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Um paciente hospitalizado estava recebendo metoclopramida 10 mg a cada seis horas por via intravenosa. Após a alta, o médico deseja continuar o tratamento utilizando uma dose oral bioequivalente na forma de solução oral, com concentração de 4 mg/mL.
Sabendo que a biodisponibilidade oral da metoclopramida é de 80%, determine quantos mililitros devem ser administrados por via oral a cada 24 horas, considerando apenas a biodisponibilidade como fator para o cálculo.
Um paciente internado na unidade de terapia intensiva necessita de solução de cloreto de potássio (KCl) para correção de hipocalemia.
Considerando que a solução contém 2 mEq de KCl por mililitro, calcule a sua concentração em miligramas por mililitro, sabendo que a massa molar do KCl é igual a 74,5 g/mol.
Para sedação de um paciente de 50 kg, foi prescrito midazolam 0,5% na dose de 0,1 mg/kg/hora, a ser administrado por infusão contínua.
Calcule o volume total do fármaco que deverá ser administrado em 24 horas.
Foi prescrito ibuprofeno na dose de 200 mg a cada seis horas, por cinco dias.
Considerando que o frasco contém 20 mL e que cada 1 mL da solução (equivalente a 10 gotas) corresponde a 100 mg do fármaco, quantos frascos são necessários para o atendimento integral da prescrição?
Um paciente pediátrico, que pesa 20 quilos, encontra-se internado na unidade de terapia intensiva, com pneumonia associada à ventilação mecânica, e necessitará de tratamento com meropenem. A dose recomendada do antimicrobiano é de 40 mg/kg a cada oito horas, por via intravenosa.
Considerando que cada frasco do medicamento contém 1.000 mg, a ser reconstituído com 10 mL de água para injeção estéril, qual será o volume total do medicamento a ser administrado em 24 horas?
Diante desse fato, o enfermeiro deve orientar a mãe a
Assim sendo, a população deve ser informada que, entre outras ações, as medidas de prevenção primária para reduzir o risco desse tipo de câncer compreendem
R. R., de 32 anos de idade, casada, auxiliar administrativa, compareceu à unidade básica de saúde para consulta de enfermagem para aconselhamento pré-concepcional. Relatou que se sentia bem e não tinha queixas, mas estava um pouco preocupada com seu peso, pois ela e seu marido haviam decidido parar o uso de anticoncepcionais para engravidar.
Ao analisar os dados registrados no prontuário de R. R., o enfermeiro constatou que o último exame citopatológico dela havia sido realizado há 2 anos e que as vacinas estavam em dia. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou: temperatura axilar: 36,6 ºC; frequência cardíaca: 72 bpm; frequência respiratória: 17 irpm; pressão arterial: 112 × 72 mmHg; peso: 71.000 g e altura: 170 cm.
Dando prosseguimento à consulta, o enfermeiro calculou o índice de massa corporal (IMC) de R. R., estabeleceu metas em conjunto com ela, esclareceu dúvidas e, conforme protocolo, prescreveu ácido fólico, solicitou exames para R. R. e seu marido e realizou outras orientações pertinentes.
Considerando-se a alta prevalência de diabete melito tipo 2 (DM2) na população, o rastreamento dessa condição clínica constitui uma importante estratégia para a identificação precoce de indivíduos portadores da doença ou sob risco de desenvolvê-la em breve.
Assim sendo, considerando as recomendações do Ministério da Saúde (2024) a respeito do rastreamento de DM2, assinale a alternativa correta.
A inobservância da técnica correta para aferição da pressão arterial, como um manguito mal posicionado, resulta na obtenção de valores incorretos, interferindo na avaliação e na conduta adotada pelo profissional responsável pelo paciente.
Ao orientar a equipe de enfermagem a esse respeito, o enfermeiro deve enfatizar erros comuns que levam a uma leitura falsamente baixa da pressão sistólica, tais como
Homem, 36 anos de idade, procurou o enfermeiro da unidade básica de saúde relatando que, há 5 anos, tivera um quadro gripal compatível com covid-19 e estava arrependido de nunca ter procurado os serviços de saúde para tomar a vacina Covid-19 durante as campanhas de vacinação. Agora, mais bem informado, desejava “ficar com essa vacina em dia”.
Considerando que o usuário do serviço de saúde não apresentava comorbidades ou outra condição que o incluísse no grupo especial para receber a vacina Covid-19, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, o enfermeiro deve
Associe as duas colunas relacionando o desequilíbrio eletrolítico e os principais sinais e sintomas que o caracterizam.
1. Hipernatremia
2. Hipocalcemia
3. Hipercalemia
(_) Elevação da temperatura corporal, sede, irritabilidade, hiperreflexia, elevação da frequência cardíaca, da pressão arterial e da densidade e osmolaridade urinárias, entre outros sinais e sintomas.
(_) Hipotensão, diarreia, dormência e formigamento nos dedos das mãos, dos pés e na região perioral, contração dos músculos faciais em resposta a um leve tamborilar sobre o nervo facial, próximo à orelha, espasmo carpopedal induzido ao inflar o manguito de pressão arterial acima do valor da pressão sistólica, no eletrocardiograma: intervalos QT e ST prolongados.
(_) Fraqueza muscular, arritmias, paralisia flácida, parestesias, câimbras, distensão abdominal, no eletrocardiograma: ondas T apiculadas, ondas P ausentes e depressão de ST.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
Ao avaliar uma paciente de 54 anos de idade, hipertensa, diabética, obesa, com história de consumo crônico de bebidas alcoólicas, o enfermeiro constatou temperatura axilar: 38,2 ºC; frequência cardíaca: 100 bpm; frequência respiratória: 22 irpm; pressão arterial: 88 × 60 mmHg, glicemia capilar: 200 mg/dL; cetonúria: ausente. O profissional observou que a paciente estava confusa e apresentava lesão na face anterior da perna direita com aspecto de erisipela, compatível com o diagnóstico de internação.
Diante dessa situação, o enfermeiro solicitou avaliação médica urgente, pois os sinais observados eram compatíveis com um quadro de
Paciente, sexo feminino, 60 anos de idade, consciente, lúcida, com história de um episódio de hematêmese há 1 hora, foi atendida no setor de emergência de um hospital geral. Entre outros cuidados iniciais, foram aferidos os sinais vitais, obtendo-se: frequência cardíaca: 100 bpm; frequência respiratória: 26 rpm; pressão arterial: 88 × 68 mmHg. Foi instalado o oxímetro de pulso, obtendo-se saturação de oxigênio (SpO2): 92%, sendo providenciado acesso venoso periférico calibroso; coletada amostra de sangue para exames, incluindo material para a gasometria arterial; realizada a sondagem nasogástrica e a endoscopia digestiva alta, que permitiu visualizar lesão sugestiva de câncer de estômago como a causa do sangramento.
Finalizada a avaliação inicial e os procedimentos emergenciais, a paciente foi transferida para a unidade de terapia intensiva (UTI), onde, ao admitir a paciente, o enfermeiro constatou que a prescrição médica incluía, entre outros tratamentos, a administração de 2 unidades de concentrado de hemácias. Ao receber o resultado do exame de gasometria arterial, o enfermeiro constatou, entre outros parâmetros, pH: 7,28; PaCO2: 38 mmHg; HCO3: 20 mEq/L.
Leia o texto a seguir:
Os resultados de exames de um paciente adulto, hidratado, com sinais e sintomas compatíveis com um quadro infeccioso chegaram. Ao analisar o leucograma do paciente, o enfermeiro deve considerar que a contagem de ______, acima do valor de referência adotado pelo laboratório, é sugestiva de infecção de origem bacteriana.
Assinale a alternativa que completa de forma correta a lacuna do texto.
Desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a lista de verificação de segurança cirúrgica do programa “Cirurgias seguras salvam vidas” tem como propósito aumentar a segurança dos pacientes em procedimentos cirúrgicos, reduzindo complicações evitáveis e taxas de mortalidade. Trata-se de uma ferramenta de fácil aplicação, que deve ser usada pela equipe cirúrgica em três momentos-chave: antes da indução anestésica, antes da incisão na pele e antes de o paciente sair da sala cirúrgica.
Assim sendo, associe as duas colunas, relacionando o momento-chave e o item ou pergunta da lista de verificação de segurança cirúrgica que deve ser verificado nesse momento.
1. Antes da indução anestésica.
2. Antes da incisão na pele.
3. Antes de o doente sair da sala cirúrgica.
(_) O enfermeiro confirma verbalmente, em conjunto com o cirurgião e o anestesista, o nome do procedimento.
(_) Os exames de imagens estão visíveis?
(_) O oxímetro de pulso está no doente e em funcionamento?
(_) A profilaxia antibiótica foi administrada nos últimos 60 minutos?
(_) A verificação do equipamento de anestesia e da medicação está concluída?
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
Considerando que o controle glicêmico intraoperatório da pessoa diabética é fundamental para a prevenção de complicações como a hipoglicemia e a cetoacidose, ao desenvolver o processo de enfermagem para um paciente com 17 anos de idade, portador de diabete melito tipo 1, a ser submetido a cirurgia abdominal de médio porte, o enfermeiro da unidade de centro cirúrgico elencou como um dos diagnósticos de enfermagem (DE) “Risco de glicemia instável”.
Para esse DE, a prescrição de enfermagem deve compreender, entre outras intervenções, o controle da glicemia capilar antes da indução anestésica e durante a cirurgia a cada
Acompanhado pela filha, paciente do sexo masculino, com 72 anos de idade, hipertenso, diabético, compareceu à unidade de pronto atendimento de um hospital, onde é utilizado o protocolo de Manchester para classificação de risco. Durante o acolhimento, a acompanhante relatou que há cerca de 1 hora o paciente passou a relatar tontura, alteração de equilíbrio e parecia confuso. Diante dessa situação, entre outras ações, o enfermeiro solicitou que o paciente desse um sorriso, levantasse, simultaneamente, os braços na altura da linha mamilar e repetisse a frase “O Brasil é o rei do futebol”, constatando resposta anormal para dois comandos. Finalizada a avaliação inicial, o enfermeiro realizou a classificação de risco do paciente e o encaminhou para atendimento médico.
Com base no relato, assinale a alternativa que identifica o teste (T) aplicado pelo enfermeiro e a prioridade para atendimento (P) que deve ser atribuída ao paciente, de acordo com a sua classificação de risco.
Em um hospital geral, jovem, transportado pelos pais, chegou ao serviço de emergência apresentando ansiedade grave, agitação psicomotora intensa, agressividade e pânico, midríase e sudorese excessiva. Seus acompanhantes informaram que o paciente era usuário de cocaína e, durante a noite, havia consumido várias doses da droga. Diante das condições do paciente e tentativas sem sucesso de acalmá-lo, a equipe multiprofissional de crise decidiu que seria necessária a aplicação de contenção física/mecânica até que o paciente se acalmasse.
Após esclarecer os acompanhantes e obter o consentimento escrito do responsável pelo paciente para a realização do procedimento, o enfermeiro deve, entre outras ações,