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Q3901623 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
O texto evidencia sobre o comportamento dos alunos diante do uso excessivo das redes. Considerando o conteúdo textual assim como a afirmativa anterior, pode-se afirmar que, em relação ao texto em análise:
Alternativas
Q3901622 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Em “O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens.” (2º§), a expressão destacada indica no contexto: 
Alternativas
Q3901621 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Quanto ao trecho “‘As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade’, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR).” (3º§), é possível afirmar que:
Alternativas
Q3901620 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Considerando as informações e ideias apresentadas nos 1º§ e 2º§, pode-se afirmar que em uma síntese do conteúdo neles apresentado, fundindo-os em um único parágrafo, o elemento de ligação que manteria a relação semântica estabelecida no texto original entre parágrafos citados seria a expressão:
Alternativas
Q3901619 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Considerando a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, pode-se afirmar que a apresentação de dados indicativos do crescimento do acesso precoce à internet entre as crianças brasileiras indica, principalmente: 
Alternativas
Q3901618 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
No último parágrafo do texto, práticas de transformação da realidade descrita podem ser reconhecidas como: 
Alternativas
Q3901617 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, o cenário apresentado em que se constata a exposição digital de forma excessiva é uma realidade que:
Alternativas
Q3835632 Sistemas Operacionais
Considerando a arquitetura de computadores e a hierarquia de memória, o fenômeno da inversão de prioridade em sistemas de tempo real pode comprometer a integridade do processamento de tarefas críticas. Assinale a alternativa que descreve corretamente o mecanismo de hardware ou software utilizado para mitigar esse problema específico em sistemas operacionais multitarefa.
Alternativas
Q3835631 Segurança da Informação
A segurança da comunicação na Internet depende da robustez de algoritmos assimétricos e simétricos. Acerca do funcionamento do protocolo Transport Layer Security (TLS) 1.3 e dos algoritmos envolvidos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O TLS 1.3 removeu o suporte a algoritmos considerados fracos ou obsoletos, como MD5 e SHA-1 para assinaturas, e proibiu o uso de cifras de fluxo como a RC4.
(__)No aperto de mão (handshake) do TLS 1.3, o número de mensagens trocadas entre cliente e servidor foi reduzido para um único ciclo de ida e volta (1-RTT), acelerando o estabelecimento da conexão em relação às versões anteriores. 
(__)O algoritmo Advanced Encryption Standard (AES) é utilizado no TLS para a troca inicial de chaves públicas, enquanto o algoritmo RSA é responsável pela criptografia de fluxo dos dados simétricos após a conexão estabelecida.
(__)A Criptografia de Curva Elíptica (Elliptic Curve Cryptography − ECC) oferece o mesmo nível de segurança que o RSA, porém com chaves significativamente menores, o que reduz o processamento e o consumo de largura de banda.
(__)O TLS 1.3 permite o uso de chaves estáticas de Diffie-Hellman para garantir que, se a chave privada do servidor for comprometida no futuro, todas as sessões passadas capturadas também possam ser descriptografadas.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3835630 Sistemas Operacionais
Em sistemas operacionais Linux, o gerenciamento de permissões avançadas e a administração de processos via linha de comando são tarefas críticas. Assinale a alternativa que descreve corretamente o funcionamento do bit Set User ID (SUID) em arquivos executáveis e a gestão de prioridades de processos.
Alternativas
Q3835629 Segurança da Informação
As ameaças persistentes avançadas (Advanced Persistent Threats − APTs) utilizam vetores sofisticados para exfiltração de dados e permanência em redes corporativas. Analise as afirmativas a seguir sobre o funcionamento de ameaças digitais complexas:

I.O Rootkit é um tipo de malware projetado para ocultar a existência de certos processos ou programas de métodos normais de detecção, permitindo acesso privilegiado contínuo a um computador enquanto permanece invisível ao sistema operacional.
II.O ataque de "Man-in-the-Browser" (MitB) ocorre por meio da infecção do navegador por um cavalo de Troia (Trojan), permitindo ao atacante modificar transações e interceptar dados em tempo real antes mesmo da criptografia da camada de transporte (Transport Layer Security − TLS).
III.O Ransomware moderno utiliza exclusivamente criptografia simétrica com chaves armazenadas localmente no setor de boot, o que permite a recuperação total dos dados através da simples análise forense da Memória de Acesso Aleatório (Random Access Memory − RAM).

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3835628 Segurança da Informação
A engenharia social utiliza gatilhos psicológicos para contornar proteções técnicas. Assinale a alternativa que descreve corretamente a técnica de "Whaling" e sua aplicação no contexto corporativo.
Alternativas
Q3835627 Redes de Computadores
A transmissão de dados em redes de computadores utiliza técnicas de modulação e multiplexação para otimizar o uso do canal. Assinale a alternativa que descreve corretamente o funcionamento da Multiplexação por Divisão de Frequência Ortogonal (Orthogonal Frequency Division Multiplexing − OFDM).
Alternativas
Q3835626 Redes de Computadores
Dispositivos de infraestrutura de rede possuem funções específicas para o tratamento do tráfego. Analise as afirmativas a seguir sobre switches, roteadores e firewalls:

I.Um switch de camada 3 (Layer 3 switch) combina a velocidade de hardware de um switch tradicional com as capacidades de roteamento de pacotes IP, permitindo a comunicação entre diferentes redes locais virtuais (VLANs) sem a necessidade de um roteador externo.
II.O protocolo de árvore de espalhamento (Spanning Tree Protocol − STP) é utilizado em redes comutadas para evitar loops na camada 2, bloqueando logicamente portas redundantes até que uma falha no caminho principal seja detectada.
III.Um roteador utiliza o protocolo de resolução de endereços (Address Resolution Protocol − ARP) para determinar o melhor caminho para uma rede remota através da análise de métricas como o número de saltos (hop count) na tabela de roteamento.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3835625 Arquitetura de Computadores
O diagnóstico de falhas em sistemas que não inicializam exige um procedimento metódico baseado nos sinais emitidos pelo hardware. Acerca do Autoteste de Inicialização (Power-On Self-Test − POST) e do Sistema Básico de Entrada e Saída (Basic Input/Output System − BIOS/UEFI), registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O POST é uma sequência de testes realizados pelo firmware imediatamente após o computador ser ligado, verificando componentes essenciais como CPU, memória RAM e controladores de vídeo antes de carregar o sistema operacional.
(__)Sinais sonoros (beeps) emitidos durante o POST são padronizados universalmente por todos os fabricantes de placas-mãe, onde um único beep curto sempre indica falha crítica na placa de vídeo, independentemente do firmware utilizado.
(__)A Interface de Firmware Extensível Unificada (Unified Extensible Firmware Interface − UEFI) substituiu o BIOS tradicional, permitindo o suporte a discos maiores que 2,2 Terabytes (TB) e oferecendo uma interface de pré-inicialização mais sofisticada e segura (Secure Boot).
(__)O erro de "Kernel Panic" em sistemas Linux ou a "Tela Azul da Morte" (BSOD) no Windows ocorrem durante o POST, indicando que o firmware não conseguiu localizar o setor de boot (Master Boot Record − MBR) no disco rígido.
(__)A limpeza da Memória de Semicondutor de Óxido Metálico Complementar (Complementary Metal-Oxide-Semiconductor − CMOS) através do jumper 'Clear CMOS' redefine as configurações do BIOS/UEFI para os padrões de fábrica, removendo senhas de acesso ao firmware.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3835624 Sistemas Operacionais
Administrar ambientes heterogêneos exige conhecimento profundo sobre a integração de serviços de diretório e autenticação. Analise as afirmativas a seguir sobre a integração entre Windows e Linux:

I.O protocolo Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) permite que servidores Linux consultem o Active Directory (AD) para autenticação de usuários, utilizando esquemas de mapeamento de identificadores de segurança (Security Identifiers − SIDs) para identificadores de usuário (User IDs − UIDs).
II.O serviço Winbind, integrante da suíte Samba, funciona como uma ponte que permite aos sistemas Linux "enxergar" o domínio Windows, facilitando a resolução de nomes de usuários e grupos através da interface de troca de serviços de nomes (Name Service Switch − NSS).
III.O protocolo Kerberos é utilizado exclusivamente no ambiente Windows para autenticação em rede, sendo incompatível com sistemas Linux devido à diferença estrutural na geração de tickets de serviço e criptografia de chaves mestras.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3835623 Noções de Informática
No desenvolvimento de planilhas complexas utilizando o Microsoft Excel 365, a gestão de dados e o uso de funções de matriz dinâmica alteraram significativamente a forma de processamento de informações. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o comportamento da função FILTRAR (FILTER) e sua interação com o operador de despejo (spill operator). 
Alternativas
Q3835622 Arquitetura de Computadores
No contexto da arquitetura interna de microprocessadores e da execução de instruções, o pipeline é uma técnica que permite a sobreposição de estágios. Acerca do funcionamento técnico e das falhas de fluxo (hazards) associadas, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas: 

(__)O hazard de dados ocorre quando uma instrução depende do resultado de uma instrução anterior que ainda não completou sua execução através de todos os estágios do pipeline, podendo ser mitigado por técnicas de adiantamento (forwarding).
(__)O hazard de controle é provocado por instruções de desvio condicional, em que o endereço da próxima instrução a ser buscada é desconhecido até que a condição seja avaliada, resultando frequentemente em bolhas (stalls) ou uso de previsão de desvio.
(__)A execução fora de ordem (Out-of-Order Execution) é uma técnica de hardware que visa aumentar a profundidade do pipeline para reduzir o consumo de energia, independentemente do ganho de ciclos por instrução (Cycles Per Instruction − CPI).
(__)O hazard estrutural surge quando o hardware disponível não é suficiente para suportar todas as combinações possíveis de instruções em execução simultânea, como o acesso simultâneo à memória única para busca de instrução e dado.
(__)A unidade lógica e aritmética (Arithmetic Logic Unit − ALU) é o componente responsável exclusivo pela decodificação de instruções complexas em arquiteturas de conjunto de instruções reduzido (Reduced Instruction Set Computer − RISC).

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3835621 Redes de Computadores
A compreensão das diferenças entre topologia física e lógica é essencial para o diagnóstico de redes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um cenário onde as topologias física e lógica divergem.
Alternativas
Q3835620 Engenharia de Software
No desenvolvimento de sistemas e arquitetura de software, o padrão de projeto "Observador" (Observer) é amplamente utilizado para gerenciar dependências entre objetos. Analise as afirmativas a seguir sobre Padrões de Projeto (Design Patterns) do Gamma et al. (GoF):

I.O padrão Observer define uma dependência um-para-muitos entre objetos, de modo que, quando um objeto muda de estado, todos os seus dependentes são notificados e atualizados automaticamente.
II.O padrão Singleton garante que uma classe tenha apenas uma instância e fornece um ponto de acesso global a ela, sendo recomendado para gerenciar recursos compartilhados como pools de conexão com banco de dados.
III.O padrão Estratégia (Strategy) permite definir uma família de algoritmos, encapsular cada um deles e torná-los intercambiáveis, permitindo que o algoritmo varie independentemente dos clientes que o utilizam.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: D
1023: D
1024: C
1025: A
1026: D
1027: A
1028: A
1029: D
1030: A
1031: C
1032: D
1033: B
1034: E
1035: A
1036: B
1037: E
1038: E
1039: B
1040: B