Questões de Concurso Para analista de sistemas

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Q590164 Banco de Dados
Analise os comandos SQL a seguir.

I.

select * from X

UNION ALL

select * from Y

II.

select * from X

INTERSECT

select * from Y

III.

select * from X

MINUS

select * from Y

Sabendo-se que os comandos I, II e III retornam, respectivamente, 9, 2 e 3 registros, e que as duas tabelas possuem chaves primárias, o número de registros presentes nas tabelas X e Y, respectivamente, é: 


Alternativas
Q590163 Banco de Dados
Analise os comandos SQL a seguir. 

I.

select distinct x1.nome

from X x1

where exists

          (select * from X x2

           where x1.nome = x2.nome)

II.

select distinct x1.nome

from X x1, X x2

where x1.nome = x2.nome

III.

select distinct x1.nome

from X x1, X x2

where x1.nome <> x2.nome

Sabendo-se que é preciso produzir a lista de nomes que aparecem duas ou mais vezes na tabela X, está correto concluir sobre os comandos que:


Alternativas
Q590162 Banco de Dados
Considere dois bancos de dados, B1 e B2, localizados, respectivamente, nos servidores S1 e S2, conectados entre si pela Internet. Considere ainda que as tabelas T1 e T2 pertencem, respectivamente, aos bancos de dados B1 e B2.

Nesse cenário, a sequência de operações que NÃO caracteriza uma transação distribuída é: 

Alternativas
Q590161 Banco de Dados
João foi incumbido de criar um aplicativo que manipula dados armazenados em bancos de dados. Esse aplicativo será distribuído para vários clientes que utilizam diferentes bancos de dados, tais como Oracle, MySQL, e outros de fornecedores bastante conhecidos. Para evitar a customização do código fonte do aplicativo para cada cliente, João deve:
Alternativas
Q590160 Banco de Dados
A normalização de esquemas de bancos de dados é feita a partir da definição das dependências funcionais.

Considere as seguintes dependências funcionais sobre CPFs, nomes e endereços num cadastro de clientes hipotético.

I. CPF → Nome

II. Nome → CPF

III. CPF → Endereço

IV. Endereço → Nome

Considere ainda as seguintes regras de negócio desse sistema:

R1. não pode haver dois ou mais clientes com o mesmo nome e diferentes CPFs;

R2. não pode haver dois ou mais clientes com o mesmo CPF e diferentes nomes;

R3. não pode haver dois ou mais clientes morando no mesmo endereço;

R4. não pode haver dois ou mais endereços para o mesmo cliente.

A lista completa de regras garantidas pelas dependências é: 

Alternativas
Q590159 Arquitetura de Software
No contexto de Web Services, é possível descrever variados aspectos de um serviço por meio da WSDL. Um aspecto que NÃO é coberto nesse tipo de descrição é:
Alternativas
Q590158 Banco de Dados
Comandos de criação de tabelas no MySQL 5.0 possuem a opção ENGINE, que permite que seja especificada a storage engine da tabela. A construção

ENGINE= MyISAM 

significa que a tabela é:


Alternativas
Q590157 Banco de Dados
No contexto do MySQL 5.0, analise o comando insert a seguir e a instância da tabela animal depois da sua execução. 

INSERT INTO animal (grupo,nome) VALUES

('mamífero','cachorro'), ('mamífero','gato'),

('pássaro','sabiá'),             ('mamífero','baleia'),

('pássaro','pardal');

                          grupo        id    nome

                          mamífero    1    cachorro

                          mamífero    2    gato

                          pássaro       1    sabiá

                          mamífero     3    baleia

                          pássaro        2    pardal 

Para que isso ocorra, o comando de criação da tabela animal deve ter sido: 


Alternativas
Q590156 Banco de Dados
Analise o comando de criação de tabela no banco de dados Oracle 11g, mostrado a seguir. 

CREATE TABLE adm.pessoa (

   matricula NUMBER(5) PRIMARY KEY,

   nome VARCHAR2(15) NOT NULL,

   cargo VARCHAR2(10),

    admissao DATE DEFAULT (sysdate),

    foto BLOB,

    Y NUMBER(7,2),

    X NUMBER(7,2) GENERATED ALWAYS AS (Y/160),

     setor NUMBER(3) NOT NULL)

A coluna X é uma:


Alternativas
Q590155 Banco de Dados
No Oracle 11g, considere a criação de uma tabela temporária com um comando como

CREATE GLOBAL TEMPORARY TABLE 

com a opção

DELETE ROWS

Analise as seguintes condições, que eventualmente podem decorrer de tal comando:

I. a definição da tabela é compartilhada por todas as sessões de acesso;

II. a instância da tabela é compartilhada por todas as sessões;

III. os registros serão removidos sempre que houver um commit da transação que envolve a tabela;

IV. os registros são removidos somente quando a sessão é encerrada.

Para o comando mostrado, prevalecem apenas as condições: 


Alternativas
Q590154 Programação
Sobre o esquema UFT-8 para codificação computacional de caracteres, é correto afirmar que:
Alternativas
Q590153 Programação
Analise, abaixo, a lista de definições que podem ser estabelecidas por meio de um esquema (schema) para um documento XML:

I. os elementos que podem ser utilizados;

II. os tipos de dados para elementos e atributos;

III. valores default para elementos e atributos;

IV. espaços reservados para comentários.

Somente estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q590152 Programação
No contexto do comando switch e do uso do comando break em seu interior, na linguagem de programação C, é correto afirmar que:
Alternativas
Q590151 Programação
Analise a linha de código Python 2.7 mostrada a seguir.

X= [ ]

O comando compatível com as características e a instância da variável X é: 

Alternativas
Q589646 Raciocínio Lógico
Alberto, Bernardo e Carlos estão planejando ir a uma festa. Se Alberto for a festa, então Bernardo também irá. Se Bernardo não for a festa, então Carlos também não irá. De acordo com isso, é necessariamente correto afirmar que: 
Alternativas
Q589643 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Já tive muitas capas e infinitos guarda-chuvas, mas acabei me cansando de tê-los e perdê-los; há anos vivo sem nenhum desses abrigos, e também, como toda gente, sem chapéu. Tenho apanhado muita chuva, dado muita corrida, me plantado debaixo de muita marquise, mas resistido.
    Ontem, porém, choveu demais, e eu precisava ir a três pontos diferentes do bairro. Pedi ao moço de recados, quando veio apanhar a crônica para o jornal, que me comprasse um chapéu-de-chuva que não fosse vagabundo demais, mas também não muito caro. Ele me comprou um de pouco mais de trezentos cruzeiros.
    Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele; meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso de saber qual a origem desse carinho.
    Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto de minha infância existe mais em sua forma primitiva.
    O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas.
    Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que o homem já inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e algo de fúnebre, essa pequena barraca ambulante.
    Já na minha infância era um objeto de ares antiquados, que parecia vindo de épocas remotas, e uma de suas características era ser muito usado em enterros. Por outro lado, esse grande acompanhador de defuntos sempre teve, apesar de seu feitio grave, o costume leviano de se perder, de sumir, de mudar de dono. Ele na verdade só é fiel a seus amigos cem por cento, que com ele saem todo dia, faça chuva ou sol, apesar dos motejos alheios; a estes, respeita. O freguês vulgar e ocasional, este o irrita, e ele se aproveita da primeira distração para sumir.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. Coisas antigas. In: 200 Crônicas escolhidas. 13. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998, p.217-9) 

... meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu a um estranho carinho... (3o parágrafo)

Sem que seja feita qualquer outra alteração, a frase acima permanecerá correta caso o verbo sublinhado seja substituído pelo que consta em:

Alternativas
Q589640 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Já tive muitas capas e infinitos guarda-chuvas, mas acabei me cansando de tê-los e perdê-los; há anos vivo sem nenhum desses abrigos, e também, como toda gente, sem chapéu. Tenho apanhado muita chuva, dado muita corrida, me plantado debaixo de muita marquise, mas resistido.
    Ontem, porém, choveu demais, e eu precisava ir a três pontos diferentes do bairro. Pedi ao moço de recados, quando veio apanhar a crônica para o jornal, que me comprasse um chapéu-de-chuva que não fosse vagabundo demais, mas também não muito caro. Ele me comprou um de pouco mais de trezentos cruzeiros.
    Depois de cumprir meus afazeres voltei para casa, pendurei o guarda-chuva a um canto e me pus a contemplá-lo. Senti então uma certa simpatia por ele; meu velho rancor contra os guarda-chuvas cedeu a um estranho carinho, e eu mesmo fiquei curioso de saber qual a origem desse carinho.
    Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. Sou apenas um quarentão, e praticamente nenhum objeto de minha infância existe mais em sua forma primitiva.
    O guarda-chuva tem resistido. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. Ele permaneceu austero, negro, com seu cabo e suas invariáveis varetas.
    Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que o homem já inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e algo de fúnebre, essa pequena barraca ambulante.
    Já na minha infância era um objeto de ares antiquados, que parecia vindo de épocas remotas, e uma de suas características era ser muito usado em enterros. Por outro lado, esse grande acompanhador de defuntos sempre teve, apesar de seu feitio grave, o costume leviano de se perder, de sumir, de mudar de dono. Ele na verdade só é fiel a seus amigos cem por cento, que com ele saem todo dia, faça chuva ou sol, apesar dos motejos alheios; a estes, respeita. O freguês vulgar e ocasional, este o irrita, e ele se aproveita da primeira distração para sumir.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. Coisas antigas. In: 200 Crônicas escolhidas. 13. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998, p.217-9) 
Em diversos momentos o autor se vale do humor na composição do texto, como ocorre no segmento:
I. Pensando bem, ele talvez derive do fato de ser o guarda-chuva o objeto do mundo moderno mais infenso a mudanças. (4o parágrafo) II. Suas irmãs, as sombrinhas, já se entregaram aos piores desregramentos futuristas e tanto abusaram que até caíram de moda. (5o parágrafo) III. Reparem que é um dos engenhos mais curiosos que o homem já inventou; tem ao mesmo tempo algo de ridículo e algo de fúnebre... (6o parágrafo) IV. Por outro lado, esse grande acompanhador de defuntos sempre teve, apesar de seu feitio grave, o costume leviano de se perder, de sumir, de mudar de dono. (último parágrafo)
Atende ao enunciado o que consta APENAS em 
Alternativas
Q589638 Português
Atenção: Para responder à questão considere o texto abaixo.

A morte e a morte do poeta

    Ao ler o seu necrológio no jornal outro dia, o pianista Marcos Resende primeiro tratou de verificar que estava vivo, bem vivo. Em seguida gravou uma mensagem na sua secretária eletrônica: “Hoje é 27 e eu não morri. Não posso atender porque estou na outra linha dando a mesma explicação”. Quando li esta nota, me lembrei de como tudo neste mundo caminha cada vez mais depressa. Em 1862, chegou aqui a notícia da morte de Gonçalves Dias.
    O poeta estava a bordo do Grand Condé havia cinquenta e cinco dias. O brigue chegou a Marselha com um morto a bordo. À falta de lazareto, o navio estava obrigado à caceteação da quarentena. Gonçalves Dias tinha ido se tratar na Europa e logo se concluiu que era ele o morto. A notícia chegou ao Instituto Histórico durante uma sessão presidida por d. Pedro II. Suspensa a sessão, começaram as homenagens ao que era tido e havido como o maior poeta do Brasil.
    Suspeitar que podia ser mentira? Impossível. O imperador, em pleno Instituto Histórico, só podia ser verdade. Ofícios fúnebres solenes foram celebrados na Corte e na província. Vinte e cinco nênias saíram publicadas de estalo. Joaquim Serra, Juvenal Galeno e Bernardo Guimarães debulharam lágrimas de esguicho, quentes e sinceras. O grande poeta! O grande amigo! Que trágica perda! As comunicações se arrastavam a passo de cágado. Mal se começava a aliviar o luto fechado, dois meses depois chegou o desmentido: morreu, uma vírgula! Vivinho da silva.
    A carta vinha escrita pela mão do próprio poeta: “É mentira! Não morri, nem morro, nem hei de morrer nunca mais!” Entre exclamações, citou Horácio: “Não morrerei de todo.” Todavia, morreu, claro. E morreu num naufrágio, vejam a coincidência. Em 1864, trancado na sua cabine do Ville de Boulogne, à vista da costa do Maranhão. Seu corpo não foi encontrado. Terá sido devorado pelos tubarões. Mas o poeta, este de fato não morreu.
[...]
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p.107-8) 
A frase cuja REDAÇÃO está inteiramente clara e correta é:
Alternativas
Q589637 Português
Atenção: Para responder à questão considere o texto abaixo.

A morte e a morte do poeta

    Ao ler o seu necrológio no jornal outro dia, o pianista Marcos Resende primeiro tratou de verificar que estava vivo, bem vivo. Em seguida gravou uma mensagem na sua secretária eletrônica: “Hoje é 27 e eu não morri. Não posso atender porque estou na outra linha dando a mesma explicação”. Quando li esta nota, me lembrei de como tudo neste mundo caminha cada vez mais depressa. Em 1862, chegou aqui a notícia da morte de Gonçalves Dias.
    O poeta estava a bordo do Grand Condé havia cinquenta e cinco dias. O brigue chegou a Marselha com um morto a bordo. À falta de lazareto, o navio estava obrigado à caceteação da quarentena. Gonçalves Dias tinha ido se tratar na Europa e logo se concluiu que era ele o morto. A notícia chegou ao Instituto Histórico durante uma sessão presidida por d. Pedro II. Suspensa a sessão, começaram as homenagens ao que era tido e havido como o maior poeta do Brasil.
    Suspeitar que podia ser mentira? Impossível. O imperador, em pleno Instituto Histórico, só podia ser verdade. Ofícios fúnebres solenes foram celebrados na Corte e na província. Vinte e cinco nênias saíram publicadas de estalo. Joaquim Serra, Juvenal Galeno e Bernardo Guimarães debulharam lágrimas de esguicho, quentes e sinceras. O grande poeta! O grande amigo! Que trágica perda! As comunicações se arrastavam a passo de cágado. Mal se começava a aliviar o luto fechado, dois meses depois chegou o desmentido: morreu, uma vírgula! Vivinho da silva.
    A carta vinha escrita pela mão do próprio poeta: “É mentira! Não morri, nem morro, nem hei de morrer nunca mais!” Entre exclamações, citou Horácio: “Não morrerei de todo.” Todavia, morreu, claro. E morreu num naufrágio, vejam a coincidência. Em 1864, trancado na sua cabine do Ville de Boulogne, à vista da costa do Maranhão. Seu corpo não foi encontrado. Terá sido devorado pelos tubarões. Mas o poeta, este de fato não morreu.
[...]
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p.107-8) 
Suspensa a sessão, começaram as homenagens...

O segmento grifado exerce na frase acima a mesma função sintática que o segmento também grifado em:
Alternativas
Q589636 Português
Atenção: Para responder à questão considere o texto abaixo.

A morte e a morte do poeta

    Ao ler o seu necrológio no jornal outro dia, o pianista Marcos Resende primeiro tratou de verificar que estava vivo, bem vivo. Em seguida gravou uma mensagem na sua secretária eletrônica: “Hoje é 27 e eu não morri. Não posso atender porque estou na outra linha dando a mesma explicação”. Quando li esta nota, me lembrei de como tudo neste mundo caminha cada vez mais depressa. Em 1862, chegou aqui a notícia da morte de Gonçalves Dias.
    O poeta estava a bordo do Grand Condé havia cinquenta e cinco dias. O brigue chegou a Marselha com um morto a bordo. À falta de lazareto, o navio estava obrigado à caceteação da quarentena. Gonçalves Dias tinha ido se tratar na Europa e logo se concluiu que era ele o morto. A notícia chegou ao Instituto Histórico durante uma sessão presidida por d. Pedro II. Suspensa a sessão, começaram as homenagens ao que era tido e havido como o maior poeta do Brasil.
    Suspeitar que podia ser mentira? Impossível. O imperador, em pleno Instituto Histórico, só podia ser verdade. Ofícios fúnebres solenes foram celebrados na Corte e na província. Vinte e cinco nênias saíram publicadas de estalo. Joaquim Serra, Juvenal Galeno e Bernardo Guimarães debulharam lágrimas de esguicho, quentes e sinceras. O grande poeta! O grande amigo! Que trágica perda! As comunicações se arrastavam a passo de cágado. Mal se começava a aliviar o luto fechado, dois meses depois chegou o desmentido: morreu, uma vírgula! Vivinho da silva.
    A carta vinha escrita pela mão do próprio poeta: “É mentira! Não morri, nem morro, nem hei de morrer nunca mais!” Entre exclamações, citou Horácio: “Não morrerei de todo.” Todavia, morreu, claro. E morreu num naufrágio, vejam a coincidência. Em 1864, trancado na sua cabine do Ville de Boulogne, à vista da costa do Maranhão. Seu corpo não foi encontrado. Terá sido devorado pelos tubarões. Mas o poeta, este de fato não morreu.
[...]
(Adaptado de: RESENDE, Otto Lara. Bom dia para nascer. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p.107-8) 
À falta de lazareto, o navio estava obrigado à caceteação da quarentena. (2o parágrafo)
Mantendo-se o sentido e a coesão da frase, o segmento grifado acima pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Respostas
12401: D
12402: D
12403: A
12404: C
12405: E
12406: A
12407: C
12408: B
12409: B
12410: B
12411: C
12412: D
12413: D
12414: C
12415: A
12416: A
12417: A
12418: C
12419: B
12420: C