Questões Discursivas

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Q1119848 Medicina
Erupção variceliforme de Kaposi é complicação associada às seguintes doenças:
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Q1119847 Medicina
Paciente de 22 anos, feminina, apresenta há 6 meses lesões ovaladas, eritematoatróficas, com descamação e queratose, acromia central e hipercromia na periferia das lesões. As lesões localizam-se nas regiões malares e dorso nasal. Não apresenta sintomas sistêmicos associados. O exame histopatológico de lesão cutânea mostra hiperqueratose, rolhas córneas, alteração vacuolar da camada basal, corpos citoides, infiltrado inflamatório linfoplasmocitário perivascular e perianexial e na derme papilar. Há espessamento da membrana basal pela coloração de PAS. A imunofluorescência direta mostra positividade para IgG, IgM, IgA e C3 na zona de membrana basal. O diagnóstico é
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Q1119846 Medicina
Paciente de 34 anos, feminina, refere há 2 anos surtos de eritema facial após exposição ao calor, ao frio e à luz solar. Ao exame físico, apresenta eritema e telangietasias na fronte, dorso nasal e regiões malares, com presença de pápulas eritematosas e pústulas. Nega sintomas associados ou manifestações sistêmicas. Qual o diagnóstico?
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Q1119845 Medicina
São mecanismos envolvidos na acne vulgar:
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Q1119844 Medicina
É doença vesicobolhosa autoimune relacionada ao antígeno BP180:
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Q1119843 Medicina
Paciente de 55 anos, feminina, apresenta há 5 meses vesículas e bolhas flácidas, erosões extensas recobertas por crostas hemáticas na face, mucosa bucal, couro cabeludo, tronco e membros. As lesões são dolorosas. O diagnóstico de pênfigo vulgar foi confirmado por meio do exame histopatológico de lesão cutânea e do exame de imunofluorescência direta. Quais resultados foram encontrados?
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Q1119842 Medicina
Prurido especificamente na região anogenital relaciona-se
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Q1119841 Medicina
São consideradas púrpuras vasculares:
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Q1119840 Medicina

Paciente de 22 anos, feminina, apresenta-se em bom estado geral, afebril. Refere há 3 semanas, lesões eritematoescamosas, ovaladas, de cor rósea, com escamas finas no centro das lesões, localizadas no tronco anterior e dorso. As lesões são assintomáticas e a paciente não apresenta outros achados relevantes ao exame clínico. Refere aparecimento de lesão maior de 4 cm, e, após 2 semanas, aparecimento de novas lesões menores. As lesões ocorrem em eixo paralelo às linhas de clivagem da pele. Nega quadro semelhante anteriormente, nega outras lesões cutaneomucosas precedendo ao quadro.

O quadro clínico descrito é compatível com o seguinte diagnóstico:

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Q1119839 Medicina
Em relação à embriologia da pele, são derivados de folhetos ectodérmicos:
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Q1119838 Medicina
Testes de contato positivos para carba-mix e tiuram-mix estão relacionados à dermatite de contato por sensibilização
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Q1119837 Medicina
A doença que se relaciona à reação do tipo I, IgE-dependente, é
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Q1048256 Saúde Pública
Epizootia significa
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Q1048064 Noções de Informática
A partir do Microsoft Windows 7, em sua configuração original, um usuário com permissão de acesso para leitura e gravação em todas as pastas abriu a pasta C:\ARQUIVOS, selecionou o arquivo Projetos.txt e pressionou as teclas CTRL+C. Em seguida, abriu a pasta C:\TEMPORARIO e pressionou as teclas CTRL+V. Finalmente, abriu a pasta C:\PROJETOS e pressionou as teclas CTRL+V novamente. Considerando que as pastas C:\TEMPORARIO e C:\PROJETOS estavam originalmente vazias, assinale a alternativa correta.
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Q1047745 Saúde Pública
São de notificação semanal no Sistema de Informação de Agravos de Notificação – Sinan
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Q1047679 Direito Previdenciário
De acordo com a Constituição Federal, é correto afirmar que
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Q1047677 Português

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O comentário de Mafalda à resposta de sua mãe revela que, para a menina,

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Q1047676 Português

Elas vão substituir você

      Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.

     “A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.

     E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.

     Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.

     Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.


(Veja, 31.01.2018. Adaptado)

8. Assinale a alternativa em que a relação de sentido que existe entre as palavras pessimismo (5º parágrafo) e otimismo está presente também entre as palavras destacadas nas expressões.
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Q1047674 Português

Elas vão substituir você

      Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.

     “A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.

     E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.

     Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.

     Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.


(Veja, 31.01.2018. Adaptado)

Na passagem – ... a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas. – a conjunção destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Q1047671 Português

Elas vão substituir você

      Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.

     “A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.

     E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.

     Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.

     Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.


(Veja, 31.01.2018. Adaptado)

O trecho iniciado pela conjunção “que”, destacado na passagem – A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial –, expressa, em relação ao trecho que o precede, o sentido de
Alternativas
Respostas
3261: C
3262: E
3263: E
3264: A
3265: A
3266: D
3267: B
3268: E
3269: D
3270: E
3271: C
3272: A
3273: A
3274: D
3275: B
3276: D
3277: D
3278: E
3279: A
3280: B