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Mulher de 28 anos, com 1,60 cm de altura e 80 kg, em tratamento de irregularidade menstrual, desenvolve, nos últimos dois meses, cefaleia diária, vômitos e, nas últimas duas semanas, observa turvação visual e diplopia.
Acuidade visual 20/60 em ambos os olhos com correção, fundoscopia com perda do contorno do disco óptico e paresia da abdução do olhar bilateralmente. Tomografia de crânio com contraste sem alterações.
O resultado de exame que confirmaria o diagnóstico seria:
Mulher de 48 anos, com miastenia gravis generalizada controlada há 2 anos com mestinon 60 mg 6/6h, procura o pronto-socorro por fraqueza muscular progressiva, voz anasalada e dificuldade para engolir, iniciadas nas últimas 24 horas. Relata que está tratando uma infecção urinária com antibiótico iniciado há 3 dias.
Ao exame observa-se fácies miastênica, disartria, tiragem intercostal leve e uso de musculatura acessória. Apresenta fraqueza simétrica nos quatro membros (grau 3), arreflexia e ausência de febre. Saturação: 91% em ar ambiente. Gasometria arterial: pH 7,39; pCO₂ 43 mmHg; pO₂ 79 mmHg.
A conduta mais adequada no momento é
Homem de 42 anos apresenta paralisia facial bilateral de instalação subaguda, com início à direita e progressão para o lado esquerdo em 48 horas. Refere também formigamentos nas mãos e nos pés. Nega febre, alterações visuais ou disartria.
Exame físico revela paralisia facial periférica bilateral, arreflexia patelar e aquileu, e sensibilidade superficial preservada à dor e temperatura. Força está preservada em todos os segmentos. Não há sinais meníngeos. RM de encéfalo é normal.
Diante do quadro, o diagnóstico mais provável é
Mulher de 48 anos, sem comorbidades, é avaliada em consulta ambulatorial após detecção incidental de um nódulo em lobo direito da tireoide, durante exame físico de rotina. Refere boa saúde geral, sem sintomas compressivos ou disfônicos.
Ao exame, palpa-se nódulo firme, móvel à deglutição, de 2 cm, indolor, sem linfadenomegalias cervicais. Não há antecedentes familiares de câncer de tireoide ou exposição à radiação cervical. TSH sérico está dentro da faixa de normalidade. Ultrassonografia da tireoide mostra nódulo sólido, hipoecoico, com margens levemente irregulares, microcalcificações finas e ausência de halo periférico, compatível com classificação TI-RADS 4.
Considerando o caso descrito, a próxima etapa na condução é
Homem de 45 anos, previamente hígido, realiza colonoscopia de rastreamento para câncer colorretal, sem história familiar da doença.
O exame endoscópico revelou dois pólipos ressecados: um pólipo hiperplásico de 4 mm, localizado no reto; e um pólipo de 6 mm, no cólon sigmoide, cuja análise histopatológica evidenciou hiperplasia polipoide composta por glândulas tubulares e retas, sem atipias citológicas, associada a discreto infiltrado linfoplasmocitário e leve edema do córion. Não houve sangramento, dor ou complicações durante o procedimento.
Considerando as diretrizes atuais de rastreamento para câncer colorretal, a conduta mais apropriada é realizar colonoscopia
Homem de 45 anos, com diagnóstico de asma desde a infância, comparece ao ambulatório de Pneumologia por crises frequentes de dispneia, tosse seca noturna e sibilância nos últimos dois meses. Relata uso regular de budesonida/formoterol 12/400 mcg na forma de pó inalatório, duas vezes ao dia, e salbutamol inalatório conforme demanda, até três vezes por semana. Refere três episódios de exacerbação nos últimos seis meses, um deles necessitando corticosteroide oral.
Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, sem sibilos no momento. Espirometria mostra VEF₁ de 68% do previsto, com relação VEF₁/CVF reduzida. Prova broncodilatadora positiva. Diante do quadro, a abordagem mais adequada é
Paciente feminina, 62 anos, procura atendimento por fadiga progressiva há 6 meses, associada a episódios de confusão mental, irritabilidade e dificuldade de concentração. Refere ainda parestesias em membros inferiores com sensação de “queimação” nos pés e instabilidade à marcha. Nega etilismo, tabagismo ou uso de medicamentos.
Ao exame físico: palidez cutâneo-mucosa (2+/4+), glossite atrófica, diminuição da sensibilidade vibratória e posicional em membros inferiores, sinal de Romberg positivo. Exames laboratoriais: Hb 8,2 g/dL, VCM 110 fL, leucócitos 3.200/mm³, plaquetas 98.000/mm³, LDH 890 U/L (VR: 120-480), bilirrubina indireta 2,8 mg/dL, ácido fólico normal. Esfregaço de sangue periférico revela neutrófilos hipersegmentados e macro-ovalócitos. Para estabelecer o diagnóstico etiológico mais provável, a combinação de exames mais adequada é
Severino, 56 anos, etilista por 30 anos (consumo de 80g álcool/dia), é trazido ao pronto-socorro por familiares devido à dor abdominal difusa, febre (38,7 C) e piora do estado geral há 3 dias. Refere parada do etilismo há 6 meses. Antecedente de duas internações prévias por descompensação de hepatopatia crônica.
Ao exame físico: regular estado geral, ictérico (2+/4+), eupneico, FC 108 bpm, PA 100 x 60 mmHg, Tax 38,5 oC. Abdome distendido, doloroso difusamente, macicez móvel presente, sem sinais de irritação peritoneal. Presença de aranhas vasculares, eritema palmar e ginecomastia. Exames laboratoriais: Hb 9,2 g/dL, leucócitos 12.400/mm³ (bastões 8%, segmentados 78%), plaquetas 89.000/mm³, ureia 78 mg/dL, creatinina 1,4 mg/dL, Na+ 128 mEq/L, bilirrubina total 4,2 mg/dL (direta 3,0 mg/dL), ALT 45 U/L, AST 89 U/L, fosfatase alcalina 180 U/L, albumina sérica 2,1 g/dL, INR 2,1, tempo de protrombina 24 segundos (controle 12s). Paracentese diagnóstica: líquido amarelo-citrino turvo, proteínas 1,8 g/dL, albumina do líquido ascítico 0,9 g/dL, leucócitos 950/mm³ (neutrófilos 85%, linfócitos 15%), cultura em andamento.
O diagnóstico mais provável e o tratamento inicial adequado para esse paciente compreendem
Assinale a afirmativa correta em relação a essa classificação.
Assinale a afirmativa correta em relação a esse quadro.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico provável e a conduta indicada para o caso.