Questões de Concurso Para médico geriatra

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Q3212276 Medicina
O recém-nascido deve ser vacinado contra duas doenças ao nascer. Elas são: 
Alternativas
Q3212275 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre boas práticas para serviços de alimentação.
Alternativas
Q3212274 Saúde Pública
Em uma UBS de uma pequena cidade a equipe planeja um processo de disseminação de informações sobre saúde para alunos do ensino médio. Sabendo que os jovens gostam de brincar em determinados locais onde águas da chuva se acumulam, decidem enfatizar o adoecimento por contato da pele ou mucosa com água contaminada. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que contém a afirmação correta sobre uma dessas doenças.
Alternativas
Q3212273 Saúde Pública
Uma UBS localizada em uma zona urbana de alta criminalidade encontra dificuldades para fixar profissionais de saúde, em especial, médicos. Os moradores, habituados com as características da região, são usuários do serviço. Considerando o contexto apresentado, pode-se afirmar que o atributo que fica comprometido em maior grau é: 
Alternativas
Q3212272 Saúde Pública
O Brasil, em consonância com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), prioriza a vacinação para grupos populacionais específicos. Para 2024, estima-se a necessidade de aproximadamente 70 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 variante XBB 1.5. Em uma cidade de médio porte, observa-se uma baixa adesão à vacinação, apesar do aumento de casos da doença. Como estratégia, opta-se por identificar e mobilizar grupos prioritários, oferecendo a vacina e reforçando informações sobre seus benefícios. Assinale a alternativa que apresenta exemplos desses grupos prioritários.
Alternativas
Q3212271 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre o distúrbio de voz relacionado ao trabalho (DVRT).
Alternativas
Q3212270 Saúde Pública
Alguns jovens vão a uma casa de campo e resolvem fazer uma fogueira como parte de uma festa junina. Para tanto, pedem a um empregado que os ajude a coletar madeira para a fogueira. O empregado, ao pegar alguns gravetos, é picado por uma cobra e é imediatamente levado a uma UBS. Considerando o exposto, assinale a alternativa correta quanto à notificação no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
Alternativas
Q3212269 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre descentralização da gestão e das políticas da saúde no país. 
Alternativas
Q3212268 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre o coeficiente de incidência.
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Q3212267 Medicina
Uma UBS de uma região de uma grande cidade começa a ser procurada por várias mulheres de uma grande rede comercial. Elas se queixam de exigências do trabalho que apontam como causas de alteração do sono e ansiedade. Dizem que a empresa estipula metas de vendas que não conseguem atingir, que elas têm restrições para ir ao banheiro e que não podem se sentar, mesmo quando não há clientes. Assinale a alternativa que contém um encaminhamento correto diante da situação apresentada.
Alternativas
Q3212266 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre a Reforma Sanitária e o SUS.
Alternativas
Q3212265 Medicina
Um jovem de 14 anos de idade, sexualmente ativo, é levado pela sua mãe a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com quadro de manchas no corpo, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés, não pruriginosas. Não há antecedentes mórbidos. Considerando o exposto, assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Alternativas
Q3212264 Direito Previdenciário
Assinale a alternativa correta sobre a seguridade social.
Alternativas
Q3212263 Saúde Pública
Assinale a alternativa cujo conteúdo referente aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias se encontra na Constituição Federal. 
Alternativas
Q3212256 Português
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3212254 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.

    Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.

     Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)
Afirma-se no texto que a intensidade dos preconceitos individuais 
Alternativas
Q3212253 Português
Leia o texto para responder à questão.


    Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.

    Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.

     Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)
Em relação ao que classifica como preconceitos individuais, o autor 
Alternativas
Q3546945 Medicina
Caso a pessoa não tenha recebido nenhuma dose da vacina febre amarela até os 5 anos de idade, ela deverá tomar quantas doses para se considerar imune?
Alternativas
Q3546944 Medicina
O reforço da vacina dT deve ser administrado a cada 10 anos ou a cada quantos anos em caso de ferimentos graves?
Alternativas
Q3546943 Medicina
Sobre as quedas em idosos, considere V para verdadeiro e F para falso, a seguir assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

( ) Define-se queda quando uma pessoa cai ao solo ou outro nível inferior; às vezes, uma parte do corpo colide contra um objeto que interrompe a queda. Normalmente, os eventos causados por distúrbios agudos (p. ex., convulsões, acidente vascular encefálico) ou grandes riscos ambientais (p. ex., ser atingido por um objeto em movimento) não são considerados quedas.
( ) Anualmente, ocorrem quedas em 30 a 40% dos indivíduos idosos que vivem na comunidade e em 50% dos residentes em instituição de longa permanência. Nos Estados Unidos, quedas são a principal causa de morte acidental e a 7ª causa principal de mortalidade em pessoas com ≥ 65 anos. Em 2018, houve 32.522 mortes por queda em pessoas com ≥ 65 anos versus 4.933 naquelas mais jovens; portando 85% das mortes causadas por quedas ocorrem em 13% da população com ≥ 65 anos.
( ) As quedas ameaçam a independência dos idosos e causam uma cascata de consequências individuais e socioeconômicas. No entanto, os médicos muitas vezes desconhecem as quedas em indivíduos que não apresentam lesões porque normalmente a história e o exame físico de rotina não incluem avaliação específica para quedas. Muitos idosos se tornam relutantes em relatar uma queda porque a atribuem ao processo de envelhecimento ou por temer posterior restrição de suas atividades ou serem institucionalizados.
Alternativas
Respostas
621: B
622: E
623: C
624: E
625: B
626: C
627: D
628: D
629: B
630: A
631: D
632: B
633: A
634: C
635: C
636: D
637: E
638: A
639: E
640: A