Questões de Concurso
Para analista de sistemas
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_________________ as condições que envolvem o conflito, não __________________ descartar questões de soberania, as quais ________________ na discussão de soluções o mais _____________________ conciliadoras.
Leia o texto, para responder à questão.
Nas últimas semanas, o cenário no TikTok mudou. Entre dancinhas, piadas, dicas de moda e receitas improváveis, estão tiros, tanques e bombas. Com forte apelo visual, aura de consumo instantâneo e algoritmo de recomendações afiado, o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia. Em uma batalha travada também no meio digital, a plataforma passou a moldar e a influenciar o conflito de maneira tão veloz quanto zapear pelo aplicativo.
Em 24 de fevereiro, quando o país foi invadido, perfis de cidadãos nativos transmitiram ao vivo o ataque. Fileiras de tanques, colunas de fumaça e explosões se infiltraram na plataforma – e as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global. Inevitavelmente, as imagens se espalharam por outras redes sociais, com ângulos exclusivos que nenhum veículo de mídia do mundo pode oferecer.
Com a ascensão do TikTok, os recursos como texto e fotos perdem o protagonismo para os vídeos curtos feitos rapidamente com o celular. O poder da imagem durante uma guerra sempre foi decisivo para a mobilização popular: de corpos de soldados americanos no Vietnã a até as explosões captadas pela CNN na Guerra do Golfo.
No TikTok, a comoção acontece também porque os vídeos revelam a rotina de cidadãos tentando viver em meio ao conflito. É uma janela para lembrar que, por trás da decisão de líderes políticos, existem pessoas normais – a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz os vídeos é imediata.
(Bruna Arimathea, Bruno Romani, Guilherme Guerra, TikTok molda a narrativa da guerra na Ucrânia. O Estado de S.Paulo, 06-03-22. Adaptado)
Para responder a esta questão, considere os trechos destacados nas seguintes passagens.
... o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia.
as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global.
a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz
os vídeos é imediata.
Leia o texto, para responder à questão.
Nas últimas semanas, o cenário no TikTok mudou. Entre dancinhas, piadas, dicas de moda e receitas improváveis, estão tiros, tanques e bombas. Com forte apelo visual, aura de consumo instantâneo e algoritmo de recomendações afiado, o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia. Em uma batalha travada também no meio digital, a plataforma passou a moldar e a influenciar o conflito de maneira tão veloz quanto zapear pelo aplicativo.
Em 24 de fevereiro, quando o país foi invadido, perfis de cidadãos nativos transmitiram ao vivo o ataque. Fileiras de tanques, colunas de fumaça e explosões se infiltraram na plataforma – e as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global. Inevitavelmente, as imagens se espalharam por outras redes sociais, com ângulos exclusivos que nenhum veículo de mídia do mundo pode oferecer.
Com a ascensão do TikTok, os recursos como texto e fotos perdem o protagonismo para os vídeos curtos feitos rapidamente com o celular. O poder da imagem durante uma guerra sempre foi decisivo para a mobilização popular: de corpos de soldados americanos no Vietnã a até as explosões captadas pela CNN na Guerra do Golfo.
No TikTok, a comoção acontece também porque os vídeos revelam a rotina de cidadãos tentando viver em meio ao conflito. É uma janela para lembrar que, por trás da decisão de líderes políticos, existem pessoas normais – a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz os vídeos é imediata.
(Bruna Arimathea, Bruno Romani, Guilherme Guerra, TikTok molda a narrativa da guerra na Ucrânia. O Estado de S.Paulo, 06-03-22. Adaptado)
Para responder a esta questão, considere os trechos destacados nas seguintes passagens.
... o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia.
as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global.
a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz
os vídeos é imediata.
Leia o texto, para responder à questão.
Nas últimas semanas, o cenário no TikTok mudou. Entre dancinhas, piadas, dicas de moda e receitas improváveis, estão tiros, tanques e bombas. Com forte apelo visual, aura de consumo instantâneo e algoritmo de recomendações afiado, o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia. Em uma batalha travada também no meio digital, a plataforma passou a moldar e a influenciar o conflito de maneira tão veloz quanto zapear pelo aplicativo.
Em 24 de fevereiro, quando o país foi invadido, perfis de cidadãos nativos transmitiram ao vivo o ataque. Fileiras de tanques, colunas de fumaça e explosões se infiltraram na plataforma – e as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global. Inevitavelmente, as imagens se espalharam por outras redes sociais, com ângulos exclusivos que nenhum veículo de mídia do mundo pode oferecer.
Com a ascensão do TikTok, os recursos como texto e fotos perdem o protagonismo para os vídeos curtos feitos rapidamente com o celular. O poder da imagem durante uma guerra sempre foi decisivo para a mobilização popular: de corpos de soldados americanos no Vietnã a até as explosões captadas pela CNN na Guerra do Golfo.
No TikTok, a comoção acontece também porque os vídeos revelam a rotina de cidadãos tentando viver em meio ao conflito. É uma janela para lembrar que, por trás da decisão de líderes políticos, existem pessoas normais – a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz os vídeos é imediata.
(Bruna Arimathea, Bruno Romani, Guilherme Guerra, TikTok molda a narrativa da guerra na Ucrânia. O Estado de S.Paulo, 06-03-22. Adaptado)
Para responder a esta questão, considere os trechos destacados nas seguintes passagens.
... o app chinês de vídeos curtos virou uma das mais importantes fontes de imagens da guerra na Ucrânia.
as visualizações pularam para os milhões com o crescimento da apreensão global.
a identificação entre quem vê os vídeos e quem produz
os vídeos é imediata.
Leia a tira, para responder a questão.

(André Dahmer. Malvados. Disponível em: https://www.roendolivros.com.br.
Acesso em: 04.03.22)
Leia a tira, para responder a questão.

(André Dahmer. Malvados. Disponível em: https://www.roendolivros.com.br.
Acesso em: 04.03.22)
• O exemplo mais antigo de que se tem notícia... • “Estamos entrando em uma era em que nossos inimigos podem fazer com que qualquer um pareça dizer qualquer coisa”.
Duzentos e cinquenta anos depois da invenção de Kempelen, a tecnologia de reprodução da voz humana avançou tanto que, agora, é quase impossível para um leigo diferenciar um discurso real, feito por uma pessoa de carne, osso e cordas vocais, de outro criado em computador.
O trecho – Duzentos e cinquenta anos depois da invenção de Kempelen... – está reescrito de acordo com a norma-padrão de concordância em:
Duzentos e cinquenta anos depois da invenção de Kempelen, a tecnologia de reprodução da voz humana avançou tanto que, agora, é quase impossível para um leigo diferenciar um discurso real, feito por uma pessoa de carne, osso e cordas vocais, de outro criado em computador.
A relação de sentido expressa pelo trecho em destaque, em relação ao trecho precedente, é de
I. Portas-padrão do Apache: HTTP na porta 80 e HTTPS na porta 443 (Certificado SSL).
II. A diretiva “alias” é responsável por mapear recursos no sistema de arquivos.
III. “Location” refere-se à localização do sistema de arquivos do servidor. “Directory” é usado para definir à URL.
IV. O arquivo de log de erro do Apache está em /var/log/httpd/access_log.
V. Existem dois tipos de hospedagem virtual: baseado no nome e baseado no IP.
Está correto o que se afirma apenas em