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C.D.J., 45 anos, é agente comunitário de saúde (ACS) de uma unidade de saúde da família do município de Goiânia há 12 anos, tempo em que vem acompanhando a família de R.F.M., composta por seis pessoas. Durante todos esses anos, o ACS acompanha essa família em todas as ocasiões, seja em situações normais do dia a dia ou quando algum membro da família apresenta algum agravo à saúde.
Considerando o texto, dentre os atributos da atenção primária, qual se encontra presente?
A radioterapia em tumores de cabeça e pescoço frequentemente leva à disfagia.
Entre as principais alterações fisiopatológicas observadas nesse contexto, qual é a corretamente associada à redução da mobilidade da língua e da base da língua?
Um paciente apresenta disfagia orofaríngea com aspiração silenciosa de líquidos. O exame neurológico sugere lesão no tronco encefálico, afetando o nervo vago e seu ramo laríngeo superior.
Qual alteração funcional está diretamente relacionada a essa manifestação?
A fibrose decorrente de radioterapia em tumores de orofaringe pode gerar disfagia crônica.
Entre as seguintes estruturas, qual é mais frequentemente associada à redução da abertura do esfíncter esofágico superior?
Em avaliação da deglutição com fibroendoscópio, observou-se presença significativa de resíduo em valéculas e seios piriformes, persistente mesmo após deglutições múltiplas para clareamento. O paciente apresentou ainda abertura limitada do esfíncter esofágico superior, atraso no clareamento faríngeo e discreta redução da elevação da base de língua.
Esses achados sugerem, como mecanismo fisiopatológico predominante,
Um paciente do sexo masculino, de 53 anos, ex-tabagista, relata dificuldade progressiva para engolir alimentos sólidos, que evoluiu nas últimas semanas para dificuldade também com líquidos. Queixa-se de sensação de alimento parado no nível retroesternal e perda de 5 kg no último mês. Nega dor orofaríngea, mas relata episódios ocasionais de regurgitação.
Com base nos achados clínicos, qual é a localização mais provável da alteração responsável pela disfagia?
Um paciente com carcinoma de orofaringe foi submetido a radioterapia exclusiva, finalizada há quinze meses. Durante o tratamento, não apresentou sinais clínicos de disfagia. Atualmente apresenta perda de peso e tosse ocasional, mas sem queixa de deglutição. Durante a avaliação clínica, não há sinais evidentes de engasgo ou pigarro, porém a ausculta cervical sugere resíduos após a deglutição.
Com base nesse contexto, é correto afirmar que a disfagia é
Um paciente submetido à glossectomia parcial e radioterapia apresenta dificuldade em propulsão do bolo, escape oral anterior e fadiga durante refeições.
Qual estratégia terapêutica é mais indicada no início da reabilitação?
No envelhecimento saudável, modificações estruturais e funcionais podem alterar o controle neuromuscular da deglutição.
Assinale a alternativa que descreve corretamente uma mudança documentada nesse processo.
Paciente do sexo feminino, de 47 anos, foi submetida a ressecção de meningioma parietal direito. Após a cirurgia, apresentou queixa de engasgo e tosse frequente ao engolir líquidos, “sensação de alimento preso” na garganta, náuseas e perda de peso.
Com base nos sinais apresentados, qual mecanismo fisiopatológico mais provavelmente está associado à disfagia dessa paciente?