Questões de Concurso Para analista de sistemas

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Q743147 Português

Texto II

A questão deve ser respondidas com base no Texto II.

No quadrinho 2, apresenta-se uma justificativa para a suposta falta da palavra “bullying” em português. Na verdade, usa-se “bullying” em português porque a palavra correspondente – “iniquícia” – é
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Q743146 Português

Texto II

A questão deve ser respondidas com base no Texto II.

Na oração “Porque, entre nós, imperam a civilidade, a gentileza ...”, a função sintática dos termos sublinhados é
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Q743145 Português

Texto II

        


A questão deve ser respondida com base no Texto I e no Texto II.

O trecho do TEXTO I que melhor se relaciona com as informações veiculadas nos dois primeiros quadrinhos do TEXTO II é
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Q743144 Português

“Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam.” (linhas 18-20)

O vocábulo “aliás” expressa uma ideia de

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Q743143 Português
“O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais (...)”. (linhas 20-21) O conectivo sublinhado expressa a ideia de
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Q743142 Português
O enunciado do texto de Mário Perini em que a palavra sublinhada é substituída pelo termo entre parênteses, sem grande comprometimento do sentido original, é
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Q743141 Português
Na busca por aferir à frase “o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado” o devido grau de formalismo, característico da linguagem culta, modalidade escrita, deve-se reescrevê-la como em:
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Q743140 Português

Texto I

A língua do Brasil amanhã                

            (Mário Perini)

Ouvimos com frequência opiniões alarmantes a respeito do futuro da nossa língua. Às vezes se diz que ela vai simplesmente desaparecer, em benefício de outras línguas supostamente expansionistas (em especial o inglês, atual candidato número um a língua universal); ou vai se “misturar” com o espanhol, formando o “portunhol”; ou, simplesmente, que vai se corromper pelo uso da gíria e das formas populares de expressão (do tipo: o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado). Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento, muito menos de mistura. Por outro lado (e não é possível agradar a todos) acredito que nossa língua está mudando, e certamente não será a mesma dentro de vinte, cem ou trezentos anos.

(...)

O que é que poderia ameaçar a integridade, ou a existência de nossa língua? O primeiro fator, frequentemente citado, é a influência do inglês – o mundo de empréstimos que andamos fazendo para nos expressarmos sobre certos assuntos.

Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; empréstimos são um fato da vida, e sempre existiram. Hoje pouca gente sabe disso, mas avalanche, alfaiate, tenor e pingue-pongue são palavras de origem estrangeira; hoje já se naturalizaram, e certamente ninguém vê ameaça nelas.

(...)

Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam. O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais; para isso pode aceitar empréstimos (...) – e também pode criar palavras a partir de seus próprios recursos – como computador, ecologia, poluição – ou então estender o uso de palavras antigas a novos significados – executivo ou celular, que significam coisas hoje que não significavam há vinte anos. Isso está acontecendo a todo tempo com todas as línguas e nunca levou nenhuma delas à extinção. (...)

(PERINI, M. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios, SP: Parábola, 2004, p.11-14) 



Leia o fragmento seguinte para responder à questão.

“Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; ...” (linhas 13-14)

A mudança feita no enunciado em questão que ALTERA o seu sentido é a seguinte:
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Q743139 Português

Texto I

A língua do Brasil amanhã                

            (Mário Perini)

Ouvimos com frequência opiniões alarmantes a respeito do futuro da nossa língua. Às vezes se diz que ela vai simplesmente desaparecer, em benefício de outras línguas supostamente expansionistas (em especial o inglês, atual candidato número um a língua universal); ou vai se “misturar” com o espanhol, formando o “portunhol”; ou, simplesmente, que vai se corromper pelo uso da gíria e das formas populares de expressão (do tipo: o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado). Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento, muito menos de mistura. Por outro lado (e não é possível agradar a todos) acredito que nossa língua está mudando, e certamente não será a mesma dentro de vinte, cem ou trezentos anos.

(...)

O que é que poderia ameaçar a integridade, ou a existência de nossa língua? O primeiro fator, frequentemente citado, é a influência do inglês – o mundo de empréstimos que andamos fazendo para nos expressarmos sobre certos assuntos.

Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; empréstimos são um fato da vida, e sempre existiram. Hoje pouca gente sabe disso, mas avalanche, alfaiate, tenor e pingue-pongue são palavras de origem estrangeira; hoje já se naturalizaram, e certamente ninguém vê ameaça nelas.

(...)

Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam. O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais; para isso pode aceitar empréstimos (...) – e também pode criar palavras a partir de seus próprios recursos – como computador, ecologia, poluição – ou então estender o uso de palavras antigas a novos significados – executivo ou celular, que significam coisas hoje que não significavam há vinte anos. Isso está acontecendo a todo tempo com todas as línguas e nunca levou nenhuma delas à extinção. (...)

(PERINI, M. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios, SP: Parábola, 2004, p.11-14) 



Leia o fragmento seguinte para responder à questão.

“Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; ...” (linhas 13-14)

O pronome “isso” tem função coesiva e retoma
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Q743138 Português

Texto I

A língua do Brasil amanhã                

            (Mário Perini)

Ouvimos com frequência opiniões alarmantes a respeito do futuro da nossa língua. Às vezes se diz que ela vai simplesmente desaparecer, em benefício de outras línguas supostamente expansionistas (em especial o inglês, atual candidato número um a língua universal); ou vai se “misturar” com o espanhol, formando o “portunhol”; ou, simplesmente, que vai se corromper pelo uso da gíria e das formas populares de expressão (do tipo: o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado). Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento, muito menos de mistura. Por outro lado (e não é possível agradar a todos) acredito que nossa língua está mudando, e certamente não será a mesma dentro de vinte, cem ou trezentos anos.

(...)

O que é que poderia ameaçar a integridade, ou a existência de nossa língua? O primeiro fator, frequentemente citado, é a influência do inglês – o mundo de empréstimos que andamos fazendo para nos expressarmos sobre certos assuntos.

Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; empréstimos são um fato da vida, e sempre existiram. Hoje pouca gente sabe disso, mas avalanche, alfaiate, tenor e pingue-pongue são palavras de origem estrangeira; hoje já se naturalizaram, e certamente ninguém vê ameaça nelas.

(...)

Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam. O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais; para isso pode aceitar empréstimos (...) – e também pode criar palavras a partir de seus próprios recursos – como computador, ecologia, poluição – ou então estender o uso de palavras antigas a novos significados – executivo ou celular, que significam coisas hoje que não significavam há vinte anos. Isso está acontecendo a todo tempo com todas as línguas e nunca levou nenhuma delas à extinção. (...)

(PERINI, M. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios, SP: Parábola, 2004, p.11-14) 



Leia o fragmento seguinte para responder à questão.

“Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; ...” (linhas 13-14)

As classes morfológicas das formas sublinhadas no fragmento em análise são, respectivamente:
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Q743137 Português

Ao abordar o tema dos empréstimos linguísticos, o professor José Luiz Fiorin declara que:

“A gramática não se encontra ameaçada por empréstimos estrangeiros, pois eles são pronunciados de acordo com o sistema fonológico do português e usados segundo a morfologia e a sintaxe de nosso idioma.” (FIORIN, 1996, p.225-226)

Os termos citados no texto de Mário Perini que melhor ilustram o comentário acima são

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Q743136 Português

“Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento” (linhas 6-7)

A justificativa do uso de dois pontos no enunciado é

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Q743135 Português
A construção do texto em análise configura uma sequência predominantemente
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Q743134 Português
Em relação ao uso dos estrangeirismos, depreende-se do texto a informação de que
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Q701691 Segurança da Informação
Atenção: Para responder à questão considere as Normas NBR ISO/IEC 27001:2013 e 27002:2013.
Concerning the objectives of asset management, one of them is to
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Q701597 Banco de Dados
Em um banco de dados relacional os comandos são classificados em:
− DDL – Data Definition Language. − DML – Data Manipulation Language. − DCL – Data Control Language. − TCL – Transaction Control Language.
Os seguintes comandos: COMMIT, CREATE, ROLLBACK, DELETE, REVOKE e UPDATE, são respectivos a 
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Q701596 Banco de Dados
Uma das recomendações na prática do tuning no PostgreSQL como forma de melhorar o desempenho das tabelas com grandes quantidades de registros e especialmente com muitos acessos é a inserção de 
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Q701595 Banco de Dados
Em relação a projetos de bancos de dados, considere:
I. Tem dependência com a classe do Gerenciador de Banco de Dados - GBD, mas não com o GBD específico. II. Total dependência do GBD específico. III. Não tem dependência com a classe do GBD a ser escolhido.
Definem os projetos de bancos de dados correta e respectivamente: 
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Q701594 Banco de Dados
Em um Star Schema de um Data Warehouse – DW, a tabela Dimensão possui característica
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Q701593 Banco de Dados
Durante a modelagem de dados, um Analista de Sistema da Prefeitura de Teresina deparou-se com a situação apresentada na tabela abaixo.
               Imagem associada para resolução da questão

Para que haja unicidade de identificação do Departamento, é necessário que, na modelagem de dados, o
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Respostas
11781: D
11782: B
11783: C
11784: C
11785: A
11786: C
11787: B
11788: D
11789: B
11790: A
11791: C
11792: A
11793: D
11794: B
11795: B
11796: B
11797: D
11798: A
11799: E
11800: B