Questões de Concurso
Para professor - sociologia
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I. Avaliação cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos quantitativos e dos resultados de exames finais.
II. Possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar.
III. Obrigatoriedade de avanço nos cursos e nas séries caso o aluno demonstrar interesse.
IV. Aproveitamento de estudos concluídos com êxito.
V. Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos.
Quais estão corretos?


I. A população de idosos cresceu em relação ao passado; do mesmo modo, o perfil comportamental do idoso também difere do de outros tempos. II. No âmbito da educação para a terceira idade, são contempladas ofertas de educação formal e informal; esta última inclui a participação em atividades culturais, de lazer e voluntariado, entre outras. III. As atividades de educação para os idosos, cujo leque de opções é bem amplo, têm como foco, sobretudo, proporcionar-lhes uma boa qualidade de vida. IV. A interação do idoso com as modernas tecnologias é importante para fazê-lo esquecer-se do passado, marcado por lembranças e perdas.
Quais estão corretas?


Coluna 1 1. Separar termos de mesma função. 2. Separar orações coordenadas. 3. Separar termos deslocados.
Coluna 2 ( ) Ponto e vírgula das linhas 04 e 14. ( ) Vírgulas das linhas 18 e 20. ( ) 2ª e 3ª vírgula da linha 26. ( ) Vírgulas da linha 27.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


( ) lo (l.13) refere-se a frequentou (l. 13). ( ) Ela (l. 23) refere-se à educação informal (l. 19). ( ) cujo (l. 26) refere-se a objetos (l. 25). ( ) nele (l. 36) refere-se a mundo novo (l. 35).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Aquele idoso que nunca frequentou o banco escolar, por exemplo, poderá fazê-lo hoje através de grupos específicos, criados para esse fim.



Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...]
Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa. [...]
O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidrauniverso torce seu corpo cravejado de estrelas...”.
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.
O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo,São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14 out. 2016. (Fragmento)
Em “Acabará a ilusão de clubbers e playboys, QUE TERÃO MEDO DOS 'MANOS' EM CRUZAMENTOS NEGROS, e talvez o amor fique mais recolhido”, a oração em destaque possui valor:
I) Bronislaw Malinowski representa a escola funcionalista inglesa e é autor de “Coral Gardens”.
II) Claude Levi-Strauss representa o estruturalismo e é autor de “Tristes Trópicos”.
III) Radcliffe-Brown representa a escola culturalista americana e é autor de “Os Nuer”.
IV) Margareth Mead representa a escola interpretativista e é autora de “Sexo e Temperamento”.
Apresentam as alternativas CORRETAS:
Em suas reflexões, a existencialista francesa .......... (1) .......... tratou de questões feministas, de gênero, e afirmou que ninguém nasce mulher ou se torna mulher. Por nascimento, embora pertença ao sexo feminino, ela ainda precisa construir o seu gênero, pois nenhum aspecto da natureza predefine a condição feminina, mas o gênero é formado dentro de um contexto cultural, que restringe as mulheres a normas e condutas previamente instituídas. Portanto, o sexo de uma pessoa é uma característica biológica, mas a construção do seu gênero é um processo .......... (2) ...........
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas numeradas do texto.
( ) Karl Marx e Friedrich Engels elaboraram o conceito de materialismo histórico.
( ) O modo de produção não é histórico, pois depende dos indivíduos de determinada época ou lugar.
( ) As relações de produção são determinadas pelo estágio de desenvolvimento das forças produtivas de uma sociedade.
( ) A estrutura econômica da sociedade tem a função de reproduzir a vida social da superestrutura.
( ) Entre os críticos do materialismo histórico destacou-se Walter Benjamin, sociólogo da Escola de Frankfurt.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.