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Q2687823 Atualidades

Sobre a historia do município de Lucélia - SP analise as afirmativas abaixo:

I- Em 1929, João de Arruda, abrindo uma clareira na mata virgem construindo o primeiro rancho, dando origem ao patrimônio chamado “Zona da Mata”, ou seja, a origem da atual Lucélia - SP, com cerca de dez a doze casas.

II- A cidade de Lucélia - SP, sede do município do mesmo nome não surgiu ao acaso, mas de um plano urbanístico e econômico idealizado pelo engenheiro Luiz Ferraz de Mesquita. Para não arcar sozinho com toda a responsabilidade de vendas de lotes, procurou associar-se a Max Wirth e à CAIC (Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização). Em 1939, se deu a fundação de Lucélia -SP, no município de Martinópolis, 6 Km do distrito de Baliza..

III- Lucélia -SP desenvolveu rapidamente em virtude econômicas das terras. É curioso observar que até 1944 as terras de Lucélia-SP pertenciam às comarcas de Araçatuba, Guararapes, Martinópolis, Tupã e Valparaíso.

Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2687822 Atualidades

José de Alencar é um dos maiores representantes do romantismo no Brasil e um dos principais nomes da literatura nacional. O autor ficou marcado por investir em uma literatura nacional, menos influenciada pelos colonizadores portugueses. Como resultado, as obras de Alencar apresentam a cultura do povo, a história e as regiões brasileiras com uma linguagem inovadora para a época. Com base nessa informação assinale a alternativa que NÃO seja uma das obras de José de Alencar.

Alternativas
Q2687821 Atualidades

Leia a noticia abaixo e complete a lacuna : O _______ foi aprovado em conferência no Marrocos. Representantes de quase 160 países aprovaram formalmente o Pacto Mundial para migração das Nações Unidas na segunda-feira (10/12/2018), em Marrakech, no Marrocos. O Brasil, ainda representado pelo ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, assinou o acordo, mas o governo Jair Bolsonaro afirmou que vai se retirar do pacto

(Disponível em https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018. Redação adaptada.)

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Q2687820 Atualidades

O Conselho de Segurança é o órgão da ONU responsável pela paz e segurança internacionais. Ele é formado por 15 membros: cinco permanentes, que possuem o direito a veto e dez membros não-permanentes, eleitos pela Assembleia Geral por dois anos. Assinale a alternativa que apresenta o nome dos cincos membros permanentes:

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Q2687819 Atualidades

O Aeroclube do município de Lucélia - SP, foi fundado com a finalidade de proporcionar aos associados a aprendizagem do exercício da aeronáutica em aeroplanos de pequeno e médio porte. Sua fundação foi articulada por um grupo de pioneiros, tendo como principal colaborador Dr. Luiz Ferraz de Mesquita. Ao longo de sua existência o aeroclube jamais deixou de funcionar, formando pilotos de Lucélia, da região e principalmente de vários estados do Brasil.

Qual a data de fundação do Aeroclube de Lucélia-SP ?

Alternativas
Q2687818 Português

Marque a alternativa na qual a partícula SE assume a função de pronome apassivador.

Alternativas
Q2687817 Português

Marque a alternativa que completa os espaços em branco do trecho, de acordo com a norma culta de colocação pronominal. “Agora que tudo acabou, ____ bem melhor. No passado, sempre ____ com os que as pessoas pensavam de mim. Agora ____ dessa pressão.”

Alternativas
Q2687816 Português

Marque a alternativa na qual a oração sublinhada é caracterizada pelo sujeito indeterminado.

Alternativas
Q2687815 Português

Observe a oração: “Eu não gosto de maçã, nem de melancia, nem de abacaxi, nem de ameixa”. A figura de linguagem que caracteriza o uso repetitivo de conjunções é conhecida como:

Alternativas
Q2687814 Português

Embora contradiga as regras sintáticas, algumas gramáticas permitem casos especiais de concordância verbal, na qual o verbo concordará com a ideia expressa no sujeito, ou seja, uma concordância semântica. No período “Um grupo invadiu a loja e roubaram todos os produtos”, é possível que o verbo apareça na forma plural devido ao fato de que um grupo representa mais de uma pessoa. Nesse caso, para que a concordância seja possível, ocorre uma figura de linguagem conhecida como ____________ de número.

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Q2687813 Português

Leia o texto e responda as questões 1 a 5

A natureza da fera

Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.

A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.

Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.

Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)

Marque a alternativa que contenha uma oração subordinada adjetiva explicativa.

Alternativas
Q2687812 Português

Leia o texto e responda as questões 1 a 5

A natureza da fera

Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.

A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.

Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.

Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)

Observe a oração sublinhada e classifique-a sintaticamente. “Pit bulls tendem a morder sem avisar”.

Alternativas
Q2687811 Português

Leia o texto e responda as questões 1 a 5

A natureza da fera

Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.

A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.

Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.

Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)

“Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer.” Na análise sintática, como é denominado o trecho sublinhado?

Alternativas
Q2687810 Português

Leia o texto e responda as questões 1 a 5

A natureza da fera

Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.

A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.

Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.

Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)

Marque a alternativa que contenha uma oração sem sujeito.

Alternativas
Q2687809 Português

Leia o texto e responda as questões 1 a 5

A natureza da fera

Eles são apenas 10.000 entre os 20 milhões de cães do país. Não passam de 55 centímetros de altura, mas criam pânico nas ruas. “Deve haver umas cinquenta mordidas de pit bulls por ano”, estimou à SUPER Francisco Araújo, gerente do Controle e Vigilância de Fatores Biológicos da Fundação Nacional da Saúde. É muito pouco se considerarmos que há mais de 400.000 acidentes anuais desse tipo. Mesmo assim, os pit bulls apavoram, e não é à toa.

A lista de ataques de cachorros em que as vítimas saem retalhadas ou mortas é liderada por essa raça impetuosa. Eles são bravos porque foram programados para brigar até vencer. “Pit bulls tendem a morder sem avisar e não soltam a vítima sozinhos”, disse à SUPER a veterinária Ilana Reisner, da Universidade de Cornell.

Mas é provável que a fama de monstro seja tanto culpa dos animais quanto de quem os treina para atacar. “Cães violentos estão sendo cada vez mais usados como armas de fogo. Eles refletem o aumento da violência na sociedade”, diz à SUPER Randall Lockwood, pesquisador de comportamento animal da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos. Afinal, os pit bulls, que entraram no Brasil só em 1988, não são os únicos violentos. Outro cão feroz, o rottweiler, pulou de 17.000 registrados no país em 1996 para 26.000 em 1998. “Além do mais, pit bulls e rottweilers bem-educados não saem mordendo”, diz a veterinária paulista Hannelore Fuchs.

Algozes ou vítimas, o fato é que o constante aumento de ataques bestiais contra seres humanos vem convencendo muitos países a banir pit bulls e cães violentos de seus territórios. Desde 1991, eles já foram proibidos na Inglaterra, na França, na Dinamarca, na Holanda, na Noruega, na Bélgica, em Porto Rico e em várias cidades do Canadá e dos Estados Unidos. Chamada a se pronunciar, a ciência comprova que a raça é mesmo especial, mas muita coisa só começou a ser investigada agora. “Quanto da agressividade é genética ainda não sabemos”, diz a veterinária Sharon Crowell, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/a-natureza-da-fera/)

Com base no texto A natureza da fera assinale a alternativa CORRETA a respeito do texto:

Alternativas
Q2684931 Medicina

Com relação aos transtornos de ansiedade, julgue os itens.


I - Os ataques de pânico são exclusivos dos transtornos de ansiedade e são um tipo particular de resposta ao medo. Portanto, se um ataque de pânico ocorrer no curso de uma depressão, um diagnóstico comórbido com transtorno de ansiedade se faz mandatório.

II - A fobia específica de sangue-injeção-ferimento é 2 a 3 vezes mais frequente em mulheres do que em homens.

III - Na transtorno de ansiedade social (TAS), o indivíduo é temeroso ou se esquiva de situações sociais. Por ser um medo restrito a situações em que o indivíduo possa ser avaliado negativamente pelos demais, o TAS é considerado um subtipo de fobia específica.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2684928 Medicina

Qual das opções apresenta um tratamento de primeira linha para paciente com diagnóstico de Transtorno Bipolar Tipo I com episódio depressivo atual?

Alternativas
Q2684925 Medicina

Mulher de 32 anos chega ao ambulatório municipal de psiquiatria referindo que se preocupa excessivamente com circunstâncias diárias da rotina de vida, como saúde, finanças, responsabilidades no trabalho, saúde dos filhos e tarefas simples de casa. Procurou ajuda porque as preocupações estão prejudicando seu rendimento. No último ano, tem sentido tensão muscular, fatigabilidade, insônia inicial e irritabilidade.


Baseado na principal hipótese diagnóstica, marque a alternativa que apresenta uma opção de tratamento para paciente:

Alternativas
Q2684923 Medicina

Caso clínico para as questões 52 e 53

Mulher, 22 anos, chega ao pronto socorro neurológico acompanhada de familiares. Refere perda de visão bilateral com início há 5 horas. Os exames realizados não revelaram qualquer anormalidade e a paciente foi considerada sadia. Após descartar qualquer patologia clínica (nãopsiquiátrica), foi solicitada uma avaliação psiquiátrica.


A paciente diz que não sabe por que ficou cega. Diz que a única coisa que ocorreu antes do episódio foi uma briga que teve com familiares. No exame do estado mental, a paciente apresenta-se vígil, orientada auto e alopsiquicamente, humor eutímico, sem alterações do juízo da realidade e sem alucinações. Paciente não parece muito preocupada com sua cegueira.

Baseado no diagnóstico mais provável do caso clínico, julgue os itens.


I - “Paciente não parece muito preocupada com sua cegueira” é um sintoma psicológico descrito como La Belle indifférence, que está frequentemente associado ao transtorno da paciente.

II - O transtorno da paciente pode estar associado a ganho primário, quando o paciente acumula vantagens e benefícios tangíveis como resultado de estar doente (p.ex.: dinheiro).

III - O transtorno da paciente pode estar associado a ganho secundário, quando o sintoma representa uma resolução simbólica de um conflito psicológico inconsciente, reduzindo a ansiedade e servindo para manter o conflito fora da consciência.


Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2684921 Medicina

Caso clínico para as questões 52 e 53

Mulher, 22 anos, chega ao pronto socorro neurológico acompanhada de familiares. Refere perda de visão bilateral com início há 5 horas. Os exames realizados não revelaram qualquer anormalidade e a paciente foi considerada sadia. Após descartar qualquer patologia clínica (nãopsiquiátrica), foi solicitada uma avaliação psiquiátrica.


A paciente diz que não sabe por que ficou cega. Diz que a única coisa que ocorreu antes do episódio foi uma briga que teve com familiares. No exame do estado mental, a paciente apresenta-se vígil, orientada auto e alopsiquicamente, humor eutímico, sem alterações do juízo da realidade e sem alucinações. Paciente não parece muito preocupada com sua cegueira.

Baseado no diagnóstico mais provável do caso clínico, marque a alternativa que apresenta somente fatores de risco para tal condição:

Alternativas
Respostas
9621: C
9622: C
9623: A
9624: A
9625: B
9626: A
9627: C
9628: B
9629: A
9630: A
9631: C
9632: B
9633: B
9634: B
9635: A
9636: D
9637: B
9638: A
9639: A
9640: D