidas de suporte clínico, está indicado o uso de