Questões de Concurso Para médico psiquiatra

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Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1207863 Serviço Social
Acerca da Lei nº. 8080/90 pode-se afirmar que, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1200527 Português
                                Entre o conselho e a ordem    Tenho uma boa notícia para você, leitor. Agora você já pode acreditar no que eu escrevo, porque, desde o último dia 17, não sou mais um charlatão. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em caráter definitivo que o diploma de jornalismo não é necessário para o exercício regular da profissão.    Como sói acontecer, todos os ministros do chamado Pretório Excelso presentes à sessão, menos o Marco Aurélio Mello, concordaram que a exigência do canudo violava os princípios constitucionais da liberdade de imprensa e da livre manifestação do pensamento.   Partilho dessa opinião. Não que até o dia 17 o Brasil vivesse sob o signo de Ahmadinejad, num estado de absoluto arbítrio e misericordiosa censura. Mas é forçoso reconhecer um país no qual se dispensam controles para definir quem pode e quem não pode escrever em jornais está mais perto da plenitude liberal democrática. Nunca é demais recordar que o decreto-lei 972/1969, que estabelecia a exigência do diploma, foi baixado pelo governo militar durante os anos de chumbo.    Não é esse, porém, o aspecto do julgamento que eu gostaria de ressaltar. O que me parece ser o ponto central é a questão da liberdade de ofício. O inciso XIII do artigo 5º da Carta estabelece: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer". Um velho provérbio alemão assevera que o diabo se esconde nos detalhes. Em que casos convém que o legislador regulamente uma profissão?    A maioria das pessoas dotadas de justo quinhão de bom senso tende a concordar que o licenciamento só é necessário para ofícios que requeiram um saber técnico bastante preciso, como medicina e engenharia, ou exijam alguma perícia específica, a exemplo de piloto de avião, cuja ausência represente ponderável risco para a população.    Um jornalista até pode divulgar informações falsas que acabam provocando grandes estragos. Mas buscar um conjunto de matérias teóricas que capacitem um estudante a tornar-se um bom repórter ou editor é tarefa fadada ao fracasso. Trocando em miúdos, podemos afirmar que o engenheiro, para fazer com que a ponte fique em pé, precisa ter cursado cálculo I e II e conhecer certas noções de física que podem ser aprendidas nas escolas politécnicas. O médico, para receitar uma droga, precisa saber algo de bioquímica e farmacologia. Mas o que dizer do jornalista? O que ele precisa além de noções de português (em tese obtidas no processo de alfabetização) e de disposição para estudar um pouco o assunto de que vai falar? Talvez, se houvesse as disciplinas verdade I, II, III e IV, reconhecidas pelo MEC... Nunca é demais insistir, ninguém se torna ético só porque assistiu a aulas de ética na faculdade de filosofia. Afirmar, como se faz por aí, que escolas de jornalismo são garantia de bom comportamento moral no exercício da profissão faz tanto sentido quanto dizer que quem vai à missa não comete pecados. (...)    Como lembrou o sempre sensato ministro Celso de Mello, a regra geral deveria ser a liberdade de ofício. Entretanto, ele contou pelo menos cinco projetos de lei que tramitam no Congresso e tratam da regulamentação das profissões de modelo de passarela, designer de interiores, detetives, babás e escritores. Acrescento, por minha conta, as de demonstrador de mercadorias (PL 5451/09), cerimonialista (PL 5425/09), educador social (PL 5346/09), fotógrafo (PL 5187/09), depilador (PL 4771/09). Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também regulamentar a ocupação de astrólogo (PL 6748/02) e terapeuta naturista (PL 2916/92). Pergunto-me como nossos solertes parlamentares puderam se esquecer de regular os ofícios de Papai Noel e das indispensáveis fadas.    Em muitos casos, as propostas são oportunamente esquecidas nos escaninhos do Legislativo (há um lado bom na inoperância do Congresso), mas nem sempre. categorias mais poderosas como a de médicos e advogados obtiveram o que seria impensável num Estado verdadeiramente republicano. Os discípulos de Esculápio, por exemplo, conseguiram transformar em lei geral o Código de Ética que eles mesmos elaboraram. Já nossos nobres causídicos deram um novo significado à noção de lobby ao inscrever não em lei ordinária, mas na própria Constituição o direito de indicar juízes para praticamente todas as cortes do país e de propor ações diretas de inconstitucionalidade (privilégio reservado a poucos). Pior, cuidaram para que a Lei Maior do país trouxesse um dispositivo que atua como impedimento a que o cidadão represente a si mesmo em juízo – erro lógico que nega o próprio conceito de cidadania.    Gostaria que a extinção da exigência de diploma de jornalista fosse o primeiro passo num movimento mais geral de descorporativização do Estado, mas receio que seja apenas um caso isolado. A mentalidade cartorial-corporativista está bem arraigada na alma do brasileiro. É uma pena. Esse seria um bom momento para mudanças. As divisões clássicas entre as ciências estão ruindo. Faz cada vez menos sentido compartimentalizar o saber – e, consequentemente, o ensino – em ramos prédefinidos como física, química, biologia. A pesquisa de ponta se faz hoje através de casamentos improváveis como aquele entre médicos e matemáticos (medicina baseada em evidências) ou entre economistas e neurocientistas (economia comportamental). A perseverar a inércia patrimonialista, enquanto o mundo estiver produzindo nova e boa ciência, nós por aqui estaremos paralisados: não teremos os especialistas necessários porque eles não saberão se devem contribuir para o conselho de biólogos ou a ordem dos estatísticos. (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u585738.shtml) Texto adaptado.
Conforme o 6º parágrafo do texto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Angicos - RN
Q1193119 Medicina
No diagnóstico da bulimia DSM-IV são características da bulimia, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Angicos - RN
Q1193104 Psiquiatria
Os quadros de Mania se caracterizam por, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Angicos - RN
Q1193095 Psiquiatria
Das causas orgânicas de uma síndrome maníaca (mania secundária), é uma causa tóxico-metabólicas:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1189289 Legislação Federal
De acordo com os dados do Censo 2010, publicados pelo IBGE, a região brasileira que tem o maior número de habitantes é a:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1187240 Psiquiatria
Paciente de 11 anos, vem trazido pelos pais, com queixa de ser maldoso com animais e outras crianças, não seguir regras e ser agressivo quando contrariado. Na escola desrespeita professores e não realiza as tarefas. Qual o diagnóstico sindrômico mais adequado?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1187188 Medicina
Dentre os neuroléticos abaixo qual o de maior potência?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1187082 Medicina
Droga de escolha no tratamento da enurese noturna:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1186901 Psiquiatria
Paciente, após troca de cargo na empresa em que trabalha, vem apresentando dificuldades de adaptação. Relata desde então sentir-se levemente entristecido e desanimado quando no trabalho. Sono e apetite permanecem normais. Qual o diagnóstico mais adequado entre as opções abaixo?  
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1186813 Psiquiatria
Paciente do sexo feminino, após briga com namorado, some de casa e é encontrada em cidade vizinha sem saber quem é ou como foi parar ali. Exames físico, laboratoriais e de imagem sem alterações. Qual o diagnóstico mais adequado?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1186726 Português
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51% –, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino médio, o Brasil vai ficar para trás”.
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2 milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos. 
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
O acento grave foi devidamente utilizado em
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1185853 Economia
O Produto Interno Bruto – PIB é a soma de tudo o que foi produzido em um espaço pré-definido em determinado tempo, sendo considerado, em geral, a medida da produção de um país durante o período de um ano. Analise as afirmativas sobre o PIB brasileiro.
I. Mesmo após a crise econômica, alcançou um crescimento significativo de 2009 para 2010.
II. O PIB per capita do Brasil vive um processo de desaceleração e retração nos últimos anos.
III. A alta no PIB brasileiro de 2010 resultou num dos melhores desempenhos entre as dez maiores economias mundiais.
IV. Calculado pela moeda interna, o PIB brasileiro é convertido para dólares, para que se possa comparar com outras economias internacionais.
Estão corretas apenas as afirmativas 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1185818 Geografia
“Com tamanho próximo ao estado do Sergipe, a ilha ____________________ é a maior ilha exclusivamente fluvial do planeta e está localizada na região _______________ do Brasil.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1182680 Enfermagem
Conforme previsto na Portaria n.º 399/2006 (Pacto pela Saúde), as prioridades do Pacto de Gestão são:
 I- DEFINIR DE FORMA INEQUÍVOCA A RESPONSABILIDADE SANITÁRIA DE CADA INSTÂNCIA GESTORA DO SUS: federal, estadual e municipal, superando o atual processo de habilitação;
II- ESTABELECER AS DIRETRIZES PARA A GESTÃO DO SUS, com ênfase na Centralização; Regionalização; Financiamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Participação e Controle Social; Planejamento; Gestão do Trabalho e Educação na Saúde;
III- IMPLEMENTAR UM PROJETO PERMANENTE DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL COM A FINALIDADE DE: mostrar a saúde como direito de cidadania e o SUS como sistema público universal garantidor desses direitos.
De acordo com os itens da questão, marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1182641 Enfermagem
Nos termos da Portaria n.º 399/2006 (Pacto pela Saúde), o Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. A definição de prioridades deve ser estabelecida através de metas nacionais, estaduais, regionais ou municipais. Prioridades estaduais ou regionais podem ser agregadas às prioridades nacionais, conforme pactuação local. Os estados/região/município devem pactuar as ações necessárias para o alcance das metas e dos objetivos propostos. Marque a única alternativa que NÃO configure uma destas prioridades pactuadas:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNJAB-SC Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1182543 Psiquiatria
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.
Qual o principal neurotransmissor associado à ansiedade, que faz a mediação da inibição présináptica no sistema nervoso central? 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUNJAB-SC Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1182517 Enfermagem
Em relação ao alcoolismo, analise as seguintes afirmativas. 
I. Consumo per capita.
II. Prevalência ao longo da vida.
III. Custos dos cuidados de saúde e perdas no trabalho.
IV. Síndrome fetal alcoólica.
V. Razão destilados/fermentados na produção de bebidas alcoólicas.
Assinale a alternativa que CORRESPONDE às situações que trazem impacto na saúde pública, considerando o alcoolismo como um problema. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: SAP-SP Prova: VUNESP - 2011 - SAP-SP - Médico psiquiatra |
Q259075 Psiquiatria

Mulher de 32 anos considera que sempre foi uma pessoa ansiosa.

Porém, há dois anos nota que sua preocupação é excessiva

com relação à saúde dos filhos, ao seu desempenho no trabalho e

ao futuro de sua família. Quando fica mais nervosa, chega a ter

alguns sintomas físicos, tais como tensão muscular, palpitação,

sudorese nas mãos e dificuldade de concentração. Nos últimos

meses, seu sono tem sido entrecortado e pouco restaurador


A abordagem terapêutica a ser evitada neste caso é

Alternativas
Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: SAP-SP Prova: VUNESP - 2011 - SAP-SP - Médico psiquiatra |
Q259074 Psiquiatria

Utilize o quadro clínico apresentado, para responder à questão.

Mulher de 32 anos considera que sempre foi uma pessoa ansiosa. Porém, há dois anos nota que sua preocupação é excessiva com relação à saúde dos filhos, ao seu desempenho no trabalho e ao futuro de sua família. Quando fica mais nervosa, chega a ter alguns sintomas físicos, tais como tensão muscular, palpitação, sudorese nas mãos e dificuldade de concentração. Nos últimos meses, seu sono tem sido entrecortado e pouco restaurador.


Trata-se de um caso de

Alternativas
Respostas
15681: D
15682: A
15683: D
15684: E
15685: C
15686: D
15687: C
15688: C
15689: D
15690: C
15691: A
15692: E
15693: D
15694: C
15695: C
15696: B
15697: D
15698: C
15699: B
15700: C