Questões de Concurso Para comprador

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Q3284254 Noções de Informática
No contexto da interface do usuário do sistema operacional Windows 7, há um componente específico localizado próximo ao final da barra de tarefas que tem a função de exibir notificações importantes. Este componente pode informar sobre o status da rede, a hora, o idioma do sistema, entre outros dados relevantes. Identifique qual é este componente:
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Q3284252 Matemática
Um artesão utiliza pedaços de barbante de 10 cm de comprimento. Ele compra um rolo de barbante que tem 1 km de extensão. Quantos pedaços de 10 cm, no máximo, o artesão conseguirá retirar do rolo?
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Q3284251 Matemática
Um tabuleiro comum de xadrez tem 64 casas, sendo 8 linhas e 8 colunas. Neste tabuleiro, há 28 casas que fazem parte da borda do tabuleiro. Suponha que um novo tabuleiro de xadrez será feito com 16 linhas e 16 colunas, portanto, com 256 casas. Quantas casas há na borda deste novo tabuleiro?
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Q3284250 Matemática
Em um determinado ano, sabe-se que o mês de fevereiro teve 28 dias. Se o dia 03 de fevereiro foi uma quinta-feira, então o dia 16 de março será uma:
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Q3284249 Matemática
Durante o mês de novembro, um cabeleireiro atende a 100 clientes para o serviço de corte e cobra R$ 50,00 por cliente. Ele sabe que no mês de dezembro há um aumento de 60% no número de clientes para este serviço em relação ao mês de novembro. No mês de dezembro, se o cabeleireiro quiser dobrar a sua receita total neste serviço em relação a novembro, quanto ele deve cobrar pelo corte?
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Q3284245 Português
A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:
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Q3284242 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
As colocações pronominais em “Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência” correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3284241 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o seguinte excerto:

“Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe.”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:
Alternativas
Q3284240 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.

“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:
Alternativas
Q3284239 Português
Leia o texto a seguir para responder às questão.


Vista cansada


    Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal.

    Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. 

    Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

    Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

    Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.


RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo. São Paulo, 1992. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vistacansada>.
Considere o trecho a seguir para responder à questão.
“O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem.”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:
Alternativas
Q3276854 Direito Administrativo
Em relação ao princípio da moralidade administrativa, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3276853 Direito Administrativo
A concorrência está definida no inciso XXXVIII do artigo 6º da Lei nº 14.133/2021, segundo o qual ela se trata de “modalidade de licitação para contratação de bens e serviços especiais e de obras e serviços comuns e especiais de engenharia”.

Podem ser usados os seguintes critérios de julgamento nesta modalidade de licitação, exceto:
Alternativas
Q3276852 Direito Tributário
Sobre o regime tributário do Simples Nacional e as normas previstas na Lei Complementar nº 123/2006, que dispõe sobre o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3276851 Direito Administrativo
De acordo com o que estabelece a Lei nº 14.133/2021, conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos, em seu artigo 106, “a Administração poderá celebrar contratos com prazo de até _________ anos nas hipóteses de serviços e fornecimentos contínuos”.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna anterior.
Alternativas
Q3276850 Direito Administrativo
No que diz respeito ao julgamento das propostas, e considerando o disposto na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3276849 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 14.133/2021, conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos, não é um parâmetro ou elemento descritivo que deve constar no termo de referência:
Alternativas
Q3276848 Direito Administrativo
Sobre o princípio da eficiência e os subprincípios da celeridade, economicidade, planejamento e eficácia, e sua relação com a licitação, analise as afirmativas a seguir.

I. O princípio da eficiência é agora inserido entre os princípios da licitação no artigo 5º da Lei nº 14.133, designando os meios e instrumentos que devem ser utilizados pela Administração Pública para alcançar o melhor resultado.

II. A Lei nº 14.133, além da fixação de prazos para a prática de atos do procedimento licitatório, dá aplicação ao princípio da celeridade, ao prever, no artigo 17, § 1º, a possibilidade de a habilitação ser realizada antes da apresentação das propostas e do julgamento.

III. Em que pese a sua importância, o princípio do planejamento não foi prestigiado na Lei nº 14.133, na medida em que o artigo 40, que trata do planejamento de compras, estabelece que deverá ser levada em conta a expectativa de consumo anual e não mensal.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3276847 Direito Administrativo
Sobre as regras relativas às compras, previstas na Lei nº 14.133/2021, conhecida como Lei de Licitações e Contratos Administrativos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) O planejamento de compras deverá considerar a expectativa de consumo anual e observar condições de aquisição e pagamento semelhantes às do setor privado.

(    ) O planejamento de compras deverá atender ao princípio da responsabilidade fiscal, quando for tecnicamente viável e economicamente vantajoso.

(    ) O processo de padronização deverá conter despacho motivado da autoridade superior, com a adoção do padrão.

(    ) Quando houver a possibilidade de compra ou de locação de bens, o estudo técnico preliminar deverá considerar os custos e os benefícios de cada opção, com indicação da alternativa mais vantajosa.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3276846 Administração de Recursos Materiais
Sobre o escopo da área de compras, e considerando o que afirma Mario Dias e Roberto Costa (2012), analise as afirmativas a seguir:

I. Apesar da grande importância que a área de compras tem para o desempenho de uma organização, não se pode esquecer que se trata de uma área que presta serviços às demais unidades da empresa. Assim, quando ela é acionada com a incumbência de adquirir determinado produto, ela o está fazendo para o setor solicitante, que, no caso, é o responsável por ditar as regras sobre o que realmente é desejado e por definir a especificação do produto.

II. É comum que a área de compras tenha a função de adquirir materiais e contratar serviços. Os materiais são adquiridos para atendimento à produção e à operação da empresa (materiais diretos ou produtivos) ou para o restante da organização (materiais indiretos, improdutivos ou auxiliares). Em relação aos serviços, tais como manutenção em geral, limpeza e vigilância, na maioria das empresas, eles também são contratados pela área de compras.

III. Muitos produtos, se não colocados à disposição dos solicitantes nas datas por eles estabelecidas, talvez nem mais sejam necessários, e o prejuízo pode ser incalculável. É preciso trabalhar apropriadamente com os diversos setores que pedem produtos e serviços, para atendê‑los conforme a programação. Deve‑se também ter atenção com qualquer problema que possa existir com as entregas, e comunicá‑lo imediatamente ao setor solicitante.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3276845 Direito Tributário
Os autores Marcio Borges e Mônica Georgino (2023) trazem, como exemplos, as seguintes atividades do profissional da área de compras que demandam conhecimento de finanças, exceto:
Alternativas
Respostas
61: C
62: C
63: D
64: C
65: A
66: A
67: E
68: D
69: B
70: A
71: B
72: D
73: D
74: A
75: C
76: B
77: B
78: D
79: D
80: A