Foram encontradas 276 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.
A esse processo denomina-se:
Coluna I
1.Bivalves. 2.Gastropodes. 3.Cefalopodes.
Coluna II
a. Caracóis e lesmas. b. Ostras. c. Polvos e lulas.
Correlacione as colunas I e II, e assinale a alternativa CORRETA
Considerando que essa ordem será seguida rigorosamente, qual será a penúltima funcionária a enviar o lanche ao final dos três meses?
Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?
(Texto adaptado com fins didáticos)
Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.
O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.
Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.
Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.
O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.
Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.
Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?
(Texto adaptado com fins didáticos)
Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.
O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.
Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.
Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.
O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.
Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.
Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
Amamentação Aumenta o Risco de Recorrência do Câncer de Mama?
(Texto adaptado com fins didáticos)
Dois estudos internacionais apresentados no Congresso Europeu de Oncologia (ESMO 2024) confirmaram que a amamentação após o câncer de mama não eleva o risco de recorrência ou de novos casos da doença. Essas pesquisas fornecem a primeira evidência de que amamentar é uma prática segura e viável para mulheres jovens que já passaram pelo tratamento.
O primeiro trabalho, chamado Positive Trial, analisou 516 mulheres com câncer de mama com receptores hormonais positivos, que interromperam o tratamento com hormonioterapia para engravidar. Elas haviam feito terapia hormonal por um período que variou entre um ano e meio e três anos antes de pausá-lo para ter um bebê.
Os resultados demonstraram que a gravidez, mesmo com a suspensão temporária do tratamento, não afetou negativamente as chances de cura. Após 41 meses de acompanhamento, dois terços das mulheres que engravidaram conseguiram amamentar, muitas delas por mais de quatro meses, sem qualquer efeito adverso na saúde das crianças.
Isso reforça que a interrupção da hormonioterapia em mulheres com câncer de mama em estágio inicial e receptores hormonais positivos não prejudica a taxa de cura.
O segundo estudo analisou quase 5 mil mulheres jovens com mutações nos genes BRCA, que sobreviveram ao câncer de mama. Entre as 474 pacientes que tiveram filhos, cerca de 25% conseguiram amamentar.
Muitas das que não puderam amamentar haviam retirado ambos os seios para reduzir o risco de novos tumores. Após um acompanhamento médio de sete anos, não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência ou de novos casos de câncer entre aquelas que amamentaram e as que não amamentaram. Também não houve diferenças na sobrevida livre de doença ou na sobrevida global.
Os resultados reforçam que a amamentação não aumenta o risco de recorrência do tumor, comprovando que essa prática é segura, mesmo em mulheres com mutações nos genes BRCA, um fator de risco bastante relevante para neoplasias da mama.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/fernando-maluf-amamentacao-aument a-o-risco-de-recorrencia-do-cancer-de-mama/
I. O poluidor que expuser a perigo a incolumidade humana, animal ou vegetal, ou estiver tornando mais grave situação de perigo existente, fica sujeito à pena de detenção de 1 a 3 anos e multa de 100 a 1.000 MVR.
II. O sujeito passivo da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA) é obrigado a entregar até o dia 31 de dezembro de cada ano relatório das atividades exercidas no ano anterior, para o fim de colaborar com os procedimentos de controle e fiscalização.
III. O detentor da servidão ambiental poderá aliená-la, cedê-la ou transferi-la, total ou parcialmente, por prazo determinado ou em caráter definitivo, em favor de outro proprietário ou de entidade exclusivamente pública que tenha a conservação ambiental como fim social.
IV. De acordo com a legislação em vigor, é o Poder Executivo autorizado a criar uma Fundação de apoio técnico científico às atividades do IBAMA.
Quais estão corretas?
I. As atividades imprescindíveis à proteção da integridade da vegetação nativa, tais como prevenção, combate e controle do fogo, controle da erosão, erradicação de invasoras e proteção de plantios com espécies nativas.
II. As atividades de pesquisa e extração de areia, argila, saibro e cascalho, outorgadas pela autoridade competente.
III. As atividades de segurança nacional e proteção sanitária.
IV. Atividades e obras de defesa civil.
Quais estão INCORRETAS?
I. O desenvolvimento de instrumentos e metodologias, visando à incorporação da dimensão ambiental, de forma disciplinar, na educação básica.
II. A difusão de conhecimentos, tecnologias e informações sobre a questão ambiental.
III. A busca de alternativas curriculares e metodológicas de capacitação na área ambiental.
IV. O apoio a iniciativas e experiências locais e regionais, incluindo a produção de material educativo.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. O licenciamento ambiental de atividades de remediação de áreas degradadas pela disposição de resíduos sólidos urbanos, resíduos da construção civil e resíduos dos serviços de saúde se dará através de processo específico de Licença Única (LU).
II. Somente será necessário solicitar licenciamento para remediação de áreas degradadas pela disposição de resíduos da construção civil se os resíduos dispostos não forem enquadrados como Classe A, conforme legislação pertinente.
III. Quando houver outras atividades em operação na área licenciada que está sendo investigada, como central de triagem e transbordo, ou outras atividades de impacto local, estas deverão ser licenciadas pelo estado.
Quais estão corretas?
I. Todo e qualquer sistema de tratamento térmico deve possuir unidades de recepção, armazenamento, alimentação, tratamento das emissões de gases e partículas, tratamento de efluentes líquidos, tratamento das cinzas e escórias.
II. Tratamento Térmico é todo e qualquer processo cuja operação seja realizada acima da temperatura mínima de 900 graus Celsius.
III. A realização de teste de queima pode ser dispensável por ocasião do licenciamento, renovação de licença, além de toda e qualquer modificação das condições operacionais.
Quais estão corretas?
I. A recuperação de áreas degradadas pela ação da disposição de resíduos é de inteira responsabilidade técnica e financeira da fonte geradora ou na impossibilidade de identificação desta, do ex-proprietário ou proprietário da terra responsável pela degradação.
II. Na recomposição das áreas degradadas, os proprietários rurais deverão enriquecê-las, preferencialmente, com espécies nativas.
III. Os custos dos serviços executados para recuperação de áreas degradadas pela ação da disposição de resíduos, quando realizados pelo Estado em razão da eventual emergência de sua ação, serão cobrados da fonte geradora ou na impossibilidade de identificação desta, do ex-proprietário ou proprietário da terra responsável pela degradação.
Quais estão corretas?
I. O manejo do fogo, quando aplicado de forma cuidadosa e controlada, pode ser uma ferramenta eficaz na recuperação de áreas degradadas, especialmente em ecossistemas adaptados ao fogo, como pradarias, savanas e florestas com histórico de queimadas naturais.
II. As técnicas de Engenharia Natural incluem a construção de estruturas como diques, bacias de contenção de água e trincheiras para controlar a erosão, melhorar a retenção de água e promover a recuperação de áreas degradadas.
III. Antes de iniciar qualquer esforço de recuperação, é importante avaliar a textura do solo, o pH, os teores de nutrientes, a matéria orgânica e a presença de poluentes ou contaminantes. A adição de resíduos orgânicos, como palha, serragem e esterco, e o plantio de plantas de cobertura são métodos comuns para aumentar a matéria orgânica no solo.
Quais estão corretas?